Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador MEC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MEC. Mostrar todas as postagens

sábado, 1 de junho de 2019

MP das armas

Vejo que a equipe do presidente Bolsonaro pode emplacar os melhores projetos de reformas em benefício da população brasileira. 

A cada Medida Provisória (MP) ou proposta de reforma apresentados pelo governo, geram muitas críticas e alertas dos deputados, senadores, instituições sociais, mídia e a oposição propriamente dita. 

É como se os políticos, militantes da oposição e a sociedade organizada, acordassem para a necessidade da participação nos destinos da Nação e, de repente, tivessem alcançado a sapiência para solucionar os problemas mais graves que afligem o Brasil, emitindo comentários de reprovação, ressaltando pontos dissonantes, inconstitucionalidades e apresentando projetos substitutos  esquecidos há anos nos desvãos do Congresso Nacional.

A mobilização contra o contingenciamento R$ 1,7 bilhões no Ministério de Educação e Cultura (MEC), que representa 30% das despesas não obrigatórias das universidades federais, mostra essa "nova sensibilidade" social por parte da oposição em relação à Educação, visto que durante os governos Lula e Dilma houve contingenciamentos R$ 10 bilhões em 2006 e 2015, sem protestos.

Pressionado por mobilização intensa da oposição, o governo Bolsonaro alocou recursos extras às universidades. Infelizmente, os governos do PT não foram pressionados a reduzir contingenciamentos bem mais elevados. Desse modo, a atuação oblíqua da oposição promove melhoras no governo Bolsonaro.  

Outro exemplo disso é a MP que regula venda, posse e porte de armas de fogo.

A primeira redação foi revisada após contestações de grande parte da sociedade organizada. Após reemissão, revisando vários pontos contestados, continua a receber muitas críticas opinativas e poucas críticas técnicas. Dessas últimas, é pertinente a proposta para a identificação das cápsulas das munições, que permitirá rastreamento nos casos de investigação de crimes. 

Nisso tudo, é significativo que Bolsonaro esteja propondo o que foi prometido na campanha eleitoral: combate à corrupção, estruturar a segurança pública, ministério técnico sem o toma-lá-dá-cá, reforma da previdência, reforma tributária... Enfim, por a economia do país em condições de proporcionar um mínimo de desenvolvimento, emprego e bem-estar social, onde possamos andar nas ruas sem mede de levar um tiro em um assaltado. 

As promessas de Lula de fazer um governo ético e sem corrupção evanesceu nos primeiros seis meses de 2003, deixando milhares de eleitores que, como eu, acreditaram no discurso de campanha... E a cleptocracia petista durou 13 anos.

Vale dizer que ninguém será obrigado a comprar ou portar arma, só aos que comprovarem necessidade e capacidade para tal, sob fiscalização da Polícia Federal e do Exército... Bem diferente do que propaga a oposição .

Nos Estados Unidos, país que tem a população mais armada do planeta, com 98 armas de fogo por cada 100 habitantes, tem taxa de assassinatos de 4,6 por 100 mil habitantes (/cmh). 

A ONU considera epidemia taxa maior que 10/cmh.

No Brasil "desarmado", o Atlas da Violência de 2019, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)¹, divulgado em 05.06, registra número recorde de 65.602 assassinatos em 2017, numa taxa 31,6/cmh. 

Desse total, 47.510 foram mortas por arma de fogo, atingindo 72,4%, a maior taxa que o país já registrou. Em 1980 esse índice era de 43,9%. 

número maior do que os 45 mil soldados norte-americanos mortos durante os 15 anos de guerra no Vietnã ocorrida de 1959 a 1975.

Os números demonstram que, após o "projeto de desarmamento", a matança continuou praticamente na mesma proporção de antes. 
Em 2007 o número de mortes por arma de fogo foi de 34.147. Aumentou de 26% em uma década de pleno "desarmamento", taxa anual média de 2,6%, abaixo dos 5,44% no período de 1989 a 2003, ano da implantação do Estatuto do Desarmamento². 
A Globo preferiu informar o índice de 0,8%, sem relatar o período considerado.
Em valor absoluto, a Bahia teve 7.487 assassinatos em 2017, o maior número entre todos os 26 estados da federação. 

Como comparativo, em um ano o número de assassinatos  Isso precisa mudar. 

O pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro,  ora no Congresso Nacional, aponta na direção dessa mudança, com estruturação dos órgãos de segurança, desestimula o criminoso com elevada possibilidade de punição, com prisão após condenação em segunda instância e medidas que reduzem a prescrição do crime e a impunidade sistêmica, existentes há décadas para criminosos endinheirados.
...................................................

1. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública, usa números e dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. Dados do blog foi atualizado em 05.06.19, já considerando as informações do Atlas da Violência de 2019.

2.  Dados do SIM de 1989 a 2003.

Fonte: http://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/

- Atualizado em

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Comunismo-petista-bolivariano

Desde que Cuba tornou-se satélite da então União Soviética em 1960, os comunistas tentam implantar regime ditatorial no Brasil.

Em 1964, o presidente João Goulart avançou com movimentos de reformas comunistas. Houve repúdio da sociedade, as Forças Armadas intervieram e Goulart foi deposto. 
O Congresso Nacional elegeu o general Castelo Branco para a presidência do Brasil, inicio do regime militar que durou 20 anos.

O objetivo dos comunistas de tomar o poder continua o mesmo de sempre, seja de forma dissimulada ou nem tanto. 

Usando das liberdades e direitos do regime democrático elegeu Lula-PT, em 2002, inicio ao aparelhamento sistemático das instituições e domínio da governança. 

Lula implantou um amplo e sofisticado esquema de corrupção para obter as propinas que sustentariam o projeto de poder do PT e de seus aliados. 

Após 14 anos de governo petista, do Mensalão, do Petrolão dos escândalos de corrupção e das revelações da Lava Jato, o PT tenta voltar ao poder central com o apoio dos corruptos presos-investigados-citados-soltos. 

Seguindo as instruções  marxistas-leninistas-gramscista de que "para dominar uma nação é preciso dominar a mente das crianças", Fernando Haddad, considerado por Lula seu melhor ministro, aparelhou intensamente o Ministério da Educação e Cultura (MEC).

O projeto da ideologia de gênero, lançada com massiva campanha em todo o país, foi repudiada pela sociedade e rejeitada pela Câmara dos Deputados.

Mesmo assim, o MEC continua a implementá-la tanto na educação como na cultura, em afronta a todos e às leis. Como não convence os cidadãos esclarecidos, só pode ser imposta em ditaduras que enganam aos menos atentos, se auto-declaram democráticas.

Esse mesmo Fernando Haddad, que aparelhou o sistema educacional e cultural com militantes comunistas, vem agora como ventríloquo de Lula falando em direito, tolerância, democracia, família, solução ao desemprego, atendimento aos pobres e até combate à corrupção!!! Tiveram 14 para fazer isso e se empenharam só em corromper e roubar.
É o uso prático da máxima comunista-petista-bolivariana: os fins justificam os meios.

Nossa resposta à desfaçatez petista estará nas urnas no próximo dia 28.

Um novo Brasil já se revelou nos resultados do primeiro turno das eleições. 

Vários chefões de quadrilhas e organizações criminosas perderam mandatos. 

E que Deus nos abençoe nesse embate e nos proteja de todos os males.


terça-feira, 10 de outubro de 2017

Cerco aos vulneráveis


As diversas entidade que se propõem a defender os direitos dos humanos e sua diversidade, vêm cometendo os mesmos preconceitos e comportamentos que denunciam e condenam. 

Os avanços científicos na genética e na biologia, confirmam que cada ser humano é único em sua identidade e precisa ter consciência dos seus direitos à liberdade, alimentação, educação, proteção...


Essa consciência, que já se apresenta antes mesmo do nascimento, é estruturada no dia-a-dia de vida, na convivência com a mãe e familiares, de fundamentais importância ao ser em formação.

Mais tarde, a escola e a convivência com outras crianças abrem nova etapa dessa construção que se alonga até os oito anos.

Minha indignação contra a mostra no Santander e à performance no MAM,  deve-se ao conhecimento de que nessa fase - em que os hormônios característicos do macho (testosterona), da fêmea (estrogênio) e de ambos (progesterona), se apresentam de forma insipiente - a criança é totalmente vulnerável à condução, influência e ações dos adultos. É nessa fase os meninos não se dão bem com as meninas e vice-versa. Já na pré-adolescência... Sai faísca!
Daí o cerco às crianças pelos petistas-bolivarianos-gramscistas e a desqualificação dos que têm opinião diferente deles. A esses tentam intimidar com discursos de ódio em ataques generalizados, sem conexão com a realidade, chamando-os de religiosos, conservadores, preconceituosos, parte da elite golpista, capitalista de direita, que odeiam os pobres e trabalhadores e outras tolices típicas de militantes que acusam para defender-se de suas imaginárias criações.

A Lei nº 12.015 de 7/8/2009 estabelece que são consideradas vulneráveis crianças até os 14 anos de idade. Expôr ou submeter crianças a situações de risco e constrangimento é crime. 

Na performance no MAM seus organizadores produziram vídeos e fotos em que a mãe incentiva a filha a tocar na mão e nos pés de um homem nu, deitado de costas no chão. 

Também mostram quatro meninas de mãos dadas com um homem nu, de pé no meio delas. Ele pega nas mãos das duas meninas mais próximas, que dão as mãos a mais duas meninas. 

As fotos e vídeos do evento foram postados nas redes sem qualquer cuidado com a preservação da identidade das crianças. Isso também é crime! 

Tarjas pretas foram colocadas nos rostos das crianças por internautas que precisaram mostrar a prova do assédio como se fosse arte, sem incorrer no mesmo crime. 


Os órgãos de proteção à criança (juizados, Ministério Público, conselho tutelar...) nada fizeram para apurar a ocorrência nem checar informações de que professores estavam conduzindo crianças para visitar a mostra Santander!

Passaram-se 15 dias e nada foi feito para apurar responsabilidades pela exposição de vulneráveis. 

Nem nós, pais e avós, cobramos a atuação dessas instituições que têm a missão de proteger vulneráveis.

Essa omissão é sistemática, que se estende a todos os órgãos oficiais de proteção à criança, aparelhadas com petistas-bolivarianos-gramscistas durantes os 13 anos dos governos de Lula e Dilma. 

Isso ocorreu em maior escala no MEC e nos meios educacionais, como: secretarias, escolas, TV, teatro, internet... 


Muitos de nós ficamos amedrontados com a ousadia e agressões constantes nas declarações feitas por famosos globais, e deixamos de expor nossas opiniões, sobre os contínuos ataques à criança, família, credos religiosos, valores morais... 

A esses solidários na indignação vale lembrar que Santander e Itaú são grandes clientes da Empresa Globo de Comunicação. Seus dependentes têm de apoiar suas realizações, mesmo tergiversando.

A forte reação por parte do Congresso Nacional e da sociedade organizada, às propostas feitas por esse grupo ideológico ao programa educacional unificado no País, provocou mudanças nas estratégias para confundir e apagar nas crianças, famílias e sociedade valores morais, sociais e religiosa. Atuaram para ocupar espaços abertos à cultura e às artes. 

Esses espaços não estão obrigados por lei a indicar a idade para o acesso dos expectadores. É o caso do Espaço Cultural Santander e do MAM. Os legisladores não imaginavam que um dia fossem abusar da proteção e da liberdade que a Arte desfruta, para violentar a inocência das crianças com atividades desse tipo.


Para entender melhor o cerco a que estamos sendo submetidos por militantes que têm como objetivo implantar no País ideologias ditatoriais, faço registro do que ocorreu recentemente aqui em Salvador-BA.

Para debater o tema "a diversidade de gêneros como questão de direitos humanos" a Fundação da Criança e do Adolescente (FUNDAC), ligada à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), marcou para 6/10 um seminário no espaço Cultural 2 de Julho, no bairro do Canela. (Vide Anexo 1)

De acordo com a diretora-geral da Fundac, Regina Affonso, o seminário ajudaria a preparar os funcionários para acolher, respeitar e melhor atender à diversidade, despindo-se de preconceitos para garantir direitos fundamentais aos menores em situações de transgressões ou de bullying nas escolas. 

Entretanto, só foram convidados o deputado Jean Wyllys e outros ativistas do movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transsexuais e Transgêneros (LGBTs)! 

Discriminaram a maioria da população escolar formada por meninos e meninas que têm inúmeras outras dificuldades que não estão ligadas à questão da homossexualidade.

Esqueceram dos que sofrem bullying ou têm problemas de participação social por serem gordos, magros, baixos, altos, deficientes, negros, branquelos, míopes, pobres, lerdos, gagos, feios, tímidos, etc. e etc. 

Atuam como se apenas os homossexuais tivessem dificuldades nas escolas e na convivência social. Discriminaram os representantes de pais, professores e educadores que não participam da militância gay! 

Pergunto: como haver debate de fato entre pessoas que comungão das mesmas ideias e convicções? Parece mais seminário-treinamento pró-gay!

Ao focar a preparação dos seus funcionários, exclusivamente no atendimento às crianças e adolescentes homossexuais, a FUNDAC revela a intenção de atender qualquer demanda dos alunos com foco nas dificuldades dos gays.

Os atendimentos terão como prioridade o preconceito aos homossexuais e servirá para incutir nos menores a torpe ideologia de gênero.


Percebo que essa discriminação e preconceito, por parte desses grupos ideológicos, ocorre em todos os eventos que tratam do "respeito às diferenças". 

E esse disfarce precisa ser desmascarado a todos nós que prezamos de fato as diferentes dificuldade de integração dos alunos ao meio social e lúdico

Preconceitos e discriminações, mesmo que invertidos dessa forma, continuam sendo preconceitos e discriminações. 

Ou não?

..................................

Anexo 1