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sábado, 8 de junho de 2019

Bolsonaro e a Globo


É revelador o que ocorre com a rede Globo nesses cinco meses de governo Bolsonaro: demissões, reduções de salário, perda de audiência e de credibilidade ao assumir abertamente posição contra o atual governo federal e distorcer fatos em seus programas de jornalismo e notícias. 

Exemplo disso assisti quando da aprovação da reforma administrativa do governo, com redução de 29 para 22 ministérios, sem a inclusão de mais dois ministérios como queriam os deputados chantagistas do Centrão.

Entretanto, a manchete foi "governo sofre nova derrota no Congresso", com a aprovação do destaque que tirou o Coaf do ministério da Justiça e Segurança Pública, com Sérgio Moro, e passou a Paulo Guedes no ministério da Economia.

O fato de reduzir 7 ministérios, otimizar estruturas perdulárias de governos anteriores com até 39 ministérios ou com status de ministério, e a economia dos gastos na manutenção dessas estruturas, isso foi olimpicamente esquecido. 

Essas distorções dos fatos também estão presentes nos comentários e direcionamentos de âncoras, colunistas e de seus contratados.
O ambiente é tenso com a determinação de cortar custos e economizar.

Fica visível a todos que a empresa tinha nos governos anteriores a garantia de aportes significativos em verbas de propaganda, como forma de obter apoio á ideologia comunista-socialista e a leniência ante os erros e ilícitos por eles cometidos. 

Esse proceder era usual nos meios de comunicação nas últimas décadas: falar bem de quem paga as contas, atender suas demandas e interesses ideológicos. 

Lembro que no governo FHC, deparei-me com propaganda da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) na revista VEJA, preenchendo oito páginas com fotos para dizer nada além do óbvio.

Liguei para redação questionando o significado do desperdício, e que esse "agrado" iria interferir na hora de divulgar e investigar os atos do governo. 
A pessoa que me atendeu, disse que Redação e Publicidade estão em diretorias separadas... E acrescentou, que a publicação "graciosa" estava em todas as revistas semanais e jornais do país!!!

Dá para imaginar a frustração que dirigentes de empresas privilegiadas com verbas milionárias de governos passados têm em relação à essa nova forma de governar. 

Entretanto, não me parece que isso seja o motivo dessa campanha de ódio contra Bolsonaro, visto que outras empresas de comunicação sofrem da mesma falta de verba do governo e ajustam orçamentos, sem comprometer o jornalismo dos noticiários e demais programas. 

Parece haver outros interesses contrariados, além das verbas milionárias sustadas pelo governo Bolsonaro.

Outros grupos ideológicos e econômicos enricaram nos governos petistas e tiveram os planos frustrados por um capitão sem recursos, a não ser a verdade e a proposta de mudança.

Adélio não é um acaso em Juiz de Fora - MG, e se ele não dispor de atenção especial, pode ser "suicidado" na prisão.

O objetivo de remover o líder da mudança continua. Os órgãos de segurança do presidente já sabem do que são capazes. Toda segurança ainda é pouca.
A clonagem do celular do ministro Sérgio Moro é parte desse cerco em tocaia. Por sorte foi detectada.

Com essa forma de Bolsonaro governar em benefício da população, sem desperdiçar recurso público, combatendo a corrupção e o crime organizado que afundaram o país, quem ganha é o povo brasileiro, é a democracia fortalecida.



domingo, 3 de julho de 2016

Propagandas + ou -

A rede Globo está veiculando intensa propaganda - tipo institucional - para o agronegócio, com afirmações no mínimo exageradas, quando conclui que agro é pop, agro é tec, agro é tudo... Aí, entra o símbolo da TV Globo em preto e branco e depois os embutidos Seara. Um estranho exagero, principalmente considerando que os embutidos não são saudáveis e que Tudo é Deus. Isso é a intenção subliminar, que o agro criado por Deus é tudo e a Globo também é deus todo poderoso.

O casal global, Luciano e Angélica, abrem comercial na cozinha onde a mãe serve macarrão e salsicha vitaminada para a filha se preparar para uma prova. Passa e divide a vitória com a mãe: Nós passamos! Será que macarrão com salsicha é cardápio adequado para vestibulandos. Cadê as verduras, saladas, grãos integrais de uma alimentação saudável?

A boa surpresa ficou por conta da propaganda de cerveja, onde a garota - finalmente - é protagonista de fato, dizendo com clareza e simpatia todas a falas, sem precisar focar nos glúteos rebolativos e seios siliconados.

A propaganda da C&A para o Dia das Mães, com a garotinha fazendo uma declaração de amor à mãe que conta histórias, tem o merecimento da atriz emocionada sob direção contida, fotografia e enquadramentos envolventes.

Na contra-mão vem um anúncio em que a adolescente oferece ajuda ao avô para mexer no Smartphone. O avô reclama dela e das pessoas que acham que idosos não sabem tratar com os aplicativos atuais. Isso é fato. Pensar que sabem, é estupidez igual a da velhinha meio surda, que xinga o marido que lembra com seus botões que # é o jogo-da-velha.

Já a garotinha feliz, que chama o pai para ver o pinguim virtual que acordou e quer comer, é outra peça que salta fora da mesmice.
A participação apenas gentil do pai, acionado pela mãe - "Dá comidinha pro pinguinzinho. Dá comidinha pro pinguinzinho." - é percebida pela menina, que paga na mesma moeda quando o pai, todo empolgado, mostra o som do carrão que troca a música com comando de voz - "Troca, musiquinha. Troca, musiquinha."


O olhar calmo mas atento da menina e o divertido sorriso da mãe, que a tudo observa, são importantes na integração da peça publicitária.

Que bom seria se as propagandas tivessem sempre esse preciso tratamento por parte das agências de publicidade. Até hoje, revejo com admiração a propaganda das Óticas Ernesto, feita há mais de 30 anos.

A adolescente de óculos descobre que o garoto da praia também usa óculos. Vem a paquera, a procura da casa em moto, a descoberta, a amiga empurrando-a para falar na janela, o acerto para a praia amanhã e os pulos de alegria das meninas extravasando em alegria são singelas preciosidades em lirismo e saudade.