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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Como mudar com os mesmos?

Há uma campanha para que os brasileiros votem em candidatos honestos para mudar o atual quadro de corrupção sistêmica instalada no País.

O ex-ministro do STF Carlos Aires Brito e outros nomes de peso, pregam a importância do voto consciente no pleito deste ano. 
Por uma miopia sintomática, esquecem que o eleitor só tem a opção de escolher candidatos definidos pelos partidos. ​ 
​Mas como mudar se os pretendentes são os mesmos ​políticos de sempre?
 ​
Até agora, a maioria dos pré-candidatos participam das organizações criminosas disfarçadas de partidos políticos, unidos ​contra a Lava Jato ​para manterem os esquemas de corrupção e impunidade institucionalizada há décadas.


Ex-presidente do Supremo, Joaquim Barbosa
Os raros pré-candidatos que opõem-se aos criminosos e não participaram do saque ao País, certamente não terão apoio dos demais partidos nem dos grupos econômicos, maioria envolvida nos esquemas ilícitos. 

Arregimentar votos a esses candidatos depende de nós.

Esse panorama adverso aos interesses dos brasileiros de bem, pode piorar ainda mais se não for mantida a prisão após condenação em segunda instância.

O Supremo e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) podem fazer diferença histórica, barrando os quadrilheiros ficha-suja que se candidatarem ao pleito.

Não haverá as ​mudanças​ ​que todos queremos, se forem eleitos os mesmos bandidos que vêm impondo a ditadura das organizações criminosas ​partidárias.


terça-feira, 27 de março de 2018

Tese de Batochio

Não durou nem um dia a tese apresentada no STF pelo advogado José Roberto Batochio na defesa do HC de Lula, quando afirmou que ocorre no mundo "uma maré montante de autoritarismo". 

Para sustentá-la tomou a prisão ressente do ex-presidente da França, Nicolas Sarcozis, para prestar esclarecimentos à polícia. 
Considerou absurda a restrição na locomoção de um ex-presidente, no país que tem a liberdade como lema do princípio democrático que se espalhou pelo mundo. 

Toda a dramática perora do defensor dissipou-se no ar com duas informações do especialista Rodrigo Alvarez, no Jornal Nacional do dia seguinte: a lei que permitiu a prisão de Sarcozi é de 1903 e foi abrandada em 2011, quando permitiu aos defensores acesso aos documento do processo. Ao invés de aumento, houve uma diminuição de "autoritarismo" na legislação francesa!

Alvarez acrescentou que na França e na Inglaterra um juiz de qualquer instância pode mandar prender qualquer suspeito ou acusado, seja ele quem for, mesmo que haja possibilidades de recursos ou recursos pendentes.

Mas o discurso de que Lula é perseguido por juízes mal intencionados é repetido como mantra pelos defensores e provoca coisas inusitadas, como a charge aterrorizante de Bruno Aziz em A TARDE, onde apresenta um conhecido psicopata mascarado, sedento do sangue que encharca o martelo, sentenciando no Tribunal de Justiça. Personalizou o discurso dos chefes. 
Que horror: o magistrado é o assassino da serra-elétrica!

Magistrado assassino?!

Enquanto os homens de bem lutam para quebrar o ciclo vicioso da corrupção, os bandidos se unem para manter a impunidade sistêmica usando deturpações da realidade, desrespeito, mentiras e canalhices de todo tipo. 

Os defensores de Lula e o chargista bem sabem que foram os chefes das organizações criminosas que causaram a escalada da violência, mortes e todo tipo de sofrimento, que repercutirá por anos na vida dos brasileiros. 

São eles e seus cúmplices que estão com as mãos sujas de sangue e precisam responder à Justiça por seus crimes.

Apesar dos males provocados à Nação, os bandidos vêm usando de todos os meios para manter operando os esquemas de ilicitudes e fraudes.

Graças a Deus, há na Justiça e nos órgãos de investigação pessoas que não se rendem à corrupção e ao crime. A essa boa gente patriota, toda a nossa admiração e apoio.

domingo, 25 de março de 2018

Magistrado assassino

O fundamentalismo ideológico, ou coisa pior, fez Bruno Aziz publicar uma charge aterrorizante (24.3) de um psicopata sedento de sangue, sentenciando como magistrado em Tribunal de Justiça. 

Aproveita da credibilidade do jornal A TARDE para propagar a versão dos criminosos de que a Justiça os perseguem. 


Enquanto os homens de bem lutam para quebrar o ciclo vicioso da corrupção, os bandidos se unem para manter a impunidade sistêmica usando deturpações da realidade, desrespeito, mentiras e canalhices de todo tipo. 

O chargista bem sabe que foram os chefes das organizações criminosas - há quatro anos investigados, julgados e finalmente condenados - que, nas últimas décadas, causaram a escalada da violência, mortes e todo tipo de sofrimento à população brasileira, e que repercutirá ainda por muitos anos em nossas vidas. 

São eles e seus cúmplices que estão com as mãos sujas de sangue e precisam responder à Justiça por seus crimes.
Apesar dos males provocados à Nação, os bandidos vêm usando de todos os meios para manter operando os esquemas de ilicitudes e fraudes.

Graças a Deus, há na Justiça e nos órgãos de investigação pessoas que não se rendem à corrupção e ao crime. 

A essa boa gente patriota, toda a nossa admiração e apoio.

terça-feira, 20 de março de 2018

Comunidades reféns do crime


O Sistema de Segurança Pública do Rio é rejeitado pelos líderes das comunidades das favelas. 
Há constantes protestos dos militantes dos direitos humanos expondo indignação contra as polícias no combate aos criminosos.

As Polícias Militar e Civil são consideradas hostis à população. Adentram as favelas em missão e depois se retiram, enquanto os criminosos permanecem aterrorizando a população. 
Sem o apoio efetivo dos órgãos de segurança, as pessoas silenciam ante os crimes das facções. Não têm em quem confiar para fazerem denúncias.

Insegura e dependente a população vê-se obrigada a tomar partido dos bandidos e criminalizar as polícias, que ainda lutam contra grupos de policiais coniventes e participantes de crimes. 

Essa prática vem desde os conchavos de políticos e autoridades com os contraventores do bicho e outros ilícitos, com incentivo oficial à malandragem. Resumo da ópera: aos bandidos todos os direitos, à polícia somente deveres.  

Há décadas, cidadãos que não aceitavam essa situação foram expulsos ou mortos. 
À população restou acatar as ordens dos bandidos e os 147 mil moradores das favelas do Rio tornaram-se reféns das facções criminosas que os utilizam como escudos, nos confrontos com as forças policiais.

O PSOL tem no STF pedido de inconstitucionalidade para a Intervenção Militar iniciada há um mês. Os militantes partidários de esquerda desqualificam as polícias como defensores dos moradores das favelas.

Como esclarecer a execução de Marielle sem a participação das Polícias Civil, Militar, Federal e do Exército?

Qual investigação independente teria condições de esclarecer os crimes sem contar com esses órgãos de Estado?  

Na batalha midiática o foco está sobre a investigação dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes. 

Com isso, o combate permanente das forças de segurança contra o domínio das facções criminosas parece que deixou de ser o principal motivo e razão de tanto sofrimento e morte nas favelas da cidade do Rio de Janeiro.



sexta-feira, 9 de março de 2018

Carga sobre o STF

A cúpula das Organizações Criminosas que sequestraram as governanças do País está investindo pesado para que o STF mude a decisão de 2016, sobre a prisão do réu após condenação em segunda instância.
Todo o esquema de impunidade dos criminosos de colarinho-branco depende dessa mudança para que o processo acusatório se estenda por anos de recursos, ao esquecimento ou decurso de prazo.
É muito dinheiro obtido nos esquemas de corrupção institucionalizados em todos os níveis de governo, que dependem das autorizações dos chefes instalados em cargos estratégicos para beneficiar grupos econômico-financeiros.
Se houver um retrocesso no atual entendimento, a impunidade voltará ainda mais forte impedindo a aplicação das leis que punem os que cometem crimes contra o erário por roubo, fraude, corrupção...
Os corruptos sabem que foi a prisão após condenação em segunda instância que permitiu pôr na cadeia bandidos que tinham certeza da impunidade, pela primeira vez no país.
A presidente do STF ministra Cármen Lúcia e os demais ministros que batalham por um Brasil melhor têm nas mãos a decisão de remover das governanças os chefes de esquemas criminosos... Ou então, permitir que as Organizações Criminosas continuem a saquear os recursos públicos, empurrando a população à desesperança e ao crime.
O governo Temer rotula a intervenção militar no Rio como forma de combater o crime organizado instalado nas favelas.
A Lava Jato, que combate o crime organizado em áreas mais luxuosas, terá todo seu trabalho perdido caso o STF vote contra a prisão após condenação em segunda instância. Os bandidos hoje presos voltarão às ruas para continuar com os esquemas de saques à Nação.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Eleições sem opções

Ao se aproximarem as eleições de 2018 os meios de comunicação divulgam que ocorrerá o expurgo dos políticos condenados-investigados e "sangue novo" mudará a situação atual de desgoverno. 

Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF)
O que observo é o contrário: os mesmos grupos políticos-partidários, que mancomunados com os grupos econômico-financeiros saqueiam o País há décadas, movimentam-se freneticamente para manterem os mesmos esquemas de corrupção institucionalizada. 

Como haver mudanças se os mesmos bandidos e cúmplices são a maioria dos pré-candidatos?

O único novo que se apresenta contra a cúpula das governanças, atualmente unidas contra a Lava-Jato e similares, é o ex-ministro Joaquim Barbosa. 

Ainda não vejo opções suficientes para mudar a cleptocracia instalada na República com a conivência de ministros das Altas Cortes de Justiça. 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou R$ 800 milhões para o Fundo Partidário que somado aos R$ 1,7 bilhões vão fazer a alegria das Organizações Criminosas disfarçadas de partidos políticos.

Nossa esperança recai nos ministros do STF que decidem contra os criminosos de colarinho branco e suas artimanhas processuais. 

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Teste nas urnas eletrônicas

O TSE emitiu relatório de conclusão dos testes realizados nas urnas eletrônicas prometendo, mais uma vez, corrigir as fragilidades encontradas.


Concluiu que nenhum ataque, feito pelos especialistas credenciados, conseguiria violar a urna durante um dia de votação.

Mas usando o método de engenharia reversa, os especialistas conseguiram conectar um teclado na urna e alterar arquivos que não possuíam assinatura eletrônica e outros senões!

O TSE relatou que implantará medidas para bloquear o uso de engenharia reversa no sistema e revisará os arquivos sem assinatura eletrônica.
Assim, o Tribunal reafirma que as urnas eletrônicas são seguras para serem utilizadas nos pleitos de 2018. 

Esses testes, que têm a pretensão de garantir a inviolabilidade das urnas eletrônicas, foca tão somente na possibilidade de invasão aos seus programas e sistemas.

Fica sem qualquer teste ou avaliação o que está contido nas cerca de dezessete mil linhas dos programas nelas instalados, que processam a votação e computam os votos!

Com a possibilidade de em poucas linhas redirecionar votos a candidatos e partidos preferenciais, os programadores poderão ser tentados a isso.
Mesmo que sejam confiáveis, íntegros e acima de qualquer suspeita, a fiscalização faz parte do processo. 

Considerando que a corrupção está disseminada nos poderes da República, seria pertinente o TSE implantar e realizar com transparência testes que eliminem a desconfiança que paira sobre toda e qualquer caixa preta, principalmente em um serviço fundamental e crítico para manutenção da credibilidade do Sistema Eleitoral e da Democracia no Brasil.

E que esses testes sejam realizados após as correções e ajustes feitos com base nos testes concluídos em 2017, conforme prometidos pelo TSE. 

Caso contrário, as urnas liberados para os pleitos de 2018 não estarão avaliada nem testada, o que confirmariam as desconfianças ora existentes.

O Voto Impresso vem acabar com essas desconfianças, ao permitir recontagem em caso de suspeita de fraude e outras demandas.