Para quem não sabe, este dito popular “Agora, Inês é morta”, baseia-se numa história real de amor e traição, ocorrida no século XIV, expressada por Pedro I (rei de Portugal à época), referindo-se ao assassinato brutal de sua esposa, a mando de seu pai, o rei Afonso IV, que mandou decapitá-la na ausência do filho.
Ao querer vingar-se do pai por tal infortúnio, sua mãe, Beatriz, pediu ao filho que refletisse sobre o ocorrido. Com o coração dilacerado e com a alma aniquilada, este respondeu-lhe:
“De nada adiantaria, pois, agora, Inês é morta.”
Com muito pesar, este fato ocorreu-me hoje, ao ler as matérias já publicadas sobre a OMS, querendo “desculpar-se” pelas omissões, irresponsabilidades e incompetências relacionadas à proibição do medicamento Cloroquina àqueles pacientes contaminados pelo coronavírus.
Depois, autorizou o uso para pacientes em estado grave, quando o antiviral não tem efeito.
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| HCQ está em uso no Brasil há mais de 70 anos no combate à malária, lúpus, artrose e recentemente zika, dengue, chikungunya e covid-19 |
Pois então, há algum tempo, a OMS já havia pedido desculpas pelo enorme imbróglio criado em razão de seu posicionamento controverso em relação a hidroxicloroquina no tratamento de pessoas infectadas com o coronavírus e, nos noticiários de hoje, eis a manchete:
“Após pedirem desculpas pela Hidroxicloroquina, agora a OMS conclui que pacientes assintomáticos (a grande maioria), não têm potencial de infectar outras pessoas. Milhões ficaram trancados em casa, perderam seus empregos e afetaram negativamente a Economia.”
Agora, o FACEBOOK “pede desculpas”, por ter apoiado a esquerda, agindo como “autoridade sanitária“, sem ter nenhuma autoridade para tal.
É um grave delito e quem irá responsabilizá-lo por isso?
Qual a relação entre a morte de Inês de Castro e aqueles que também sucumbiram à doença não somente no Brasil, mas em quase todo o planeta?
Certamente, a ausência de empatia para com o próximo.
Desculpe-me, mas não há desculpas!
Não há desculpas para o STF, que arrancou de forma ditatorial o “PODER DE COMANDO” das mãos do Presidente Bolsonaro e o entregou aos prefeitos e governadores no enfrentamento ao novo COVID 19, no qual alguns destes, ao invés de cumprirem seus papéis como governantes, ludibriaram e macularam a população com atitudes execráveis referentes à pandemia.
Desculpe-me, mas não há desculpas!
Porque agora, OMS, FACEBOOK e demais adeptos da tão “inquestionável Ciência“, não somente Inês, mas aquelas milhares de pessoas que também foram tão covardemente injustiçadas quanto ela, também já estão mortas. E muitas outras ainda continuam sendo.
Autora: Carla Belintani, psicóloga
“Após pedirem desculpas pela Hidroxicloroquina, agora a OMS conclui que pacientes assintomáticos (a grande maioria), não têm potencial de infectar outras pessoas. Milhões ficaram trancados em casa, perderam seus empregos e afetaram negativamente a Economia.”
Agora, o FACEBOOK “pede desculpas”, por ter apoiado a esquerda, agindo como “autoridade sanitária“, sem ter nenhuma autoridade para tal.
É um grave delito e quem irá responsabilizá-lo por isso?
Qual a relação entre a morte de Inês de Castro e aqueles que também sucumbiram à doença não somente no Brasil, mas em quase todo o planeta?
Certamente, a virulenta e maligna falta de caráter.
Certamente, a ausência de empatia para com o próximo.
Certamente, a purulenta avidez disfarçada em benevolência.
Desculpe-me, mas não há desculpas!
O medicamento estava disponível, com custo baixo e já testado como aquele que seria benéfico à doença, sendo utilizado com resultados eficazes por inúmeras pessoas portadoras da COVID (inclusive infectologistas), e mesmo assim não quiseram ministrá-lo!
Desculpe-me, mas não há desculpas!
Não há desculpas para os algozes daqueles que enterraram seus mortos sem direito à despedida.
Não há desculpas para os algozes daqueles que sucumbiram em hospitais, na extrema e indescritível solidão de uma UTI, a implorar por algo que amenizasse seus sintomas agonizantes.
Não há desculpas para os algozes daqueles que viram suas vidas serem ceifadas por omissão e desvarios incongruentes dos “cientistas da saúde”, oportunistas na pandemia.
Não há desculpas destes algozes que relevem a amargura de um ser humano com a morte iminente, sem qualquer sinal de esperança.
Desculpe-me, mas não há desculpas!
O medicamento estava disponível, com custo baixo e já testado como aquele que seria benéfico à doença, sendo utilizado com resultados eficazes por inúmeras pessoas portadoras da COVID (inclusive infectologistas), e mesmo assim não quiseram ministrá-lo!
Desculpe-me, mas não há desculpas!
Não há desculpas para os algozes daqueles que enterraram seus mortos sem direito à despedida.
Não há desculpas para os algozes daqueles que sucumbiram em hospitais, na extrema e indescritível solidão de uma UTI, a implorar por algo que amenizasse seus sintomas agonizantes.
Não há desculpas para os algozes daqueles que viram suas vidas serem ceifadas por omissão e desvarios incongruentes dos “cientistas da saúde”, oportunistas na pandemia.
Não há desculpas destes algozes que relevem a amargura de um ser humano com a morte iminente, sem qualquer sinal de esperança.
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| Redução de 95% de mortes com o uso de: Zinco, HCQ e AZT |
Desculpe-me, mas não há desculpas!
Não há desculpas para o STF, que arrancou de forma ditatorial o “PODER DE COMANDO” das mãos do Presidente Bolsonaro e o entregou aos prefeitos e governadores no enfrentamento ao novo COVID 19, no qual alguns destes, ao invés de cumprirem seus papéis como governantes, ludibriaram e macularam a população com atitudes execráveis referentes à pandemia.
Desculpe-me, mas não há desculpas!
Porque agora, OMS, FACEBOOK e demais adeptos da tão “inquestionável Ciência“, não somente Inês, mas aquelas milhares de pessoas que também foram tão covardemente injustiçadas quanto ela, também já estão mortas. E muitas outras ainda continuam sendo.
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Autora: Carla Belintani, psicóloga
https://www.facebook.com/carla.belintani.1



































