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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Voto contra corrupção

O confronto no segundo turno eleitoral não será entre a esquerda e a direita, como se diz por aí. 

A maioria dos brasileiros votarão contra a corrupção sistêmica instalada em todos os níveis de governo pelos chefes do PT, MDB, PSDB e outros, como revelam as investigações da Operação Lava Jato e congêneres.

Também não deixarão de votar em Jair Bolsonaro porque ele seria violento, machista, homofóbico, etc. mas sim porque os corruptos-corruptores, que não serão "acomodados" no seu governo, têm dinheiro estocado para gastar em propagandas difamatórias, fake news e compra de votos. 

Com o apoio da população trabalhadora, esses canalhas perderão privilégios, propinas e a certeza da impunidade. 

E a Lava Jato terá todo o apoio necessário para continuar a investigar e punir exemplarmente os bandidos corruptos, restaurando e valorizando o cumprimento das leis, a honestidade e a ética no tratamento dos bens e recursos públicos. 

O PSDB de FHC, participante do Foro de São Paulo cujo objetivo é implantar o comunismo na América Latina, já anunciou se aliar ao PT no segundo turno. 

O PT ganhou em 2002, 2006, 2010, 2014 e só agora em 2018 diz que vai fazer o que não fez em 14 anos? Durante todo esse tempo enganou o povo com esmola e propaganda, enquanto acumulava bilhões em propina, roubos, fraudes... 


O MDB e demais partidos envolvidos nos esquemas de propinas, mensalão, petrolão, certamente apoiarão o PT, considerado organização criminosa por membros do Judiciário, é comandado de dentro da prisão, como ocorre com outras quadrilhas de bandidos.

Bolsonaro eleito presidente é uma ameaça tão concreta aos políticos criminosos e grupos econômicos beneficiados por eles, que já partiram para o assassinato!

Alguém lembra de tentativa semelhante ocorrida no país?

Pois é, nem eu! 

Vote contra bandidos de colarinho branco, atentando àqueles que não informam a sigla do partido, apenas o número do candidato para enganar o eleitor.

Vote contra a corrupção. Vote a favor do Brasil que toda pessoa de bem quer: com saude, segurança, educação, emprego, paz, ordem e progresso.  



domingo, 16 de setembro de 2018

Enfrentar corruptos

Eu não ia votar em Bolsonaro! Meu candidato era o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa. 
Quando ele desistiu do pleito fiz pesquisa para escolher um novo candidato e escolhi Bolsonaro que, depois de 17 anos na política, não foi denunciado nos inúmeros esquemas de corrupção. 

Joaquim Barbosa declarou que apenas dois parlamentares não foram citados no processo do Mensalão: Bolsonaro foi um deles. 
Não participava da troca de favores para ter seus projetos aprovados. Aprovou apenas dois, além de vários que teve de apresentar através de outros deputados. 

Joesley Batista disse que comprava os parlamentares e candidatos, menos Bolsonaro. 

Só um político capaz de resistir à corrupção sistêmica implantada no país, é capaz de enfrentar o ataque dos corruptos que apoiam candidatos que prometem no primeiro dia de governo vão anistiar Lula e todos os demais investigados e condenados pela Lava Jato... 
E os recursos da Nação voltarão a ser desviados para enriquecer os mesmos canalhas. 
É por isso que todos os bandidos estão unidos contra Jair Bolsonaro. 

Para vencer essa escória político-econômica precisa ter coragem e o apoio da população que deseja um Brasil livre dessas organizações criminosas que impedem o progresso e desenvolvimento social.

PT, PSDB, MDB e cúmplices já mostraram do que são capazes de fazer para se locupletarem nas 
governanças.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Gestação da violência

Jair Bolsonaro candidato pelo PSL
Os criminosos ameaçados ou presos pela Operação Lava Jato e congêneres estão unidos contra Jair Bolsonaro, único candidato à presidência da República que ameaça o domínio da corrupção e da impunidade no país. Como é próprio dos canalhas, investem pesado nas mídias acusando-o de violento, racista, homofóbico, nazista, intolerante...

Um olhar além das calúnias propagadas mostra quem em suas atitudes e ações implantou a violência há décadas.

Não foi Bolsonaro que produziu a grave insegurança atual. 
Essa violência é resultado das gestões omissas e lenientes com criminosos. E vem crescente desde o governo Sarney/MDB, 8 anos de FHC/PSDB e 14 anos de Lula-Dilma/PT. 

Afinal, não foi Bolsonaro que ameaçou os brasileiros com o exército de Stédile; disse que odeia a classe média; disse que a direita deve ter um bom paredão, uma boa bala e uma boa cova; que incitou pegar em armas no impeachment de Dilma; declarou que para prender Lula vai ter que matar muita gente; convocou militantes para estourar cabeças de juízes e coxinhas; permitiu a formação e expansão das facções e milícias do crime, tornando CV e PCC cabos eleitorais cativos; dividiu o povo em nós/eles, pobres/ricos, brancos/negros, homos/héteros, sulistas/nordestinos; incitou estuprar a apresentadora do jornal do SBT; contratou bandidos para torturar e matar Celso Daniel; planejou e matou Marielle e Anderson; desviou R$ 250 bilhões/ano dos serviços públicos, com fraude em licitação, contratos superfaturados e recebimento de propina; impôs às crianças cartilhas gays nas escolas; invadiu e destruiu prédios, casas, fazendas e pesquisas científicas; apoiou no Congresso a quem lhe paga mais; agrediu e quase mata opositor em frente ao Instituto Lula; que esfaqueou o candidato... 

Candidato esfaqueado no abdômen
Não é culpa de Bolsonaro a violência e a insegurança que assola o Brasil, e tornou seus cidadãos reféns dos criminosos.

O brasileiro já percebe que os graves problemas atuais são causados pela corrupção sistêmica, implantada nas governanças pelo PT, PSDB, MDB et caterva. 

Só uma reta e firme intolerância à corrupção, à impunidade e aos criminosos contumazes é capaz de realizar a mudança que todos os cidadãos de bem desejam para o nosso País.



sábado, 25 de agosto de 2018

​Voto concreto à mudança

​A grande maioria do povo brasileiro quer escolher um presidente da República que esteja disposto a mudar o sistema corrupto que desvia os recursos da Nação para organizações criminosas partidárias e afiliados revelados pela Lava Jato. Dos presidenciáveis com chances de chegar ao segundo turno apenas Jair Bolsonaro demonstra disposição e coragem para enfrentar os canalhas instalados nas governanças e nos grupos beneficiados pela corrupção.
Vejo-o como a única e talvez a última esperança que o eleitor tem para mudar o que aí está e permitir que os recursos públicos sejam usados em benefício da população e de empreendedores não envolvidos nas bilionárias propinas dos "campeões nacionais" de Lula.​

Em seu governo, o Orçamento da União e as Reformas da Previdência, Tributária, Fiscal e Política serão de responsabilidade do Legislativo, eliminando assim as chantagens e o toma-lá-dá-cá com a tal "base de apoio". Declara total apoio à Lava Jato e às investigações dos criminosos de colarinho-branco que saqueiam o País há décadas e impedem seu progresso e desenvolvimento econômico, político e social.   

Já sabemos o que PSDB, PT, MDB e cúmplices fizeram e continuarão fazendo: distribuir recursos públicos entre si e manter os milhares de esquemas de corrupção, que desviam cerca de R$ 250 bilhões/ano do erário!
Em 2002 votei na esperança de mudança em Lula-PT, pois já conhecia FHC-PSDB, comprador de parlamentares para aprovar a reeleição, com Sérgio Motta como o homem-mala. Eu e milhões de brasileiros fomos enganados.

Que nosso voto seja afirmação concreta pela mudança, já no primeiro turno. Pois no segundo todos os bandidos estarão unidos contra ele. Nosso apoio é fundamental. 
Bolsonaro como presidente enfrentará as quadrilhas e implantará um novo sistema presidencialista. Voto na esperança, voto em Bolsonaro!


domingo, 19 de agosto de 2018

Voto na esperança

A grande maioria do povo brasileiro quer escolher um presidente da República que esteja disposto a mudar o sistema corrupto que desvia os recursos da Nação para organizações criminosas partidárias e seus afiliados.

Já sabemos o que os candidatos do PSDB, PT e MDB fizeram e vão continuar fazendo: distribuir os recursos públicos entre seus cúmplices para manter a corrupção atual revelada pela Lava Jato e congêneres.

Alckmin disse que ninguém governa sozinho. Mas não precisava acolher o de pior da política brasileira em troca de alguns minutos de propaganda eleitoral nas rádios e TVs.

Vejo apenas dois candidato dispostos a mudar essa situação e que têm possibilidades de chegar ao segundo turno: Marina Silva e Jair Bolsonaro.

Entretanto, não vejo em Marina condições de combate e enfrentamento aos bandidos instalados nas governanças, nos grupos econômicos e nas empresas que se beneficiam dos esquemas de corrupção. 

Vejo Jair Bolsonaro como a única - e talvez a última - esperança que o eleitor tem para mudar o que aí está e permitir que os recursos públicos sejam usados em benefício da população e de empreendedores que não estão envolvidos com as bilionárias propinas dos "campeões nacionais" de Lula.

Em seu governo, o Orçamento da União e as reformas da Previdência, Fiscal e Política serão de responsabilidade do Legislativo, eliminando as chantagens e o toma-lá-dá-cá negociado com a tal "base de apoio parlamentar".

Os recursos que iriam enricar os políticos, seus cúmplices, apaniguados e partidos serão utilizados no custeio dos serviços públicos carentes e desorganizados.
Essa quantia desviada é estimada em R$ 250 bilhões/ano!

Ele já declarou que dará  total apoio à Lava Jato e às investigações dos criminosos de colarinho-branco que saqueiam o País há décadas e impedem seu progresso e desenvolvimento econômico, político e social. 

Em 2002 votei na esperança de mudança em Lula-PT, pois já conhecia FHC-PSDB, comprador de parlamentares para aprovar a reeleição, com Sérgio Motta como o homem-mala.

Eu e milhões de brasileiros fomos enganados por Lula, e hoje sabemos do quanto o PT é capaz de corromper para continuar seu projeto de poder e enriquecimento ilícito.

A eleição de Bolsonaro como presidente da República será o início da implantação de um novo sistema presidencialista. 

Voto na esperança, voto em Bolsonaro!  
  


sábado, 14 de abril de 2018

Lava Jato chega aos fundos


Finalmente, a Lava Jato chegou aos rombos nos fundos de pensão.

O braço da Lava Jato no Rio de Janeiro alcançou nesta semana o esquema de corrupção do MDB e PT que causou prejuízo de R$ 20 milhões aos fundos de pensões dos Correios (Postali) e do Serviço Federal de Processamento de dados (Serpro).

Na chamada Operação Rizoma, foram presos: o economista Marcelo Sereno, ex-secretário nacional do PT e ex-assessor do ex-ministro José Dirceu; o ex-chefe de gabinete da presidência dos Correios na gestão de Wagner Pinheiro, Adeilson Telles; o lobista Milton Lyra, ligado ao MDB e o sindicalista Carlos Alberto Valadares, no cumprimento de 10 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão no Rio, São Paulo e Distrito Federal.

A PF não cumpriu o mandado contra Ricardo Siqueira Rodrigues, o Ricardo Grande, apontado como o maior operador de fundos de pensão no País. Aguarda ele se entregar.

A força-tarefa da Lava Jato avalia que os cerca de 300 fundos de pensão existentes no país sofreram prejuízos de R$ 62 bilhões nos esquemas que aplicavam grandes valores em empresas de fachada que só beneficiavam quadrilheiros, como o empresário Arthur Machado.

Tudo isso ocorria durante os governos de Lula e Dilma, nas vistas da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), da direção das estatais e dos conselhos deliberativos, onde a estatal possui maioria e poder de veto.

Com o impeachment de Dilma, Temer na presidência, investigações da Lava Jato e, para atender a legislação, a Previc determinou a cobertura imediata do rombo da pior forma. 
Jogou toda a responsabilidade financeira ao reequilíbrio técnico-atuarial dos fundos nas costas dos participantes, que nada tiveram a ver com as fraudes e atos criminosos cometidos pelos indicados do PT e MDB, nem considerou responsabilizar os dirigentes que dominaram as gestões dos fundos, a direção das patrocinadoras e nem a cúpula dos governos de Lula e Dilma, causando prejuízos bilionários aos participantes da ativa, aposentados e pensionistas.

Mudou o grupo no poder, mas permaneceu o interesse de evitar que os dirigentes que causaram os danos nas contas dos fundos fossem investigados, e tivessem seus bens interditados para um futuro ressarcimento aos fundos.

Já estão sendo descontados dos participantes dos fundos da Caixa Econômica (Funcef), Correios (Postalis) e Petrobrás (Petros), valores expressivos em seus contracheques, que alcança 27% do rendimento mensal, além da contribuição normal ao fundo. 
O pior é que a parcela de 27% do salário para ressarcimento não é considerada contribuição à previdência e, por isso, não é possível abater no Imposto de Renda.
           
Foi na Petros que ocorreu o maior rombo - R$ 27 bilhões, isso mesmo, bilhões - que já está sendo coberto pelos participantes, em significativas parcelas mensais descontadas no contracheque, que continuarão a ser cobradas, além da parcela normal da previdência privada Petros, pelo resto da vida dos aposentados ou pensionistas.

Lembramos que Wagner Pinheiro foi presidente da Petros desde 03.01.2003 até 31.12.10, isto é, durante os oito anos dos governos Lula. 
E a Operação Rizoma confirmou que PT e MDB também estão juntos nesse esquema de corrupção sistêmica e fraudes nos fundos de pensão das estatais. É a corrupção sistêmica.