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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

A invisibilidade do óbvio

 Aos peixes a água é o espaço em si mesmo, aos homens o ar, aos astronautas o espaço em si pleno de ondas eletromagnéticas e gravitacionais. 

Por imersos nesses contidos, o observador menos atento nem vai considerar tais elementos.

É o fenômeno da invisibilidade daquilo que é ou que nos parece óbvio, comum, normal, sistêmico, universal.

A introdução vem como um alerta sobre os tratamentos utilizados na epidemia da covid-19, doença provocada pelo coronavírus, que tem três fases principais: infestação e replicação, quando o vírus ataca as células sãs e se replica; tempestade de citocinas, quando o sistema imunológico reage de forma intensa à presença do vírus; e o resultado disso em tromboses sistêmicas, quando a reação imunológica resulta em trombos nos diversos órgãos, tais como, pulmões, cérebro, rins, fígado, intestino e sistema circulatório, sendo a principal causa das mortes.

A extrema imprensa já decidiu que não há tratamento precoce para a covid-19. 

Dr. Roberto Kalil foi tratado
com hidroxicloroquina

Por má fé, desonestidade, cegueira ideológica ou uma pouco provável estultice, confundem Tratamento Precoce, utilizado após a infeção, com Tratamento Profilático ou Preventivo, utilizado como prevenção ao vírus, antes da infeção.

O Tratamento Precoce é indicado para pacientes infectados, logo nos cinco primeiros dias em que apareceram os sintomas de febre, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor de garganta, congestão nasal, dores no corpo, diarreia, corize, tosse seca, cansaço, erupções na pele, perda de olfato e paladar. 

O tratamento é composto por - ganha uma passagem de ida e volta a Gramado no Zepelim - lógico, por antivirais, como ivermectina, nitazoxanida (Annita), hidroxicloroquina, apoiados por zinco, vitaminas C e D para reforçar a imunidade e a Azitromicina como preventivo às inflamações causadas pelo SARS-CoV-2.

Ao reduzir a carga viral reduz-se também as complicações advindas da resposta do sistema imunológico do paciente ao coronavírus.

Dr. David Uip se auto medicou
com hidroxicloroquina

Seria trivial a qualquer vivente minimamente apetrechado de conhecimento e lógica que o combate ao vírus seja feito com antivirais. Mas não é isso o que os ditadores da ciência dizem: os antivirais não servem para tratar a covid-19, pois não há comprovação cientifica de sua eficácia. 

Mesmo após inúmeros registros da eficácia do Tratamento Precoce e do Tratamento Profilático, os negacionistas não aceitam as evidências médicas.

E a quem acusam de genocida? "Acuse o adversário dos crimes que você comete", é a estratégia dos comunistas nazifascistas. Mas isso só tem resultado quando a divulgação está centralizada na mão do partido único ditatorial. E lutamos para manter os meios de comunicação livres da censura que as tricktechs tentam impor aos canais conservadores e aos seus apoiadores. 

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) emitiu diretrizes não recomendando o Tratamento Precoce. O procurador Ailton Benedito, do Ministério Público de Goiás, solicitou cópia dos documentos oficiais que sustentam a diretriz. Pediu também que a instituição informe se tem conhecimento das orientações divulgadas pelo Ministério da Saude quanto o tratamento precoce, e esclareça se os estudos científicos que embasam as orientações do governo não tem valor científico para a SBI. O procurador deu prazo de cinco dias para enviar as informações solicitadas.

É criminosa a divulgação de posts com supostos "estudos" que concluíram que a Ivermectina causa danos ao fígado! 

De notícias falseando a intensão do texto do fabricante ao informar que a Ivermectina não tem estudos de eficácia contra a covid! Claro, cara-pálida, essa evidência foi construída agora na pandemia, como muitos outros fármacos que têm efeito anti-inflamatórios e imunossupressor, usados nos casos graves da covid.

Aos opositores da Ivermectina, cabe lembrar que ela é um dos 10 medicamentos que a OMS considera imprescindível a todo sistema de saude no mundo. 

Juntamente com a vacina contra a poliomielite por Albert Salk, são os únicos fármacos que têm Premio Nobel concedidos aos seus descobridores William Campbell e Satoshi Ômura, recentemente em 2015.

Festa para a paciente idosa
curada após internação

A Ivermectina tem a capacidade de blindar as células do ataque dos vírus, ocupando os receptores da célula que o vírus usa para adentrar e se replicar. 

Uma comprovação da eficácia desse fármaco consta em um vídeo que viralisou nas redes sociais. Um brasileiro que vive nos Estados Unidos foi convocado para tomar a vacina contra o novo coronavírus. Após a vacinação, o capitão que coordenava as filas indicou uma nova fila, onde recebeu um lanche, uma lata de leite condensado Itambé, fabricado no Brasil, e com uma caixa de Ivermectina, com instruções para usar caso sentisse algum sintoma da covid nos próximos 14 dias, tempo de resposta do sistema imunológico à vacina. Touché!

Essa propriedade foi obtida com uma pequena mudança estrutural na avermectina, substância natural isolada do Streptomyces avermitilis que, diz a lenda, o curioso Campbell recolheu no campo em uma partida de golfe.

Então, ficamos assim: os negacionistas levam antipiréticos para casa e esperam os sintomas aumentarem para voltar ao atendimento, e nós outros vamos usar os fármacos que está dando certo, de acordo com a prescrição do médico que sabe do efeito benéfico dos fármacos do TP na redução da carga viral no paciente.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Agora, Inês é morta!

Para quem não sabe, este dito popular “Agora, Inês é morta”, baseia-se numa história real de amor e traição, ocorrida no século XIV, expressada por Pedro I (rei de Portugal à época), referindo-se ao assassinato brutal de sua esposa, a mando de seu pai, o rei Afonso IV, que mandou decapitá-la na ausência do filho.

Ao querer vingar-se do pai por tal infortúnio, sua mãe, Beatriz, pediu ao filho que refletisse sobre o ocorrido. Com o coração dilacerado e com a alma aniquilada, este respondeu-lhe:

“De nada adiantaria, pois, agora, Inês é morta.”

Com muito pesar, este fato ocorreu-me hoje, ao ler as matérias já publicadas sobre a OMS, querendo “desculpar-se” pelas omissões, irresponsabilidades e incompetências relacionadas à proibição do medicamento Cloroquina àqueles pacientes contaminados pelo coronavírus.

Depois, autorizou o uso para pacientes em estado grave, quando o antiviral não tem efeito.

HCQ está em uso no Brasil
há mais de 70 anos no combate
à malária, lúpus, artrose e
recentemente zika, dengue,
chikungunya e covid-19

Pois então, há algum tempo, a OMS já havia pedido desculpas pelo enorme imbróglio criado em razão de seu posicionamento controverso em relação a hidroxicloroquina no tratamento de pessoas infectadas com o coronavírus e, nos noticiários de hoje, eis a manchete:

“Após pedirem desculpas pela Hidroxicloroquina, agora a OMS conclui que pacientes assintomáticos (a grande maioria), não têm potencial de infectar outras pessoas. Milhões ficaram trancados em casa, perderam seus empregos e afetaram negativamente a Economia.”

Agora, o FACEBOOK “pede desculpas”, por ter apoiado a esquerda, agindo como “autoridade sanitária“, sem ter nenhuma autoridade para tal.

É um grave delito e quem irá responsabilizá-lo por isso?

Qual a relação entre a morte de Inês de Castro e aqueles que também sucumbiram à doença não somente no Brasil, mas em quase todo o planeta?

Ah, meus caros, certamente a ganância pelo poder!

Certamente, a empáfia da soberba. 

Certamente, a virulenta e maligna falta de caráter.

Certamente, a ausência de empatia para com o próximo.

Certamente, a purulenta avidez disfarçada em benevolência.

Desculpe-me, mas não há desculpas!

O medicamento estava disponível, com custo baixo e já testado como aquele que seria benéfico à doença, sendo utilizado com resultados eficazes por inúmeras pessoas portadoras da COVID (inclusive infectologistas), e mesmo assim não quiseram ministrá-lo!

Desculpe-me, mas não há desculpas!

Não há desculpas para os algozes daqueles que enterraram seus mortos sem direito à despedida.

Não há desculpas para os algozes daqueles que sucumbiram em hospitais, na extrema e indescritível solidão de uma UTI, a implorar por algo que amenizasse seus sintomas agonizantes.

Não há desculpas para os algozes daqueles que viram suas vidas serem ceifadas por omissão e desvarios incongruentes dos “cientistas da saúde”, oportunistas na pandemia.

Não há desculpas destes algozes que relevem a amargura de um ser humano com a morte iminente, sem qualquer sinal de esperança.

Redução de 95% de 
mortes com o uso de:
  Zinco, HCQ e AZT 



Desculpe-me, mas não há desculpas!

Não há desculpas para o STF, que arrancou de forma ditatorial o “PODER DE COMANDO” das mãos do Presidente Bolsonaro e o entregou aos prefeitos e governadores no enfrentamento ao novo COVID 19, no qual alguns destes, ao invés de cumprirem seus papéis como governantes, ludibriaram e macularam a população com atitudes execráveis referentes à pandemia.

Desculpe-me, mas não há desculpas!

Porque agora, OMS, FACEBOOK e demais adeptos da tão “inquestionável Ciência“, não somente Inês, mas aquelas milhares de pessoas que também foram tão covardemente injustiçadas quanto ela, também já estão mortas. 
E muitas outras ainda continuam sendo.

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Autora: Carla Belintani, psicóloga 
https://www.facebook.com/carla.belintani.1



sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Desorientações da OMS


A Organização Mundial da Saude (OMS) revelou suas idiocrasias, intensões e preferências nada democráticas, nas orientações proferidas desde a primeira notícia da ocorrência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) na cidade de Whuran. E quase diariamente continua a emitir comentários contraditórios, desmentidos e avaliações que se revelam inadequados e vazios de  informação. Dispensáveis. 

Elencamos a seguir alguns desses comentários, informações e orientações, grande maioria cometidos por seu diretor-geral Tedros Adhanom (foto).

0. Em 31 de dezembro de 2019, a OMS informa o mundo da presença de um novo coronavírus na cidade de Wuhan, mas já está sob controle do serviço sanitário sino.

1. O vírus foi detectado em pessoas que frequentaram o mercado de animais vivos em Wuhan, que foi fechado e desinfetado.

2. Não há transmissão de humano para humano, repete Tedros a informação dos sinos.

3. Os médicos chineses informam de que há transmissão entre humanos, com alto índice de contaminação.

4. O foco da contaminação ocorre na cidade de Wuhan, que foi isolada do mundo pelos governantes sinos

5. Não há motivos para fechar aeroportos e cancelar voos oriundos da China. Isso é preconceito racial.

6. Não há motivos para declarar pandemia. O contágio ocorre em áreas restritas. 

7. Só os profissionais da saude e os infectados devem usar máscaras de proteção na prevenção do coronavírus.


8. Apesar de não ter eficácia comprovada cientificamente, a  hidroxicloroquina pode ser utilizada em pacientes em estado grave, como último recurso. 

9. Suspendemos todos os testes com a hidroxicloroquina em andamento pela OMS, tendo em vista que o estudo publicado pela conceituada revista científica The Lancet revela ser ineficaz contra a covid.

10. Foram retomados os testes com a HCQ, após constatação de que o "estudo" era uma coletânea de dados que não tinham qualidade científica. Mas aí, os registros que foram descontinuados perderam a sequência e os próprios testes. E ficamos sem a tal comprovação científica.

11. A população também deve usar máscaras para deter o avanço da doença.

12. A pandemia vai se estender por um tempo maior do que está sendo previsto por especialistas e governos. Aqui temos Tedros, o profeta.


13. O aborto é essencial durante a pandemia. Vade retro, Tedros!

14. Podemos nunca ter uma vacina eficaz para a Covid-19. Prêmio da melhor frase abobrinha de encher linguiça nas reuniões transmitidas para todo o mundo.

15. A hidroxicloroquina não tem eficácia comprovada cientificamente.

16. O término da pandemia não será obtida por vacinas ou alguma medida milagrosa. Aqui o fraseador de abobrinhas ataca de profeta mais uma vez. Dinovo!

17. Não existe "bala de prata" contra o coronavírus no momento, e talvez nunca exista. Esta deve ser sua mensagem de conforto dirigida aos 99% da população mundial, que se defendem do vírus. Podemos dizer que nessa aqui ele arrasou. Literalmente.

18. Não recomendamos o uso da hidroxicloroquina no combate ao coronavírus, por não ter sua eficácia comprovada.

Existem alguns tedros tupiniquins, com essa mesma capacidade dizer abobrinhas durante horas. Ou até maior. Livrai-nos!



Certamente devo ter esquecido de algumas pérolas. O leitor pode nos lembrar acrescentando em comentários logo abaixo. 

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

100 mil mortes por covid


* Descompilação dos comentários de Luiz Camargo (foto) constantes em vídeo: https://youtu.be/BbwKZR-Fhvg 
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Opa, tudo bem? Eu sou Luiz Camargo, seja muito bem vindo a este canal.


Desde a redemocratização do país, as empresas detentoras dos principais veículos de comunicação obtiveram lucros exorbitantes, sem muitos esforços. Isso se dava por conta dos conluios com governo, onde se garante a sucesso econômico através das propagandas oficiais das matérias chapa-branca que dominavam todos os jornais. 
Em face disso, formou-se uma classe jornalística sem o menor compromisso com a verdade ou com a apuração dos fatos. Afinal era desnecessário prestar um serviço de qualidade para conquistar leitores e espectadores em um mercado de lucro garantido. Jamais se viu em um país democrático uma parceria entre estado e mídia que fosse tão deletéria para a sociedade, como a que se deu no Brasil e que atingiu seu ápice com a chegada do PT no poder. 

A eleição de Jair Bolsonaro mudou este paradigma ao estancar o fornecimento de dinheiro do pagador de imposto para as grandes empresas de comunicação. 

Pela primeira vez na história desse país temos um governo de amplo apoio popular que se promove de forma independente. 
Hoje, atropeladas pelas mídias alternativas e sem o apoio estatal, as empresas que formam a chamada grande mídia agonizam. E assim, ou se reinventam e fazem um jornalista com jornalismo imparcial, ou tentam derrubar o responsável por deixá-las moribundas. 
O grupo Globo apostou todas as suas fichas na segunda opção. Durante a campanha presidencial a Globo já lançava ataques descomedidos contra o então candidato Jair Bolsonaro.

Após ter sido eleito o grupo do finado Roberto Marinho, através de suas emissoras afiliadas, mídia digital, rádios e jornal impresso, intensificou a campanha de desinformação, fake news e difamação contra o presidente e os integrantes do seu governo. E para isso contou com um verdadeiro exército de militantes políticos travestidos de jornalistas. 
Do outro lado, Bolsonaro, além de tirar a emissora da grade das propagandas oficiais do Estado, também cortou uma das suas principais fonte de renda, com a Medida Provisória que altera as regras de transmissão de partidas de futebol do Brasil.

A tentativa desesperada de derrubar o governo Bolsonaro não é só uma forma de retaliação a essas medidas, mas uma forma de tentar sobreviver. Para a Globo, o atual presidente não representa apenas o fim das tetas do Estado, representa uma ameaça a sua própria existência. 
A concessão da Globo expira no dia 5 de outubro de 2022, ou seja, dois meses e meio antes de Bolsonaro sair da presidência ou ter o seu mandato renovado. Se até lá emissora não estiver em dia com os critérios exigidos por lei, se estiver inadimplente devendo nem que seja R$ 1,00 para o Fisco, o Presidente, como já deixou claro, terá imenso prazer em não assinar o decreto de renovação. 

E foi nesse desespero por sobrevivência que sábado o Jornal Nacional (foto), de maneira sórdida, tentou colocar nas costas de Bolsonaro a culpa pelos 100 mil brasileiros que perderam suas vidas este ano. A Globo de maneira nojenta usou, na sua guerra particular contra o governo, a dor das mais de 100 mil famílias que perderam seus entes queridos. Mas a verdade é que a esquerda e a grande mídia politizaram a pandemia desde o começo. Pode ter certeza que, qualquer que fosse o caminho seguido pelo presidente Jair Bolsonaro, eles optariam pelo sentido contrário. 
Se Bolsonaro fosse um assíduo defensor do isolamento, o Jornal Nacional dedicaria a maior parte do tempo para mostrar como a Suécia e o Japão combateram a pandemia preservando os empregos e as liberdades dos cidadãos.

Essa corja que culpa Bolsonaro pelas consequências do vírus chinês nunca se preocupou com as vidas. A preocupação foi sempre se valer da tragédia para atacar o presidente, independente da decisão que ele tomasse. Tanto que passam por cima do fato de que o STF amarrou as mãos Bolsonaro e concedeu, aos 27 governadores das unidades federativas e aos 5.500 prefeitos dos municípios, a exclusividade do combate à pandemia. E estes, por sua vez, aproveitaram a oportunidade para adotar medidas draconianas contra a população, enquanto chafurdavam na lama do Covidão.

Em contrapartida, o que estava na alçada do governo federal foi feito. E foi feito com excelência! Os repasses de verbas para Estados e Municípios foram cumpridos com celeridade recorde, e o auxílio emergencial já é considerado o maior programa de distribuição de renda já visto na história do país.
Mas a imprensa está alardeando as cem mil mortes pela peste chinesa como a maior tragédia brasileira. 
Talvez seja, mas eu te pergunto: quantas vidas teriam sido salvas caso tivesse sido adotado o protocolo de tratamento precoce com o uso da hidroxicloroquina mais a azitromicina e o zinco? 
Será o que, cem mil, cinquenta mil, dez mil vidas? Ou nenhuma vida seria salva?  
Quantas vidas teriam sido salvas, caso tivesse sido adotado por todos os brasileiros o tratamento profilático com Ivermectina? Sem dúvida: 50.000, 10.000 ou nenhuma vida seria salva? 

Alguma vez, a mídia atribuiu a responsabilidade pelas centenas de mortes ao Partido Comunista Chinês? Alguma vez, a mídia atribuiu a responsabilidade das mortes ao ministro Mandetta? (foto)
Na época que ele estava à frente do Ministério da Saúde a recomendação oficial era de ir para o hospital apenas se você estivesse com falta de ar. Ou seja, com o quadro da doença já evoluído. E a pessoa que ia para uma UPA ou Pronto Socorro com os sintomas leves, o médico receitava apenas antipiréticos, como paracetamol, dipirona, estes sim, sem qualquer eficácia no combate ao vírus. E aí, a pessoa ficava em casa controlando a febre, a doença avançava, e quando retornava ao hospital já era para ser internada, quando não, entubada e, segundo informações, apenas 20% das pessoas que são entubados saem do procedimento com vida. Esse protocolo estabelecido por Mandetta ficou conhecido como Protocolo da Morte.

Aí eu te pergunto, de novo: quantas vidas teriam sido poupadas se o ex-ministro não tivesse desprezado, e chamado de obscurantistas e anticientíficos os médicos e virologistas que, lá no começo, já alertavam sobre a eficácia de um tratamento precoce*, com a utilização da hidroxicloroquina, logo no aparecimento dos primeiros sintomas? Quantas vidas seriam poupadas: cem mil, cinquenta mil, dez mil vidas?

Cem mil mortes é algo absolutamente terrível. Agora, explorar politicamente essas mortes é mais terrível ainda. Nada representa mais um estado de degradação humana do que a instrumentalização de uma tragédia. Uma parte significativa dos brasileiros que entraram nesta estatística lamentável da cem mil mortes, já estavam com a saúde debilitadíssima. E assim, morreram com o vírus e não do vírus. E essa diferença entre, morrer do vírus e morrer com vírus, é simplesmente desprezada pela mídia.

Segundo o Portal da Transparência de Registro Civil  em julho de 2019 morreram exatamente 119.541 pessoas, em todo território nacional. Já em julho de 2020, morreram 120.835 pessoas. Ou seja: em julho deste ano - que para alguns foi o pico da pandemia - morreram apenas 1.294 pessoas a mais do que em julho do ano passado, sem anemia. Agora, dá uma olhada nessas estatísticas: em julho de 2018 morreram quase 20 mil pessoas a mais e tem julho de 2017. Já em julho de 2019 morreram 10 mil pessoas a mais do que em julho de 2018. E em julho de 2020, como já falei, morreram exatamente 1.294 pessoas a mais do que em julho de 2019?! Ou seja, mesmo com a peste chinesa, a média crescente de mortes caiu. Vou deixar aqui nos comentários o link do Portal da Transparência de Registro Civil para que depois, você mesmo, possa conferir esses números: transparencia.registrocivil.org.br

Para você ter uma ideia, no período entre 16 de março e 29 de julho de 2019, morreram 90 mil pessoas com pneumonia. Em 2020, no mesmo período, morreram apenas 61 mil pessoas de pneumonia. Só nesse exemplo, 29 mil mortes foram deslocadas, para inflar os números da peste chinesa. E outra, segundo apuração feita nos Cartórios pela jornalista Cristina Graeml, da Gazeta do Povo, nunca morreu mil pessoas por dia! As mortes sempre foram infladas pelas Secretarias de Saúde. O que prova que a doença infelizmente existe e é lamentável, porém, a histeria é fabricada.

A histeria tem método. E Bolsonaro, que desde o começo lutou contra toda essa histeria, que queria estabelecer o tratamento precoce com a hidroxicloroquina e adotar um modelo de isolamento vertical, para preservar a liberdade de manter os empregos, medidas que com certeza nos deixariam aí em condições bem melhores em todos os sentidos, é hoje responsabilizado por essa tragédia, que a gente não sabe até onde é real e até onde foi orquestrada.

Por hoje é isso aí.

Deixa aqui seus comentários, a sua opinião, curte, compartilhe o vídeo para ele ganhar relevância. Confere se você continua inscrito no canal, confere se o sininho das notificações está ativa. E como você sabe a perseguição aos canais conservadores está cada vez mais acirrada. Então, se você gosta do trabalho que eu venho fazendo e puder ajudar a manter esse canal em plena atividade contribuindo com qualquer valor no link do nosso apoia-se https://apoia-seluizcamargo e também nas redes sociais: Twitter, Instagram, Facebook e no Power@Luiz Camargo vlog

Então, até o próximo vídeo!

Protocolo Brasileiro de Tratamento Pré Ambulatorial da Covid-19 consulte no endereço < bit.ly/2B9WhmH >. Elaborado por 43 profissionais da medicina de diversas especialidades, publicado em 26 de maio de 2020, utilizado aos primeiros sintomas da doença, isto é: do 1° ao 5° dos sintomas (febre, dor de cabeça, dor no corpo, cansaço, ausência de olfato e paladar...) 

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Tratamento da Covid-19

O jornal A TARDE de 6/8, traz reportagem especial sobre o uso de medicamentos que são usados no combate de outras doenças, mas que agora são usados contra o covid em tratamento emergencial. Apresenta as opiniões de dois profissionais de saude que têm visões opostas quanto ao uso desses fármacos : um contra e outro a favor. 
O infectologista Matheus Todt diz que não prescreve a hidroxicloroquina por falta de evidências científicas que justifiquem o uso, e complementa:
"Até o momento, é um medicamento não eficaz contra a covid-19 e que tem efeitos colaterais potencialmente graves tais como arritmias cardíacas, alterações neurológicas, distúrbios de visão e irritação gastro intestinal". 
Ressalta o estabelecido pela OMS e pela maioria de profissionais e órgãos de saude.
"Não dispomos de tratamentos preventivos ou curativos. Mais de 80% dos casos sequer sentirão a infecção, portanto não precisam tomar medicamentos. O único tratamento eficaz para os casos graves é hospitalização, monitorização, oxigênio e, quando necessária, intubação e ventilação mecânica."


Em contrapartida, a otorrinolaringologista Clarice Saba diz que a cloroquina e hidroxicloroquina podem evitar o internamento. Ela, que é diretora de comunicação e imprensa do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindmed), também é uma das coordenadoras na Bahia do projeto Médicos pela vida, grupo adepto ao tratamento precoce com o uso dessa medicação associada a Ivermectina, Azitromicina, Zinco, e Vitamina D.
"O tratamento precoce é quando o médico recebe o paciente para consulta inicial e suspeita de que a pessoa está infectado com a covid-19." Ressalta que esse protocolo não tem eficácia nos pacientes internados em estado grave.
"A hidroxicloroquina não é uma medicação que tenha efeito colateral a ponto de ser demonizada. Porém, é preciso ver se o paciente tem alguma contra-indicação ou se pode ter alguma interação medicamentosa ou comorbidade."

Fizemos a análise das duas posturas opostas, principalmente do que foi verbalizado.

Inicialmente comentamos as declarações do doutor Matheus Todt.

1. Não usar medicamento por não ter evidências científicas de sua eficácia não é científico. As substâncias só se tornam remédios quando alguém as experimentou e observou bom resultado.

2. Dizer que o medicamento não é eficaz é desconhecer a realidade médica do país. Desde 18 de maio existe protocolo detalhado para atendimento emergencial pré-ambulatorial elaborado por 43 profissionais da saude de diversas especialidades, usado em vários estados. (Vide em: bit.ly/2B9WhMH )

3. Considera que o fármaco tem efeitos colaterais potencialmente graves. Esse argumento foi eclipsado pelo item anterior. Se não usa, não terá efeitos colaterais, nem a cura.

4. Segue os preceitos defendidos pela OMS e pela maioria de profissionais e órgãos de saude. Está perdido nas desinformações da OMS. E quem disse que a maioria dos profissionais e órgãos de saude são contra o protocolo de atendimento precoce com coquetel em uso emergencial? Vejam o parecer da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) que o Dr. Todt posta em seu perfil, destacando que “não existem evidências científicas de que quaisquer das medicações disponíveis no Brasil, tais como Ivermectina, cloroquina ou Hidroxicloroquina, isoladas ou associadamente, sejam capazes de evitar a instalação da doença em indivíduos não infectados”. Está se referindo a profilaxia e não a tratamento após a infecção pelo vírus. Isso revela o calcanhar de aquiles do ensino no Brasil: interpretação de texto. Mais um zumbi na bolha da TVTerror.

5. Não dispomos de tratamento preventivo ou curativo. Como não, cara pálida? Informe-se. Repito a dica: acesse < bit.ly/2B9WhMH >.

6. Mais de 80% dos infectados nem sentirão os sintomas, não precisam de medicamento. Sim, digamos que isso seja verdade. E os que precisam, vai deixar sem atendimento até ficar em estado grave, como alguns estados estão fazendo?

7. O único tratamento eficaz para os casos graves é hospitalização, monitorização, oxigênio e, quando necessária, intubação e ventilação mecânica. Como tratamento eficaz, se é nessa fase que ocorre a maior parte dos óbitos? É o tratamento desenhado pelos chineses para construção de hospital de campanha, UTI e respiradores que fizeram o gáudio dos governantes em contratos sem licitação. Na realidade, hospitalização é um tratamento de suporte até que seja debelada a inflamação provocada pelo vírus. É visível que esse cara também não conhece lógica filosófica.

Vejamos agora a análise feita com as declarações da Dra. Clarice Saba.

1. A hidroxicloroquina pode evitar a internação do paciente. O tratamento precoce é a chave da recuperação do paciente. A formação do grupo Médicos Para Vida já diz tudo. Não é tratamento para encher os bolsos de grana. É para manter a vida, utilizando tratamento emergencial que vem dando certo em todo o Brasil, com o uso da hidroxicloroquina associada a Ivermectina, Azitromicina, Zinco, e Vitamina D.

2. O tratamento precoce é prescrito quando o médico recebe o paciente para consulta inicial e suspeita de que a pessoa está com a covid-19. O coquetel dos antivirais citados acima inibe a replicação do vírus e evita o quadro inflamatório grave e a hospitalização.

3. Como o próprio nome já define, tratamento precoce não tem eficácia nos quadro graves.

4​​. A hidroxicloroquina não é uma medicação que tenha tanto efeito colateral a ponto de ser demonizada.​ O fármaco ora politizado está em uso há mais de 40 anos, vendido e tomado sem receita médica. Por que agora se aterrorizar com os efeitos colaterais indicados na bula?​ ​A maioria dos remédios têm contraindicações e alertas de efeitos colaterais. Se o paciente se impressionar ao ler a bula, não toma.​

​5. ​Porém, é preciso ver se o paciente tem alguma contra-indicação ou se pode ter alguma interação medicamentosa ou comorbidade.​ Esse é o cuidado próprio de todo médico, individualizar o tratamento após a anamnese com o paciente, na ocasião plenamente consciente. O que não ocorre quando o paciente chega em estado grave. 

Para mim fica claro quem tem mais chance de recuperar e curar pacientes com a covid-19. E isso está sendo feito, apesar dos torcedores do vírus que a cada dia ficam falando sozinhos. Com os bons resultados obtidos pelo protocolo emergencial, aumentou sua aceitação por parte da população, como demonstra o grande aumento nas vendas.

Nota: O Ministério da Saude está finalizando um sistema cuja sigla é RNDS - Rede Nacional de Dados em Saude, que vai coletar todo o histórico médico do cidadão (doenças, exames, vacinas, internações, operações, alergias...) que será alimentado e/ou consultado pelo profissional de saude, em qualquer atendimento. Isso vai agilizar e dirimir muitas dúvida que o médico pode ter em relação ao que prescrever. Seu uso está previsto para começar ainda este ano de 2020. ​

domingo, 7 de junho de 2020

Sucupira é bem aqui ó !


Na telenovela "O Bem Amado", do falecido dramaturgo Dias Gomes, o prefeito da cidade de Sucupira, Odorico Paraguaçu, torce para que morra alguém para "inaugurar" o cemitério que ele construiu.

Os atuais odoricos estão torcendo que a pandemia da covid-19 se alongue por mais tempo para alcançar seus objetivos a curto, a médio e a longo prazo: 1. inviabilizar o governo Bolsonaro; 2. promover o grupo comunista-socialista retirado do poder em 2018; 3. voltar às práticas da cleptocracia; 4. implantar a ditadura do "proletariado" com solícita interferência externa.
O cenário é uma pandemia nascida em Wuhan que com 14 milhões de habitantes sofreram apenas 3 mil óbitos! Um espanto!
No resto da China com 1,3 bilhões de pessoas não ocorreram óbitos, mesmo após o vírus se espalhar por todo o mundo. Menos lá! Mais espantoso ainda.

A pandemia contou com ajuda fundamental da OMS, através de seus diretores e diretoras, na demora de informar sobre o novo coronavírus extremamente contagioso, na demora de declarar emergência e de calamidade na saude mundial, de criticar medidas que poderiam evitar a contaminação, como sustar voos oriundos da China ou de países com a presença confirmada do vírus!

A OMS desaconselhou o uso de máscaras por pessoas não infectadas, mesmo sabendo que a maioria dos contaminados (85%) são assintomáticos! Parece estranho, não?

O mais revelador na participação da OMS no caos da pandemia, é a intensa e sistemática campanha de que a hidroxicloroquina e a cloroquina não têm eficácia comprovada e pode causar arritmia e levar o paciente à morte. Mesmo assim, indicava o uso desses fármacos em pacientes em estado grave. 

Estranhíssima orientação do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, não é indicado para curar, mas é indicado para matar! Sim, pois sabemos que esse remédio tem sua eficácia comprovada na fase de replicação do vírus, que ocorre de 1 a 5 dias dos primeiros sintomas. 

Ora, se nós que topamos com o vírus três meses depois da China sabemos disso, como o diretor Tedros poderia desconhecer? 
Com o estudo publicado na revista científica The Lancet Tedro foi rápido no gatilho. Mandou suspender todos os experimentos em andamento no âmbito da OMS. Foi preciso que mais de 100 médicos-cientistas gritassem contra o estudo visivelmente fajuto, para que retornassem aos testes experimentais com a HCQ. Mas aí, muitos registros foram descontinuados e muitos testes perdidos em termos mundiais.

A prática brasileira demonstra em protocolo*, produzido por 43 médicos de várias especialidades, que a hidroxicloroquina associada a azitromicina e ao sulfato de zinco impede a replicação do vírus na fase inicial da doença e o paciente tem recuperação rápida em 5 a 7 dias. É isso que os odoricos, torcedores do QPM - Quanto Pior Melhor e gestores do caos, fazem de tudo para que não aconteça.

Nessa e em todas as demais decisões a OMS contou com o mesmo empenho de governadores, prefeitos e mídias comunista-socialista-esquerdopatas, com especial participação da Redesgoto de Televisão, atualmente conhecida como TVTerror.

Aqui na Bahia, de governo petista há 14 anos, a Secretaria de Saude do Estado (Sesab) segue as orientações da OMS: só libera a hidroxicloroquina para caso de paciente em estado grave internado. Faz isso, mesmo após tomar conhecimento do Protocolo Brasileiro de Atendimento Pré Hospitalar acima mencionado... 
E médico de um dos maiores hospitais da capital disse ao paciente que o hospital não utiliza esse medicamento. Surpreendente!

E aqui retornamos à cidade de Sucupira, ao prefeito Odorico Paraguaçu e seus paus-mandados. Governadores e prefeitos estão utilizando os bilhões de reais distribuídos pelo governo central, para comprar ventiladores pulmonares, máscaras e equipamentos de proteção individual, construir e equipar hospitais de campanha... 

E para continuar com essas compras e às gastanças sem licitações, é preciso que haja pacientes que utilizem respiradores, que ocupem os leitos nos hospitais de campanha... 
Caso contrário, fica às vistas suas artimanhas, como ocorreu em São Paulo: com a declaração do governo de locar leitos na rede privada, por já ter atingido 100% de ocupação dos leitos da saude pública, deputados adentraram ao hospital de campanha e registraram em vídeo que não havia pacientes, todos os leitos vazios, muitos nem colchão tinham! As desculpas para isso ainda estão chegando, nenhuma convence.

O Conselho Federal de Medicina também bateu prego nessa mesma arte ao liberar a HCQ para os pacientes em estado grave, médio e os com sintomas leves, mas (depois do mas vem coisa) orientou que o paciente assinasse termo de consentimento depois de uma preleção do médico sobre o fármaco, informando que não há comprovação científica de sua eficácia e os riscos dos efeitos colaterais que podem levar à morte. Quem vai assinar?

Há 70 aos os habitante dos oito estados da amazônia legal tomam cloroquina e hidroxicloroquina como prevenção e cura da maleita ou malária. 
Nunca ninguém pediu termo de consentimento. Por que agora? Tem cada uma, que parecem duas!

Em Fortaleza-CE, a Unimed preparou para os seus 340 mil assistidos, 30 mil kits com os três fármacos, com o claro objetivo de evitar internações, UTI, etc. No Pará, prefeituras também fizeram isso, distribuindo kits aos pacientes que procuram os postos de saude. No Espírito Santo o governador proibiu o uso da HCQ nos postos de saude. Quando a mulher dele pegou o vírus foi se tratar com hidroxicloroquina em hospital privado. Pode Freud?

Isso nos diz alguma coisa?
Sim. A doença tem cura como se cura uma gripe, em 4 a 7 dias. Doença que pode ser vencida e deve ser combatida aos primeiros sintomas. Os medicamentos a utilizar são os antivirais (hidroxicloroquina, azitromicina, nitazoxanida,  ivermectina, etc.), associados a sulfato de zinco, vitamina C e vitamina D. Não dá para aceitar que ainda ocorra mortes. Temos que gritar.

Vários depoimentos revelam que os postos de saude nas cidades geridas pelos odoricos, dão ao paciente paracetamol ou coisa parecida, mandam pra casa com a orientação de procurar um hospital caso os sintomas se agravem, como falta de ar...
Quando ocorre a falta de ar, os pulmões já estão com pelo menos 20% atingidos pela inflamação provocada pela reação do sistema imunológico do paciente ante o vírus. Em três ou cinco dias alcança 80%, requer UTI, respirador, oxigênio... E assim ficam justificados os gastos com as compras e construções superfaturadas para atender pacientes da covid-19.

Se ao invés de paracetamol dessem o kit dos três fármacos não haveria internação e seus planos de derrubar o presidente e encher os bolsos com vantagens ilícitas iriam por água abaixo. 

Ainda bem que isso só ocorre em telenovela... Só lá em Sucupira... 

O Protocolo Brasileiro de Tratamento Pré Hospitalar se encontra no endereço abaixo:
 bit.ly/2B9WhMH 




sábado, 6 de junho de 2020

Dr Claudio Aqualusa desabafa


Esse protocolo custa menos de R$ 5,00 por paciente. O custo do tratamento para o governo federal não chega a R$ 5,00: azitromicina 7 dias, hidroxicloroquina ou cloroquina 7 dias, e sulfato de zinco, isso não chega a R$ 5,00 esse tratamento. 

Quem ficou chateado com esse tratamento tão barato? Você que é o  paciente? Eu médico? Pensem. 
Alguma indústria farmacêutica? Algum interesse? 
Eu não tenho o mínimo problema de arriscar o meu pescoço e dizer: eu acho que existe muita safadeza por trás disso. 

Porque as pessoas não falam sobre esse tratamento? Ah, é porque eles estão contra o Bolsonaro! Não tem nada a ver com Bolsonaro. As pessoas não estão falando, os grandes laboratórios, o Ministério da Saúde, sei lá quem não tá falando, por que? Eles estavam esperando uma medicação caríssima, caríssima, que eles vão falar a partir de hoje. A partir dessa minha live vocês vão começar ouvir muito mais, alguns já ouviram, que se chama Remdesivir, guardem esse nome. Vai entrar em voga agora no Jornal Nacional, Jornal da Record, tudo que é jornal: Remdesivir. 

Esse remédio pertence a um laboratório que estava estudando ele. E aí, o FDA, que é o órgão dos EUA que regula a medicação, que autoriza ou não uso da medicação. O FDA agora autorizou Remdesivir, é tão estranho o nome que tem que ler. 
O FDA, que é o órgão que autoriza a medicação a ser usada nos Estados Unidos, autorizou. Olha que lindo! Sabe quanto custa essa medicação? Milhões de dólares.

O governo americano deu para esse estudo e para esse laboratório 50 milhões de dólares. Mas não tem cloroquina? Não tem a azitromicina? Não tem sulfato de zinco, que custa R$ 5,00 por paciente? Porque isso não está interessando gente. Eles querem me fazer de idiota? E fazer todo mundo de idiota? E deixa todo mundo morrer?

Que se estude novas drogas, e eu vou estar aqui fazendo mea culpa e dizendo, olha gente essa droga agora vai ser de graça em tudo quanto é posto. 
E quando é que vai chegar Remdesivir aqui, doutora Aline? Quando é que vai chegar aqui meus colegas médicos, Remdesivir para todo mundo. Depois que esse pico aí estiver matando 6 mil, daqui a alguns dias está matando 10 mil. 

E pasmem, agora vocês vão cair da cadeira! O governo americano FDA que é a nossa Anvisa de lá ele, não só deram dinheiro e patrocinaram para que esse remédio pudesse ser estudado e vai aparecer como o grande salvador, classificaram esse remédio como medicação órfã, uma medicação especial, que tem um trato especial e essa medicação foi botada numa classificação chamada doenças raras. 

Sabe o que isso significa significa? Significa que esse laboratório é o nome do laboratório aqui ó Gilead Science, ganhou o direito - porque essa medicação foi enquadrada como medicação órfã e de doenças raras - o direito de explorar economicamente esse remédio durante 7 anos, exclusivamente! 

Dá para vocês entenderem, quando tem uma campanha contra hidroxicloroquina, que a gente usa aqui há 70 anos, que só eu como ortopedista já usa 23 mais de 20 anos no consultório para paciente que tem artrose severa. 

Porque antigamente aqui em Búzios não tinha nem Reumato. Sei lá, Reumato chegou aqui quando em 2003, sei lá, a gente já está aqui  mais de trinta três anos, como enfermeiro e como médico. A gente tinha que tratar tudo. Eu fazia ortopedia em Manguinhos, não tinha especialista, tinha pronto socorrista, mas não tinha especialista. Eu usava e uso em algumas pessoas que têm artrose severa. Mas encaminho quase todo mundo ao meu amigo Almir, para quem eu quero mandar um abraço para a primeira pessoa que falou de hidroxicloroquina em nosso grupo. Almir Branco, reumatologista da Policlínica, um grande abraço, Almir. Meu reconhecimento pelo que você fez você falou da hidroxicloroquina aqui no nosso grupo de médicos, discutimos a hidroxicloroquina pela primeira vez quando você colocou o primeiro trabalho lá.

Então, falar que a hidroxicloroquina e a cloroquina matam, que a hidroxicloroquina vai deixar você cego? Não aceite isso, não é verdade. A cloroquina é usada na Amazônia igual a gente usa dipirona aqui gente. Lá o pessoal bebe cloroquina por causa da malária 

Então que palhaçada é essa? Que irresponsabilidade é essa, de falar de um remédio que vai ser descoberto para curar, enquanto a essa hora tem milhares de pessoas morrendo nos hospitais do Brasil inteiro? Milhares de pessoas, irmãos nossos brasileiros estão morrendo essa hora. Enfermeiros morrendo, médicos morrendo. Todo mundo com medo, podendo tratar com três remédios que não custam 5 reais e que o Ministério da Saude pode dar para a sua prefeitura.

Por isso eu peço a vocês quando terminar isso aqui, compartilhe esse vídeo com o Brasil inteiro. Faz chegar ao bom secretário de saúde e ao vagabundo secretário de saúde, sejam eles quem forem e por qual interesse não estão fazendo isso.
Porque tem secretário de saude que não tá sabendo. Bacana. 
Senhor secretário da saude, a partir de hoje o senhor vai ficar sabendo. O senhor pode pedir a cloroquina ao ministério da Saúde, porque eles têm para entregar.
A azitromicina tem em qualquer esquina, em qualquer boteco tem azitromicina; sulfato de zinco se faz em qualquer farmácia de manipulação 

Esse é o outro detalhe, se por acaso você tiver uma prescrição, porque você tem outras doenças. Dr. Cláudio a hidroxicloroquina sumiu das farmácias eu tenho artrite reumatoide. Opa! Você não precisa desse remédio por um caso de vida ou morte. Esse remédio trata uma doença crônica sua, que não vai te levar à morte. 

Nós estamos falando que esse remédio hoje, tem que ficar para salvar vida. É urgente. Vida que se perde em 2 ou 3 dias. Vida que vai com tubo no CTI, onde a maioria dos profissionais de saude hoje, não estão sabendo lidar. Correto doutor Nildo Mureb? 
Tem fisioterapeuta e enfermeiro sabendo lidar com tubo, com angu e com paciente grave em CTI mais do que médico!
Eu não tô aqui para enganar ninguém, me desculpe, se quiser me processar, pode me processar. 

Mas o Conselho Federal de Medicina (CFM) já aprovou o uso da hidroxicloroquina. 
Eu achei muito engraçado, senhor presidente do CFM, por vocês lavarem as mãos!
Ah, o paciente tem que assinar, autorizando usar. 
O paciente que trata artrite reumatoide, lúpus, etc. assina autorizando para usar? Não, não é! Por que agora o pessoal da covid que mata tem que autorizar? Bacana, não tem problema não. É mais uma folhinha de papel, o paciente assina. Beleza, CFM?

Mas só pode usar se o paciente autorizar e tem que ser monitorado pelo médico, tem que ter prescrição médica, etc... Qual é a medicação que não é receitada por mim, que não é monitorada por mim que eu não converso: o senhor tem dor de estômago, o senhor tem hipertensão,  o senhor é diabéticos? Isso tudo faz parte da anamnese médica, não precisa o CFM vir dizer: olha doutor, seja responsável, não vai sair passando hidroxicloroquina pra todo mundo. É mesmo?

Por que nunca ninguém se preocupou com a hidroxicloroquina até hoje, no tratamento da malária, que se toma como água, como se toma banho na  região amazônica. 
Por que nunca se preocupou com as mortes?
Está todo mundo querendo falar do tal Remdesivir, que vai custar uma fortuna e vai chegar aqui sabe quando? Quando a gente tiver perdido 50 mil brasileiros, 100 mil brasileiros.

Hidroxicloroquina com azitromicina e sulfato de zinco, sim, doutor!
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O Protocolo Brasileiro de Tratamento Pré Hospitalar se encontra no endereço abaixo:
 bit.ly/2B9WhMH