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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Ministros couro-fino

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, alertou aos que se mobilizaram domingo dia 30/6 a favor do ministro Sérgio Moro, Pacote Anticrime, Reforma da Previdência e contra os ministros solta-um, solta-outro e mais-outro, daquela corte considerada suprema, que quem se torna ministro tem "couro" para aguentar pressão e crítica. 


Constatamos que fatos recentes não avalizam essa afirmação. 

Atendo às demanda das minorias sociais e avançando sobre a competência do poder Legislativo, os ministros do Supremo consideraram - com apenas um voto contrário - que a homofobia tem as mesmas características do crime de racismo e, como tal, deve ter tratamento e penalidades similares.

Faz-se necessário lembrar que nem os menores vulneráveis vítimas de crimes de pedofilia ou estupro, nem os nascituros vítimas de aborto por conveniência ou motivos fúteis, tiveram essa mesma consideração e argumentação, provocada pela insistente, numerosa e ativa militância gay.


Como se viu, quem tem voz tem vez.


Quando será que os crimes de pedofilia e estupros de vulneráveis vão ter tratamento firme por parte dos parlamentares do Congresso Nacional ou então - trilhando na mesma esteira de argumentos à homofobia - pelos ministros do STF?


sábado, 30 de setembro de 2017

MAM - Violência a vulneráveis

As cenas de crianças sendo violentadas em suas inocências por uma pedradora em mostra no Museu de Arte Moderna, estão acontecendo porque as famílias não estão reagindo às aberrações que são apresentadas nos museus e espaços culturais, disfarçadas de arte. 
Os protestos ocorridos foram mínimos ante tanta sordidez.

Os militantes gramscistas usam de toda desfaçatez para apagar nas crianças e na juventude os valores familiares, morais e religiosos. Para isso, estão agora usando dos espaços de arte para cometer suas aberrações. 

É desse modo que tentam driblar os incisos do Código Penal que condenam as pessoas e entidades que cometem estupro de vulneráveis. 
O Juizados da Criança e Adolescente e a imprensa livre se deixa enganar, pela afirmação dos violentadores de inocentes de que isso é "arte interativa". 

Sob esse título poderão apresentar qualquer aberração em "performances", iguais ou mais violentadoras que essas. E os menos atentos ficarão passivos para não parecer serem contra a liberdade de expressão nas artes ou ser taxado de conservador, retrogrado e preconceituoso. 

Já era para o MAM já estar ocupado por pais e mães e obtida na Justiça uma liminar que obstasse esse tipo de "arte". Mas os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da luz. 

Após a forte reação da sociedade à mostra do Santander, programaram a "performance" criminosa para o primeiro dia da mostra, com público cativo.

Entretanto, fizeram questão de publicar nas redes sociais vídeos e fotos, em total descumprimento das leis que regulamentam contra a exposição de menores em programas, fotos, propagandas e vídeos. 

Os apresentadores de filmes, teatro e espetáculos são obrigados, por lei, a indicar a que público o espetáculo é indicado. No MAM não havia a indicação de idade mínima. Mas havia a informação de que crianças menores de 10 anos não pagam! 

Onde se encontra o juizado da criança e adolescente?!

Vale lembrar o que há dois mil anos, Jesus Cristo, o Mestre em amor e bondade, disse sobre aqueles que violentam a inocência de uma criança. 
"Se alguém escandalizar um desses pequeninos que creem, melhor seria que lhe prendesse ao pescoço a mó que os jumentos movem e o atirassem ao mar." (Marcos 9,42) 

Violentar a inocência de uma criança é crime que brada ao Céu. Seja cometido por um religioso pedófilo ou por uma mãe orientadora de "arte" no Museu de Arte Moderna (MAM). 
Ambos parece que estão dentro dessa maldição aos que conspurcam a inocência dos vulneráveis.

Enfim, continuamos no conforto no nosso mundinho, teclando nossa indignação. 

Só isso?! 


# Abaixo colo, para pais e educadores, o endereço do vídeo em que a pedradora induz  uma menina a tocar no homem nu.
* https://www.facebook.com/direitadosfatos/videos/966041813547193/



sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Direito à psicoterapia

No último dia 15, o juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal, concedeu liminar que, na prática, recupera a legitimidade do tratamento terapêutico a pessoas que desejam sanar suas angústias existenciais com forte conotação sexual. 

Com opiniões panfletárias e análises rasas demonizam o juiz imputando-lhe  palavras que não pronunciou: a homossexualidade é uma doença e tem cura!? 
E aí salta nas manchetes a tal "cura gay", que toda pessoa com o mínimo de conhecimento sabe que não existe. 

Certamente, muitos não leram a liminar ou, se leram, não têm compaixão nem compromisso com a verdade. 

É fato que muitas crianças foram estupradas por pessoas de maior força e idade. Ficaram traumatizadas e sofrem por isso. 

Algumas não conseguem se impor como pessoa livre, que pode exercer suas preferências sexuais, incluindo aí a heterossexualidade. 
Muitas desistem de mudar sua história de violência e se acomodam na estrutura social com dissimulações, silêncio e sofrimento. 

De modo análogo, há heterossexuais que não se sentem à vontade na família e na sociedade e que também têm todo o direito de procurar psicoterapeutas para ajudá-los nessas situações de angústia. 

Pessoas que sofreram violência sexual ou que ainda não se encontraram em sua sexualidade natural, e desejam mitigar seus traumas, têm todo o direito de procurar ajuda de terapeutas credenciados em psicologia.

O combate à pedofilia começa em casa.


Qualquer pessoa, independente de rótulos e preconceitos, tem o direito a tratamentos que ajudem a manter sua integridade física, mental e emocional. 

Impedir que essas pessoas utilizem de tratamento psicoterapêutico revela-se como mais uma violência aos já sofridos pacientes. 

Enfim, diferentemente do que alguns propagam, heterossexualidade e homossexualidade não são opções amorosas! Rita Lee já mostrou algumas dessas diferenças em seu sucesso Amor e Sexo*: "Amor é um, sexo é dois... Amor é divino, sexo é animal..."



* Composição musical de Arnaldo Jabor, Rita Carvalho, Rita Lee Jones Carvalho, Roberto Zenobio Affonso De Carvalho • Copyright © Warner/Chappell Music, Inc