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sábado, 6 de junho de 2020

Dr Claudio Aqualusa desabafa


Esse protocolo custa menos de R$ 5,00 por paciente. O custo do tratamento para o governo federal não chega a R$ 5,00: azitromicina 7 dias, hidroxicloroquina ou cloroquina 7 dias, e sulfato de zinco, isso não chega a R$ 5,00 esse tratamento. 

Quem ficou chateado com esse tratamento tão barato? Você que é o  paciente? Eu médico? Pensem. 
Alguma indústria farmacêutica? Algum interesse? 
Eu não tenho o mínimo problema de arriscar o meu pescoço e dizer: eu acho que existe muita safadeza por trás disso. 

Porque as pessoas não falam sobre esse tratamento? Ah, é porque eles estão contra o Bolsonaro! Não tem nada a ver com Bolsonaro. As pessoas não estão falando, os grandes laboratórios, o Ministério da Saúde, sei lá quem não tá falando, por que? Eles estavam esperando uma medicação caríssima, caríssima, que eles vão falar a partir de hoje. A partir dessa minha live vocês vão começar ouvir muito mais, alguns já ouviram, que se chama Remdesivir, guardem esse nome. Vai entrar em voga agora no Jornal Nacional, Jornal da Record, tudo que é jornal: Remdesivir. 

Esse remédio pertence a um laboratório que estava estudando ele. E aí, o FDA, que é o órgão dos EUA que regula a medicação, que autoriza ou não uso da medicação. O FDA agora autorizou Remdesivir, é tão estranho o nome que tem que ler. 
O FDA, que é o órgão que autoriza a medicação a ser usada nos Estados Unidos, autorizou. Olha que lindo! Sabe quanto custa essa medicação? Milhões de dólares.

O governo americano deu para esse estudo e para esse laboratório 50 milhões de dólares. Mas não tem cloroquina? Não tem a azitromicina? Não tem sulfato de zinco, que custa R$ 5,00 por paciente? Porque isso não está interessando gente. Eles querem me fazer de idiota? E fazer todo mundo de idiota? E deixa todo mundo morrer?

Que se estude novas drogas, e eu vou estar aqui fazendo mea culpa e dizendo, olha gente essa droga agora vai ser de graça em tudo quanto é posto. 
E quando é que vai chegar Remdesivir aqui, doutora Aline? Quando é que vai chegar aqui meus colegas médicos, Remdesivir para todo mundo. Depois que esse pico aí estiver matando 6 mil, daqui a alguns dias está matando 10 mil. 

E pasmem, agora vocês vão cair da cadeira! O governo americano FDA que é a nossa Anvisa de lá ele, não só deram dinheiro e patrocinaram para que esse remédio pudesse ser estudado e vai aparecer como o grande salvador, classificaram esse remédio como medicação órfã, uma medicação especial, que tem um trato especial e essa medicação foi botada numa classificação chamada doenças raras. 

Sabe o que isso significa significa? Significa que esse laboratório é o nome do laboratório aqui ó Gilead Science, ganhou o direito - porque essa medicação foi enquadrada como medicação órfã e de doenças raras - o direito de explorar economicamente esse remédio durante 7 anos, exclusivamente! 

Dá para vocês entenderem, quando tem uma campanha contra hidroxicloroquina, que a gente usa aqui há 70 anos, que só eu como ortopedista já usa 23 mais de 20 anos no consultório para paciente que tem artrose severa. 

Porque antigamente aqui em Búzios não tinha nem Reumato. Sei lá, Reumato chegou aqui quando em 2003, sei lá, a gente já está aqui  mais de trinta três anos, como enfermeiro e como médico. A gente tinha que tratar tudo. Eu fazia ortopedia em Manguinhos, não tinha especialista, tinha pronto socorrista, mas não tinha especialista. Eu usava e uso em algumas pessoas que têm artrose severa. Mas encaminho quase todo mundo ao meu amigo Almir, para quem eu quero mandar um abraço para a primeira pessoa que falou de hidroxicloroquina em nosso grupo. Almir Branco, reumatologista da Policlínica, um grande abraço, Almir. Meu reconhecimento pelo que você fez você falou da hidroxicloroquina aqui no nosso grupo de médicos, discutimos a hidroxicloroquina pela primeira vez quando você colocou o primeiro trabalho lá.

Então, falar que a hidroxicloroquina e a cloroquina matam, que a hidroxicloroquina vai deixar você cego? Não aceite isso, não é verdade. A cloroquina é usada na Amazônia igual a gente usa dipirona aqui gente. Lá o pessoal bebe cloroquina por causa da malária 

Então que palhaçada é essa? Que irresponsabilidade é essa, de falar de um remédio que vai ser descoberto para curar, enquanto a essa hora tem milhares de pessoas morrendo nos hospitais do Brasil inteiro? Milhares de pessoas, irmãos nossos brasileiros estão morrendo essa hora. Enfermeiros morrendo, médicos morrendo. Todo mundo com medo, podendo tratar com três remédios que não custam 5 reais e que o Ministério da Saude pode dar para a sua prefeitura.

Por isso eu peço a vocês quando terminar isso aqui, compartilhe esse vídeo com o Brasil inteiro. Faz chegar ao bom secretário de saúde e ao vagabundo secretário de saúde, sejam eles quem forem e por qual interesse não estão fazendo isso.
Porque tem secretário de saude que não tá sabendo. Bacana. 
Senhor secretário da saude, a partir de hoje o senhor vai ficar sabendo. O senhor pode pedir a cloroquina ao ministério da Saúde, porque eles têm para entregar.
A azitromicina tem em qualquer esquina, em qualquer boteco tem azitromicina; sulfato de zinco se faz em qualquer farmácia de manipulação 

Esse é o outro detalhe, se por acaso você tiver uma prescrição, porque você tem outras doenças. Dr. Cláudio a hidroxicloroquina sumiu das farmácias eu tenho artrite reumatoide. Opa! Você não precisa desse remédio por um caso de vida ou morte. Esse remédio trata uma doença crônica sua, que não vai te levar à morte. 

Nós estamos falando que esse remédio hoje, tem que ficar para salvar vida. É urgente. Vida que se perde em 2 ou 3 dias. Vida que vai com tubo no CTI, onde a maioria dos profissionais de saude hoje, não estão sabendo lidar. Correto doutor Nildo Mureb? 
Tem fisioterapeuta e enfermeiro sabendo lidar com tubo, com angu e com paciente grave em CTI mais do que médico!
Eu não tô aqui para enganar ninguém, me desculpe, se quiser me processar, pode me processar. 

Mas o Conselho Federal de Medicina (CFM) já aprovou o uso da hidroxicloroquina. 
Eu achei muito engraçado, senhor presidente do CFM, por vocês lavarem as mãos!
Ah, o paciente tem que assinar, autorizando usar. 
O paciente que trata artrite reumatoide, lúpus, etc. assina autorizando para usar? Não, não é! Por que agora o pessoal da covid que mata tem que autorizar? Bacana, não tem problema não. É mais uma folhinha de papel, o paciente assina. Beleza, CFM?

Mas só pode usar se o paciente autorizar e tem que ser monitorado pelo médico, tem que ter prescrição médica, etc... Qual é a medicação que não é receitada por mim, que não é monitorada por mim que eu não converso: o senhor tem dor de estômago, o senhor tem hipertensão,  o senhor é diabéticos? Isso tudo faz parte da anamnese médica, não precisa o CFM vir dizer: olha doutor, seja responsável, não vai sair passando hidroxicloroquina pra todo mundo. É mesmo?

Por que nunca ninguém se preocupou com a hidroxicloroquina até hoje, no tratamento da malária, que se toma como água, como se toma banho na  região amazônica. 
Por que nunca se preocupou com as mortes?
Está todo mundo querendo falar do tal Remdesivir, que vai custar uma fortuna e vai chegar aqui sabe quando? Quando a gente tiver perdido 50 mil brasileiros, 100 mil brasileiros.

Hidroxicloroquina com azitromicina e sulfato de zinco, sim, doutor!
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O Protocolo Brasileiro de Tratamento Pré Hospitalar se encontra no endereço abaixo:
 bit.ly/2B9WhMH 



sábado, 9 de maio de 2020

Sombras na Covid-19

Médico infectologista denuncia a campanha criminosa que vem sendo feita contra antivirais como a hidroxicloroquina. 
Na maioria das mídias assistimos massiva informação de que a hidroxicloroquina tem efeitos colaterais que podem levar à morte. Que não tem estudos científicos que comprovem sua eficácia no combate à Covid-19.
Apesar de inúmeros médicos darem depoimentos nas redes sociais, a mídia criminosa não toma conhecimento disso. E caso alguém fale em entrevista, é cortada ou não vai ao ar. Um médico brasileiro denuncia o lobby bilionário feito pelas indústrias farmacêuticas. Vamos aos fatos. 
Em 1º de maio, o presidente Donald Trump anunciou que a FDA, agência norte-americana de medicamentos e alimentos, concedeu autorização de emergência ao fármaco Remdesivir, para o combate ao novo coronavírus.
Os testes duplo cego feito em 1.053 pacientes apresentaram uma redução de 31% no tempo de recuperação do enfermo: o grupo que usou o medicamento sarou em 11 dias e o que tomou placebo curou em 15 dias.
Menos de uma semana depois, o governo japonês autorizou o uso do Remdesivir para tratar pacientes diagnosticados com a Covid-19. 
Vamos agora contextualizar essas notícias.

As pesquisas desenvolvidas para obter o  Remdevisir, foram realizada pelo laboratório norte-americano Gilead Sciences, com a ajuda de U$ 40 milhões do governo dos EUA, e visava combater a febre hemorrágica causada pelo vírus ebola, que surgiu em 1976 no antigo |Zaire, hoje Congo, e que até início do mês não obteve aprovação da agência reguladora FDA. Em assim sendo, ele não está a venda nas farmácias do mundo.

Além da liberação em emergência do Remdesivir para tratamento da Covid-19, o presidente Trump concedeu ao laboratório Gilead Sciences o selo de propriedade intelectual pelos próximos sete anos. 

Na China o laboratório Gilead já obteve três patentes das oito requeridas, de acordo com o  vice-diretor da Administração Nacional de Propriedade Intelectual, dr. He Zhimin, em coletiva de imprensa. 
As oito patentes abrangem: núcleo, estruturas similares dos compostos, métodos de fabricação, indicações e aplicações... E a revista VEJA denuncia que a OMS deletou estudo negativo do uso do Remdesivir. É grave. 

É significativa a diferença de custo e efeitos quando comparamos o Remdesivir  com outros antivirais, antirretrovirais e antiparasitas já existentes no mercado que vêm apresentando resultados surpreendentes ,quando ministrados associados com anti-inflamatórios e antibióticos, reduzindo o tempo de recuperação de 15 para 5 dias, com custo menor do que um medicamento "de ponta", que dá menos benefício ao paciente e ao sistema de saude, internação, UTI, respirador... Os antivirais, anti-inflamatórios e antibióticos já existentes têm estoque, são baratos e dão melhores resultados.
O lobby é fortíssimo. As mídias escondem informações sobre os antivirais mas propagam a Remdesivir. Até o Google é cooptado. As páginas de pesquisa levam a testes e notícias negativas do uso dos antivirais, principalmente da hidroxicloroquina. 


A mais recente foi a morte de 11 pacientes, de um grupo de 80, cobaias de teste com  a cloroquina em altas doses no estado do Amazonas. A cloroquina é mais toxica do que a hidroxicloroquina. Descobriu-se depois que o médico que divulgou os resultados é torcedor do QPM-Quanto Pior Melhor, militante de esquerda e a orientadora atende mulher de governador que também torce pelo vírus.

O melhor tratamento dos pacientes atingidos pelo novo coronavírus está sendo descoberto agora. Significativo que médicos brasileiros de renome internacional, não tiveram dúvida em declarar que foram curados pela associação de antivirais e antibióticos ministrados nos primeiros sintomas da doença, como fez o médico cardiologista do Hospital Sírio-Libanês, Dr. Roberto Kalil Filho. 

Atitude muito diferente da omissão criminosa que o Dr. David Uip, curado após tratamento com hidroxicloroquina, não divulgou os benefícios obtido porque seu chefe João Riquinho Dórea faz oposição ao presidente Bolsonaro, que em conversa informal com repórteres na saída do Palácio da Alvorada, mencionou a cloroquina. Ontem (08) Uip deixou o cargo de coordenador do cento de contingências do governo de São Paulo.

Melhor que tudo isso é a boa notícia trazida pelo clínico geral, doutor em imunologia, microbiologia e virologia, Dr Roberto Zeballos (foto), médico do Hospital Albert Einstein, que constatou que a Covid-19 é doença imunológica, desencadeada por agente viral que deve ser tratado com esteroides e corticoides, anti-inflamatórios associados ao antibiótico claritromicina.  Simples assim. 

Dr. Zeballos foi o médico que tratou do Dr. Kalil, diretor clínico do Incor de São Paulo, e teve dele autorização para divulgar o novo tratamento, para evitar mais mortes aconteçam. 

Mas isso vai ficar para o próximo post, em que transcrevo os principais trechos do áudio que enviou ao Dr. Pierone Barbiere,de Matão-SP, com detalhes técnicos surpreendentes constantes em estudo já submetido ao Indor. 

Aguardem, é só o tempo para digitar.