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sábado, 30 de setembro de 2017
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Extinção da Renca
Criminosos travestidos de políticos assumiram os três poderes da República fazendo da governança um balcão de negócios, onde tudo o que é feito ou deixado de fazer tem que ter propina.
Deputados e senadores negociam com grupos econômicos propina para criar e aprovar leis que os beneficiem, abrir ou não uma CPI, convocar ou não suspeitos e testemunhas... Enfim, chantagear para vender votos e privilégios no varejo e no atacado.
O decreto do governo Temer acabando com a Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), na Amazônia, foi redigido de forma a acabar de vez com qualquer entrave aos grupos mineradores. Foi anunciado em feira internacional de mineração no Canadá, e só depois saiu no Diário Oficial da União (DOU).
O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, declarou que não sabia de nada, pois o decreto não passou pelo seu ministério!
E quem foi o responsável pelo decreto, que permite a exploração de minérios nobres em ampla área de preservação e reservas indígenas?
Certamente, quem emitiu negociou propina a receber aqui e no exterior, durante muitos anos. Ou não?
Na CPI dos Correios, Marcos Valério declarou na TV para todo o Brasil: "O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio".
E mais: "O ministro José Dirceu estava negociando com os banco, uma mina de nióbio na Amazônia". ¹
O Brasil é o único país do mundo que tem nióbio em abundância.
Os EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio do Brasil!!!
O nióbio é minério estratégico utilizado em produtos de alta tecnologia. Entretanto, é "vendido" com preços baixíssimos, sendo que a maior parte e contrabandeado.
Comparando com outro minério estratégico - o petróleo - é como se a OPEP vendesse o barril por só 1 dólar!!! O mesmo é feito com o ouro.
Há um silêncio de cúmplices por parte dos governos desde o fim do Regime Militar... Além da falta de interesse por parte dos militares, que chega a configurar crime de lesa-pátria!
Técnicos do meio ambiente informaram que os níveis de mercúrio nos rios que cortam aquela área estão 10 vezes maior que o tolerável!!!
O mercúrio é utilizado nos garimpos de extração do ouro.
Quando governantes e partidos políticos são chamados de Organizações Criminosas, não há qualquer exagero nisso.
Não há outro modo de chamar esses canalhas que assaltam os recurso da Nação há décadas, mantendo a população sofrendo em um subdesenvolvimento criminoso.
.....................................
Nota 1: O site Ferramula apresenta esse absurdo em: http://ferramula3.blogspot.com.br/2012/11/niobio-mensalao-o-publicitario-marcos.html
Colo a seguir dois parágrafos. Um deles foi ressaltado pelo próprio site.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Ministros se superaram
Num primeiro momento da seção de quinta-feira, dia 16, no Supremo Tribunal Federal (STF), todos os dez ministros presentes concordaram que é obrigação do Estado reparar eventuais danos morais provocados pela prisão em condições degradantes.
Na continuidade da seção, ficou decidido por 6 votos a 3 que os criminosos condenados e presos em condições degradantes, devem ser indenizados pelo Estado.
A maioria dos magistrados entendeu que essa reparação deve ser financeira, com pagamento de indenização, conforme proposta do relator do caso, ministro Teori Zavascki, que morreu em janeiro em um acidente aéreo.Votaram acompanhando o voto do então relator os ministros: Edson Fachin, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello e a presidente do STF, Cármen Lúcia.
Já o ministro Luís Roberto Barroso propôs em seu voto que a compensação fosse feita com abatimento nos dias restantes ao cumprimento da pena. Foi seguido por Luiz Fux e Celso de Mello.Ricardo Lewandowski, em evento em Portugal, não votou.
Na continuidade da seção, ficou decidido por 6 votos a 3 que os criminosos condenados e presos em condições degradantes, devem ser indenizados pelo Estado.
A maioria dos magistrados entendeu que essa reparação deve ser financeira, com pagamento de indenização, conforme proposta do relator do caso, ministro Teori Zavascki, que morreu em janeiro em um acidente aéreo.Votaram acompanhando o voto do então relator os ministros: Edson Fachin, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello e a presidente do STF, Cármen Lúcia.
Já o ministro Luís Roberto Barroso propôs em seu voto que a compensação fosse feita com abatimento nos dias restantes ao cumprimento da pena. Foi seguido por Luiz Fux e Celso de Mello.Ricardo Lewandowski, em evento em Portugal, não votou.
Pode ser que agora, finalmente, seja aprovada também a compensação para os cidadãos ou familiares dos assassinados, violentados, sequestrados, torturados, mutilados, incapacitados e roubados, devido ao descaso do governo com a Segurança, Saude, Educação e demais serviços previstos na Constituição como Direitos Fundamentais do cidadão.
Esses outros, cidadãos de bem, não cometeram crime e nem foram condenados. Não torturaram, mataram, mutilaram nem degolaram presos das facções rivais. Não destruíram as instalações públicas em que estavam abrigados. Não comandaram crimes contra a população, mesmo de dentro dos presídios. Não aterrorizaram a população mais simples e trabalhadora. Não extorquiram os familiares dos demais presos para não os massacrar ou matar. Não chantagearam nem ameaçaram agentes penitenciários e seus familiares para obter privilégios...
Enfim, as milhões de pessoas inocentes que sofrem por crimes cometidos pelos que agora estão presos, por foragidos ainda não presos, por criminosos ainda não identificados pela polícia e pelos próprios governantes da hora que, por ação ou omissão, deixam de lhes dar condições dignas de sobrevivência e os submete a situações degradantes.
Essas milhões de pessoas, serão indenizadas pelo Estado?!
Certamente, as diversas comissões de defesa dos Direitos Humanos, já devem estar se mobilizando para que isso ocorra no menor prazo possível. Ou não?
Essa decisão confirma mais uma teoria do cientista Albert Einstein que ao ser questionado sobre o infinito, respondeu que duas coisas lhes pareciam infinitas: o Universo e a estupidez humana.
Com algumas dúvidas quanto ao Universo.
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