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sábado, 14 de abril de 2018

Lava Jato chega aos fundos


Finalmente, a Lava Jato chegou aos rombos nos fundos de pensão.

O braço da Lava Jato no Rio de Janeiro alcançou nesta semana o esquema de corrupção do MDB e PT que causou prejuízo de R$ 20 milhões aos fundos de pensões dos Correios (Postali) e do Serviço Federal de Processamento de dados (Serpro).

Na chamada Operação Rizoma, foram presos: o economista Marcelo Sereno, ex-secretário nacional do PT e ex-assessor do ex-ministro José Dirceu; o ex-chefe de gabinete da presidência dos Correios na gestão de Wagner Pinheiro, Adeilson Telles; o lobista Milton Lyra, ligado ao MDB e o sindicalista Carlos Alberto Valadares, no cumprimento de 10 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão no Rio, São Paulo e Distrito Federal.

A PF não cumpriu o mandado contra Ricardo Siqueira Rodrigues, o Ricardo Grande, apontado como o maior operador de fundos de pensão no País. Aguarda ele se entregar.

A força-tarefa da Lava Jato avalia que os cerca de 300 fundos de pensão existentes no país sofreram prejuízos de R$ 62 bilhões nos esquemas que aplicavam grandes valores em empresas de fachada que só beneficiavam quadrilheiros, como o empresário Arthur Machado.

Tudo isso ocorria durante os governos de Lula e Dilma, nas vistas da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), da direção das estatais e dos conselhos deliberativos, onde a estatal possui maioria e poder de veto.

Com o impeachment de Dilma, Temer na presidência, investigações da Lava Jato e, para atender a legislação, a Previc determinou a cobertura imediata do rombo da pior forma. 
Jogou toda a responsabilidade financeira ao reequilíbrio técnico-atuarial dos fundos nas costas dos participantes, que nada tiveram a ver com as fraudes e atos criminosos cometidos pelos indicados do PT e MDB, nem considerou responsabilizar os dirigentes que dominaram as gestões dos fundos, a direção das patrocinadoras e nem a cúpula dos governos de Lula e Dilma, causando prejuízos bilionários aos participantes da ativa, aposentados e pensionistas.

Mudou o grupo no poder, mas permaneceu o interesse de evitar que os dirigentes que causaram os danos nas contas dos fundos fossem investigados, e tivessem seus bens interditados para um futuro ressarcimento aos fundos.

Já estão sendo descontados dos participantes dos fundos da Caixa Econômica (Funcef), Correios (Postalis) e Petrobrás (Petros), valores expressivos em seus contracheques, que alcança 27% do rendimento mensal, além da contribuição normal ao fundo. 
O pior é que a parcela de 27% do salário para ressarcimento não é considerada contribuição à previdência e, por isso, não é possível abater no Imposto de Renda.
           
Foi na Petros que ocorreu o maior rombo - R$ 27 bilhões, isso mesmo, bilhões - que já está sendo coberto pelos participantes, em significativas parcelas mensais descontadas no contracheque, que continuarão a ser cobradas, além da parcela normal da previdência privada Petros, pelo resto da vida dos aposentados ou pensionistas.

Lembramos que Wagner Pinheiro foi presidente da Petros desde 03.01.2003 até 31.12.10, isto é, durante os oito anos dos governos Lula. 
E a Operação Rizoma confirmou que PT e MDB também estão juntos nesse esquema de corrupção sistêmica e fraudes nos fundos de pensão das estatais. É a corrupção sistêmica.


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Lava Jato recupera bilhões roubados

A economia brasileira vem se recuperando desde que a Operação Lava Jato impediu que recursos públicos continuassem a ser desviados nos mesmos volumes ocorridos nos governos Lula e Dilma. 

Dilma, Cunha, Temer, Aécio e Lula se uniram


As melhorias poderiam ser bem maiores caso o governo Temer não gastasse R$ 53 bilhões do erário na compra de votos de deputados e senadores, mais de R$ 90 bilhões em perdões de dívidas, redução de impostos para  obter apoio de grupos econômicos com o "perdão" de dívidas bilionárias nem concedesse benefícios para barrar investigações contra ele e aprovar medidas contra os trabalhadores e a maioria da população não envolvida com os ilícitos ocorridos. 

A devolução de R$ 650 milhões à Petrobras é apenas uma pequena parte dos desvios calculados em R$ 10 bilhões. 
Mas ainda falta muito a recuperar à Petrobras e a outras entidades saqueadas nos governos Lula e Dilma. 

Nos Fundos de Pensão das Estatais o roubo soma R$ 70 bilhões!  

Só a Petros, Fundo de Pensão da Petrobras, sofreu prejuízo de R$ 27 bilhões, causados por investimentos fraudulentos acordados pelos então dirigentes do fundo, com aval da quadrilha instalada na petroleira sob a orientação de Lulaláu e cúmplices. 

Golpe semelhante ocorreu em todos os Fundos das Estatais, como o Postalis (Correios), Previ (Banco do Brasil) e Funcef (Caixa) e outros.

Os herdeiros desse esquema de corrupção já definiram através da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) que os beneficiários dos Fundos terão que cobrir os rombos!
Pouco farão para responsabilizar os bandidos que gerenciaram de modo a obter bilhões para a quadrilha, através de fraudes e conluios. 

Com Temer refém do PT, PP, PR, PSDB, DEM, etc., ameaçado de condenação em processos e na votação das reformas e que pouco farão para obter devolução dos valores através da Justiça, já decidiram, que os beneficiários dos Fundo pagarão para cobri os rombos criminosos. Os da Petros pagarão R$ 14 bilhões em parcelas mensais durante 18 anos!? Apostam que em breve os roubos serão esquecidos.

Valores desviados somam R$ 250 bilhões/ano


Voltando à recuperação dos valores desviados, vê-se que ainda há muito trabalho até se conseguir resgatar a fortuna roubada pelos investigados na Lava Jato e congêneres, hoje aplicada em bens móveis, imóveis, contas em paraíso fiscais e dinheiro vivo em salas, malas, escritórios, apartamentos, enterrado... É muito dinheiro na mão dos quadrilheiros!

Após a posse de Temer a Organização Criminosa que sequestrou a governança, continuou saqueando o Brasil... Agora, sob nova direção. 

A diferença é que os gangsteres ameaçados de serem obrigados a devolver os valores roubados, estão unidos contra a Lava Jato, independentemente de partido político e de ideologia. 
PMDB, PSDB, PT, DEM, PR, PP e PCdoB juram que são colegas desde pequenininhos!

Gilmar Mendes e o juiz Sergio Moro


Com o trabalho consistente feito pelo Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e pela Justiça sem partido, a verdade prevalecerá e muitos outros bilhões serão recuperados aos devidos donos... 

E quanto maior for o apoio da população à Lava Jato e aos seus condutores, mais operações serão realizadas e maior será o valor em dinheiro e bens recuperados dos criminosos que aí estão, tentando escapar da Justiça, a fim de desfrutarem os bilhões de reais roubados. 


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Sob nova direção


A revista VEJA sempre foi uma ferrenha defensora das privatizações, incluindo a da Petrobras, desde bem antes da roubalheira petista que destruiu a petrolífera. 

Presidente afastada Dilma e
seu mentor Lula.

Isso ficou demonstrado com a reportagem "Aos Petroleiros com Carinho", publicada na véspera de um debate de candidatos à presidência da República, informando que a Petrobras iria efetuar o aporte dos valores que devia à PETROS, desde que abriu para a participação de antigos empregados da Petrobras, que não haviam contribuído desde suas admissões na Empresa. 

A reportagem induzia os candidatos e a todos, se posicionarem contra a Petrobras.
Mas como demonstra os registros contábeis da Empresa, o pagamento dessa antiga dívida até hoje não ocorreu. Desde aquela época, essa dívida vem sendo empurrada ás "calendas gregas", por todas as gestões da Petrobras.

Jornalista Marco Villa, à direita

A parcialidade da VEJA sempre foi visível, por estar atrelada aos interesses de seus financiadores, clientes e eventuais interessados em influir nas notícias ou divulgar meias verdades. 

Enquanto publicava notícias denunciando os membros da organização criminosa petistas e cúmplices de outros partidos, sofreu críticas dos donos do poder à época - que defendiam controle dos meios da comunicação pelo Estado -, sofrendo até ataque contra sua sede em São Paulo, com pichação, depredação e outros danos. 

Jornalista Joice Hasselmann

Isso já é passado. Percebo que a VEJA está sob nova direção já há algum tempo.

O notório petista-ativista, André Petry, é o novo diretor de redação da revista. Conclusão óbvia: a organização criminosa petista e cúmplices, estão mandando na VEJA - que passa por dificuldade financeira momentânea.



Vem daí as demissões dos profissionais que não pactuaram com a nova direção. A demissão da repórter, jornalista e âncora da TVeja, Joice Hasselmann, em novembro de 2015, foi uma das primeiras percebida pelo grande público. Ela revelou qual foi o motivo da demissão: um vídeo sobre o desgoverno do PT.*

Jornalista Rodrigo Constantino

Depois vieram as demissões do jornalista-colunista-historiador, Rodrigo Constantino, do historiador e apresentador do quadro "Sem edição" na TVeja, Marco Villa, e a do editor executivo, Carlos Graieb.

O controle das comunicações é um fundamento estratégico, proposto pelo filósofo italiano marxista, Antonio Gramsci, para se obter e manter o poder.

Toda e qualquer parcialidade, de qualquer grupo político, nos meios de comunicação é prejudicial à Nação. 

Quem quiser saber das novas intenções e propostas editoriais da revista VEJA, basta ler as diversas determinações emitidas nos Congressos do PT e do Fórum de São Paulo. 


* Link do vídeo apresentado por Joice, no quadro "Salto agulha" da TVEJA:
 < https://www.youtube.com/watch?v=UtZy7kt__78 >

Nota: Atualização em 26.12.2016: 
As perspectivas da VEJA ficar sujeita aos interesses do PT não se confirmaram. A revista tem se mantido no melhor do jornalismo nacional. Graças a Deus!