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segunda-feira, 21 de junho de 2021

Senado dos EUA investiga Covid-19, Dr. Fauci e censura pelas Big Techs

Esse texto é compilação dos discursos feitos no Senado dos Estados Unidos da América, logo após a divulgação dos e-mails do Dr. Fauci, principal Assessor de Saude da Casa Branca no governo Trump e agora, no governo Biden, que revelam sua intenção de, em comum acordo com as Big Fharm e as  Big Techs de Marc Zuckleberg, suprimirem dos noticiários, das mídias e das redes sociais, quaisquer notícia sobre a origem do vírus vazado do Laboratório de Virologia de Wuhan - Hubei, na China, como também censurar quaisquer notícias sobre o Tratamento Precoce, que utiliza fármacos redirecionados (off labels) de baixo custo, em uso há mais de 40 anos e de baixa toxidade. Ao final desta compilação, anexamos link com o vídeo da sessão aqui transcrita, com legendas de tradutor literal automático

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Senadora Marsha (Republicano): Obrigada a todos por se juntarem a nós, hoje! Vocês sabem, tem havido muitos comentários sobre a grande censura tecnológica que aconteceu em torno da origem do vírus Covid-19, de onde ele veio e como provocou uma pandemia. E também, há perguntas sobre o que foi dito ao povo americano, a oportunidade ou omissão do que estiveram contando. Sabemos que o Facebook recentemente reverteu a decisão de derrubar qualquer tipo de informação dizendo que (o vírus) veio do Laboratório de Wuhan, que Pequim (Beijin) deveria ser responsabilizada. YouTube anunciou anteriormente que vai censurar qualquer conteúdo que contradiz as narrativas de Pequim, e que a China financia a Organização Mundial da Saude (OMS). O YouTube até retirou um vídeo de médicos e doutores que questionavam o validade desses bloqueios, e questionavam o que isso causa à população e, especialmente, ao que fez aos nossos filhos. O Twitter, eles bloquearam o relato de um virologista chinês, que dizia o que estavam fazendo no Instituto de Virologia de Wuhan, mantido pelo Partido Comunista Chinês (PCC). Para Conta II dirá que esta grande tecnologia (Big Tech) realmente avançou demais sobre isso. Eles ultrapassaram os limites neste caso. Nós todos temos sugestões de como nós, Senado, devemos atuar, e as coisas que devemos fazer para garantir que isso nunca mais aconteça para o povo americano.

Senador Michael K. Braun (Republicano): Obrigado! Digo a vocês onde precisamos começar. Temos uma coisa única acontecendo. Penso que da semana passada onde, por aprovação unânime, que dificilmente acontece, só em um problema crítico. A menos que vocês renumerassem uma Agência Postal (ironia sobre os votos de Biden pelos correios) ou algo assim. Nós conseguimos passar no Senado solicitação às nossas próprias Agências de Inteligência, para liberar as informações que hospedamos, e para tanto estrago quanto isso é criado, não apenas para o nosso próprio país, mas em todo o mundo. Por que não a começaríamos lá, com o presidente Biden? Falou com o secretário Blinn, perguntou a ele, ele disse, e não é bom, razão pelo qual você não divulgaria essa informação. Nós precisamos começar aí, para chegar ao fundo disso. E quando falar sobre as Big Techs, mãe nesse assunto, basicamente, quando você tem todos os senadores dos EUA que querem pelo menos começar lá, precisamos ter responsabilidade. Penso que cabe a eles intensificarem e liderarem o ataque. É o lugar que as pessoas procuram para ouvir, onde eles estão e precisamos começar por aí. Vamos responsabilizar nossas próprias agências de inteligência, liberar essas informações, desclassificando-as.

Senador Roger Marshall (Republicano): OK! Bem, senadora Blackburn, muito obrigado por nos dar a chance de vir aqui e falar sobre o vazamento do Laboratório de Wuhan e da cobertura do mesmo, que nós informalmente nos referimos como "Portão do Morcego" (Batgate - mensão à Watergate). Sabem, o que me ocorreu, como eu estava sentado ali, lendo e-mails do doutor Fauci, recentemente, e tudo que aprendi em ciência no 10º ano, tudo que aprendi como médico sobre o método científico, sobre hipóteses e desenvolver teorias, foram todas jogadas no lixo. Sabem, fiquei chocado, quando voltei e revi algumas das cartas que foram escritas, mas realmente marcaram, minha suspeita estava em algum lugar. Em janeiro de 2020, e os chineses diziam que não havia transmissão de pessoa para pessoa, a OMS aceitou e o CDC (Centro de Controle de Doenças, dos EUA) não refutou. E isso me levou a um telefonema com o CDC. E todos os jornalistas nacionais estavam relatando que os cientistas dos EUA estavam investigando esse novo vírus. E quando conversei com o CDC, eles disseram: Bem, temos cientistas em Pequim, mas eles estão a milhares de quilômetros de Wuhan. Então, nós realmente não temos qualquer coisa para lhe dizer... E a próxima coisa que vejo é uma carta emitida por um grupo de cientistas que ignoraram até mesmo a possibilidade de que esse vírus pudesse ter surgido em laboratório. Eles ignoraram totalmente. Eles descartaram a hipótese científica de que isso era mesmo viável. E depois descobrimos que a maioria desses cientistas, senão todos eles, estavam recebendo algum tipo de financiamento naquela época. E no futuro do NIH (Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, dos EUA), e nosso CDC (Centro de Controle de Doenças, dos EUA), sentou-se ali e acenou com a cabeça confirmando. E depois jornalistas nacionais, grandes empresas de tecnologia (Big Techs), que eles trabalharam juntos para suprimir essa história. Eles trabalham juntos para censurar aqueles que como nós, pensavam que isso (o vírus) pode ter sido originado lá. E não apenas suprimiram, eles realmente desqualificaram pessoas que pensavam que isso (o vírus) pode ter vindo de um laboratório. E, finalmente, nós vemos os e-mails do dr. Fauci... Em conluio, Dr. Fauci e Big Tech trabalhando em conjunto para suprimir essa história. Vocês sabem, aqui estamos 17 meses depois, ainda sabendo pouco sobre esse vírus. Vocês sabem, penso que temos que responsabilizar o CCP (Partido Comunista Chinês), e se os EUA são, de alguma forma, responsável, se ajudaram laboratórios de fundo (de pesquisas), que levaram ao desenvolvimento deste vírus, então precisamos ser responsabilizados também. E precisamos mergulhar fundo em como é o ganho viral ("ganho de função" no vírus), das regras de pesquisas, e também ir em frente nisso (nas investigações). Vocês sabem, nós não vamos conseguir aprofundar isso, a menos que paremos com o encobrimento do vazamento do Laboratório de Wuhan, até que paremos o batgate (investigação do morcego - menção às famosas investigações de Watergate, deflagrada pelo Washington Post). Obrigado, Marshal!

Senador Ron Johnson (Republicano): OK! Eu quero apontar que a evidência sobre um laboratório potencial que a teoria de Lea tem escondido da vista de todos por meses. Vocês sabem, de fato de que nossas Agências Federais, sob a direção de Anthony Fauci, têm financiado esse tipo de pesquisa, por anos. E vêm conduzindo escondidas da vista de todos, por meses. Que vergonha nas mídias, vergonha nas redes sociais, por não atentar para isso, por ignorar isso completamente. O resultado dessa lacuna de 18 meses sem explorar totalmente a verdadeira origem do vírus COVID, provavelmente significa que nunca chegaremos ao fundo disso. A China teve 18 meses para destruir esta evidência, não há qualquer dúvida sobre isso. A China é culpada, eles são culpados. Eles sabiam que tinham um coronavírus, sabiam que tinham um tipo de pandemia viral mortal em Wuhan. Eles não permitiram voos saindo de Wuhan para o resto da China, mas deixaram o vírus infectar o mundo inteiro. Portanto, já sabemos que a culpa é da China. Nós já sabemos que precisam ser responsabilizados. Acho que precisamos deter a mídia de notícias e as redes sociais, e responsabiliza-los também. Esta é a única supressão de Área II (Legislação americana). Poderia listar uma longa lista de narrativas falsas, histórias falsas que a mídia drive-by (direcionadas) promove e nunca, nunca realmente de forma adequada suprime. Mas quando se trata de COVID, tenho experiência pessoal com censura e supressão, que acredito tenha custado dezenas de milhares de vidas americanas. O NIH ainda orienta, no que se refere ao tratamento da covid, um Compassion Les Guideline (cuidados compassivos com os pacientes), que basicamente é nada a fazer: "Vá pra casa, isole-se, tenha medo e, se acontecer de agravar o suficiente, você tem que procurar um hospital. Procure um hospital, talvez, possamos salvar sua vida." Eu realizei audiências sobre o Tratamento Precoce, Dr. Peter Mcculloch expôs os 4 pilares da resposta à pandemia. O 1º é tentar impedir a propagação. Bem, a China é culpada de não fazer isso. O 2º pilar é o atendimento básico que aplicamos em todas as outras doenças, detecção precoce, e (3º) tratamento precoce, ao invés de tratamento hospitalar. E, por fim, (4º) vacina. Por que nossa Agência de Saude, Dr. Anthony Fauci e a extrema mídia suprimiram e censuraram isso? Os médicos tiveram coragem e compaixão em tratar os pacientes precocemente, com medicamentos genéricos e baratos, drogas reposicionadas. Por que isso aconteceu? Está crescendo as evidências e não está sendo noticiado pela mídia. O México esta tendo grande sucesso com a Ivermectina. Onde estão os relatos sobre isso? Vimos estudos em que 50 a 80% das vidas perdidas poderiam ter sido salvas. Isso impede muitas mortes. É por isso que acredito que a mídia nunca vai admitir sua cumplicidade. Por que eles nunca vão admitir que estavam errados nisso. Mas não é tarde demais, vidas podem ser salvas. Ainda vamos precisar de Tratamento Precoce, não importa quão eficaz seja a vacina, não importa quão eficaz seja a imunidade do infectado. É que outras pessoas ficarão infectadas, outras pessoas vão precisar de tratamento precoce. Então, eu estou implorando, eu estou implorando à mídia: Prestem atenção em como o Dr. Corey, Dr. Peter Mcculloch e outros médicos corajosos e compassivos tratam os pacientes. Não é tão tarde. Nós precisamos começar e realmente explorar de forma robusta o Tratamento Imediato. E finalmente o senador Wicker, que se junta a mim responsabilizando as Big Techs e lidando com a Seção 230 e censura.

Senador Roger Wicker (Republicano): Obrigado, senadora Blackburn e demais senadores! O último quarto de século viu enorme crescimento da Internet e muito disso tem sido positivo, disso todos nós sabemos. Mas o resultado deste quarto de século foi que permitiu que um punhado de grandes plataformas de tecnologia da Internet crescesse enormemente. Rica e enormemente poderosas, a ponto de decidirem o que são notícias. Eles decidem quais informações o público terá e quais informações serão bloqueadas. E não é apenas o vírus de Wuhan, o que é um ultraje tal quanto meus colegas acabaram de descrever. Nós poderíamos citar capitulo em versículo, várias e várias vezes sobre essas Big Techs decidirem o que vamos ouvir e o que não podemos ouvir. Então, deixem-me ajudar dizendo que o senador Johnson está certo. E vou citar alguns exemplos: o Google ameaçou cortar vários sites conservadores, incluindo o federal HOW DO. Eles têm o poder de fazer isso? Como eles podem justificar fazer isso naquele site. Empresas restringem ou dispensam usuários conservadores, contas e conteúdos nas redes sociais. O Facebook anunciou que suspendeu a conta de um ex-presidente dos EUA. Isso é muito poder para eles decidirem quem pode e quem não pode fazer notícias e ser citado no Twitter, removido do Twitter. Adaptou-se para censurar qualquer cobertura do coronavírus, que eles imaginaram poder causar pânico generalizado. Como é que uma plataforma da Internet, rica e poderosa toma essa decisão? Eu poderia continuar indefinidamente. É por isso que eu juntei-me a senadores como a senadora Blackburn, na tentativa de corrigir as duas lacunas da Seção 230, mas também porque estou apresentado legislação para deixar claro que essas Big Techs não podem discriminar, com base em suas próprias opiniões e com base no que eles acham que o público deve ou não deve ouvir. Esta é uma grave ameaça à liberdade e à troca aberta de ideias, sob nossa Constituição. E estou feliz por apoiar esses membros nesta tarefa. Obrigado a todos.

Senadora Marsha Blackburn (Republicano): Como vocês podem ver, isso é algo que vai passar por vários comitês daqui do Senado dos EUA. É nosso trabalho chegar ao fundo do que aconteceu e, em seguida, apresentar os remédios, como o senador Wercker acabou de expor. Alguma pergunta?

Alguém da plateia: Obrigada. Então, a União Europeia disse ter sido chamada para uma investigação sobre isso ou não? Foi na semana passada. Eu estou me perguntando: você acha que uma abordagem internacional é a melhor maneira de investigar este caso ou o que você gostaria?

Senadora Marsha: Penso que a princípio as comissões do Senado dos EUA deveriam assumir a liderança. Nós estamos felizes que nossos aliados também estão se juntando a nós e dizendo que isso precisa ser investigado. É óbvio que algo não foi correto. É preocupante que a OMS decida deixar que eles, vai deixar os chineses comunistas lhe dizer quando e como ela poderia abordar este laboratório (de Wuhan), e tivemos que esperar meses.

Alguém da plateia: Também vi seu lançamento ontem, sobre a contratação do doutor Fauci, pode falar um pouco sobre isso?

Senadora Marsha: Certo. Penso que será apropriado que o Dr. Fauci afaste-se de suas funções no NIAID (Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, dos EUA). Ele se colocou à disposição do Congresso para contar exatamente seus encontros cahoots (furtivos) com Mark Zuckerberg e Big Techs. O que aconteceu lá? O povo americano ouve alguma verdade, mas não toda verdade nem nada além da verdade. Por que não houve oportunamente o reconhecimento de preocupações em torno do laboratório? Por que não houve mais preocupação em Wuhan, dizendo que você não pode ir a qualquer lugar na China se você for da província de Hubei ou de Wuhan, mas você pode viajar pelo mundo, em qualquer lugar, menos na China? Estas são coisas que agora aparecem. Temos três milhões e meio de pessoas que perderam suas vidas, que experimentaram a perda de vidas em suas famílias, entes querido e amigos, apresentando problemas emocionais. E o doutor Fauci é financiado pelo contribuinte dos EUA, e o contribuinte está perguntando: O que você fez com nosso dólar? Muito obrigada a todos e até mais!

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Adendo, link do vídeo: Senado EUA anuncia 𝗖𝟬𝗩𝟭𝗗-𝟭𝟵 𝗲́ 𝘂𝗺𝗮 𝗺𝗲𝗻𝘁𝗶𝗿𝗮 da mídia das Big Pharma Tech Media OMS Fauci traidor (rumble.com)

sexta-feira, 23 de abril de 2021

Vacinas não curam

 Apesar de ser de conhecimento de todos que vacinas não curam, observamos que há essa crença implantada pelas mídias atordoadas, ante os vários tipos de vacinas criadas no mundo contra o vírus SarsCoV-2, agente infeccioso da doença covid. 

Tanto não curam, que as pessoas diagnosticadas com covid não devem tomar a vacina específica para esse vírus. Elas devem provocar no sistema imunológico a produção de anticorpos específicos contra o vírus. A avaliação da resposta imunológica é o xis da questão, a ser comprovada no uso em milhões de pessoas já vacinadas. Registros de 5 a 15 anos de vacinação são obtidos em 12 meses. 

E por que então há uma corrida geral em busca de vacinas? 

Boa pergunta! Só que não é bem assim. 

O que vemos atualmente, passada a fase áurea das propagandas midiáticas a favor da vacina, muitas notícias de interrupção da vacinação estão conseguindo furar o bloqueio de desinformação comandada pelas biguitecks (iutubi, feicebuqui, tuiter e instagram). Aplicativos alternativos são usados para manter a livre postagem sem censura, manipulações ou ideologias nada científicas.

Seja por causar efeitos colaterais piores do que a própria covid, seja por não ter eficácia mínima. Seja por não gerar imunidade ou pelo curto prazo de manutenção dos anticorpos no sistema imunológico do paciente. Seja por não ser eficaz às mutações do vírus...

Enfim, por motivos diversos - alguns inconfessáveis - a vacina agora está sendo vista apenas como uma vacina, e não como a cura que vai dar fim na pandemia.

Isso se deve ao pouco tempo de uso das vacinas, que impediram obter-se dados mais seguros sobre a taxa de eficácia, tempo de permanência da imunidade, avaliar dos efeitos colaterais e muitas outras informações que dão a um fármaco maior segurança e previsibilidade em seu uso. 

Atualmente, as bulas das vacina estão sendo atualizadas no dia a dia.

Além disso, temos as mutações, que nos vírus ocorrem com muita rapidez. 

Foi observado que o coronavírus sofre mutações a cada 50 horas em média. Sendo assim, as vacinas, algumas com baixa eficácia, tornam-se paliativos de alto custo. Os registros a médio e longo prazo é que vão confirmar se a vacina fez ou não diferença na população.

Outra variável que precisa ser considerada no caso do Brasil, onde as pessoas são geralmente displicentes quanto aos cuidados com a saude, é o cumprimento do protocolo para tomar a 2ª dose. A maioria dá intervalo de 14 dias entre as doses.

A 2ª dose é fundamental para as vacinas usadas no Brasil: Coronavac e Oxford-astrazeneca. Estudo no Chile, onde foi usada a Coronavac, revelou que a eficácia da vacina ANTES da segunda dose é apenas 3%, quase nada. Com a 2ª dose a eficácia alcançou 56,5%.

O caso recente do cantor Agnaldo Timóteo mostra isso. Ele tomou a 1ª dose em 15 de fevereiro e a 2ª dose em 15 de março. Foi hospitalizado dois dias depois, em 17 de março, e faleceu no dia 3 de abril. Certamente já estava infectado quando tomou a 2ª dose. Era portador de comorbidades. Há dois anos teve um mal estar em Barreiras-BA e foi internado durante algum tempo em estado grave.

Por outro lado, estudos científicos realizados com inúmeros fármacos, alguns já existentes, mostram resultados surpreendentes no combate ao coronavírus, que as plataformas censuram. O tuiter do presidente foi bloqueado quando ele falou do tratamento precoce. O feicibuc alerta ou bloqueia o usuário quando se posta algum dado sensível aos logaritmos: 'desinformação que pode causar dano físico'.

Mesmo que a mídia negacionista globalista emita o mantra sempre que citam algum desses fármacos - "não têm comprovação científica" - as informações com os resultados já foram disseminadas e são adotadas por profissionais de saude em todo o mundo, sem a menor possibilidade de um apagão informativo provocado pela censura criminosa mantida até hoje pelas plataformas digitais, que punem com bloqueio, suspensão e até cancelamento das contas dos "transgressores do bem", que ousam mencionar tratamentos que - esses sim - recuperam a saude do paciente logo no início.

A experiência médica e os registros detalhando as evidências são fundamentais para que isso seja confiável e tenha a adesão dos profissionais da saude. Como os médicos não podem falar o nome dos antivirais, dizem: o que mata piolho... 

Um exemplo significativo recente é de que, mesmo não existindo vacina contra o vírus HIV, existem fármacos que se mostraram eficaz no combate ao vírus, que matou muitos pacientes no início do surto, ocorrido nas décadas de 70 e 80.

Deixo aqui uma mensagem de atenção redobrada ao leitor: caso venham a ser acometidos pelo vírus, busquem atendimento médico logo aos primeiros sintomas e se submetam ao Tratamento Imediato. 

Pode até parecer uma gripe comum, com garganta arranhando, tosse, coriza, dor de cabeça, mal estar, cansaço... Não espere piorar.

Qualquer um desses sintoma deve disparar o alarme de que não há tempo a perder, pois quando isso ocorre o vírus já está "instalado" nos órgãos do paciente como o fígado, o que o torna ainda mais perigoso e tem se mostrado mais letal.

Como existem lobbys bilionários de apoio às vacinas, assim com - infelizmente - a negação dos fármacos que permitem tratar a covid, devemos ficar espertos. 

Vacina, sim, mas com conhecimento e atitudes de prevenção além dela.

Não se põe os ovos em uma única cesta, nem a vida sob um único fármaco.

Mantenha seu médico de confiança no radar, no celular, ele vai saber lhe orientar.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Agora, Inês é morta!

Para quem não sabe, este dito popular “Agora, Inês é morta”, baseia-se numa história real de amor e traição, ocorrida no século XIV, expressada por Pedro I (rei de Portugal à época), referindo-se ao assassinato brutal de sua esposa, a mando de seu pai, o rei Afonso IV, que mandou decapitá-la na ausência do filho.

Ao querer vingar-se do pai por tal infortúnio, sua mãe, Beatriz, pediu ao filho que refletisse sobre o ocorrido. Com o coração dilacerado e com a alma aniquilada, este respondeu-lhe:

“De nada adiantaria, pois, agora, Inês é morta.”

Com muito pesar, este fato ocorreu-me hoje, ao ler as matérias já publicadas sobre a OMS, querendo “desculpar-se” pelas omissões, irresponsabilidades e incompetências relacionadas à proibição do medicamento Cloroquina àqueles pacientes contaminados pelo coronavírus.

Depois, autorizou o uso para pacientes em estado grave, quando o antiviral não tem efeito.

HCQ está em uso no Brasil
há mais de 70 anos no combate
à malária, lúpus, artrose e
recentemente zika, dengue,
chikungunya e covid-19

Pois então, há algum tempo, a OMS já havia pedido desculpas pelo enorme imbróglio criado em razão de seu posicionamento controverso em relação a hidroxicloroquina no tratamento de pessoas infectadas com o coronavírus e, nos noticiários de hoje, eis a manchete:

“Após pedirem desculpas pela Hidroxicloroquina, agora a OMS conclui que pacientes assintomáticos (a grande maioria), não têm potencial de infectar outras pessoas. Milhões ficaram trancados em casa, perderam seus empregos e afetaram negativamente a Economia.”

Agora, o FACEBOOK “pede desculpas”, por ter apoiado a esquerda, agindo como “autoridade sanitária“, sem ter nenhuma autoridade para tal.

É um grave delito e quem irá responsabilizá-lo por isso?

Qual a relação entre a morte de Inês de Castro e aqueles que também sucumbiram à doença não somente no Brasil, mas em quase todo o planeta?

Ah, meus caros, certamente a ganância pelo poder!

Certamente, a empáfia da soberba. 

Certamente, a virulenta e maligna falta de caráter.

Certamente, a ausência de empatia para com o próximo.

Certamente, a purulenta avidez disfarçada em benevolência.

Desculpe-me, mas não há desculpas!

O medicamento estava disponível, com custo baixo e já testado como aquele que seria benéfico à doença, sendo utilizado com resultados eficazes por inúmeras pessoas portadoras da COVID (inclusive infectologistas), e mesmo assim não quiseram ministrá-lo!

Desculpe-me, mas não há desculpas!

Não há desculpas para os algozes daqueles que enterraram seus mortos sem direito à despedida.

Não há desculpas para os algozes daqueles que sucumbiram em hospitais, na extrema e indescritível solidão de uma UTI, a implorar por algo que amenizasse seus sintomas agonizantes.

Não há desculpas para os algozes daqueles que viram suas vidas serem ceifadas por omissão e desvarios incongruentes dos “cientistas da saúde”, oportunistas na pandemia.

Não há desculpas destes algozes que relevem a amargura de um ser humano com a morte iminente, sem qualquer sinal de esperança.

Redução de 95% de 
mortes com o uso de:
  Zinco, HCQ e AZT 



Desculpe-me, mas não há desculpas!

Não há desculpas para o STF, que arrancou de forma ditatorial o “PODER DE COMANDO” das mãos do Presidente Bolsonaro e o entregou aos prefeitos e governadores no enfrentamento ao novo COVID 19, no qual alguns destes, ao invés de cumprirem seus papéis como governantes, ludibriaram e macularam a população com atitudes execráveis referentes à pandemia.

Desculpe-me, mas não há desculpas!

Porque agora, OMS, FACEBOOK e demais adeptos da tão “inquestionável Ciência“, não somente Inês, mas aquelas milhares de pessoas que também foram tão covardemente injustiçadas quanto ela, também já estão mortas. 
E muitas outras ainda continuam sendo.

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Autora: Carla Belintani, psicóloga 
https://www.facebook.com/carla.belintani.1



quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Apelido da mentira

A linguagem, o falar, a gramática e a escrita são reconhecidas por todos os escritores, dicionaristas, oradores, jornalistas, poliglotas e estudiosos, como uma das mais preciosas conquistas do ser humano. 

A língua portuguesa é uma das mais difíceis, por sexualizar as coisas, por não ter assumido as declinações da língua mãe, o latim clássico e, principalmente, por acolher cerca de 4 mil e quinhentos verbos irregulares. Ufa!

Os agentes de inteligência e serviços secretos fazem blague ao afirmar que a língua portuguesa não é idioma, é código. Pois desde criança aprendemos coisas do tipo: Filhinho, comeu sua merenda? Comi. Bebeu o suco? Bebi. Fez suas lições? Fezi. Então vá tomar banho? Já tomi.

Mesmo assim, a língua portuguesa tem especial valor afetivo a nós outros, falantes da língua considerada "a última flor do Lácio, inculta e bela", como versejou Olavo Bilac, da amplitude e contrastes que a língua-musa alcança: "esplendor e sepultura", "desconhecida e obscura", um "rude e doloroso idioma".

Angelo Coronel e Lídice da Matta
presidente e relatora da CPMI
Entretanto, está em discussão no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) para combater e coibir informações consideradas prejudiciais a pessoas, empresas, instituições, entes da federação, etc, que leva o número 2.630/2020, e o título Lei Brasileira de Liberdade e Transparência na Internet. A descrição no título não revela as verdadeiras intenções, explicitadas nas determinações do ministro Alexandre de Moraes para investigar, prender e censurar os apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais.

E é visível o interesse das mídias tradicionais e conglomerados de comunicação pela aprovação do PL, como a forma mais completa e fácil de acabar com a crescente concorrência dos canais da Internet, que veiculam informações sem filtros nem ideologias exóticas, os quais estão lhes tirando audiências cativas de décadas. 

Parte significativa dessa chamada grande mídia perdeu a credibilidade, depois que se lançou em oposição sistemática ao governo do presidente Jair Bolsonaro. 

Mas não há nada tão ruim que não possa piorar. Para agravar as ações previstas no Projeto de Lei, os senadores que integravam a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), imprensa e grupos interessados, emplacaram o verbete fake news como a mais pura tradução de qualquer coisa que se possa postar nos meios de comunicação e, num passe de mágica, passou a substituir a velha conhecida mentira e tudo o mais que se queira.
Allan dos Santos, jornalista
do canal Terça Livre
Caiu a sopa no mel! Ou melhor, caiu sobre os apoiadores do presidente o Inquérito do Fim do Mundo, inventado por Toffoli e executado por (ops!) seu pau-mandado Alexandre de Moraes; com mandados de busca e apreensão, prisão de jornalistas (foto), humorista, empresários, senador e deputados, no clima de terror construído pela mídia hegemônica com as milhares de mortes na pandemia da Covid-19.
Nesse clima de ditadura nazi-fascista-comunista, os onze do STF fizeram de tudo que um ministro não deveria, para manter um mínimo de decoro na função. E continuam fazendo!
O vocábulo exótico fake news veio na medida para os tiranos mal disfarçados de parlamentares, ministros e locutores da TV Gloebbels - substitutos mambembes dos atores demitidos nos últimos meses. Nele cabe tudo e mais alguma coisa. 
Desse modo, os crimes previstos no Código Penal como ofensa, injúria, assédio, agressão, falsidade ideológica, humilhação, tortura psicológica, perseguição, calúnia, ameaça, chantagem, mentira, etc. cabem todos no anglicanismo muito bem aceito pelos comunas esquerdopatas tupiniquins: fake news.  
Roberto Barroso desenhou a censura a aplicar nas notícias e informações veiculadas nas redes, atuando como Editor Chefe de um periódico, que recebe os textos dos jornalistas e define o que pode e o que não pode ser publicado. No popular: implantação da pré e pós-censura, como acontece em onze das dez mais terríveis ditaduras.  
Antes mesmo da aprovação pelo Congresso, qualquer notícia, informação, opinião ou comentário, já está sendo censurada por vários "ministérios da verdade" orsonwelliano, com suspensão da Rede, bloqueio do autor e remoção de conta, impedindo o trabalho dos jornalistas, profissionais e cidadãos conservadores, de direita. Somente dos conservadores de direita! Pergunta valendo 1 milhão de coisa alguma: Por que será? Comunicadores da esquerda são presos por outros motivos, do tipo: sonegação de 400 milhões de reais em imposto!

Ora, desde sempre, ocorrem fatos e versões! Daí a importância do zelo que o emissor deve ter ao informar, noticiar, opinar, comentar. Se mente, deixa de ser considerado pelos ouvintes, telespectadores, leitores ou seguidores, deixa de ganhar, comete um  informicídio.
O Estado Censor Controlador 
Existe no Código Penal punições para o emissor que cometer crime em publicação de qualquer tipo, mas não é isso que estamos vendo ocorrer atualmente. Já sabemos aonde o "projeto" quer chegar. Essa é mais uma tentativa de domínio sobre a Nação e seu povo. 
Os exemplos históricos recentes, ou nem tanto, estão aí para lembrar os horrores causados por esse tipo de controle da informação, do cerceamento de opiniões que não estejam de acordo com o modelo oficial do Partidão Único Solidário (PÚS).
Com o engajamento ideológico, a extrema mídia deixou de apresentar a notícia com suas diversas facetas, com imparcialidade. Perdeu a credibilidade. E isso fez prosperar os canais de notícias, blogueiros e youtubers, que agora ameaçam suas sobrevivência.
Que Deus nos guarde dessa desgraça! Faremos o que for possível para ajudá-Lo a evitar que essa tragédia venha acontecer em nosso país. 


Fonte: Agência Câmara de Notícias