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sexta-feira, 29 de maio de 2020

Fake news na pandemia

A informação clara, precisa, integral e abrangente em tempos de pandemia pode significar a vida ou a morte de milhares de pessoas. 

O combate à covid-19 e seus males de consequências inalcançáveis, requer vigilância permanente de todos nós cidadãos-eleitores conscientes. E combater as informações falsas e inconsistentes - fake news - é mais uma ação que incorporamos a nossa rotina.

As fake news vêm em forma de notícias, notas, comentários, meias-verdades, lucubrações, ilações, vídeos, programas, filmes, etc, em tela, discursos ou impresso em letra de forma. Embrulhadas em belas embalagens, soltas displicentemente, de todo jeito. 

Tenho coletado inúmeras fake news surgidas nessa pandemia. Algumas sem maiores consequências, que até passam despercebidas. Entretanto, há algumas que são "vendidas" como verdadeiras, como verdade científica. 
Essas são as que provocaram, e ainda provocam, danos irreparáveis às pessoas e às nações de todo o mundo. Relaciono algumas em sequência mais ou menos cronológica.

1. A China declara que o alerta do Dr. Li Wengliang (foto) sobre o surto de coronavírus em Wuhan é boato, fake news, e o faz assinar declaração de que mentiu. 

2. A China declara que foi detetado um novo coronavírus, mas não é transmissível entre humanos, isto é, de humano para humano. Durante 15 dias, essa fake foi assumida e passada ao mundo por  Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS, permitindo que o vírus se espalhar sem qualquer contenção.

3. A China afirma ter tomado todas as providências para controlar o surto do novo coronavírus, e considera preconceito o governo dos EUA sustar voos provenientes da China. Esse "preconceito" provavelmente evitou milhares de mortes naquele país.

4. China fecha os mercados de animais vivos. Diz que vai erradicar esse costume primitivo. Disse o mesmo na epidemia do Sars-Cov em 2002 e na do Mers-Cov em 2012, mas o resultado dessas promessas estamos sofrendo hoje. No popular: não cumpriu.

5. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus (foto), afirma que não há motivos para decretar estado de pandemia pelo novo coronavírus, mesmo com o vírus já se espalhando em mais de 18 países.

6. A diretora da Saude Pública da OMS, María Neira, diz que não se justifica as pessoas usarem máscaras. Era dia 26 de fevereiro. Orienta o uso de máscaras só para as pessoas infectadas, visto estar faltando no mercado.  Esqueceu de lembrar que as máscaras de pano, costuradas em casa ou feitas com lenços de papel, são importantíssimas na contenção da pandemia. Dois meses depois isso foi lembrado. Era tarde.
7. Os governadores de São Paulo, Rio, Pernambuco, Ceará e Bahia declaram que no Brasil não há vírus, e chama os turistas estrangeiros a participarem do maior Carnaval do mundo. (Foto: São Paulo)

8. A OMS diz que o único remédio conhecido para combater o Covid-19 é o isolamento social. Não foram considerados os antivirais e os anti-inflamatórios. Conselho muito apreciado pelos governadores e prefeitos, vi$ando estender o estado de calamidade ao máximo. Entretanto, levantamento feito no Estado de Nova York em 113 hospitais apontou que das 600 novas internações por Covid-19 ao longo de 3 dias, mais de 66% foram de pacientes contaminados em casa. (06 de maio).
Mas o maior exemplo vem do Japão, um dos países que não fizeram isolamento social. E o repórter perguntou ao primeiro ministro. Por que não fazer? Resposta curta e finíssima: Porque somos uma democracia. Lá nada parou, com todos tomando as medidas de higiene: lavar as mãos, usar máscaras, ir ao posto de saude aos primeiros sintomas... Afinal, gente coisa é outra fina!

9. A OMS orienta o uso da hidroxicloroquina (HCQ) apenas para pacientes em estado grave, como recurso piedoso. 
Os protocolos experimentais utilizados no Brasil mostram que o fármaco tem resultado efetivo quando ministrado aos primeiros sintomas: do 1° ao 5° dia. Em casos graves não faz efeito. Aquela orientação sem base deve ter causado muitas mortes.

10. Os governadores e prefeitos declaram que não usarão a HCQ por não haver comprovação científica dos benefícios, ante os riscos de efeitos colaterais tais como arritmia cardíaca, cegueira... 
Adicionar legenda
Era esse o discurso dos mocinhos, até vazar nas redes receita do Dr. David Uip (foto), Coordenador do Centro de Contingências do Estado de São Paulo, se automedicando com o fármaco. Curou-se em casa: mesmo sem comprovação científica. Vergonha!

11. O governador de São Paulo - depois que Uip usou a HCQ - declarou que ele já tinha falado com o ministro da Saude, Mandetta, para usar o fármaco nos atendimentos do SUS. Foi desmentido no mesmo dia pelo ministro. Cresce nariz, cresce!

12. O secretário executivo do Ministério da Saude, alerta de que o pico da pandemia ainda está longe, será em fins de abril, início de maio... fins de maio, inicio de junho...

13. A diretora de Saude da OMS disse domingo 25/5 que as curvas de contágio no Brasil são "alarmantes"! Segue juntas às mídias esquerdopata desmamadas de O Globo, G1, El País, Folha, Estadão, TVTerror, etc. alardeando que as curvas de contágio crescem de forma exponencial. É bom relembrar o que seja curva exponencial. Com exponencial 2, a quantidade dobra a cada dia. Se 3, triplica a cada dia... O exponencial atual é 1. Estão nivelados os números diários alcançados. Mas os comunas usam o termo para alardear grave perigo, na intensão de derrubar o presidente Bolsonaro, de qualquer jeito. Como observou Roberto Jefferson, é a síndrome de abstinência de viciados em propina e ptchuleco.

14. O STF, ao julgar a constitucionalidade da MP 926/2020, decidiu por unanimidade que os estados e municípios têm autonomia para tomar as medidas que acharem necessárias para combater a pandemia, independente das recomendações sanitárias do Ministério da Saude. O advogado-geral da União, André Mendonça, alertou que o país não vive só uma crise de saude, vive uma crise interdisciplinar, em que decisões isoladas de estados e municípios, fechando estradas, portos, aeroportos e proibindo exploração de petróleo, provocaram caos e afetaram os serviços essenciais. Essa fake do STF criou a República Frankenstein com território surreal, onde os estados e municípios não atendem a União, os estados não atendem a União nem aos municípios e os municípios não atendem a União nem aos estados!!! Só a União deve atender com verbas estados e municípios. Tudo  feito para  derrubar o presidente Bolsonaro.  Mais fake do que isso, só dois disso!

15. A OMS suspende todos os seus programas de estudos experimentais do uso da HCQ em pacientes da Covid-19. A França suspende o uso do fármaco nos tratamentos da Covid-19. Todos contra a hidroxicloroquina. Surge então toda fagueira a recomendação para o uso do Remdesivir, do laboratório Gilead, que não serviu para combater o ebola para o qual foi desenvolvida. Fakezinha bilionária!

As fakes continuam em produção acelerada, muitas cometidas por portais  e mídias que se autodenominam caçadores de mentiras, tais como a Globbels, a Lupa... Se o leitor achar que há alguma fake importante faltando nessa listagem, não se acanhe, inclua em Comentários.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Guerra contra o coronavírus

O Dr. Dante Senra (foto), médico cardiologista e coordenador das UTI's do hospital Igesp, em São Paulo, informou que pelo menos quatro pacientes que estavam em estado grave receberam alta após sete dias de uso de hidroxicloroquina em associação com outras medicações. 
"Até onde sabemos, fomos o primeiro hospital no Brasil a utilizar o medicamento." 


O remédio está liberado pela Anvisa para combate à malária, lúpus e artrite reumatoide.

Apesar de bons resultados o Dr. Dante alerta de ainda são dados iniciais e que seus resultados não fazem parte da coalizão Covid-19, feita pelo Hospital Israelita Alberto Einstein, HCor, Sírio Libanês e BRIC-Net que realizam estudos clínicos na área de medicina intensiva e estão testando em cerca de mil pessoas, com relatórios preliminares previstos para serem emitidos até o dia 20.04. 

Mesmo assim, a maioria dos governadores e a imprensa desmamada se posicionaram contrário ao uso, até que, vazou para a internet a foto de uma receita emitida por médico da assessoria do governador de São Paulo, que depois de se eleger, na onda renovadora gerada por Bolsonaro, tornou-se ferrenho crítico do presidente. 

Foi o médico coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus do governo Dória em São Paulo, Dr. David Uip (foto), que teve de abrir o jogo depois do vazamento de uma receita (foto) dele prescrevendo hidroxicloroquina a ele mesmo. 


Com alguma resistência de início acabou confirmando que usa o medicamento em seus pacientes, acrescentando que já tinha se reunido com o ministro da Saude, Dr. Luiz Henrique Mandetta, orientando ao uso no combate  ao coronavírus. 

Quem acompanhou as entrevistas diárias do governador Dória e seus secretários sabe que não é bem assim. 


O governador se posicionou contrário ao presidente, que havia mencionado a cloroquina como um medicamento que poderia ser usado no combate ao coronavírus, pois há registros de sucesso. Para se contrapor, Dória declarou que a cloroquina não deveria ser usada por não ser segura e ter efeitos colaterais que podem levar a morte, como arritmia e taquicardia. Na hora H o discurso ficou de lado, Uip usou cloroquina e agora tenta disfarçar seu posicionamento "secreto" ao chefão.

No dia seguinte outros governadores deixaram de criticar o medicamento e passaram a fornecer e a falar abertamente sobre o seu uso, como se  fizessem isso desde o início da pandemia.
Ponto para Bolsonaro. Com o seu jeitão atabalhoado levantou uma discussão que pode resultar em muitas vidas salvas. Registros médicos já mostram que esses fármacos têm melhor resultado quando ministrados no início da infecção. Isso é muito bom.

Ressalte-se que os componentes da hidroxicloroquina, azitromicina e outros medicamentos já aprovados para outras doença, não estão sujeito a royalties de patente. São de domínio público.

Em estudo surpreendente liderado pela Monash University, feito em parceria com o Doherty Institute of Infection and Immunity, publicado na Antiviral Research da Eslsevier da Austrália, no último dia 3, cientistas observaram que uma única dose do antiparasita-vermífugo Ivermectin foi capaz de combater o SARS-CoV-2. 


"Descobrimos que mesmo com uma única dose o medicamento foi capaz de remover todo o RNA viral em 48 horas, e nas primeiras 24 horas ocorreu redução significativa", disse a doutora Kylie Wagstaff que liderou o estudo.

O medicamento Ivermectin é comercializado em todo o mundo e já se mostrou eficiente também contra outros vírus com HIV, Dengue, Influenza e Zica vírus.

Na Universidade Tsinghua, de Pequim, um grupo de cientistas chineses isolou vários anticorpos que diz serem “extremamente eficientes” para restringir a capacidade do novo coronavírus de entrar nas células, o que pode ser útil tanto para tratar como para prevenir a Covid-19.


Estudos demonstram que o coronavírus se encaixa nas células ACE-2 por meio de espinhos de proteína, se reproduz no interior dela e libera mais vírus (RNA) para a corrente sanguínea causando na maioria das vezes febre, tosse e dificuldade de respirar. 

Vale alertar que nem todo infectado apresenta esses sintomas. Alguns são assintomáticos, o que dificulta ainda mais o combate à pandemia. 

Com tudo isso, torna ainda mais grave a campanha do diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus (foto), endossada pela extrema-mídia, desestimulando o uso da hidroxicloroquina para combater a Covid-19. 

É bom saber também, que um grupo de especialista em biotcnologia do Instituto de Pesquisas da Galileia (MIGAL), em Israel, liderado por Chen Katz, pretende iniciar os testes de uma vacina oral contra a Covid-19 em princípios de junho próximo.


"Nós já estamos nos estágios finais e em poucos dias teremos as proteínas - componentes ativos da vacina," declarou Katz ao jornal Jerusalem Post.

Kartz esclarece que há quatro anos desenvolve uma vacina para o vírus da Bronquite Infecciosa das Galinhas (BIG) que está em adiantada fase de aprovação, finalização, comercialização e que provou induzir altos níveis de anticorpos específicos contra BIG. 

"A droga que estamos desenvolvendo para o novo coronavírus é uma adaptação da pesquisada para a BIG". 

Por outro lado, nos Estados Unidos, uma equipe de cientistas da Universidade de Pittsburgh, que trabalhava em vacinas para a SARS e a MERS, realizaram testes iniciais em ratos de laboratório com bons resultados contra Covid-19. 
A vacina seria aplicada com um pequeno adesivo de uma polegada. 

É importante saber que a FDA, Agência Federal de Medicamentos e Alimentos dos EUA, autorizou em regime de emergência o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19, o que vem dar apoio substancial a sua utilização.

Na segunda-feira, dia 6, chegou para reforçar o grupo do Ministério da Saude a imunologista Nise Yamaguchi munida de dados sobre uso da cloroquina. Adiantou que: 

"Usar o medicamento não é uma questão política, é uma questão de humanidade". 

E acrescenta de forma inquestionável.

"Se já temos evidências robustas de que o remédio reduz os sintoma e evita internação, por que vamos deixar de salvar vidas aguardando uma comprovação científica?"

O método científico utiliza o teste duplo cego, em que se define dois grupos de infectados: um usa o medicamento e o outro placebo, sem o medicamento. Considerando o alto índice de complicação e mortalidade da Covid-19, isso pode significar uma sentença de morte.

De qualquer forma, ainda ficam em suspenso para questionamento futuro as razões da China ter registrado tão poucos infectados e tão poucas mortes, restringida a região uma específica. Isso pode indicar censura nas informações, uso medicamentos para debelar a Covid-19 ou uma vacina contra essa enfermidade, mesmo que em fase experimental. 

Essas dúvidas se somam à demora de alertar do surto do coronavírus e o uso da policia para tentar esconder do mundo mais esse vírus gerado nos imundos mercados de animais vivos, que o Comitê do Partido Comunista Chinês havia se comprometido acabar em 2002.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Tributo ao Dr. Li Wengliang


Em 4/4, no Dia de Finados chines (Qingming), o governo comunista prestou homenagem às 3.326 vítimas do coronavírus - incluindo os profissionais da saude que morreram cuidando delas - com três minutos de silêncio e bandeira a meio mastro. 
Essa tocante cerimônia resgata na memória o drama vivido pelo médico oftalmologista Dr.Li Wengliang de 34 anos, do Hospital Central de Wuhan, proibido de divulgar o aparecimento de um novo vírus que causava sintomas semelhantes à Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), causada por outro vírus mortal. 

Foi acusado de divulgar mentiras, causar tumulto e foi obrigado a desmentir os alertas feitos aos colegas para que se protegerem.

"Nós esperamos que você se acalme e reflita sobre seu comportamento", afirmava a carta que ele foi obrigado a assinar, colada aqui ao final.

Com isso, a notícia do dia 30 de dezembro de 2019, considerada exagerada pelas autoridades chinesas, tratada como boato ou fake news. (https://promedmail.org/)
A declaração oficial afirmava que havia sim um novo vírus, mas ele não era transmitido entre humanos. Ponto.
Atualmente, temos notícias de que desde meados de dezembro de 2019 já vinham ocorrendo mortes estranhas na área de Wuhan, com quadros graves de pneumonia que não cedia aos antibióticos.


A polícia atuou calando outros profissionais da saude, como a da Drª Ai Fen, chefe da Emergência do mesmo hospital e sua equipe. Depois de uma entrevista tratando do novo vírus não apareceu mais na internet.

Dois jornalistas que acompanhavam e divulgavam a situação na cidade e um empresário imobiliário também foram calados e sumiram da rede. 

Durante três semanas essa versão do governo chines foi assumida pelo diretor-geral da Organização Mundial de Saude (OMS), Tedros Ghebreyesus, com elogios à forma da China tratar a questão.

Em 20/01/20 ficou impossível manter a versão "oficial", com muitos casos acontecendo em escalada fora da China.
Trump fechou voos com a China. Tedros condenou como preconceito e orientou que os países não deveriam impedir voos com a China. 
Com as ocorrências se espalhando no mundo, Tedros exita em declarar a pandemia. 
O ex-ministro da saude da Etiópia mostra-se mais parceiro do governo chines que do resto do mundo. 
E enquanto vários países e a própria OMS preparavam protocolo para testar a eficácia da hidroxicloroquina associada a azitromicina, com metodologia científica, Tedros alerta o mundo de que não há comprovação de benefícios. 
O governo de São Paulo embarca nessa, mas médicos paulistas - por conta e risco - utilizam os medicamentos e reportam casos de sucesso. As experiências mostraram que os medicamentos não faziam muita diferença quando ministrado na fase crítica da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). Os benefícios foram observados quando usado no início da infecção viral.
Após a SARS-Cov em 2002 a China prometera acabar com mercados de animais vivos. Fez a mesma promessa após a chamada gripe suína pelo H1N1 em 2009 e agora o SARS-CoV-2 Desta vez, o pangolim é o animal suspeito de disseminar o coronavírus. Vê-se que a China não cumpriu as promessas, o que faz prever novas síndromes mundiais desse tipo. 
Em atitude rara, o Comitê  Central do Partido Comunista Chinês emitiu comunicado reconhecendo que errou no tratamento da situação gerada a partir de Wuhan: 
"Em razão das falhas, precisamos melhorar nosso sistema nacional de gerenciamento de emergências e melhorar nossas habilidades em lidar com tarefas urgentes e perigosas."

Muita coisa oculta foi revelada nesse tempo de pandemia e muitas outras ainda o serão para instruir o cidadão brasileiro atento com o destino do país. 

Certo é, que os cidadãos do mundo livre devem imensa gratidão ao Dr. Li Wengliane. 
Sem seus alertas a mortandade no planeta seria, sem dúvida alguma, ainda maior... 
Que ele esteja sempre em nossas preces.




segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Trump na presidência

Daqui a poucos dias, o bilionário Donald Trump assume a presidência dos Estados Unidos. 


Donald Trump

Apresentador do programa Aprendiz, onde dizia com veemência aos participantes perdedores "Está despedido!", lançou-se nessa aventura política com muito afinco, contando com o apoio, ainda não esclarecido, do governo russo e dos conterrâneos atraídos pelo patriótico chamado de um Estados Unidos forte. Já vimos isso antes, lembram? 


A sua performance nas prévias e na vitória eleitoral revelou uma personalidade que jornalistas e comunicadores de todo o mundo ainda tentam descrever.


Os vocábulos que mais aparecem nas notícias sobre Trump, são: exibicionista, grosseiro, leviano, misógino, desprezível, escandaloso, truculento, bizarro, fanfarrão, racista, desrespeitoso, xenófobo, estúpido, imbecil, boquirroto...

Porém, há uma palavra que o resume melhor: boçal.
Trump, tem as características de um boçal. 


Benito Mussolini, o Dulce

Parece-se muito com dois governantes da Itália, Benito Mussolini e Silvio Berlusconi, que não acumularam boas referências em suas governanças. 

Benito foi um dos criadores e propagadores do nazifascismo, e o bilionário Silvio leva a taça de maior corrupto da Itália, de todos os tempos.


As atitudes de Trump revelam que gosta de estar em evidência, ser considerado um bom negociador, destemido e sem limites para alcançar seus objetivos.


Silvio Berlusconi

Movimenta-se no sistema institucional norte-     americano como um búfalo em loja de cristais.       

Desafiou o Partido Republicano, pelo qual foi eleito, venceu as resistências internas e os ícones conservadores do partido. E tem obtido bons resultados com essa estratégia.


Suas promessas de campanha, suas declarações após a vitória e as escolhas dos secretários de governo, causam polêmica e muita apreensão antes mesmo dele assumir a presidência.

As declarações sobre os acordos climáticos e emissão de gases poluentes, em andamento, batem de frente com os países que os negociaram e assinaram. 


Trump

Seus comentários sobre China, Rússia, México, Mercado Comum Europeu, Irã e Israel - só para ficar com os mais citados - parecem blefes de jogador de pôquer, com a intensão de se impor ante os governantes do mundo.


Vai logo perceber que não estará mais tratando com aprendizes. Que após desligar as câmaras, os microfones e as luzes, o programa não acaba. A realidade continuará existindo com as consequências de suas atitudes: quer elas sejam boas ou sejam más.

 

Esse é um jogo perigoso que pode resultar numa escalada de declarações hostis, pressões, ameaças e revides, que irão gerar intranquilidade e conflitos reais no mundo.


Obama, Michelle e filhas


Tenho a impressão que vamos lembrar com saudades dos governos de Barack Obama, de sua esposa, Michelle, suas meninas, e da tranquilidade, firmeza, credibilidade, generosidade e postura ética, que seu governo cultivou e revelou a todos nós.


E que o sistema de governo dos Estados Unidos seja suficientemente ágil e forte para levar a presidência de Trump a bom termo. 


E que Deus nos proteja!