Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador LGBT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LGBT. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Bullying psicosexual

Há uma lenda nos guetos e esquinas de que não há ex-gay. 
Uma nota chistosa na coluna Tempo Presente no jornal A TARDE de 05.11*, mostrou as dificuldades do sargento, pastor evangélico e deputado estadual pelo PSC-BA, Isidório Santana Júnior, em apresentar as provas solicitadas pelo Ministério Público de que não é mais gay!

Para atender a esse pedido insólito, passou a buscar o testemunho de pessoas de seu relacionamento.

Ocorre que parece haver uma certeza cultural, difundida aos quatro ventos, de que é impossível deixar de ser gay! Suponho que não seria possível deixar de ser hétero!
É algo muito parecido com o que ocorre no futebol carioca: Uma vez Flamengo, sempre Flamengo!

E essa maldade, considerada bullying psicossexual, é praticada há muito tempo, geralmente pelos próprios colegas "machões" e por militantes radicais do movimento LGBT.

O tema é mantido bem afastado por onze em cada dez marmanjos. Vejamos.

Quem sofreu abuso na infância ou na adolescência pode ser considerado homossexual ou gay?

Quem teve relação homossexual consentida na infância ou adolescência - incluindo aqui as moçoilas dominadoras, as submissas e ativos "machões" - pode ser considerado gay?

O tema é delicado e merece abordagem isenta de arroubos emocionais, ideias enraizadas no machismo, na cultura, na militância LGBTs...

Ter relações com pessoa do mesmo sexo na infância e na adolescência - consentidas ou não - são fatos que podem ou não repetir-se e até integrar-se à personalidade da pessoa, como um dos meios de obter sensações diversas na busca da aceitação e do prazer.

Essas relações homossexuais podem ser absorvidas na vivência do ser, sem maiores consequências ou interferências à punção natural de desejo ao sexo oposto.

No filme  os Eu, mamãe e meninos, criado, dirigido e atuado por Guillaume Gallienne (Les garçons et Guillaume, à table! - 2013), grande vencedor do prêmio César (o Oscar francês) de melhor filme e melhor ator - concorrendo com Azul é a Cor Mais Quente, O Passado e A Pele de Vênus, último trabalho de Polanski -, tem um diálogo revelador dessa "opção", quando uma das moças de que as freiras alertavam que pegar no pinto dos meninos levava a alma ao fogo do Inferno... "Aí, eu peguei todas as meninas do internato!" 

Foi a "opção" que ela teve para dar vazão à punção natural do sexo: emoção, sensualidade, prazer e afeto. 

Ser gay mais parece ser uma punção natural do ser que tem como principal opção de prazer, sensações e afeto o relacionamento com pessoa do mesmo sexo, a longo prazo. 

Como nada é perene na vida, isso pode mudar caso as experiências com o sexo oposto passem a ser mais  envolventes, agradáveis e prazerosas, na sua plenitude biológica da fêmea (cromossomos XX) e do macho (cromossomos XY) na geração de filhos... Mesmo sabendo-se que essa mudança pode implicar em dificuldades de toda ordem e matizes, previsíveis de antemão.

É isso acontece no filme Les garçons et Guillaume, à table!, que diz mais do tema Meninos e Guillaume, à mesa! em que a mãe não considera que seu filho seja um menino como o irmão.

E ainda vem uma tal ideologia de gênero fazer bullying ideológico aos pais e confundir as crianças, ao dizer que não nascemos menino nem menina: nem macho nem fêmea! 

A atriz Thais Araújo postou sua dificuldade quando, como contratada da Globo, que a propaga de todas as maneiras a ideologia de gênero, quando tentou implantá-la em casa. 
Quando a menina, com cerca de dois anos e meio, nascida uns três anos após o primeiro filho, deixou de brincar com os brinquedos do menino (carrinhos, bolas, etc.), após ganhar uma boneca. O desespero da mãe, é que a menina deixou de lado os demais brinquedos e só quer ficar com a boneca!

Em Tempo: 

Resultado de imagem para simone de beauvoir livros
Após a escritora Simone de Beauvoir ter lançado o livro O Segundo Sexo (Le Deuxième Sexe - 1949) surgiu, por extrapolação, a presunção de um terceiro sexo. 
Entretanto, a ciência da Biologia Genética nos confirma que os cromossomos X e Y combinam-se para definir a estrutura sexual necessária a geração de todos os seres humanos nascidos até hoje: XX (fêmea) e XY (macho). Um terceiro sexo, possível pela combinação dos cromossomos YY, não é encontrado na natureza. É mais uma confirmação do princípio filosófico da Navalha de Ocan: a Natureza não desperdiça. Para manutenção da espécie bastam as duas combinações.



 * Transcrição da nota fotocopiada:

POLÍTICA COM VATAPÁ

Testemunho complicado

Deputado Isidório

E eis que o deputado Rosenberg Pinto (PT), hoje presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia (BA), bate de frente com o deputado Sargento Isidório (PDT), que lhe aborda com o jeito espalhafatoso de sempre:
- Rosenberg, estou precisando de uma grande ajuda sua.
- Diga lá.
- O Ministério Público moveu uma ação contra mim querendo que eu prove que sou ex-gay. E eu quero que você testemunhe a meu favor.
Surpreso Rosenberg titubeou:
- Mas testemunhar como?...
- Ah, vá lá e diga que é isso mesmo, que você me conhece de longas datas.
Rosenberg franziu o cenho:
Ih!... Complicou.


terça-feira, 10 de outubro de 2017

Cerco aos vulneráveis


As diversas entidade que se propõem a defender os direitos dos humanos e sua diversidade, vêm cometendo os mesmos preconceitos e comportamentos que denunciam e condenam. 

Os avanços científicos na genética e na biologia, confirmam que cada ser humano é único em sua identidade e precisa ter consciência dos seus direitos à liberdade, alimentação, educação, proteção...


Essa consciência, que já se apresenta antes mesmo do nascimento, é estruturada no dia-a-dia de vida, na convivência com a mãe e familiares, de fundamentais importância ao ser em formação.

Mais tarde, a escola e a convivência com outras crianças abrem nova etapa dessa construção que se alonga até os oito anos.

Minha indignação contra a mostra no Santander e à performance no MAM,  deve-se ao conhecimento de que nessa fase - em que os hormônios característicos do macho (testosterona), da fêmea (estrogênio) e de ambos (progesterona), se apresentam de forma insipiente - a criança é totalmente vulnerável à condução, influência e ações dos adultos. É nessa fase os meninos não se dão bem com as meninas e vice-versa. Já na pré-adolescência... Sai faísca!
Daí o cerco às crianças pelos petistas-bolivarianos-gramscistas e a desqualificação dos que têm opinião diferente deles. A esses tentam intimidar com discursos de ódio em ataques generalizados, sem conexão com a realidade, chamando-os de religiosos, conservadores, preconceituosos, parte da elite golpista, capitalista de direita, que odeiam os pobres e trabalhadores e outras tolices típicas de militantes que acusam para defender-se de suas imaginárias criações.

A Lei nº 12.015 de 7/8/2009 estabelece que são consideradas vulneráveis crianças até os 14 anos de idade. Expôr ou submeter crianças a situações de risco e constrangimento é crime. 

Na performance no MAM seus organizadores produziram vídeos e fotos em que a mãe incentiva a filha a tocar na mão e nos pés de um homem nu, deitado de costas no chão. 

Também mostram quatro meninas de mãos dadas com um homem nu, de pé no meio delas. Ele pega nas mãos das duas meninas mais próximas, que dão as mãos a mais duas meninas. 

As fotos e vídeos do evento foram postados nas redes sem qualquer cuidado com a preservação da identidade das crianças. Isso também é crime! 

Tarjas pretas foram colocadas nos rostos das crianças por internautas que precisaram mostrar a prova do assédio como se fosse arte, sem incorrer no mesmo crime. 


Os órgãos de proteção à criança (juizados, Ministério Público, conselho tutelar...) nada fizeram para apurar a ocorrência nem checar informações de que professores estavam conduzindo crianças para visitar a mostra Santander!

Passaram-se 15 dias e nada foi feito para apurar responsabilidades pela exposição de vulneráveis. 

Nem nós, pais e avós, cobramos a atuação dessas instituições que têm a missão de proteger vulneráveis.

Essa omissão é sistemática, que se estende a todos os órgãos oficiais de proteção à criança, aparelhadas com petistas-bolivarianos-gramscistas durantes os 13 anos dos governos de Lula e Dilma. 

Isso ocorreu em maior escala no MEC e nos meios educacionais, como: secretarias, escolas, TV, teatro, internet... 


Muitos de nós ficamos amedrontados com a ousadia e agressões constantes nas declarações feitas por famosos globais, e deixamos de expor nossas opiniões, sobre os contínuos ataques à criança, família, credos religiosos, valores morais... 

A esses solidários na indignação vale lembrar que Santander e Itaú são grandes clientes da Empresa Globo de Comunicação. Seus dependentes têm de apoiar suas realizações, mesmo tergiversando.

A forte reação por parte do Congresso Nacional e da sociedade organizada, às propostas feitas por esse grupo ideológico ao programa educacional unificado no País, provocou mudanças nas estratégias para confundir e apagar nas crianças, famílias e sociedade valores morais, sociais e religiosa. Atuaram para ocupar espaços abertos à cultura e às artes. 

Esses espaços não estão obrigados por lei a indicar a idade para o acesso dos expectadores. É o caso do Espaço Cultural Santander e do MAM. Os legisladores não imaginavam que um dia fossem abusar da proteção e da liberdade que a Arte desfruta, para violentar a inocência das crianças com atividades desse tipo.


Para entender melhor o cerco a que estamos sendo submetidos por militantes que têm como objetivo implantar no País ideologias ditatoriais, faço registro do que ocorreu recentemente aqui em Salvador-BA.

Para debater o tema "a diversidade de gêneros como questão de direitos humanos" a Fundação da Criança e do Adolescente (FUNDAC), ligada à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), marcou para 6/10 um seminário no espaço Cultural 2 de Julho, no bairro do Canela. (Vide Anexo 1)

De acordo com a diretora-geral da Fundac, Regina Affonso, o seminário ajudaria a preparar os funcionários para acolher, respeitar e melhor atender à diversidade, despindo-se de preconceitos para garantir direitos fundamentais aos menores em situações de transgressões ou de bullying nas escolas. 

Entretanto, só foram convidados o deputado Jean Wyllys e outros ativistas do movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transsexuais e Transgêneros (LGBTs)! 

Discriminaram a maioria da população escolar formada por meninos e meninas que têm inúmeras outras dificuldades que não estão ligadas à questão da homossexualidade.

Esqueceram dos que sofrem bullying ou têm problemas de participação social por serem gordos, magros, baixos, altos, deficientes, negros, branquelos, míopes, pobres, lerdos, gagos, feios, tímidos, etc. e etc. 

Atuam como se apenas os homossexuais tivessem dificuldades nas escolas e na convivência social. Discriminaram os representantes de pais, professores e educadores que não participam da militância gay! 

Pergunto: como haver debate de fato entre pessoas que comungão das mesmas ideias e convicções? Parece mais seminário-treinamento pró-gay!

Ao focar a preparação dos seus funcionários, exclusivamente no atendimento às crianças e adolescentes homossexuais, a FUNDAC revela a intenção de atender qualquer demanda dos alunos com foco nas dificuldades dos gays.

Os atendimentos terão como prioridade o preconceito aos homossexuais e servirá para incutir nos menores a torpe ideologia de gênero.


Percebo que essa discriminação e preconceito, por parte desses grupos ideológicos, ocorre em todos os eventos que tratam do "respeito às diferenças". 

E esse disfarce precisa ser desmascarado a todos nós que prezamos de fato as diferentes dificuldade de integração dos alunos ao meio social e lúdico

Preconceitos e discriminações, mesmo que invertidos dessa forma, continuam sendo preconceitos e discriminações. 

Ou não?

..................................

Anexo 1