Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador coronavírus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador coronavírus. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Trama contra o Brasil

Esta semana governadores e prefeitos passaram a flexibilizar o afastamento social. Os números de pessoas infectadas e de óbitos caíram na maioria das cidades e capitais, após três semanas de crescimento, devido aos 45 mil testes pendentes de resultados e de medidas equivocadas, como redução da frota do transporte urbano. As orientações de não usar máscaras e considerar o isolamento social como a única medida de contenção do vírus, somam-se a esses erros.

Em dois dias, o estado de São Paulo que tinha 17 mil - 31 mil em todo o Brasil - testes pendentes, anunciou que agora tem só 2 mil, que serão zerados até amanhã, quinta-feira (23/4). A Secretaria do Estado esclareceu que a queda brusca dos números ocorreu por haver duplicidade de amostras de um mesmo paciente!!! Como é que é?

Numa suposição absurda, se todos os pacientes tivessem amostras em duplicidade, a redução seria para a metade: 8,5 mil e não 2 mil. Há falta de transparência no governo do Pinoquinho, nos números de testes e em muitas outras informações.

As orientações massificada inicialmente de não usar máscaras e considerar o isolamento social como a única medida de contenção do vírus, somam-se àqueles erros cometidos por gestores gananciosos e/ou incompetentes.

Não fosse a oposição dos governadores e prefeitos ao presidente Bolsonaro, e a insistência da turma do mal em praticar uma política de terra arrasada do quanto pior melhor, já teria ocorrido a abertura em muitas cidades, acompanhada das medidas de higiene, uso de máscara e distanciamento, como anunciou a Alemanha, no dia em que o número de infectados foi recorde.
(Vide gráficos ao final do texto)

Será que a chanceler Angela Merkel (foto) também pode ser chamada de irresponsável? Será que lá teve algum partido ou associação de juristas recorrendo dessa decisão?
Essa é a diferença entre um país em que as instituições democráticas funcionam e um em que não funcionam porque há bandidos sabotando sob disfarces diversos.

Para não demonstrar concordância com o presidente, alguns governadores tiveram de engolir em seco, quando o Dr. David Uip teve de revelar que tinha usado a hidroxicloroquina, prescrita por ele mesmo.

O de São Paulo tentou enganar o povo dizendo que Uip já tinha falado ao então ministro da Saude, Mandetta, que cloroquina poderia ser usada. No mesmo dia foi desmentido por Mandetta. E a cara-de-pau do Pinóquio Riquinho nem treme!

O da Bahia fez um belo discurso: "a cloroquina não tem partido nem ideologia", e mandou distribuir o medicamento a todos os postos de saude e hospitais. E por que não fez isso antes, quando o presidente alertou que estava dando bons resultados? 
Outros remédios já existentes e baratos, também têm obtido bons resultados e não devem ser negados aos pacientes só porque o presidente falou. 


São vidas a serem preservadas juntamente com o complexo sistema de sustentação dessas vidas, e as informações iniciais desse sistema são preocupantes. 
O chinês Qu Dongyu, dirigente da Food and Agriculture Organization (FAO) da ONU, o etíope diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, e o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo, em raro comunicado conjunto, alertam que a pandemia pode provocar "escassez de alimentos no mundo". A estimativa de 130 milhões de famintos em 2019 pode dobrar no ano de 2020. É muito grave!

A oposição a Bolsonaro) e a tudo de bom que ele representa, leva os opositores a travar projetos de governo na Câmara e no Senado. Leva ministros do STF a emitir termos de notória inconstitucionalidade. Houve a
té abertura de processo investigativo de ameaças e fake-news contra os ministros da casa, usurpando as prerrogativas do MPF. Felizmente foi extinto, após forte reação de repúdio do meio jurídico, das instituições e da sociedade. Mais recentemente inverteu a hierarquia dos poderes dos entes federativos. Mais uma aberração fantasiada de boas intensões!

Mas esta semana (20/4), a PRG pediu autorização ao STF para investigar se as mobilizações ocorridas na última semana foram organizadas por deputados, visto que haviam faixas pedindo AI-5 e intervenção militar. O procurador-geral Augusto Aras considera isso um crime contra a segurança nacional de um país democrático.

Aras precisa conhecer as determinações do Foro de São Paulo aos partidos de esquerda, seus programas de governo dos mesmos e as decisões dos congressos dos ptralhas e satélites. Precisa ser apresentado ao PCdoB, existente porque somos uma democracia, que aceita o contraditório e a liberdade de expressão e de opiniões, apesar de não se conhecer governo comunista democrático. 

Ué! As milhares de declarações das hordas desmamadas contra o presidente do Executivo, as movimentações orquestrada na imprensa fissurada, incluiu a preparação da trama com liminar ao STF pedindo seu afastamento. 
E isso já foi denunciado abertamente por Bolsonaro: 
“O Rodrigo Maia quer me derrubar.” 
Ele é apenas um dos que conspiram contra. Os demais são notórios conhecidos dos eleitores.

A interjeição de espanto no início do bloco acima se repete em muitos outros casos que não teve atenção semelhante por parte do Judiciário, do Legislativo nem da impressa, em surto de abstinência das verbas bilionárias do Tesouro.

Vale perguntar: onde estavam nas últimas décadas esses que hoje monitoram com rara intensidade os passos, palavras e gestos de Bolsonaro, quando as organizações criminosas disfarçadas de partidos político saquearam o Tesouro em roubos bilionários?

Arena da Amazônia
Hoje, esses valores fazem falta no combate à pandemia da Covid-19, mas os investigados com foro privilegiado insistem em derrubar o presidente, que resiste em abrir a quitanda de compra do votos dos parlamentares, entregar estatais e cargos a um e a outro, para obter aprovação de algum projeto de interesse do Executivo. Não vão ter.

O presidente já demonstrou que não tem projeto de seu interesse. Todos eles são de interesse da população e do desenvolvimento da Nação. E é isso que faz com que os Projetos de Lei sejam desfigurados e as Medidas Provisórias deixadas para caducar após prazo de três meses, numa tentativa torpe dos bandidos de colarinho branco, para obter ganhos semelhantes aos que estavam acostumados receber dos outros presidentes.

Lula disse que havia 300 picaretas no Congresso, mas acolheu o sistema corrupto e incrementou em larga escala, o maior escândalo de corrupção do mundo.

Blocos em São Paulo
Os agentes maléficos que hoje armam esquemas para derrubar o presidente, são os mesmos que permitiram que o Carnaval ocorresse sem qualquer medida de prevenção.

As notícias da China enchiam as mídias. A OMS declarou estado de emergência em 30 de janeiro. Em três de fevereiro o presidente Bolsonaro declarou Estado de Emergência nacional. Mesmo assim, as aglomerações no Carnaval ocorreram como se nada estivesse acontecendo no mundo. Ninguém chamou atenção para o decreto do Executivo Federal. 
O Ministério da Saude levantou 2.771 mortes, de janeiro a 20 de abril, por síndrome respiratória não identificada, mas não foi possível comprovar se a causa foi o Covid-19.

Esses governadores estão devendo um pedido de desculpas à população e aos familiares que perderam seus entes querido para a Covid-19.

Muitas soluções inteligentes estão à disposição dos gestores dos estados e municípios. A abertura seletiva da cidade de São José dos Campos/SP é exemplo para o país.

Basta de tramar contra o Brasil, contra o povo brasileiro !


Anexos: 
Número de casos e mortes nos primeiros 56 dias após o primeiro caso.
Link: https://veja.abril.com.br/saude/coronavirus-o-brasil-ja-conseguiu-achatar-a-curva/






22/4
22/4
1 000
2 000
17/3
18/3
19/3
20/3
21/3
22/3
23/3
24/3
25/3
26/3
27/3
28/3
29/3
30/3
31/3
1/4
2/4
3/4
4/4
5/4
6/4
7/4
8/4
9/4
10/4
11/4
12/4
13/4
14/4
15/4
16/4
17/4
18/4
19/4
20/4
21/4
2 934
22/4
10

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Foco, Ciência e Trabalho


Um mês após ocorrer a primeira morte no Brasil o Ministério da Saude (MS), sob o comando de Luiz Henrique Mandetta, determinou que as Secretarias Estaduais e Municipais fornecessem informações sensíveis, tais como: número de leitos, de UTIs, respiradores disponíveis e ocupados; número de pessoas testadas; número de resultados positivos, negativos, inconclusivo e pendentes; e os infectados curados, com alta. 

É revelador que o atual ministro da Saude, Nelson Teich, tenha reiterado em seus pronunciamentos que iria tomar conhecimento dos dados sobre a pandemia, aumentando o número de testes para 46 milhões e criar  uma estratégia de combate e indicar a melhor hora de flexibilizar o isolamento. 

Fica patente que sem os dados agora solicitados pelo MS não há condições de acompanhar a proliferação do vírus, as condições de atendimento do Sistema de Saude e nem os resultados já disponíveis para coleta.

Nos histogramas elaborados em folha A4, com os dados oficiais do Ministério da Saude, vemos que os dados são crescentes mas erráticos, fruto das liberações dos resultados de teste acumulados.

Esse pedido tardio leva-me a inferir que Mandetta não demonstrava ter uma estratégia de combate ao vírus casada com a necessidade de flexibilizar o isolamento, que permitisse a manutenção dos empregos na indústria, comércio e serviços. 

Os números apresentados até hoje são inconsistentes por causa de duas principais ocorrências: mortos atestados por Covid-19, mesmo sem confirmação de teste; há 32 mil testes pendentes de resultado. 

Neste fim-de-semana, São Paulo reduziu de 17 mil pendências para 2 mil, alegando que havia duplicidade na coleta e amostras sem condições!!! 
Desse modo, é impossível obter dados que configure uma tendência minimamente real,  não por culpa dos técnicos mas por falta de orientação na coleta detalhada dos dados.

Gravíssima foi a atitude do governador Dória condenando o uso da cloroquina no tratamento da Covid-19 e só veio distribuir o medicamento quando o coordenador do Centro de Contingencia do Coronavírus de São Paulo, David Uip, declarou que usou cloroquina, prescrita por ele a si mesmo, em receita (foto) que vazou para as redes. 

Até o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, fez várias declarações contra o uso da cloroquina, acrescentando que o único remédio que tem mostrado bons resultados é o isolamento social. Depois que vários países deixaram de seguir suas orientações, Tedros passou a falar em flexibilizar o isolamento.

Enquanto isso, milhares de pacientes ficaram sem a cloroquina por mais de 30 dias. Quantas pessoas poderiam ter seus sofrimentos amenizados e/ou suas vidas poupadas? 

Gravíssima também é a notícia do médico no Amazonas que fez uso da cloroquina em doses muito elevadas com 81 pacientes, que resultou em 11 óbitos, sem que tivesse a autorização de pesquisa
Quando jornalistas divulgaram a notícia, receberam ligações de alguém do MS informando que havia um protocolo de pesquisa. Ao investigar, ficou provado que o protocolo era posterior às pesquisas e aos óbitos!
Estranho o uso elevado de cloroquina por médico do Amazonas, onde a malária é curada com doses iniciais menores, que depois são aumentadas!


Em Ilhéus, no sul da Bahia, um médico que usou hidroxicloroquina e azitromicina faleceu. Sentindo melhoras, foi para casa se recuperar mantendo o mesmo tratamento. Sentiu-se mal foi levado ao hospital mas não resistiu. O protocolo define que esses medicamento só devem ser ministrados em ambiente hospitalar, que permite atendimento com médico, monitor, desfibrilador, em caso de emergência. 

As vezes esquecemos que o Brasil é país continental, os números devem se ater a um espaço mínimo: cidade, município, região, estado. Caso contrário, o trabalho de coleta da informação torna-se pouco útil para tomada de decisão. 

Um bom exemplo disso é a Nova Zelândia, com cerca de 5 milhões de habitantes, registrou 1.440 infectados, 12 mortes, 974 recuperados, 454 em tratamento ou monitoramento. Assim é bem mais fácil.

E a Alemanha, considerada a melhor atuação no combate à pandemia. No dia em que divulgou o maior número de infectados em 24 horas, decidiu anunciar a reabertura de lojas, restaurantes e outras áreas, com medidas de proteção como máscaras, distância e álcool em gel, adjetivada como "rígidas" pela Globo. Essa é a decisão mais difícil para os governantes atuais e requer uma base de dados confiáveis. 
Comparando, a Alemanha é do tamanho de Roraima, tem bom sistema de saude, fez muitos testes e tem ótimo nível cultural. Isso faz diferença.

A extrema imprensa, que faz oposição sistemática a Bolsonaro, seleciona notícias de modo que os entrevistados sejam contra o presidente, contra suas declarações e posturas. O contraditório desapareceu na mídia domesticada. 

A intenção é alongar o confinamento ao máximo, aterrorizar a população, sangrar a economia do país, revoltar os desempregados, para que governadores e prefeitos recebam dinheiro da União... Tudo com o objetivo derrubar Bolsonaro.

Neste gráfico o autor reduziu a largura do eixo do tempo, para obter uma subida agressiva da curva.

A maioria dos cidadãos de bem já perceberam isso e não permitirão que as organizações criminosas, que saquearam o País nas últimas décadas, voltem às suas roubalheiras. 

A avidez pelo poder por parte dos opositores de Bolsonaro pode resultar em mais mortes aos desassistidos de sempre e levar o país ao caos. 
A decisão de flexibilizar o isolamento pode ser adiado além do necessário. 
A atuação dos cidadãos pode evitar isso e pressionar governadores a flexibilizar o isolamento com as medidas de proteção usuais: máscara, distância, cuidados com a higiene e com os idosos.

Só um homem com a coragem e a tenacidade de Jair Bolsonaro é capaz de se opor aos quadrilheiros e impedir que voltem a roubar o país e enganar a população desassistida.

É revelador que vários hospitais de campanha estão sendo instalados em estádios de futebol superfaturados para a Copa do Mundo. Muitos são verdadeiros monumentos à irresponsabilidade dos governadores e  presidentes do PT. 

O bilhões de reais roubados para pagar propinas sempre fez falta. E hoje, quando todos nós estamos atentos e com tempo para refletir sobre tudo, fica claro que essa falta é a diferença entre viver ou morrer.


Gráfico do MS: número acumulado de infectados e óbitos.



Gráfico do MS: número de infectados diariamente

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Sorria, você está sendo enganado!


Especialistas, televisões e mídias na internet têm apresentado a curva dos casos positivos do coronavírus, acrescentando sempre que é preciso “achatar a curva”. Como ela continua em ascensão, gera prognósticos funestos seguidos do mantra “se puder, fique em casa”.

Somente há cinco dias (12/4) o Ministério da Saude determinou que as secretarias dos estados e municípios fornecessem o número de leitos existentes e os ocupados, idem para UTIs, respiradores, tomógrafos, número de testados, dos que tiveram alta já curados e os curados assintomáticos.  Demorou!

Sem os dados acima, os prognósticos da evolução da contaminação não são confiáveis e as decisões para o combate a pandemia não são as mais adequadas. 
Isto ficou patente nas coletivas de imprensa diárias que o ministério realizava nas tardes, com diversas planilhas mas sem gráficos que mostrassem  a ação do vírus em cada estado e no país como um todo.

O novo ministro da Saude, Nelson Teich evitou comentar o trabalho feito por Mandetta, mas disse que vai tomar conhecimento dos dados existentes e investir em informações detalhadas que permitam tomar decisão em ambiente de alta complexidade.

Os gráficos que a extrema imprensa apresenta nas TVs e jornais, plotam números das mortes e casos confirmados, somados aos dados anteriores: ambos subindo diariamente. É o colado lá em cima.
E vai subir sempre e mais 15 dias!!!
Nunca irá cair, porque NÃO É a mesma curva que ilustra diversos estudos teóricos da expansão da contaminação por vírus, apresentado no início da pandemia, que colo aqui abaixo.

Esses estudos usam os dados de incidência e de mortes plotados tipo gráficos de Gant: a cada dia vai o número das últimas 24 horas, sem somar com os anteriores e se apresenta como um sino (senoidal), iniciando do zero, sobe até o pico de contaminações ou mortes e depois vai caindo até cerca de zero.

Nesse tipo de gráfico, quando não houver contaminação nem mortes a curva resultará numa linha paralela ao eixo horizontal. Colo ao final esse tipo de gráfico feito com os dados da China, considerando que não são confiáveis. 
Tanto que, talvez pela pressão dos governos junto à OMS, a China emitiu nota em 17/4 dizendo que o número de mortes reais é cerca de 40% maior que o informado antes!!!

A única TV que vi apresentar o gráfico tipo Gant foi a Record. Parabéns!

Há enorme interesse da oposição a Bolsonaro que os números apresentados nas grandes mídias sejam os maiores para induzir a população a permanecer em casa e os setores produtivos parados, mesmo que os números mostrem que, após 50 dias, a contaminação é bem menor do que da Itália e Espanha, sempre apresentadas como advertência ao menor comentário de retorno inteligente das atividades não essenciais.
Assim, os arautos do caos terão argumentos para obter mais “ajuda” do governo Federal, causar os maiores estragos à economia do país e à população, dificultando ainda mais a gestão do governo Bolsonaro. Esquecem que é na tempestade que se revela o bom comandante... E isso já está acontecendo.

Nada é como parece na pantomima dos farsantes. Há bandidos ávidos por dinheiro, torcendo pelo coronavírus. 
E o povo? Que se exploda! 










segunda-feira, 6 de abril de 2020

Tributo ao Dr. Li Wengliang


Em 4/4, no Dia de Finados chines (Qingming), o governo comunista prestou homenagem às 3.326 vítimas do coronavírus - incluindo os profissionais da saude que morreram cuidando delas - com três minutos de silêncio e bandeira a meio mastro. 
Essa tocante cerimônia resgata na memória o drama vivido pelo médico oftalmologista Dr.Li Wengliang de 34 anos, do Hospital Central de Wuhan, proibido de divulgar o aparecimento de um novo vírus que causava sintomas semelhantes à Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), causada por outro vírus mortal. 

Foi acusado de divulgar mentiras, causar tumulto e foi obrigado a desmentir os alertas feitos aos colegas para que se protegerem.

"Nós esperamos que você se acalme e reflita sobre seu comportamento", afirmava a carta que ele foi obrigado a assinar, colada aqui ao final.

Com isso, a notícia do dia 30 de dezembro de 2019, considerada exagerada pelas autoridades chinesas, tratada como boato ou fake news. (https://promedmail.org/)
A declaração oficial afirmava que havia sim um novo vírus, mas ele não era transmitido entre humanos. Ponto.
Atualmente, temos notícias de que desde meados de dezembro de 2019 já vinham ocorrendo mortes estranhas na área de Wuhan, com quadros graves de pneumonia que não cedia aos antibióticos.


A polícia atuou calando outros profissionais da saude, como a da Drª Ai Fen, chefe da Emergência do mesmo hospital e sua equipe. Depois de uma entrevista tratando do novo vírus não apareceu mais na internet.

Dois jornalistas que acompanhavam e divulgavam a situação na cidade e um empresário imobiliário também foram calados e sumiram da rede. 

Durante três semanas essa versão do governo chines foi assumida pelo diretor-geral da Organização Mundial de Saude (OMS), Tedros Ghebreyesus, com elogios à forma da China tratar a questão.

Em 20/01/20 ficou impossível manter a versão "oficial", com muitos casos acontecendo em escalada fora da China.
Trump fechou voos com a China. Tedros condenou como preconceito e orientou que os países não deveriam impedir voos com a China. 
Com as ocorrências se espalhando no mundo, Tedros exita em declarar a pandemia. 
O ex-ministro da saude da Etiópia mostra-se mais parceiro do governo chines que do resto do mundo. 
E enquanto vários países e a própria OMS preparavam protocolo para testar a eficácia da hidroxicloroquina associada a azitromicina, com metodologia científica, Tedros alerta o mundo de que não há comprovação de benefícios. 
O governo de São Paulo embarca nessa, mas médicos paulistas - por conta e risco - utilizam os medicamentos e reportam casos de sucesso. As experiências mostraram que os medicamentos não faziam muita diferença quando ministrado na fase crítica da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). Os benefícios foram observados quando usado no início da infecção viral.
Após a SARS-Cov em 2002 a China prometera acabar com mercados de animais vivos. Fez a mesma promessa após a chamada gripe suína pelo H1N1 em 2009 e agora o SARS-CoV-2 Desta vez, o pangolim é o animal suspeito de disseminar o coronavírus. Vê-se que a China não cumpriu as promessas, o que faz prever novas síndromes mundiais desse tipo. 
Em atitude rara, o Comitê  Central do Partido Comunista Chinês emitiu comunicado reconhecendo que errou no tratamento da situação gerada a partir de Wuhan: 
"Em razão das falhas, precisamos melhorar nosso sistema nacional de gerenciamento de emergências e melhorar nossas habilidades em lidar com tarefas urgentes e perigosas."

Muita coisa oculta foi revelada nesse tempo de pandemia e muitas outras ainda o serão para instruir o cidadão brasileiro atento com o destino do país. 

Certo é, que os cidadãos do mundo livre devem imensa gratidão ao Dr. Li Wengliane. 
Sem seus alertas a mortandade no planeta seria, sem dúvida alguma, ainda maior... 
Que ele esteja sempre em nossas preces.