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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Com os pés no chão

Creio que ninguém esperava que o governo Bolsonaro fosse tranquilo. 

São inúmeras as dificuldades preparadas pelos membros das organizações criminosas que saqueiam os recursos do país há décadas e querem manter o mecanismo institucionalizado de corrupção. 

Em todo lugar há ilícitos a apurar, julgar e punir. 

E isso continuará por muito tempo sob cerrada campanha dos atingidos pela singela e óbvia sistemática implantada pelo presidente Bolsonaro: se errou, será responsabilizado.

 As barbáries usadas pelos criminosos contra o governo Bolsonaro serão iguais ou piores do que as cometidas ante o primeiro e segundo turno eleitoral. 

O atentado contra a vida de Bolsonaro mostra o que ainda vem por aí para tentar impedir a implantação das medidas que transformarão uma cleptocracia em democracia.

Com sabedoria e persistência os criminosos serão investigados e punidos ao longo dos próximos quatro anos de muita luta.

É um novo Brasil que surge, sem mais a certeza de ganhos e impunidade a bandido de qualquer espécie... Por mais poderosos que pareçam ser.





terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Reajuste do Salário Mínimo

O salário, ó...
O salário mínimo (SM) é reajustado com "fórmula" implantada no primeiro mandato do presidente FHC, na qual são considerados, além do índice oficial da inflação do ano anterior (IPCA/IBGE), o índice do PIB de dois anos antes. 

A intenção era que o trabalhador recebesse um pouco mais do que a reposição da inflação que já corroera o salário durante todo o ano. 

Depois do Plano Real não se imaginava que o Brasil ainda viesse a ter PIB negativo, como ocorreu em 2015 e 2016. 

Para o cálculo SM de 2018, somou-se o IPCA de 2017 (2,95%) com o PIB de 2016 (-3,6%) que resultou em um percentual negativo [ 2,95 + (-3,6) = 2,95 - 3,6 = - 0,85%], o que levaria a uma redução do SM ao invés de aumento. 

O governo Temer escolheu o índice de 1,8% (!?) para reajustar o SM de 2018 que resultou no valor de R$ 954,00. Esse foi o menor reajuste dado ao SM desde 1998, que não recompôs nem as perdas com a inflação de 2,95%, medida no ano, inflação que é de responsabilidade do próprio governo. 

Para manter o valor real do SM o valor deveria ser de R$ 962,00, uma diferença de R$ 8,00 a menos. 

Na época (jan/18), Temer declarou que faria a compensação no reajuste para 2019... 
Não lembrou e não fez a compensação.

Pois para o SM de 2019, a "fórmula" foi aplicada com precisão: somou-se o IPCA de 2018 (3,75%) com o PIB de 2017 (1,0%) que resultou no percentual positivo de 4,75% que atualizou o SM para R$ 998,00. 

Para os menos atentos, vale lembrar que o primeiro presidente a transgredir a tal fórmula - determinada em lei para o reajuste do SM - foi seu próprio autor: FHC. 

Em 1996, Fernando Henrique Cardoso garfou R$ 6,00 da atualização devida ao SM, com "argumentos" típicos dos prestidigitadores e estelionatários. 

A fórmula de reajuste do SM está valendo até 2019. Depois disso, os governantes poderão mantê-la como está ou aperfeiçoá-la, de modo que o reajuste dos que ganham o salário mínimo cubra, pelo menos, as perdas causadas pela inflação no ano anterior. 

Não é assim que fazem os servidores públicos que ganham salário máximo e muitos penduricalhos que triplicam o dito salário? 

Parece-me uma perversidade que o controle das contas públicas em geral, e da Previdência em particular, seja obtido tungando, aqui e ali, alguns reais daqueles que ganham o mínimo para sobreviver, como fez FHC em 1996, Temer em 2018... 

Que o governo Bolsonaro não utilize essas dissimulações desumanas. É muito provável que com o combate rijo à corrupção, que desviava os recursos da nação para as organizações criminosas, as contas públicas terão esse ganho adicional a fortalecer seu equilíbrio.

domingo, 6 de janeiro de 2019

Meninos de azul, meninas de rosa

Os comunistas-fascistas-bolivarianos aproveitaram a fala de Damara Alves, chefe do ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, para aparecerem nas mídias.

As princesas dos estúdios Disney
Criticam a ministra por ter, logo após o seu discurso de posse, lembrado aos partidários e assistentes que o governo é outro, repetindo o antigo ditado "meninas vestem rosa, meninos vestem azul", que parece afrontar os defensores da tal ideologia de gênero.

Os esquerdopatas consideram que esse costume das gestantes de usar rosa para filhas e azul para filhos faz parte do arsenal que implantou o machismo (!?) na nossa sociedade e que as cores nada tem a ver com sexualidade, gênero, masculinidade e feminilidade. 

É óbvio que a cor da roupa não determina o sexo de quem a veste. Entretanto, elas simbolizam ideias que assumem e integram os costumes dos povos em toda a história da humanidade.

Meninas de rosa e meninos de azul é considerado inaceitável para aqueles que vêm tentando incutina mente das crianças, desde a primeira infância, que elas não são nem menino nem menina! Argumentam que defendem a liberdade das crianças ao afirmar que elas podem ser do "gênero" que quiserem. 

Para apoiar a teoria na prática, os inspiradores dessa ideologia elencam cerca de 70 "gêneros" para as crianças escolherem o que querem ser, quando e onde quiserem "ser"Haja criatividade, é muita "diversidade de gênero"! 

Só cabeças criminosas são capazes de imaginar aberrações como estas, aproveitando a fragilidade e a vulnerabilidade infantil para confundir e despersonalizar as crianças com objetivo de manipulá-las de acordo com seus interesses de dominação do povo, da nação. 

Pode até ser que alguns militantes que defendem essas ideologias esdrúxulas não sejam canalhas! Mas não resta dúvida de que todos eles agem como criminosos da pior espécie ao tentar conspurcar, de forma consciente e programática, a liberdade e a inocência das nossas crianças.

É natural que uma gestante espere um filho ou filha... Com saúde! 
Não espera um ser indefinido, uma coisa, um coiso, um coisix, que deverá ser amoldado de acordo com o partido dominador que determina, de antemão, o que o fruto de sua gravidez não pode ser.

Os sexos das pessoas são determinados pela ciência biológica com base nos cromossomos X e Y. Na natureza ocorre apenas duas combinações entre eles: xx e xy. A primeira define o macho e a segunda a fêmea. Para decepção de alguns militantes, não há a combinação yy, ou um terceiro sexo. Ponto.

De acordo com essas mentes doentias os filhos não podem ser uma pessoa integrada aos valores da família, aos costumes e à cultura da sociedade em que vive, livre da obrigação de adotar aberrações impostas por ideologias alienígenas de regimes totalitários, tais como: comunismo, fascismo, nazismo...

sábado, 15 de dezembro de 2018

A listagem do Coaf



Durante uma semana e meia a Globo e grande parte da mídia fizeram maior carga em cima do assessor do deputado Flávio Bolsonaro (PSL) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Fabrício de Queiroz, incluído numa lista de 75 pessoas levantadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) por fazerem movimentações bancárias suspeitas, que somam R$ 207 milhões. 

Mas só no dia 13 o Jornal Nacional da Globo apresentou reportagem* com as movimentações suspeitas detectadas pelo Coaf, por pessoas ligadas a outros deputados da Alerj, com valores que não passam despercebidos a ninguém: André Ceciliano (PT) presidente da Alerj R$ 49 milhões; Paulo Ramos (PDT) R$ 30 milhões; Márcio Pacheco (PSC) R$ 25 milhões; Luiz Martins (PDT) R$ 18 milhões; Dr. Deodalto R$ 16 milhões; e Carlos Minc (PSB) R$ 16 milhões.

O maiores movimentadores acima citados somam R$154 milhões, ficando R$ 53 milhões com os que movimentaram menos do que R$ 16 milhões.

A reportagem não menciona o assessor de Flávio Bolsonaro que movimentou R$ 1,2 milhões no ano de 2018, dando a impressão aos menos atentos que se trataria de um outro levantamento. Desse modo, evitou-se o comparativo que deixaria explícito o jornalismo marrom da Globo.

Ao todo foram listadas 75 pessoas ligadas a deputados de 14 partidos políticos: Avante, DEM, MDB, PDT, PHS, PRB, PSB, PSC, PSD, PSDB, PSL, PSOL, PT e o Solidariedade. 
Há partidos em que mais de uma pessoa fizeram movimentações bancárias suspeitas. 

Ao carregar nas manchetes e em tempo de exposição do assessor Fabrício Queiroz, de Flávio Bolsonaro do PSL, filho do presidente eleito Jair Bolsonaro do PSL, e "esquecer" por pelo menos 11 dias os demais listados, a Globo confirma sua parcialidade editorial que a tem condenado ao descrédito pela população mais esclarecida.

* Link da reportagem apresentada pelo Jornal Nacional da TV Globo: 
https://globoplay.globo.com/v/7229675/?fbclid=IwAR1G5gupOHOa4MfNPj_4yi9URoMCu3pUcoTgsbskSl04jkvZIZBIXE3GdwM


terça-feira, 11 de dezembro de 2018

O advogado e o ministro

No vídeo do advogado Cristiano Caiado Acioli (foto) e o ministro Lewandowski no avião, uma coisa me causou estranheza: os passageiros ficaram calados sem esboçar qualquer manifestação.

Se quisermos de fato remover da vida pública aqueles que prejudicam a nação e seu povo, será preciso superar o medo que acovarda.

Caso venha a encontrar algum dos quatro urubus de toga do STF, farei como o advogado: vou entabular conversa e repetir a cada um o que já foi dito a eles por seus pares do STF, sem que houvesse qualquer ameaça de prisão. 
Vamos por partes:

A Gilmar (Beiçola) Mendes, repetirei as palavras do ex-ministro Joaquim Barbosa, durante o julgamento do Mensalão: "Vossa Excelência envergonha o Judiciário". Guardo vídeo em arquivo para comprovação.

A Lewandowski, repetirei o que Gilmar lhe disse em seção plena do STF: "Eu não fraudei eleições em São Bernado do Campo".

Ou então perguntar: No julgamento do impeachment de Dilma Rousseff, V. Excia. interpretou um econstante no texto constitucional, como se fosse ou. 
Fez isso por miopia jurídica, para atender o patrão ou só de sacanagem?

Quanto a Marco Aurélio, repetirei a pergunta que ele fez ao jornalista no programa Roda Viva: "Você então, não confia na sua Suprema Corte? Não." respondeu o jornalista, deixando-o com cara de quem diz: "essa 'prensa' sempre deu certo". 
Já deu.


Ao Totó foli de Gilmar, perguntarei se os ministros da Suprema Corte não deveriam ser aprovados em concurso básico para juiz ou magistrado, tal como é feito para advogados pela OAB e pelos CRMs para os médicos.

Farei isso, chamando-os de Vossa Excelência, assim como fazem os deputados e senadores, mesmo quando precisam xingar o colega de ladrão.

A omissão dos passageiros daquele voo é significativa. Quando será que teremos cidadãos conscientes de seus direitos e deveres, que os permitam tomar atitudes como a do advogado ante o parcialíssimo Lewandowski? 

Não é ele que vota contra a prisão de bandidos, defende a soltura dos que estão presos, mesmo que seja condenado em segunda instância? E agora quer prender todos que sentem vergonha do atual STF? 

Não tenho porque me envergonhar do STF. 

Quem deve sentir vergonha são os desavergonhados ministros que protegem bandidos de colarinho branco.

Até a personificação do mal, Zé Dirceu, foi solto, com argumentos de estória de carochinha. Deve ter aproveitado a providencial liberdade para movimentar as contas no exterior e comandar seu projeto pessoal de ditadura comunista. 


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Mais Médicos sob suspeita

As movimentações e atitudes geradas após a ditadura cubana denunciar o contrato com o programa Mais Médicos (MM), mostra que há muita coisa nebulosa a serem investigadas e esclarecidas.


Áudios de reunião dos redatores do contrato Mais Médico e várias troca de emails, indicam que o programa foi sugerido por Cuba e criado sob medida para os cubanos. Para disfarçar as verdadeiras intensões, também foi estendido a mais países.

Contratualmente, o governo Dilma Rousseff aceitou de antemão que os profissionais enviados por Cuba estariam preparados para cuidar da saude dos brasileiros. 

Mas todos sabiam que eles não possuíam o curso pleno de Medicina mas sim, curso de quatro anos para formação de paramédicos, pessoas aptas para dar atendimento de primeiros socorros, encaminhar o paciente ao profissional médico pleno e atuar na saude preventiva das famílias.

O nome do programa Mais Médico impôs aos menos atentos, de forma subliminar, que os cubanos seriam médicos plenos com curso básico de seis anos, mais dois de residência e outros tantos de especialização. Essa é a forma sub-reptícia usada pelos comunistas para enganar o povo.

Os acontecimentos que se sucederam logo após o anúncio de Cuba de se retirar do programa, apontam algumas coincidência orquestradas que requerem esclarecimentos. Vejamos.

Após uma semana, 186 cubanos voaram para Cuba. Essa pressa seria para: causar revolta na população atendida e comoção na opinião pública?; evitar que os cubanos negociassem sua permanência no Brasil?; retirar o quanto antes os agentes infiltrados no programa ou aqueles com mais condições de ficar no Brasil? 

Com a ação rápida do governo Temer licitando médicos substitutos, surgiu outra ação que reforça a intenção de causar danos ao novo governo Bolsonaro: hackers invadiram o site de inscrições. Mais de um milhão de acessos em apenas um dia com uso de robôs virtuais travaram o site.

Quem teria interesse em causar essas dificuldades? 

Os aloprados comunistas-fascistas-gramscistas com o objetivo de sabotar o governo Temer e, por tabela, colocar Bolsonaro como responsável pelos sofrimentos advindos pela falta de atendimento médico em vários municípios.
Felizmente, o tiro saiu pela culatra, ao revelar que muitos médicos brasileiros estavam interessados em participar do programa mas foram impedidos pelos petistas.

Essa preferência pseudo ideológica fez o Brasil repassar à ditadura cubana cerca de R$ 6 bilhões, ao invés de reduzir o alto índice de desemprego acumulado no país.

Mais um crime de lesa-pátria cometido pela cúpula do PT e a esquerda corrupta.



quinta-feira, 15 de novembro de 2018

STF: aumento de 16,38%


"Temer tem de vetar!", afirmou o general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito na chapa de Jair Bolsonaro, sobre o aumento de 16,38% que os ministros do STF se auto concederam.

Dos atuais R$ 33,7 mil, o salário de um ministro saltará para R$ 39,2 mil. E não se restringe apenas aos seus 11 ministros. O aumento tem impacto nos contracheques dos juízes de todo o Brasil, que têm seus vencimentos calculados de forma proporcional ao salário de ministro da Corte, considerada Suprema.

Votaram contra o aumento, justificando seus votos com o atual cenário de crise econômica e desemprego no país: Cármen Lúcia, Celso de Mello, Rosa Weber e Edson Fachin.

Ignoraram a dificuldade econômica, assim como o esforço para ajustar as contas públicas e votaram a favor do aumento: Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux.

Parada no Senado há tempos, essa proposta de aumento foi colocado em pauta pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (não foi reeleito), logo após o 2º Turno das Eleições e aprovado por senadores removidos pelos votos das urnas.

A renovação dos membros do Senado é a maior das últimas décadas: 85%. Das 54 vagas disponíveis nessas eleições 46 foram preenchidas por novos candidatos eleitos em 07.10. 

A rejeição à velha política do toma-lá-dá-cá, por parte dos eleitores, impediu que a maioria deles se reelegessem. Apenas oito conseguiram. 

E em relação ao aumento, o general Mourão acrescentou:
"Não vejo como uma questão de pressionar [Temer]. O artigo 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) não permite que se assine aumento nos últimos 180 dias de governo. Então, eu acho que, por lei, o presidente Temer terá de vetar."
O artigo 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal (lei complementar nº 101, de 4 de maio de 2000), diz:
"Art. 21. É nulo de pleno direito o ato que provoque aumento da despesa com pessoal e não atenda:
I - as exigências dos arts. 16 e 17 desta Lei Complementar, e o disposto no inciso XIII do art. 37 e no § 1o do art. 169 da Constituição;
II - o limite legal de comprometimento aplicado às despesas com pessoal inativo.
Parágrafo único. Também é nulo de pleno direito o ato de que resulte aumento da despesa com pessoal expedido nos cento e oitenta dias anteriores ao final do mandato do titular do respectivo Poder ou órgão referido no art. 20."
Como podemos perceber, os "experientes" presidentes do TSE e do Senado induziram os senadores a aprovarem lei nula de origem. Vale lembrar que o ministro Toffoli expôs, semana passada, sua preocupação com as nomeações de jovens juízes com apenas 25 anos de idade, sem experiência para conduzir e julgar processos nem sempre fáceis. Mas, convenhamos, essa é uma das regras que ditam como deve ser feita a renovação dos quadros do Judiciário: o candidato diplomado como bacharel em Faculdade de Direito, no Exame da OAB e no Concurso para Juiz, está apto a exercer plenamente sua função de magistrado.

Em ocasiões como essa, melhor seria que Dias Toffoli mantivesse o silêncio, para não relembrar que ele não conseguiu aprovação nos dois Concursos para Juiz, feitos antes de desistir da magistratura.

Parece-me constrangedor, para quem ainda sente vergonha.


Em tempo: mais de 3 milhões de assinaturas foram obtidas no abaixo assinado que circulou nas redes sociais, pedindo Veta Temer!