Pesquisar este blog

terça-feira, 11 de agosto de 2020

A cura da Covid-19


Aos mais atentos a cura da Covid-19 não é novidade. Ela ocorre quando o paciente é medicado logo aos primeiros sintomas do contágio: febre, falta de paladar e olfato, dor de cabeça,  dor no corpo, tosse, falta de ar, cansaço...

Está nas redes sociais e nos noticiários as várias autoridades que, ao sentirem os primeiros incômodos da doença, foram medicados, ficaram em casa e se recuperaram após 3 a 7 dias.
Lembro do doutor Uip, ministro Toffoli e prefeito Covas, pessoas que com acesso fácil a atendimento médico, foram medicados logo aos primeiros sintomas e se recuperaram em casa. Nenhum deles foi hospitalizado. 

Cidadãos que têm conhecimento e condições, obtêm prescrição médica logo aos primeiros sintomas. Isso não acontece com aqueles que são atendidos pelo Sistema Público de Saude. A esses são dados antitérmico e orientados para ficar em casa e só retornar ao posto se os sintomas piorarem. Com isso, perde-se a condição de eliminar o vírus na fase inicial da doença. Depois do vírus se replicar em vários órgãos (pulmões, cérebro, sistemas circulatório e digestor), a recuperação do paciente é penosa, requer internação, UTI, respiradores, oxigênio, entubação, às vezes por um longo período em coma induzido. E o pior, é nessa fase que ocorrem a maioria dos óbitos. E por que isso ainda ocorre, se pode utilizar o tratamento precoce? Por causa da estupidez de alguns governadores e prefeitos. 

Mas tudo isso pode ser evitado se no Posto de Saude for feita a prescrição do coquetel de antivirais, com as orientações necessárias à recuperação em casa.

Cabe aos Secretários de Saude promoverem a cura da Covid-19 aos habitantes de sua cidade, utilizando o Protocolo Brasileiro de Tratamento Pré Ambulatorial da Covid-19 no endereço < bit.ly/2B9WhmH >, elaborado por 43 profissionais da medicina de diversas especialidades, publicado em 26 de maio de 2020, aos primeiros sintomas da doença, isto é: do 1° ao 5° com os sintomas. 

Há tempos é prescrito antivirais para combater doenças causadas por vírus, como dengue, chikungunya, AIDS, zika e a Covid-19. Atacar a replicação do vírus reduz a carga viral, impede as inflamações e promove recuperação mais rápida, sem maiores consequências ao organismo do paciente.

Muitas vidas serão poupadas se ao invés de propagar as orientações de fique em casa, lave as mão, use álcool em gel, isolamento social, use máscara, etc., orientasse a população para procurar atendimento médico tão logo sentir os sintomas da doença. 

É verdade que havia a orientação de só procurar atendimento quando estivesse com sintomas "significativos", para evitar sobrecarregar o atendimento e da possibilidade de ser infectado na ida ao posto. 

O panorama mudou, aprendeu-se muito sobre o vírus e a doença, mas as orientações não foram atualizadas.
  
Ainda há tempo para isso. 





segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Estado Democrático de Direito por AM


Trecho do pronunciamento lido por Alexandre de Moraes em 21/02/2017 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, em defesa de sua indicação a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), onde expõe os requisitos do Supremo Tribunal Federal que almeja, defende, acredita e se compromete manter na defesa da diversidade e da liberdade democrática.

.....................................

“A possibilidade do Supremo Tribunal Federal em conceder interpretações conforme a Constituição, declarações de nulidade sem redução de texto e ainda, mais recentemente, a partir da edição da Emenda Constitucional 45 em 2004, autorização constitucional para evitar, de ofício, súmulas vinculantes, não só no tocante a vigência e eficácia do ordenamento jurídico mas também em relação a sua interpretação, acabaram por permitir, não raras vezes, a transformação da Suprema Corte em verdadeiro legislador positivo, em contradição à própria criação de Hans Kelsen, em 1928, na Áustria, com o Tribunal Constitucional Austríaco, completando e especificando princípios e conceitos indeterminados do texto constitucional, ou ainda moldando sua interpretação com às vezes os perigos do elevado grau de subjetivismo.

Me refiro, senhoras senadoras, senhores senadores, ao chamado ativismo judicial, um tema importante, atual e cuja a discussão cresce no Brasil, neste momento.
Ativismo judicial cuja expressão foi cunhada pela primeira vez em 1947 por Arthur Schlesinguer Jr., em artigos sobre a Corte Suprema dos Estados Unidos. 
No direito brasileiro tornou-se, portanto de extrema relevância essa análise, não só quanto a sua possibilidade mas principalmente em relação aos seus limites. Não são poucos, no Brasil e no exterior, os doutrinadores que apontam o enorme perigo à democracia e à vontade popular, na utilização exagerada do ativismo judicial.

Entre eles, como salientado por Ronald Dworkin, o ativismo pode ser uma forma virulenta de pragmatismo jurídico. Um juiz ativista ignoraria o texto da Constituição, a história de sua promulgação, as decisões anteriores da Suprema Corte que buscaram interpretá-las e as duradouras tradições da nossa cultura política. O ativista poderia ignorar tudo isso para impor a outros poderes do estado o seu próprio ponto de vista sobre o que a justiça exige.
Não me parece ser essa uma solução equilibrada a partir da própria ideia da complementaridade entre democracia representativa e justiça constitucional.

Nessa colenda Comissão de Constituição e Justiça reafirmo que se merecer aprovação por parte do Senado Federal, reafirmo meu juramento de persistir nos meus ideais de vida, honrando compromisso e constante luta pelos ideais republicanos e democráticos, que devem dirigir a nação brasileira. Reafirmando mais uma vez que minha atuação será com imparcialidade, coragem, dedicação, seriedade e sincero amor à causa pública, corroborando as históricas ideias de Platão, Aristóteles, Rousseau, Thomas Jefferson e tantos outros, sobre a necessidade dos governantes respeitarem e honrarem as leis acima de suas vontades e idiossincrasias pessoais, voltados para um único objetivo: o bem comum.
Reafirmo minha independência, meu compromisso com a Constituição e minha devoção às liberdades individuais.

Martin Luther King, em um de seus mais belos sermões O Nascimento de Uma Nação, apontava que o desejo interno por liberdade, na alma de cada ser humano, alcança seu mais amplo significado na liberdade individual e intelectual, na liberdade de pensamento, na liberdade de expressão, na liberdade de crença e cultos religiosos, na liberdade de escolha, afirmando que parece que há um desejo palpitante; parece que há um desejo interno por liberdade na alma de cada ser humano. Está lá, no início. Pode não se manifestar, mas finalmente a liberdade rompe. Os homens percebem que a liberdade é fundamental e que roubar a liberdade de um homem é tirar-lhe a essência de sua humanidade. Tirar-lhe a liberdade é roubar-lhe algo da imagem de Deus, disse Martin Luther King.
E digo eu, desaparecendo a liberdade, desaparecerá o debate de ideias, a participação popular nos negócios políticos do Estado, quebrando-se o respeito ao princípio da soberania popular. Uma nação livre só se constrói com liberdade. E a liberdade só existirá onde houver um Estado Democrático de Direito que, por sua vez, nunca será sólido sem a existência de um Poder Judiciário autônomo e magistrados independentes e um Supremo Tribunal Federal imparcial, na sua grave função de guardião da Constituição e das Leis, e garantidor da ordem na estrutura governamental republicana, com irrestrita possibilidade de debates de ideias e respeito à diversidade. Esse é o Supremo Tribunal Federal que acredito: defensor das liberdades. Esse é Poder Judiciário que acredito.”
..........................................

ADENDO

1. Voto de Alexandre de Moraes no processo em que um político pedia cancelamento e remoção de comentários desairosos sobre ele.

“Quem não quer ser criticado, quem não quer ser satirizado, fique em casa. Não sejam candidatos, não se ofereçam ao público, não se ofereçam para exercer cargos políticos. Essa é uma regra que existe desde que o mundo é mundo. Querer evitar isso, por meio de uma ilegítima intervenção estatal na liberdade de expressão, é absolutamente inconstitucional.”

2. Voto de Cármen Lúcia no mesmo processo.

“É uma censura prévia, e a censura é a mordaça da liberdade. Quem gosta de mordaça é tirano, quem gosta de mordaça é ditador.”

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Tratamento da Covid-19

O jornal A TARDE de 6/8, traz reportagem especial sobre o uso de medicamentos que são usados no combate de outras doenças, mas que agora são usados contra o covid em tratamento emergencial. Apresenta as opiniões de dois profissionais de saude que têm visões opostas quanto ao uso desses fármacos : um contra e outro a favor. 
O infectologista Matheus Todt diz que não prescreve a hidroxicloroquina por falta de evidências científicas que justifiquem o uso, e complementa:
"Até o momento, é um medicamento não eficaz contra a covid-19 e que tem efeitos colaterais potencialmente graves tais como arritmias cardíacas, alterações neurológicas, distúrbios de visão e irritação gastro intestinal". 
Ressalta o estabelecido pela OMS e pela maioria de profissionais e órgãos de saude.
"Não dispomos de tratamentos preventivos ou curativos. Mais de 80% dos casos sequer sentirão a infecção, portanto não precisam tomar medicamentos. O único tratamento eficaz para os casos graves é hospitalização, monitorização, oxigênio e, quando necessária, intubação e ventilação mecânica."


Em contrapartida, a otorrinolaringologista Clarice Saba diz que a cloroquina e hidroxicloroquina podem evitar o internamento. Ela, que é diretora de comunicação e imprensa do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindmed), também é uma das coordenadoras na Bahia do projeto Médicos pela vida, grupo adepto ao tratamento precoce com o uso dessa medicação associada a Ivermectina, Azitromicina, Zinco, e Vitamina D.
"O tratamento precoce é quando o médico recebe o paciente para consulta inicial e suspeita de que a pessoa está infectado com a covid-19." Ressalta que esse protocolo não tem eficácia nos pacientes internados em estado grave.
"A hidroxicloroquina não é uma medicação que tenha efeito colateral a ponto de ser demonizada. Porém, é preciso ver se o paciente tem alguma contra-indicação ou se pode ter alguma interação medicamentosa ou comorbidade."

Fizemos a análise das duas posturas opostas, principalmente do que foi verbalizado.

Inicialmente comentamos as declarações do doutor Matheus Todt.

1. Não usar medicamento por não ter evidências científicas de sua eficácia não é científico. As substâncias só se tornam remédios quando alguém as experimentou e observou bom resultado.

2. Dizer que o medicamento não é eficaz é desconhecer a realidade médica do país. Desde 18 de maio existe protocolo detalhado para atendimento emergencial pré-ambulatorial elaborado por 43 profissionais da saude de diversas especialidades, usado em vários estados. (Vide em: bit.ly/2B9WhMH )

3. Considera que o fármaco tem efeitos colaterais potencialmente graves. Esse argumento foi eclipsado pelo item anterior. Se não usa, não terá efeitos colaterais, nem a cura.

4. Segue os preceitos defendidos pela OMS e pela maioria de profissionais e órgãos de saude. Está perdido nas desinformações da OMS. E quem disse que a maioria dos profissionais e órgãos de saude são contra o protocolo de atendimento precoce com coquetel em uso emergencial? Vejam o parecer da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) que o Dr. Todt posta em seu perfil, destacando que “não existem evidências científicas de que quaisquer das medicações disponíveis no Brasil, tais como Ivermectina, cloroquina ou Hidroxicloroquina, isoladas ou associadamente, sejam capazes de evitar a instalação da doença em indivíduos não infectados”. Está se referindo a profilaxia e não a tratamento após a infecção pelo vírus. Isso revela o calcanhar de aquiles do ensino no Brasil: interpretação de texto. Mais um zumbi na bolha da TVTerror.

5. Não dispomos de tratamento preventivo ou curativo. Como não, cara pálida? Informe-se. Repito a dica: acesse < bit.ly/2B9WhMH >.

6. Mais de 80% dos infectados nem sentirão os sintomas, não precisam de medicamento. Sim, digamos que isso seja verdade. E os que precisam, vai deixar sem atendimento até ficar em estado grave, como alguns estados estão fazendo?

7. O único tratamento eficaz para os casos graves é hospitalização, monitorização, oxigênio e, quando necessária, intubação e ventilação mecânica. Como tratamento eficaz, se é nessa fase que ocorre a maior parte dos óbitos? É o tratamento desenhado pelos chineses para construção de hospital de campanha, UTI e respiradores que fizeram o gáudio dos governantes em contratos sem licitação. Na realidade, hospitalização é um tratamento de suporte até que seja debelada a inflamação provocada pelo vírus. É visível que esse cara também não conhece lógica filosófica.

Vejamos agora a análise feita com as declarações da Dra. Clarice Saba.

1. A hidroxicloroquina pode evitar a internação do paciente. O tratamento precoce é a chave da recuperação do paciente. A formação do grupo Médicos Para Vida já diz tudo. Não é tratamento para encher os bolsos de grana. É para manter a vida, utilizando tratamento emergencial que vem dando certo em todo o Brasil, com o uso da hidroxicloroquina associada a Ivermectina, Azitromicina, Zinco, e Vitamina D.

2. O tratamento precoce é prescrito quando o médico recebe o paciente para consulta inicial e suspeita de que a pessoa está com a covid-19. O coquetel dos antivirais citados acima inibe a replicação do vírus e evita o quadro inflamatório grave e a hospitalização.

3. Como o próprio nome já define, tratamento precoce não tem eficácia nos quadro graves.

4​​. A hidroxicloroquina não é uma medicação que tenha tanto efeito colateral a ponto de ser demonizada.​ O fármaco ora politizado está em uso há mais de 40 anos, vendido e tomado sem receita médica. Por que agora se aterrorizar com os efeitos colaterais indicados na bula?​ ​A maioria dos remédios têm contraindicações e alertas de efeitos colaterais. Se o paciente se impressionar ao ler a bula, não toma.​

​5. ​Porém, é preciso ver se o paciente tem alguma contra-indicação ou se pode ter alguma interação medicamentosa ou comorbidade.​ Esse é o cuidado próprio de todo médico, individualizar o tratamento após a anamnese com o paciente, na ocasião plenamente consciente. O que não ocorre quando o paciente chega em estado grave. 

Para mim fica claro quem tem mais chance de recuperar e curar pacientes com a covid-19. E isso está sendo feito, apesar dos torcedores do vírus que a cada dia ficam falando sozinhos. Com os bons resultados obtidos pelo protocolo emergencial, aumentou sua aceitação por parte da população, como demonstra o grande aumento nas vendas.

Nota: O Ministério da Saude está finalizando um sistema cuja sigla é RNDS - Rede Nacional de Dados em Saude, que vai coletar todo o histórico médico do cidadão (doenças, exames, vacinas, internações, operações, alergias...) que será alimentado e/ou consultado pelo profissional de saude, em qualquer atendimento. Isso vai agilizar e dirimir muitas dúvida que o médico pode ter em relação ao que prescrever. Seu uso está previsto para começar ainda este ano de 2020. ​

sábado, 1 de agosto de 2020

Tratamento precoce da Covid-19


O presidente da Associação Bahiana de Medicina (ABM) Robson Moura diz ser preocupante  propaganda de medicamento nas redes sociais, tanto aquelas que fazem apologia de medicamento ou tratamento, como as que criticam medicamento e tratamento com frases do tipo: não tem eficácia, não tem comprovação científica, amplificando os possíveis efeitos colaterais, como se não constasse em 99,9% das bulas a relação dos efeitos colaterais, até do mais comezinho fármaco vendido sem receita como o Melhoral por exemplo, que se ler com atenção não toma. 

Esse posicionamento vem somente agora que não é mais possível os tiranos da hora censurarem as informações sobre tratamento da Covid-19 com uso "emergencial" de fármacos que são utilizados há décadas para tratar outras doenças, tais como: malária, piolho, sarna, aids, artrose, lúpus, vermes, parasitas. 

Enquanto as mídias usavam todo o seu espaço para desqualificar os remédios que estão dando certo no combate à covid, não se ouviu declarações desse tipo. Agora que as redes sociais estão cheias de testemunhos de curados e de médicos que utilizam o Protocolo Brasileiro de Tratamento Pré Ambulatorial da Covid-19*, aparece esse tipo de comentário.

Mas a campanha contra é extensa. A diretora de comunicação do Sindicato dos Médicos do Estados da Bahia, Clarice Saba, foi censurada pelo Youtube e Facebook em live dia 28 com o vereador e candidato à prefeitura de Salvador, Dr. Cezar Leite (PRTB), apenas porque estavam tratando sobre o uso precoce da hidroxicloroquina no combate da covid. 

Nesse mesmo dia o Conselho Regional de Medicina (Cremeb-BA) publicou na Internet um comunicado "orientando" os médicos quanto a inadequação da prescrição pública ou em massa de medicamentos. Isso também veio tarde, pois quando esses fármacos eram desqualificados massivamente na extrema imprensa nada foi dito. 

Vale ressaltar o que disse Robson Moura: "Tem médico dizendo que a HCQ não faz efeito, outros defendem seu uso. Isso confunde as pessoas. A decisão de usar ou não no tratamento é da equipe médica da prefeitura ou do estado". 

O Ministério da Saude coloca à disposição todos os medicamentos utilizados tanto no tratamento precoce aos primeiros sintomas como para as fases mais graves. Cabe ao médico e ao paciente ou familiares decidirem qual tratamento a ser utilizado. 

O que preocupa os baianos é a disposição da Secretaria de Saude (Sesab) em dificultar a utilização da HCQ no tratamento precoce da covid. Para se ter uma ideia, até há pouco tempo essa secretaria repetia a orientação errônea da OMS que até hoje recomenda o uso  da hidroxicloroquina "apenas" para doentes hospitalizados e em estado grave.

A intervenção da Sesab nos municípios de Porto Seguro e de Teixeira de Freitas, ambos na região Sul da Bahia, onde sequestraram os fármacos doados por empresários que estavam sendo receitados e entregue de graça aos pacientes, demostraram que a recomendação é impedir que os baianos sejam curados com o "remédio do presidente". 

O mais absurdo é que não é dada alternativa para o tratamento. Assim, o paciente tem de contar com a sorte quando mandado pra casa com uma cartela de Tylenol caso tenha febre e a orientação de só voltar quando os sintomas de dores e falta de ar ficarem insuportáveis.

Tentam dessa maneira justificar os hospitais de campanha e os respiradores superfaturados não entregues, mesmo após pagamento adiantado de R$ 30 milhões.

Até quando?

# Protocolo Brasileiro de Tratamento Pré Ambulatorial da Covid-19 está detalhado no endereço: bit.ly/2B9WhMH 

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Vítimas da desinformação


A morte do jornalista Rodrigo Rodrigues aos 45 anos consternou o Brasil. O apresentador de programas esportivos fez sua última participação no dia 9 de julho no programa Troca de Passes, no SportTV da Globo. RR, como era conhecido, é mais uma vítima da Covid-19. 


No dia 9/7 ele havia informado que tivera contato recente com um amigo que testou positivo para a covid. 
No dia 13 um exame constatou que ele também contraíra a doença. Sentia-se bem, ficou em isolamento em casa, com sintomas leves. 

Não temos informações do que ocorreu no longo período de 12 dias entre a segunda-feira dia 13 e o sábado dia 25/7, quando foi internado com quadro grave da doença.

No dia seguinte 26/7, domingo, foi realizada cirurgia para reduzir a pressão intracraniana provocada por uma trombose. Já estava em coma induzido. A morte encefálica foi comunicada pelos médicos em nota oficial. 
Faleceu dois dias depois, na terça-feira dia 28/7.

Será que naquele longo de 12 dias ele consultou algum médico? Procurou algum Posto de Saude? Foi medicado, fez algum tratamento, tomou algum remédio?

Pelo quadro de trombose venosa cerebral que apresentou na internação, é muito provável que não tomou qualquer antiviral que, ministrados aos primeiros sintomas da doença reduziria a carga viral e seus efeitos no sistema circulatório, pulmões, cérebro... 

No início da pandemia o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom (foto), indicava o uso da hidroxicloroquina só para pacientes graves. 
Na prática constatou-se que seu uso tem bons resultados quando ministrados aos primeiros sintomas, pouco ou nada resultando quando utilizada em casos graves. 
Por que a OMS fez essa recomendação ineficaz e não indicou seu uso aos primeiros sintomas, como registrados em protocolos e estudos de médicos chineses?

Será que RR acreditou nas afirmações de que os antivirais como a HCQ, azitromicina, eritromicina, nitazoxanida não tinham resultados benéficos no tratamento da Covid-19, como vem divulgando o jornalismo da empresa em que ele trabalhava?

Só os familiares e amigos podem preencher essas lacunas de informações.

De nossa parte fica a certeza de que essa desinformação, propagada diuturnamente pelo jornalismo da Globo, contrário ao presidente Bolsonaro, ainda pode causar muitas mortes.


Fica um alerta: assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença (dor de cabeça, febre, ausência de olfato e paladar, dores no corpo, cansaço, falta de ar, tosse, coriza), procure um médico que trate a Covid-19 com antivirais, sulfato de zinco, vitamina C, tratamento emergencial que vem dando certo com milhares de pacientes como o Dr. Uip, Dr. Kalil (foto), Senador Marcos Do Val e o próprio presidente Jair Bolsonaro.


A Internet está cheia de depoimentos de profissionais da saude que utilizam esse tratamento com sucesso significativo. Em substituição a esse tratamento só existem antitérmicos e analgésicos que não combatem o vírus, apenas reduz alguns sintomas.


Não espere os sintomas se agravarem, procure um médico de sua confiança que aplique o Protocolo Pré Hospitalar elaborado por 43 profissionais médicos de diversas especialidades, que você encontra neste endereço: bit.ly/2B9WhMH 


sexta-feira, 12 de junho de 2020

Covid-19 farsa dos óbitos na Bahia


Transcrição de parte da entrevista dada pelo Coordenador do Conselho de Crise da Covid-19, do governo do Estado da Bahia, o infectologista Dr. Roberto Badaró, ao radialista e ex-prefeito da cidade de Salvador, Mário Kertész, ocorrida no dia 10/06, na Rádio Metrópole.
...................................

Dr. Roberto Badaró - O fato é a observação que a gente faz. E outro fato que vem da observação, que é simples: quantos casos eu tive ontem e quantos casos eu tenho hoje. 
Se a razão entre os casos de hoje dividido pelos casos de ontem, for superior a 1, a magnitude disso vai dizer a quanto a epidemia está andando.

Nós aqui no Brasil, infelizmente, os dados de óbitos neste período de epidemia, está muito difícil de entender. Vou dar um exemplo simples.

No meu hospital, lá no Hospital Espanhol, 40% dos doentes que eu recebo lá não tem covid. Não tem covid! E morre. Mas o atestado de óbitos está lá: covid. Porque tem lá três campos no Atestado de Óbito, aí ele vem como suspeita de covid, então ele entra na estatística da covid. Então é preciso que se veja isso com, realmente, com bastante critério. Não pode você é...

Mário Kertész interrompe perguntando - Eles tem morrido de que, Badaró?

Morre do que já se morreu sempre: morre de AVC, morre de doença cardiovascular, insuficiência do pulmão, diabetes...

O Brasil tem que olhar essa estatística, há uma incidência razoável, porque o nosso sistema de saude não faz medicina preventiva, faz muito mal. 

O indivíduo é diabético e ele deixa de tomar a sua insulina, ele faz uma certa acidose e vai a UPA e morre. 
Ontem uma pessoa ligou, lá da UPA.
- Doutor me vê uma vaga aí no seu hospital. Tem uma senhora entubada que precisa de um leito de UTI. 
- E o que a senhora tem? 
- Ela está com suspeita de covid, porque a irmã teve covid, mas ela está com uma glicemia acima de 1000. 
Aí eu disse: isso é acidose diabética. Aí ela teve uma falência respiratória e entubou. 

Isso é covid, Mário? Isso é covid?

Não é. Mas agora ela, pra poder ter acesso a uma UTI, aí o nego bota lá: covid. Aí ela vai pro hospital. Se não tiver covid, vai correr o risco de adquirir covid no hospital. 
Não é esse risco assim, de dizer que é 100%, porque se toma todos os cuidados, em separar um leito do outro, há toda uma estratégia para isso. Mas corre o risco.

Mas quando o paciente entra num hospital de covid e ele morre lá por causa de uma acidose, por causa de um AVC, ele entra na estatística da covid.

Estou tendo muita dificuldade, estou sendo bastante honesto, de entender esses dados de mortalidade, se eles são puros, só de covid ou se nós estamos acumulando, já a deficiência... É que agora há recusa formal quando o paciente não tem covid. Ele chega numa UPA, ele é deixado pra trás. Ele vai ser atendido depois, se não for uma suspeita direta de insuficiência respiratória. 
Então nós estamos tendo, realmente, um choque muito grande no sistema de saude.
.......................................

REPERCUSSÃO 

Para o médico urologista Modesto Jacobino, as declarações de Badaró são graves e precisam ser apuradas. 
Ele observa que os médicos que fazem declaração falsa para encobrir a verdadeira causa da morte cometem crime de falsidade ideológica, que além das penalidades previstas no artigo 229 do código penal, podem levar à cassação do registro profissional. "Badaró não falou de 1% ou 2%, ele falou em 40%. 
Isso representa um grande contingente de famílias estigmatizadas por uma doença que não permite o direito de visitar seus entes queridos no hospital, de velar seus corpos num funeral comum e nem mesmo de receber o valor do seguro de vida, que as seguradoras se negam a pagar por se tratar de uma pandemia. 
É uma situação que tem consequências muito drásticas para as famílias das vítimas, um caso de polícia", pontuou. 
Jacobino ingressará com uma denúncia ao Cremeb (Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia). Ele entende que o caso merece ampla investigação, para além da esfera de atuação do Hospital Espanhol, que apure se existe alguma orientação aos médicos intensivistas na Bahia para atestar óbitos por coronavírus de forma fraudulenta, a exemplo do que foi denunciado pelo sindicato dos médicos do Ceará ao Ministério Público. 
Isso teria ocorrido com a aposentada Antônia dos Santos, 98, que morreu em 19 de maio. "Minha avó não estava com febre, não estava tossindo, tinha uma massa de 7,5 cm de diâmetro no intestino que provocou sangue nas fezes, identificada por um ultrassom e, mesmo assim, a médica queria declarar que ela tinha falecido por causa de coronavírus", relata a recepcionista Gabriela Silva, 35. 
"Foi quase meia hora de discussão com a nossa família para ela voltar atrás e declarar que a causa da morte foi insuficiência respiratória aguda". 
O médico e vereador Cezar Leite (PRTB) anunciou pelas redes sociais ter dado entrada no Ministério Público Federal e no Cremeb, solicitação para investigar a situação do Hospital Espanhol e demais hospitais de Salvador. 

Veja mais em: 
https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/06/11/40-dos-obitos-do-hospital-espanhol-nao-sao-por-coronavirus-diz-diretor.htm?cmpid=copiaecola



domingo, 7 de junho de 2020

Sucupira é bem aqui ó !


Na telenovela "O Bem Amado", do falecido dramaturgo Dias Gomes, o prefeito da cidade de Sucupira, Odorico Paraguaçu, torce para que morra alguém para "inaugurar" o cemitério que ele construiu.

Os atuais odoricos estão torcendo que a pandemia da covid-19 se alongue por mais tempo para alcançar seus objetivos a curto, a médio e a longo prazo: 1. inviabilizar o governo Bolsonaro; 2. promover o grupo comunista-socialista retirado do poder em 2018; 3. voltar às práticas da cleptocracia; 4. implantar a ditadura do "proletariado" com solícita interferência externa.
O cenário é uma pandemia nascida em Wuhan que com 14 milhões de habitantes sofreram apenas 3 mil óbitos! Um espanto!
No resto da China com 1,3 bilhões de pessoas não ocorreram óbitos, mesmo após o vírus se espalhar por todo o mundo. Menos lá! Mais espantoso ainda.

A pandemia contou com ajuda fundamental da OMS, através de seus diretores e diretoras, na demora de informar sobre o novo coronavírus extremamente contagioso, na demora de declarar emergência e de calamidade na saude mundial, de criticar medidas que poderiam evitar a contaminação, como sustar voos oriundos da China ou de países com a presença confirmada do vírus!

A OMS desaconselhou o uso de máscaras por pessoas não infectadas, mesmo sabendo que a maioria dos contaminados (85%) são assintomáticos! Parece estranho, não?

O mais revelador na participação da OMS no caos da pandemia, é a intensa e sistemática campanha de que a hidroxicloroquina e a cloroquina não têm eficácia comprovada e pode causar arritmia e levar o paciente à morte. Mesmo assim, indicava o uso desses fármacos em pacientes em estado grave. 

Estranhíssima orientação do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, não é indicado para curar, mas é indicado para matar! Sim, pois sabemos que esse remédio tem sua eficácia comprovada na fase de replicação do vírus, que ocorre de 1 a 5 dias dos primeiros sintomas. 

Ora, se nós que topamos com o vírus três meses depois da China sabemos disso, como o diretor Tedros poderia desconhecer? 
Com o estudo publicado na revista científica The Lancet Tedro foi rápido no gatilho. Mandou suspender todos os experimentos em andamento no âmbito da OMS. Foi preciso que mais de 100 médicos-cientistas gritassem contra o estudo visivelmente fajuto, para que retornassem aos testes experimentais com a HCQ. Mas aí, muitos registros foram descontinuados e muitos testes perdidos em termos mundiais.

A prática brasileira demonstra em protocolo*, produzido por 43 médicos de várias especialidades, que a hidroxicloroquina associada a azitromicina e ao sulfato de zinco impede a replicação do vírus na fase inicial da doença e o paciente tem recuperação rápida em 5 a 7 dias. É isso que os odoricos, torcedores do QPM - Quanto Pior Melhor e gestores do caos, fazem de tudo para que não aconteça.

Nessa e em todas as demais decisões a OMS contou com o mesmo empenho de governadores, prefeitos e mídias comunista-socialista-esquerdopatas, com especial participação da Redesgoto de Televisão, atualmente conhecida como TVTerror.

Aqui na Bahia, de governo petista há 14 anos, a Secretaria de Saude do Estado (Sesab) segue as orientações da OMS: só libera a hidroxicloroquina para caso de paciente em estado grave internado. Faz isso, mesmo após tomar conhecimento do Protocolo Brasileiro de Atendimento Pré Hospitalar acima mencionado... 
E médico de um dos maiores hospitais da capital disse ao paciente que o hospital não utiliza esse medicamento. Surpreendente!

E aqui retornamos à cidade de Sucupira, ao prefeito Odorico Paraguaçu e seus paus-mandados. Governadores e prefeitos estão utilizando os bilhões de reais distribuídos pelo governo central, para comprar ventiladores pulmonares, máscaras e equipamentos de proteção individual, construir e equipar hospitais de campanha... 

E para continuar com essas compras e às gastanças sem licitações, é preciso que haja pacientes que utilizem respiradores, que ocupem os leitos nos hospitais de campanha... 
Caso contrário, fica às vistas suas artimanhas, como ocorreu em São Paulo: com a declaração do governo de locar leitos na rede privada, por já ter atingido 100% de ocupação dos leitos da saude pública, deputados adentraram ao hospital de campanha e registraram em vídeo que não havia pacientes, todos os leitos vazios, muitos nem colchão tinham! As desculpas para isso ainda estão chegando, nenhuma convence.

O Conselho Federal de Medicina também bateu prego nessa mesma arte ao liberar a HCQ para os pacientes em estado grave, médio e os com sintomas leves, mas (depois do mas vem coisa) orientou que o paciente assinasse termo de consentimento depois de uma preleção do médico sobre o fármaco, informando que não há comprovação científica de sua eficácia e os riscos dos efeitos colaterais que podem levar à morte. Quem vai assinar?

Há 70 aos os habitante dos oito estados da amazônia legal tomam cloroquina e hidroxicloroquina como prevenção e cura da maleita ou malária. 
Nunca ninguém pediu termo de consentimento. Por que agora? Tem cada uma, que parecem duas!

Em Fortaleza-CE, a Unimed preparou para os seus 340 mil assistidos, 30 mil kits com os três fármacos, com o claro objetivo de evitar internações, UTI, etc. No Pará, prefeituras também fizeram isso, distribuindo kits aos pacientes que procuram os postos de saude. No Espírito Santo o governador proibiu o uso da HCQ nos postos de saude. Quando a mulher dele pegou o vírus foi se tratar com hidroxicloroquina em hospital privado. Pode Freud?

Isso nos diz alguma coisa?
Sim. A doença tem cura como se cura uma gripe, em 4 a 7 dias. Doença que pode ser vencida e deve ser combatida aos primeiros sintomas. Os medicamentos a utilizar são os antivirais (hidroxicloroquina, azitromicina, nitazoxanida,  ivermectina, etc.), associados a sulfato de zinco, vitamina C e vitamina D. Não dá para aceitar que ainda ocorra mortes. Temos que gritar.

Vários depoimentos revelam que os postos de saude nas cidades geridas pelos odoricos, dão ao paciente paracetamol ou coisa parecida, mandam pra casa com a orientação de procurar um hospital caso os sintomas se agravem, como falta de ar...
Quando ocorre a falta de ar, os pulmões já estão com pelo menos 20% atingidos pela inflamação provocada pela reação do sistema imunológico do paciente ante o vírus. Em três ou cinco dias alcança 80%, requer UTI, respirador, oxigênio... E assim ficam justificados os gastos com as compras e construções superfaturadas para atender pacientes da covid-19.

Se ao invés de paracetamol dessem o kit dos três fármacos não haveria internação e seus planos de derrubar o presidente e encher os bolsos com vantagens ilícitas iriam por água abaixo. 

Ainda bem que isso só ocorre em telenovela... Só lá em Sucupira... 

* O Protocolo Brasileiro de Tratamento Pré Hospitalar se encontra no endereço abaixo:
 bit.ly/2B9WhMH