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segunda-feira, 25 de novembro de 2019

O Carrasco d'A TARDE


Enquanto as palavras de ordem dasizquerdas comunistas espalham ilusões do tipo "Lularápio é o inocente mais honesto do Brasil", o país continua avançando no campo da realidade, em que nós simples mortais ousamos sobreviver, sem adotar o método avestruz dos militontos. 

Apesar dos milionários membros das organizações criminosas que saquearem os recursos do povo por mais de 30 anos estar em  campanha cerrada para desacreditar o governo Bolsonaro, o Brasil Real - BR continua avançando, crescendo e mudando para melhor. 

A população não encontrou o país que os bandidos anunciavam em suas campanhas mentirosas, mas vê as melhoras que estão sendo implementadas pelo governo Bolsonaro, para tirar o Brasil do buraco: déficit de R$ 159 bilhões, 13 milhões de desempregados, a maioria de jovens desalentados, crime, violência, rebeliões em presídios, invasão de propriedades, impunidade dos endinheirados, corrupção em todas as áreas a tirar recursos público para encher as contas correntes dos enganadores contumazes. 
E a verdade vai se impondo e libertando o livre pensar do povo, antes sujeito a acreditar só no que dizia a Globo, quando alimentada com verbas bilionárias durante os governos petistas-comunistas-bolivarianos.

Ontem (21) o jornalismo da Globo (JN) noticiou que há sete meses cresce o número de empregados com carteira assinada. Uáu, até que enfim! Após dez meses de governo a Globo vai ter de ler muitas outras boas notícias resultantes da equipe do governo Bolsonaro, mesmo com risinhos de William Bonner no Jornal Nacional ou cara de deboche do comentarista econômico Carlos Alberto Sardenberg no Jornal da Noite, anunciando avaliação do FMI que aumentou nas previsões do PIB brasileiro para 2019 e 2020. Nem o biquinho maroto da Majú Coutinho (JH 25/11) ao finalzinho do anúncio do aumento real (descontado a inflação) de 2% na arrecadação de impostos de 2019 em relação a 2018, após informar com ênfase no início do bloco, a queda de 0,2% da arrecadação de out/19 em relação a out/19. 

Bem significativo foi a jornalista Míriam Leitão, militante das esquerdas, presa e torturada durante o governo militar (1964 a 85), permitir publicar em sua coluna recente (O GLOBO de 17.11.19), texto de Marcelo Loureiro, premiado especialista em finanças na Fipecafi-USP, intitulado "PT deveria admitir erros na economia"(*link ao final) com um teor surpreendente para quem está acostumado aos mantras petistas do "nunca dantes" na história do país faz-de-conta propagado pelos PTralhas e seus cúmplices de sempre PSOL, PCdoB, PDT, PSB, PTB, PP, PR, PSDB, MDB... 


Entre as informações apresentadas no texto, duas chamam atenção: uma por se contrapor à declaração esdrúxula de Lulaláu, que atropela a lógica, "a autocrítica do PT deve ser feita pela oposição"; a outra, por estarmos na semana da Consciência Negra, ao contradizer o discurso populista da esquerda, ao apontar que os maiores beneficiados pelos governos do PT não foram os negros, foram os brancos das elites corruptas dos avatares campeões nacionais dos governos petistas: Joesley e Wesley Batista (foto).

Vejam o texto:

"Se existe um rosto que significa o beneficiado das escolhas econômicas do PT é Joesley Batista. Ele e seus irmãos ficaram muito mais ricos. E no exterior. O BNDES comprava emissões inteiras de debêntures lançadas pelo grupo para que, com capital público no bolso, eles fossem às compras em outros países. Foi assim que eles compraram, por exemplo, a Pilgrim’s Pride, a maior processadora de frango dos Estados Unidos. Houve uma sandice pior. Eles pegaram dinheiro no banco (BNDES) para adquirir a National Beef. As autoridades antitruste vetaram, o banco deixou que o grupo ficasse com o recurso para uma compra futura, de fato feita. Tempo, como qualquer banco sabe, é dinheiro. Hoje, os Batistas têm a maior parte da sua fortuna no exterior." 


O volume de fake news contra o governo Bolsonaro, produzido pela mídia desmamada das verbas bilionárias dos governos comunistas-corruptos anteriores, não estão sendo suficientes para impedir que as boas notícias do Brasil Real chegue até a população, que já se sente mais tranquila. 

Em paralelo, assistimos: os criminosos caindo nas malhas da Justiça; os índices de assassinatos e da violência caem cerca de 30% na maioria das cidades brasileiras; após 18 meses de "investigação" dos assassinatos de Marielle e Anderson, o depoimento do porteiro do condomínio foi finalmente desmentido por sistema de áudio da portaria, apresentado pelo filho do presidente Bolsonaro, Carlos Bolsonaro. 

A Polícia Civil passou todo esse tempo e "não conseguiu" descobrir a existência desse sistema de segurança com gravação de áudio dos diálogos entre a portaria e os condôminos. Em dois dias, o assunto foi esclarecido, com a apresentação clara e detalhada de Carlos Bolsonaro aos "repórter investigativos" da Globo demais canais de TV. 


Há uma semana, a PF passou a participar das investigações e já obteve do porteiro o reconhecimento patente de que ele - mentira, se enganara, esquecera - e fora pressionado para fazer a declaração mentirosa, fazendo crer que o presidente autorizara a entrada do assassino no condomínio. 
Esclarecido essa parte, os canalhas inundam as redes insinuando que Carlos Bolsonaro, vereador licenciado do Rio de Janeiro, está envolvido com o assassinato de Marielle. 

O Brasil Real avança firme contra os canalhas disfarçados de bons moços, mesmo sob fogo cerrado por parte das organizações criminosas acuadas ante o trabalho competente do ministério de Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal, Ministério Público, de magistrados íntegros como Marcelo Bretas no Rio de Janeiro e o ministro do STJ, Og Fernandes, que esta semana desbaratou uma quadrilha instalada na cúpula do Judiciário na Bahia. Isso mostra que as investigações continuam firme e forte.

O hacker Luiz Henrique Molição, que forneceu as gravações ilegais de conversas obtidas do Telegran de Dellagnol, com Sérgio Moro e outros procuradores, assinou delação premiada, e promete apresentar todos os envolvidos na trama articulada para acabar com Moro, Bolsonaro, Dellagnol e Lava Jato, soltar os bandidos presos e manter os demais impunes.

Após do advogado Zanone Manuel de Oliveira - The Flash, defensor de Adélio Bispo desde as primeiras horas após a tentativa do homicídio e o recebimento de honorários em espécie de pessoa que se nega a ser identificada - ter deixado a defesa a cargo da defensoria Pública, aumentaram as esperanças de obter-se também a delação premiada do condenado inimputável, preso em hospital psiquiátrico por ter esfaqueado o então candidato a presidência da República, Jair Bolsonaro. Além dos celulares obtidos em mandato de busca e apreensão que estão sob judice, impedidos de serem periciados pela PF, devido interferência e obstrução por parte da OAB.

Um Novo Brasil está em construção, iniciando-se com a limpeza do entulho de crimes cometidos e acobertados nas últimas décadas contra o sofrido povo brasileiro, e a punição dos responsáveis por eles. 


Quem tem olhos de ver, enxerga que comércio já antecipa e se prepara para o melhor Natal dos últimos anos; prisão após condenação em segunda instância em aprovação no Congresso; mobilização para o impeachment de Gilmar Beiçola Mendes no Senado, com apoio da cidadania nas redes e nas ruas; redução do déficit de 2019 de R$ 139 bilhões para R$ 87 bilhões, graças aos leilões do Pré-Sal e o controle de fato das contas públicas, com os criticados contingenciamentos de recursos em todos os ministérios; o maior índice de ocupação de maquinário nas indústrias desde 2014; identificação e punição dos responsáveis pelo derramamento de petróleo no Nordeste, com a cobrança dos prejuízos em acordos ou em tribunais internacionais; criação do novo partido Aliança pelo Brasil em defesa dos valores cristãos, da família, da vida desde sua concepção, contra ideologia de "gênero", contra a permanente implantação pelos lulapetistas da cizânia entre os brasileiros, quanto a raça, cor, crença, sexo, região, poder econômico, sotaque, escolaridade... Cada vez mais desacreditados e sós, ficam pregando um mundo de mentiras e calúnias. Não consegue superar o mundo real que o novo governo está construindo. Ainda mais com o Mengo fazendo a festa, não tem pra ninguém!

Enfim, deixemos os sem-noção embaralhados nas próprias fake news num mundo faz-de-conta, próprio dos cleptomaníacos em síndrome de abstinência.

Sejam Bem Vindos ao Novo Brasil!

Bem Vindos ao BR, o Brasil Real!




domingo, 25 de agosto de 2019

Síndrome de abstinência

Dilma Rousseff, Guido Mantega e Antonio Palocci
Quanta falta faz a entrada dos ptchulecos nas contas ou mochilas de dinheiro, aos milhares de membros da organização criminosa que se apoderou dos recursos da Nação, para uso pessoal e manutenção do poder, com a implantação de esquemas de corrupção institucionalizada? 

Era roubo em todos os setores dos governos petista de Lula e Dilma que o ministro do STF Gilmar Mendes ficou pasmo e declarou: "A cada pena que se puxa salta uma galinha. Nesses anos, o PT instituiu uma cleptocracia (governo do roubo)... foram bilhões de reais desviados... o PT tem dinheiro para campanha eleitoral até 2032". E o ministro Gilmar entende bem dessas coisas". 

No momento, multiplicam-se os ataques à Lava Jato e ao governo Bolsonaro nas mídias nacionais e internacionais, repercutida com rara insistência pela imprensa domesticada com verbas milionárias de propaganda oficial de governos passados. 

A falta das propinas, estimada em R$ 250 bilhões/ano, está deixando milhares de gangsteres em perigosa síndrome de abstinência, que os leva a atos temerários contra as instituições democráticas e contra aos milhões de brasileiros que votaram pelo combate a esses crimes continuados, ocorridos nas últimas décadas, elegendo Jair Bolsonaro a presidência da República. 

A principal bandeira de campanha de Bolsonaro, de combater a corrupção em todos os níveis e áreas das governanças, está sendo ameaçada por vários ataques na Câmara, Senado, STF, empresários e na imprensa mal acostumados.
A 63ª fase da Lava Jato (Carbonara Chimica) nesta semana, deflagrada a partir da delação do ex-ministro Palocci dos governos Lula e Dilma, demonstram que o aprofundamento das investigações vão revelar propinas além dos esquemas já delatados por empresários, ao nominar o ex-ministro da Fazenda da era petista, Guido Mantega, vários bancos e financeiras, beneficiados com Medida Provisória (MP) em troca de propina. 

O fato de Antonio Palocci ser pessoa de dentro da cúpula dos governos Lula e Dilma, coloca as investigações em um novo patamar.

Além disso, ao cumprir os mandados de busca e apreensão na casa e escritório dos suspeitos, a Polícia Federal (PF) obteve entre outras coisas três pendrives com chaves do programa das planilhas de distribuição de propina da Odebrecht. Isso pode ampliar significativamente as investigações. 
Esses suspeitos não tinham participado da delação premiada feita pelos cerca de 73 executivos da Odebrecht.

São essas investigações que fazem os gangsteres tentar qualquer coisa para barrar a Lava Jato, atrapalhar o governo Bolsonaro e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, responsável pela PF, sem se importar com o que poderão pensar a maioria dos demais mortais. 

São bilhões de reais a ser recuperado ao erário.


* Este comentário foi publicado parcialmente no jornal A TARDE de 25.08.19.

domingo, 11 de agosto de 2019

Vergonha do Judiciário


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes (foto), ao comentar as últimas conversas do procurador Deltan Dellagnol divulgadas pelo site The Intercept, afirmou que a Lava Jato é "uma organização criminosa formada para investigar pessoas", e pede que o Conselho Nacional de Justiça e a Procuradora-Geral Raquel Dodge, tome providências contra o procurador grampeado ilegalmente. 

E acrescentou um "álibi preventivo": "Não me surpreenderia se eles abrissem uma conta na Suíça em meu nome".
As divulgações simultâneas de conversas hackeadas têm o claro objetivo de impedir a continuidade da Operação Lava Jato, a maior investigação já feita em um estado democrático para punir corruptos que assaltaram os recursos da nação por mais de uma década.

Os alvos preferenciais são as figuras do ex-juiz Sergio Moro, atualmente ministro da Justiça e Segurança Pública, e do coordenador da força-tarefa o procurador Deltan Dellagnol.

Em conversa informal com outros procuradores, Deltan Dellagnol (foto) trata dos habeas-corpus concedidos por Gilmar a Paulo Vieira de Souza, mais conhecido como Paulo Preto (PP) operador dos esquemas de corrupção do PSDB em São Paulo. Deltan pede para atentar a possíveis ligações de Paulo Preto com Gilmar Mendes. A resposta é negativa, mas se aparecer...

Esse diálogo foi o suficiente para Gilmar declarar que a força-tarefa da Operação Lava Jato "é uma organização criminosa feita para investigar pessoas", incorrendo em crime de calúnia e difamação. Faz parte do trabalho investigativo atentar para as múltiplas possibilidades decorrentes de um crime já comprovado ou de robustos indicadores. 
Usando essa mesma forma de calúnia e difamação, vale perguntar como poderíamos qualificar as conversas de Gilmar com pessoas investigadas e condenadas, como ocorreu com o governador de Mato Grosso Silval Barbosa e com o então senador Aécio Neves, hoje deputado?

Com um longo histórico de atitudes suspeitas e/ou nada recomendadas, a maioria registradas em vídeos, áudio e documentos, Gilmar se revela em parte nas transmissões do plenário da corte pela TV Justiça, sem qualquer ética, constrangimento ou escrúpulos, demonstrado o total desprezo pelos cidadãos brasileiros e aos demais ministros.

No julgamento do "Mensalão do PT", Gilmar foi considerado por seus pares "advogado dos mensaleiros", pelo tanto que fez para que os réus permanecessem impunes.

O então ministro Joaquim Barbosa (foto) altercou de forma incisiva em plenário, dizendo: "Vossa Excelência envergonha este Tribunal... não pode sair às ruas... Saia às ruas, ministro!... não me intimida, não tenho medo dos seus capangas".

Outra situação suspeita ocorreu no processo que a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) propugnava que a relação dos bancos com os clientes não seria regida pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). Gilmar pediu vistas, reteve por cerca de dois anos, e só retornou durante festejos de Natal, para seu voto passar despercebido. Descoberta a malandragem por jornalistas atentos, ele recuou, e após o recesso acabou votando contra a FEBRABAN.

Em 2008, Gilmar concedeu habeas-corpus ao médico monstro Roger Abdelmassih, condenado em primeira instância a 278 anos de prisão pelo estupro de pelo menos 37 pacientes, que tiveram a coragem de denunciar. 

O réu esperava em liberdade julgamento em segunda instância, mas foi preso após a polícia Federal detectar que ele tentava renovar o passaporte. 
Mesmo com essa informação, Gilmar concedeu habeas-corpus e o réu sumiu, para angústia das inúmeras vítimas. Foi preso no Paraguai, depois de três anos de investigação particular pago pelas vítimas.

No julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da chapa Dilma-Temer por abuso de poder econômico e uso da máquina pública, Gilmar debochou do minucioso e consistente relatório do ministro Herman Benjamin. Rejeitou inúmeras provas dos ilícitos, obtidas após novas investigações pedidas pelo próprio Gilmar, em acréscimo às já existentes, antes de saber do consenso da maioria dos ministros de que as contas de campanha da chapa seriam julgadas em conjunto. 

O julgamento foi uma farsa repugnante, com três ministros cooptado por Gilmar, então presidente do TSE, falando abobrinhas em seus votos para encher tempo e votando pela absolvição dos crimes.
Toffoli, Gilmar, Marco Aurélio, Lewandowski

Antes dessa mudança de "convicções" Gilmar declarou indignado, que nos governos de Lula e Dilma do PT foi criada verdadeira cleptocracia; em tudo havia corrupção e desvio dos recursos públicos para o PT e seus dirigentes; e concluiu que o PT acumulara propinas para financiar campanhas políticas até 2032. 

Quando alguém lhe alertou que seu amigo Temer seria prejudicado com a condenação de Dilma, Gilmar passou a defender a absolvição da chapa Dilma-Temer.

As incursões noturnas ao Palácio do Jaburu, onde morava o vice e posteriormente presidente Temer, eram constantes, mesmo sabendo que iria julgar demandas contra Temer.
Mas Gilmar nunca se considerou impedido de votar, qualquer que seja suas ligações com o réu em julgamento.

Isso não ocorreu nos votos a favor de réus amigos, arrolados nas investigações de corrupção no Rio de Janeiro, nem nem nos processos conduzidos pelo escritório de advocacia onde atua sua esposa.

São notórias as decisões de Gilmar em benefício dos réus de colarinho branco e de grana preta nos bancos. 
Se não como apoio total à presunção de inocência, muitas vezes como ato de indisfarçável vaidade, com deboches a juízos de estâncias inferiores.

Nessa constante, tornou-se o "gatilho mais ágil do oeste" na liberação de presos de suce$$o, como ocorreu com os banqueiro Daniel Dantas, megainvestidor George Soros, ex-prefeito Celso Pitta e muitos outros, em Habeas Corpus concedidos em plena madrugada.

A impunidade defendida por Gilmar fez escola e alcançou operações realizadas pela PF e MPF, como a Operação Castelo de Areia em 2009, anulada com a justificativa absurda de que as investigações foram geradas a partir de denúncia anônima. Aquela operação foi considerada a "operação lava jato" que não deu certo. Pelo volume de provas obtidas a operação foi o embrião da Operação Lava Jato deflagrada em 2014, que finalmente alcançou corruptos em altos postos na Petrobrás, recuperando mais de R$10 bilhões roubados, graças ao primoroso trabalho do então juiz Sergio Moro (foto), junto com a força-tarefa comandada por Deltan Dellagnol.

Antes da quebra dessas barreiras que mantinham a impunidade institucionalizada, outras investigações realizadas pelas polícias e ministério público foram abafadas, esvaziadas ou simplesmente anuladas pelas cortes superiores do TSJ e STF, com todas as provas descartadas. 
Relembro as mais conhecidas: Satiagraha-2006, Boi Barrica (Faktor)-2006, Trânsito Livre-2003, Anaconda-2003, Farol da Colina-2004, Chacal-2004, Vampiro-2004, Shogun-2005, Sanguessuga-2006, Navalha-2007, Porto Seguro-2008, Caixa de Pandora-2009, Monte Carlo-2012, Anacrônimo-2015 e muitas outras.

A aversão de Gilmar Mendes pela Lava Jato é patente em todas as suas declarações. Junto com seus pupilos Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, fazem de tudo para acabar com ela, libertar o preso de Curitiba e os demais cúmplices presos, como Zé Dirceu.

Para Gilmar tudo é motivo de crítica ao coordenador Deltan Dellagnol: diz que não sabe o que é um processo; instituir fundação para carrear para o país R$ 2,1 bilhões de indenização pagos nos Estados Unidos pela Petrobrás; cobrar por suas palestras...

Mas uma rápida pesquisa revela a farra que Gilmar e seu Instituto de Direito Público (IDP) fizeram em Coimbra-Portugal, países da Europa e Nova York-EUA, pagos diretamente pela Itaipu Binacional ou através de puxadinho da Fundação Getúlio Vargas, FGV Projetos, a partir da nomeação de Cezar Ziliotto diretor-jurídico (2013) por Dilma Rousseff, mantido por Temer a pedido de seu amigão Gilmar.  

Tanto Ziliotto como a ex-mulher de Gilmar, Samantha Ribeiro Meyer, que compunha o conselho de Itaipu, já foram exonerados por Bolsonaro.

A mais recente aberração de Gilmar com seu cumpincha Toffoli (foto), atual presidente do STF, foi impedir que 132 pessoas físicas, com suspeitas de crimes fiscais e lavagem de dinheiro, sejam investigadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), onde as esposas de Toffoli Roberta Rangel e a de Gilmar Guiomar Mendes, estão entre elas.

As investigações vinham ocorrendo em sigilo, até que por uma esperteza própria das raposas houve conveniente vazamento à imprensa, repercutida com veemência e indignação pelo ministro Gilmar. 

Ardilosamente, Toffoli usou um pedido da defesa de Flávio Bolsonaro para sustar as investigações sobre movimentações financeiras suspeitas de seu assessor quando deputado no Rio, Fabrício Queiroz, para fazer o impedimento de todas as investigações realizadas a partir dos dados do Coaf.

A partir daí foi determinada a suspensão das investigações pelo ministro Toffoli, pedido os nomes dos funcionários que atuaram no processo e tudo o mais imaginado para atemorizar os que ousaram cumprir prerrogativas da competência do Coaf, órgão subordinado à Receita Federal.

As atitudes e decisões comprometedoras do ministro Gilmar Mendes são mais extensas e, sem comparação, muito mais graves do que as  reveladas nas conversas de Deltan Dellagnol com demais procuradores e o então juiz Sergio Moro. Se Gilmar declara que Deltan comanda uma "organização criminosa", o que dizer da comandada pelo ministro, que não está sozinho nessa guerra contra a Lava Jato e demais apurações em andamento que atingem parte significativa das governanças políticas, do empresariado e das instituições financeiras.

Apesar de muita oposição, os pedidos de impeachment feitos ao Senado tomam corpo e têm reais possibilidades de serem acolhidos por seu presidente David Alcolumbre. 

Já passou da hora de tirar essa vergonha da Suprema Corte.





quarta-feira, 12 de junho de 2019

Hacker ataca a Lava Jato

De acordo divulgado pelo site The Intercept Brasil, os celulares do juiz Sérgio Moro e do procurador Deltan Dellagnol foram interceptadas de 2015 a 2019, através vulnerabilidades existentes no aplicativo de mensagens Telegran, originário da Rússia.

Certamente, muitas outras autoridades também foram ou são interceptadas em suas comunicações, com claro objetivo de chantagem e interesses escusos. 

A pergunta primeira do investigador é: A quem interessa o crime de interceptação de celulares de agentes-chaves, ligados à Operação Lava Jato? 

De acordo com o site divulgador, o criminoso gravou conversas que preenchem 1.700 páginas, recebidas de uma fonte anônima, que se dizia ansiosa para divulgar as conversas. 

Pelo dito, estrai-se que o criminoso já detinha essas gravações há pelo menos três anos. 

Por que não divulgou antes? Eis a questão. 



O objetivo que transparece, era postergar a divulgação na esperança de flagrar conversas que confirmassem a tese da defesa do ex-presidente Lula, de que o juiz Moro não demonstrava imparcialidade, estava a serviço do PSDB, da CIA, das elites, e que promovia perseguição política ao réu... E com isso, pedir a anulação do julgamento. Xeque mate!?

Essa tese não se sustenta quando confrontada com os fatos reais registrados. 

Vejamos. Lula foi investigado pelos procuradores da Força Tarefa da Lava Jato, pela Polícia Federal (PF), condenado pelo então juiz Moro, condenação confirmada em segunda instância a qual ainda ampliou a pena dada por Moro. 

Após essa sentença condenatória, Moro emitiu mandado de prisão, cumprido pela PF após contumaz encenação petista. 



A parcialidade e perseguição se dissolve num toque, ante a constatação de que Moro julgou, condenou ou absolveu cerca de mil pessoas, arroladas pela Operação Lava Jato, pertencentes aos mais diversos partidos políticos, empresas privadas e estatais. 

As conversas das centenas de páginas gravadas, tem como alvo à Operação Lava Jato e como objetivo levantar suspeição de parcialidade e perseguição por parte do juiz Moro. 

Mencionam o caso do triplex no Guarujá e o comentário de Moro a Dellagnol sobre a falta de ação concreta durante mais de mês por parte do MP. 
Para o universo de fatos de corrupção, a ausência de operação causa espécie a Moro e à população de bem, que torce pelo sucesso da Lava Jato. 

Com o pedido de exoneração em 16/11, para assumir o ministério da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro, o juiz Sérgio Moro, deixou de ser o juiz de primeira instância. 
Foi substituído pela juíza Gabriela Hardt, que também teve haqueado seu celular. 

O criminoso esperou mais sete meses torcendo para que Moro dissesse alguma coisa que atestasse a parcialidade e perseguição política contra o ex-presidente Lula, preso em Curitiba-PR. 
Pelo visto, foi em vão, pois as conversas divulgada, como se fossem "provas" de parcialidade e perseguição política, são todas anteriores a 2018. 

Se tudo o que foi considerado de mais grave pelo site The Intercept Brasil se resume às conversas divulgadas, fica sem sustentação a tese básica da defesa de imputar parcialidade e perseguição ao juiz Sérgio Moro. 

Isso ficou patente na condenação - por unanimidade - no julgamento em segunda instância, que ainda aumentou a pena sentenciada pelo juiz Moro. 

Além disso, na mesma linha de raciocínio, houve rejeição de mais de uma centena de recursos impetrado pela defesa de Lula, não pelo juiz Moro, mas sim pelos tribunais superiores: Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF). 



Com a exposição clara de que o objetivo era atentar contra a Lava Jato para reforçar a tese de parcialidade e perseguição por parte de Moro, visando anular o julgamento que condenou Lula, o criminoso entrou em contato na noite de 12/6 com o procurador José Robalinho Cavalcanti, ex-presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República e candidato à lista tríplice para escolha do novo procurador-geral da República, usando celular do procurador militar Marcelo Weitzel, ex-procurador-geral da Justiça Militar e atualmente conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público. Passou áudio demonstrando espanto, pois seria divulgado à imprensa, buscando obter algum comentários contra a Lava Jato. 
Ao final, afirmou que não era Marcelo e sim o hacker invasor, declarando-se - sem que lhe fosse perguntado - não ter partido, nem ideologia e ser apenas um servidor da TI (Tecnologia da Informação)!!! Papo revelador. 

Era preciso disfarçar e convencer o público de que grampeou os agentes-chaves da Lava Jato por mera casualidade, oportunidade, quase sem querer... 
E ameaçou com novas divulgações de conversas grampeadas. 

Essas ações orquestradas contra a Lava Jato já apontam para os mandantes interessados na escutas ilícitas e na divulgação seletiva de forma bombástica. 

Desde que começou a dar resultados concretos a partir de 2014 - após o dono do posto de combustível próximo a Brasília, e também chefe da quadrilha, usar o telefone fixo sob escuta da PF porque seu celular caíra no vaso sanitário - a Operação Lava Jato já sofreu todo tipo de ataque. 

Superou a todos com lucidez e tenacidade por parte dos procuradores, agentes, delegados, juízes e ministros. 
E vai superar mais esta e muitas outras que virão no rastro das investigações aos gangsteres instalados nas altas cúpulas do poder nas últimas décadas.

Vida longa à Lava Jato, é o que todo brasileiro de bem deseja e acredita.


domingo, 24 de março de 2019

Vida longa à Lava Jato


Não é só o ex-presidente Michel Temer que mantem esquema criminoso de propinas há 40 anos. 

Daí ocorrer explícitos e contínuos ataques contra a Operação Lava Jato e aos procuradores do Ministério Público Federal (MPF) por parte de alguns ministros do STF, vários órgãos da imprensa, partidos e políticos.

Nas 300 páginas do despacho do juiz Marcelo Bretas para justificar a necessidade da prisão preventiva de Temer, Moreira Franco, coronel Lima e outros,  em trabalho amplo e criterioso, fica claro que as investigações obtiveram diversos dados que incriminam esses suspeitos de forma concreta.

Certamente, o MP e PF têm em mira muitas outras quadrilhas que atuam há anos em esquemas semelhantes.

Isso nos leva a concluir que ainda há muito o que fazer para descontaminar o país e implantar nova política pública e privada.

Muitos parlamentares do Congresso vão precisar deixar de lado o toma-lá-dá-cá usado nos governos anteriores, em que Câmara e Senado eram balcões de negócios afeitos a chantagens de todo tipo para saquear recursos públicos. 

E essas mudanças não serão alcançadas a curto prazo.



quarta-feira, 24 de outubro de 2018

A quem interessa o atentado?

Os comunistas-petistas-bolivarianos estão desesperados por perceberem que, muito provavelmente, perderão a eleição à presidência da República. 

Preparam um grande escândalo para gerar comoção no país. 


A sem-noção Gleisi Hoffmann, presidente do PT, ao lado de Roberto Requião, Lindbergh Farias, Paulo Pimenta e Wellington Dias, ontem (23), disse que caso venha a ocorrer qualquer atentado contra o fantoche de Lulaláu, responsabilizará Bolsonaro!? 


Preparam terreno para o auto atentado, necessário para provocar comoção social às vésperas das eleições, conforme orientação do preso de Curitiba dada a Franklin Martins, consultor de comunicação da campanha mentirosa do PT, que suspendeu visitas do fantoche à prisão, esconde Lularápio, a cor vermelha, a sigla, a foice e o martelo,faz muitas promessas e se camufla com as cores da bandeira do Brasil, para enganar aos menos atentos, copia as cores da campanha de Bolsonaro. Em uma palavra: canalhas!

Qualquer investigação começa com uma pergunta: a quem interessa o crime? 

Qual partido ou apoiador de Bolsonaro que está à frente da disputa, segundo pesquisas, praticaria atentado contra Lulahaddad? Por que fariam isso? 

O atentado contra Bolsonaro era fundamental para o PT disputar o 2°Turno. 

As investigações continuarão. Há indícios da participação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Quem planejou a morte de Bolsonaro tinha enorme interesse de que a Lava Jato não continue a investigar, julgar, condenar e resgatar as propinas estocadas pelos criminosos, no Brasil e no exterior. Provavelmente, a Lava Jato terá mais 4 anos para elucidar os crimes de lesa-pátria cometidos pelos petistas e cúmplices.

Um atentado contra o fantoche Haddad beneficiaria somente a ele mesmo. Logo... Elementar, desesperados petistas!



terça-feira, 16 de outubro de 2018

Palocci e a Globo

Uma delação que pode comprometer uma das famílias mais ricas e poderosas do Brasil. O ex-ministro Antonio Palocci guarda informações bombásticas. Elas podem dar origem a uma nova fase da Operação Lava Jato para apurar negócios da TV Globo envolvendo sonegação fiscal, empresas de fachada no exterior e negócios em contratos do futebol. 
Tudo isso, foi apresentado em reportagem no programa Domingo Espetacular, da TV Record. (*)

A delação de Palocci, ex-ministro da Fazenda de Lula, deputado federal e chefe da Casa Civil de Dilma, é o pesadelo dos poderosos e pode complicar a vida dos irmão Marinho da Globo... E ele já disse que quer falar!

Condenado e preso em Curitiba, em abril declarou ao juiz Sérgio Moro que tem empresas importantes de grande porte que estavam ameaçadas de falência. 

Lembramos que na Copa do Mundo de 2002 completaram 50 anos de parceria entre a Globo e a FIFA.


Por causa de maus negócios, a Globo estava prestes a falir. De acordo com documento da Receita federal, a Globo comprou os direitos de transmissão dos jogos da Copa, sem pagar impostos no Brasil.

Para isso montou um esquema fraudulento através da empresa Empire e outras três empresas de fachada, criadas para esse fim, mas as investigações, só começaram a ser realizada pela Receita em 2005.
O esquema investigado foi revelado à imprensa em 2013 pelo jornalista Miguel do Rosário. 
A Globo criou uma serie de empresas para que ao final os direitos de transmissão passassem à Globo como por osmose, sem o pagamento de impostos devidos.

Como isso aconteceu? Transferiram recursos para o Uruguai, repassados para as Antilhas holandesas no Caribe, para a Holanda e finalmente para a Empire instalada nas Ilhas Virgens britânicas, também no Caribe, simulando investimentos, e finalmente passado a Empire.
Assim que a Empire ficou com os direitos de transmissão da Copa, a empresa foi dissolvida e os direitos ficaram com seus criadores: a Globo. 
Com essas manobras a Globo deixou de recolher R$ 170 milhões em impostos no Brasil. 
A Receita Federal acusou a Globo de simulação e a mulgou em 150% do valor sonegado e pretendia processar José Roberto Marinho por crime contra a ordem tributária.

Quando o assunto veio à tona em 2013 o valor da dívida já estava de R$ 615.099.000,00 devido correção monetária, juros e multas.
Foi então que ocorreu um episódio cinematográfico. Uma funcionária da Receita do Rio de Janeiro, Cristina Mari Ribeiro, que estava de férias, furtou o processo na véspera de ser remetido ao Ministério Público Federal (MPF).
Descoberta, foi condenada a 4 anos e 11 meses, mas não passou nem uma semana. Ficou livre por força de um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF).
Por não chegar ao MPF, o processo não se tornou investigação de ordem criminal e a funcionária Cristina M. Ribeiro, que mora em um condomínio de luxo na Av. Atlântica, de frente para o mar, responde ao processo em liberdade. 

Em 2014, quando a dívida acumulava 10 anos de multas, juros e correções monetárias, foi sancionada pela então presidente Dilma Rousseff e seu ministro da Fazenda Guido Mantega, a Lei 12.996 instituindo um Programa de Incentivo à  Inovação Tecnológica e adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Auto Motores. que no preâmbulo consta: 

Altera as Leis nos 12.715, de 17 de setembro de 2012, que institui o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores - INOVAR-AUTO, 12.873, de 24 de outubro de 2013, e 10.233, de 5 de junho de 2001; e dá outras providências. Ver tópico (15869 documentos)" (**). 

Mas, lá no meio havia um negócio de pai pra filho: 1 - pagos a vista, com redução de 100% (cem por cento) das multas.

 A Globo aproveitou para tirar, com 10 anos de atraso, seu nome da relação de devedores nesse Refis desenhado para contribuintes muito especiais. Pagou R$ 1 bilhão e deixou de pagar R$ 1 bilhão das multas.

A Globo fez pressão pela emissão da Lei? 
Palocci, que já não era ministro, colaborou nos bastidores do governo?
Que outras empresas se beneficiaram dessa Lei?
Quanto foi o valor perdoado nesse Refis muito especial, incluído em uma Lei que tratava de automotivos? 

Só uma investigação pode esclarecer os trâmites para a edição, aprovação e sansão dessa Lei.

Uma outra questão aponta para a herdeira do império de comunicação, Paula Marinho.

Em janeiro de 2016, a Polícia Federal (PF) fez busca na filial da empresa panamenha Mossack Fonseca (MF), em São Paulo, que oferecia a brasileiros serviços para criação de empresas no exterior, para esconder bens e sonegar impostos, e descobriu que Paula estava associada a três empresas: Aplus, Vancre e Juste
.
Antes da descoberta, o jornal O Globo havia definido a empresa Mossack como: "a serviço de ditadores e delatores". 

Pelas anotações apreendidas pela PF, Paula pagava mensalidades à MF, a partir de uma conta pessoal, para manter as três empresas de fachada no exteriro: Vancre, em Las Vegas-Nevada-EUA; Aplus Holden, no Panamá e a Juste, nas Ilhas Seicheles, no Oceano Índico, costa oriental da África. Eram empresas ligadas aos negócios de Paula Marinho e do então marido Alexandre. 

Sem concorrência pública, o casal conseguiu nos anos 90,  concessão de um estádio de remo na Lagoa Rodrigo de Freitas. Numa das renovações de contrato, Paulo assina como fiadora do marido. 

Nos últimos 20 anos, o estádio do Remo recebeu grandes investimentos públicos para os Jogos Pan-Americanos e as Olimpíadas, que o transformou em um lucrativo centro de lazer, com restaurantes e cinemas. 

Os donos da Globo afirmam que Paula nada tem com os negócios do agora ex-marido.
Se é assim, por que Paula sustentava três empresas de fachada no exterior?
E por que Paula, João Roberto Marinho e Alexandre compartilhavam o mesmo endereço no Rio, para a correspondência de suas três empresas?

Nos documentos das empresas de Paula, um nome se destaca: Lúcia Cortes Pinto, aparece como diretora de uma das empresas de fachada (Juste Internacional) e também num negócio envolvendo o "arrendamento operacional" de um helicóptero Augusta A 109 E Power à Agropecuário Veine Patrimonial Ltda.

Procurada pela produção, para saber se ela era usada como laranja por Paula, Alexandre ou pela Globo, Lúcia não foi encontrada no seu endereço no Rio de Janeiro. 

A delação de Palocci pode esclarecer muitas coisas. 
Sua esposa Margareth o incentiva à delação premiada. Recentemente, trocou de advogado. Contratou um escritório que participou da delação do doleiro Alberto Youself, peça chave da Lava Jato. 

O medo de que Palocci contará tudo e comprometer a Globo já ganhou força. O jornalista Reinaldo Azevedo, prevê que o estrago será grande. 
O jornal Valor Econômico, de propriedade dos irmãos Marinhos, abriu manchete reduzindo o alcance da delação: 
"Palocci descumpre promessa e delação fica improvável - ele apresentou muito menos informações e provas do que havia prometido".

Segundo fontes, a PF foi retirada da investigação pela PGR, e o MPF pressionou a PF para não aceitar a delação de Palocci, que teve idas e vinda durante meses.

Atualmente (16.10.2018), sabemos que a PF fechou a temida delação e o juiz Sérgio Moro a homologou e recentemente tirou o sigilo de algumas passagens em vídeo.

Mas algumas perguntas ainda estão sem respostas. 
Por que o MP não aceitou a delação de Palocci? 
Quais são os interesses que impedem que a delação sobre a Globo seja considerada?

Muita gente poderosa está apavorada com o que pode conter a delação. Aguardamos o desenrolar do processo, sem mais as pressões percebidas anteriormente.


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Nota: Texto baseado na reportagem apresentada no programa Domingo Espetacular, da TV Record, em 17/07/2017 - 10h28 (Atualizado em 21/02/2018 - 00h15)

Links: 

*  http://recordtv.r7.com/domingo-espetacular/videos/exclusivo-delacao-de-antonio-palocci-poe-tv-globo-na-mira-da-lava-jato-14092018

** https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/124326073/lei-12996-14