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terça-feira, 2 de junho de 2020

Moro, o estrategista

O estrategista Moro (foto) deixou o governo dizendo que ia apresentar provas de que o presidente queria interferir na Polícia Federal (PF). 
No mesmo dia da saída forneceu prints de conversas com o PR e da deputada Carla Zambelli, que pouco ou nada serviam, a não ser para a mídia desmamada apresentar como "provas". 

Em Curitiba foi inquirido por promotores seus amigos da Lava Jato por 8 horas. 
Ao deixar o prédio da PF muda o discurso da denúncia, declarando que não estava acusando o PR de qualquer crime, e que indicou à PF onde obter provas. 
A prova estava em vídeo da reunião ministerial de 22.04.2020. 
O que teria ocorrido nessa reunião? 
Moro tinha conhecimento que o arquivo de gravação era destruído após alguns dias. 
Contava que o governo já tivesse destruído ou destruiria para se ver livre das "provas". 
Com a destruição das "provas", seria necessário ouvir todos os participantes da reunião para chegar a alguma conclusão. 
Se não tivesse um só depoimento que corroborasse com as denúncias, era porque os participantes estavam protegendo o PR. 
Além de alongar o inquérito, ia ficar a dúvida no ar, a ser explorada ad nauseam pela Globosta. 

Moro não contava que o vídeo estava são e salvo à disposição do juiz de m*, conforme Saulo Ramos. 

Divulgada a reunião ficou exposta a tibieza da denúncia baseada apenas na suposição o ex-juiz. 

Não deu, cara! Sua campanha eleitoral para a presidência já está morta. Não tem marqueteiro no mundo capaz de lhe tirar a pecha de traíra. Traiu a mim, ao presidente, ao povo e à Nação.

domingo, 17 de maio de 2020

Um time chamado Brasil


O presidente Temer fez reunião fora da agenda, na calada da noite, com empresário "amigo" que grava furtivamente acertos das propinas e a continuidade de ações nada republicanas e, praticamente, nada acontece, depois que ele abre as burras para senadores e deputados canalhas, que formavam maioria no Congresso. 

O presidente Bolsonaro faz reunião com o ministério e ajudantes de ordem, às 9 horas da manhã, conforme agendada, grava como de costume, trata dos assuntos das pastas e cobra ações mais efetivas de seus ministros na questão de relatórios de inteligência. Não acertou entrega de propinas, não orientou ações escusas, não fez sugestões sorrateiras, não usou de meias palavras, não fez insinuações criminosas sussurradas... Enfim, falou em claro e bom som o que um líder tem que falar aos seus liderados. 


Um deles, Sérgio Moro (foto), sentiu-se ameaçado e também ameaçada a sua  Polícia Federal (PF), lá dele, inferindo que o presidente queria interferir na PF e mudar a superintendência do Rio de Janeiro, com o interesse de proteger sua família, filhos e amigos de investigações e processos. 
Por isso resolveu, logo em seguida, dar uma coletiva de imprensa para anunciar sua saída do governo e denunciar que o presidente interferiu na PF ao substituir Valeixo por Ramage. 

A partir daí, o que seria uma substituição no time, transformou-se num embate de egos togados ou não: confirmação da demissão do diretor Valeixo da PF, sem a assinatura de Moro, nomeação de Alexandre Ramagem, veto ao Ramagem por Alexandre de Moraes do STF, etc e etc, em um enredo de chanchada dramática surreal, em que o treinador é pautado pela torcida adversária, que quer obrigá-lo a escalar o time dele de acordo com os pitacos dela, dentro ou de preferência fora das regras, como antigamente. Sei!

Com um timeco fuleiro, perderam de lavagem o campeonato passado tentando usar sistema de jogo estrangeiro que não deu certo em lugar algum. Agora se acham os tais, a ponto de querer impor ao técnico do novo time o que é preciso ser feito para ganhar. Esquecem que a regra é clara: o treinador escala o time e orienta as estratégias em campo... 

... e os jogadores se esforçam para realizar o que manda o técnico, em cada área do campo... E o meio-campo no Rio nunca foi essa coisa toda. Ou não? Três jogadores faziam o jogo do adversário, dois expulsos e um afastado. E ainda deixaram passar 6 meses sem entrar no caso dos assassinatos da Marielle Franco e Anderson Ramos, como indicou Raquel Dodge em seu último relatório antes de deixar a PGR.
É ou não é caso de substituição de jogador?
Chega de pandemia golpista da torcida do Quanto Pior Melhor (QPM) contra o presidente, técnico escolhido para o time da República Federativa do Brasil (RFB)!


quarta-feira, 13 de maio de 2020

As provas de Moro

Nunca tínhamos visto uma orquestração tão ampla por parte do poder legislativo, judiciário, órgãos de classe e a militância partidária, como ocorre hoje contra o presidente Bolsonaro. 
Só uma pessoa com muita força interior, fé e vontade de limpar o país dos gangsteres travestidos de democratas, defensores da saude pública, dos pobres e do erário, é capaz de suportar tanta vilania junta.
Isso ficou mais do que visível na entrevista coletiva convocada pelo então ministro Sergio Moro, quando denunciou que estava deixando o governo por não concordar com a interferência do presidente (PR) na PF. 
O que veio em seguida merece roteirista de filme policial.

Para sustentar sua denúncia, o ex-ministro divulgou print de conversa com o presidente Bolsonaro, com manchete do site O Antagonista, de que oito deputados bolsonaristas eram investigados pela Polícia Federal (PF), por participarem de encontro na Praça Três Poderes, protestando contra ministros do STF, Rodrigo Maia e Alcolumbre, com faixas pedindo Intervenção Militar e a emissão de AI-5(?!).

Nela o presidente escreve: "Mais um motivo para demissão". 

Moro já havia respondido ao PR que isso era fofoca, mas desta vez respondeu dizendo que o processo dessa investigação é conduzida pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, que diligências, mandado de busca e apreensão, etc. é feita pelo ministro.

Esse print e outro da deputada Carla Zambelli foram revelados como provas de que o presidente interferiu ou pretendia interferir na PF. Será mesmo? 

Bolsonaro demonstra ser uma pessoa tenaz e atento. Mesmo após tentativa de assassinato, absorve com rara paciência provocações, calúnias, fake news e difamação durante 25 horas por dia da imprensa fissurada, em crise de abstinência das falcatruas e ptchulecos dos governos comunistas das últimas décadas: FHC, Lula e Dilma.

Fosse outro, já teria abandonado o governo ou aberto o Tesouro Nacional, Estatais e nomeações aos membros das organizações criminosas, que saqueiam o país há muito tempo. Lula resistiu por seis meses. Dilma tentou em vão, não chegou a cinco meses. 
O ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, antecipou aposentadoria e saiu antes do final de seu mandato como presidente do Supremo, e a segurança pessoal e familiar é maior. 

E o que significa apontar a manchete de O Antagonista ao ministro que coordena a PF? Para quem usa as redes para comunicação, quer dizer:

Cara, estão vazando informação de processos sigilosos para prejudicar deputados que apoiam o governo! Tem que dar um jeito nisso, pô. Se você não der, eu dou!

Essa interpretação é óbvia, e nada mostra que o presidente quer interferir nos processos ou conhecer detalhes das investigações. 
Ao responder, Moro se faz de desentendido e insinua que ele não pode interferir no processo porque não está sob sua orientação, mas na de Alexandre de Moraes. 
A essa altura, Moro já estava decidido a sair denunciando que o presidente quer interferir na PF. Já devia ter promessas de apoio dos grupos que querem a derrubada de Bolsonaro, visto a intensa cobertura midiática, falando em "crime de responsabilidade cometido pelo presidente" e causa comoção, seguido de uma enxurrada de pedidos de impeachment. 
Deu a impressão que até a filha do porteiro da TVEsGoto protocolou pedido na Câmara.

As mídias tentaram de tudo para colar um crime ao presidente Bolsonaro, obtendo declarações depreciativas daqueles mesmos investigados por corrupção pela Lava Jato - operação que fez a fama do então juiz Sergio Moro - e outras similares. Não conseguiram.
O procurador-geral Augusto Aras emitiu o pedido de investigação ao STF, que caiu nas mãos de Celso de Mello. No pedido, Aras frisou que caso o denunciante não apresente provas, responderá pelos crimes de injúria e difamação. Aí a coisa pegou!

Moro foi o primeiro a depor. Os delegados foram até Curitiba e o interrogaram durante oito horas. Na saída, algumas de suas declarações anteriores tiveram revisão no texto. Moro diz agora que não acusa o presidente de crime algum, que cabe aos investigadores dizerem se houve ou não crime. Apontou aos inquiridores onde buscar as provas. Hum, sei!

Bolsonaro havia dito no pronunciamento da tarde - no mesmo dia que Moro fez a denúncia da saída - de que Moro disse que aceitaria a demissão de Valeixo desde que ele garantisse a vaga no STF, em novembro. 

O presidente teria obstado: "Peraí, não é assim, não há troca".

Para rebater o presidente, Moro disse que não estava no governo para obter vaga no Supremo. Sua intensão era de aprofundar os mecanismos de defesa contra os crimes de colarinho branco, contra as organizações criminosas e contra os crimes violentos. Melhorar a comunicação e a cooperação entre as polícias e órgãos de segurança, implantar banco de dados com DNA de criminosos, reduzir a criminalidade e modernizar o sistema prisional. 
E acrescenta candidamente: Se meu interesse fosse uma vaga no STF, teria aceito a demissão de Valeixo!

Bom moço! Parece queixa de donzela enganada pelas promessas do noivo sedutor. 

Nananina, não! Ora essa, não houve acordo para troca do Valeixo porque Bolsonaro não aceitou que Moro indicasse como substituto do diretor da PF pessoa da sua confiança. Moro queria manter completo domínio no ministério.

Encontrou um presidente que não aceita a velha prática de ceder ministérios com "porteira fechada", no qual nada pode, nada manda, nada interfere. Isso já foi, deixou de existir. Agora, o presidente Bolsonaro é o coordenador de todos os ministérios e vai interferir neles sempre que for de interesse do País, de seu povo... Com ou sem fino trato.

Aliás, presidentes de fino trato revelaram-se os bandidos mais finórios do Brasil. Chega!

Acontece que Moro nada fez para atender o pedido que a então PGR Raquel Dodge, fez para federalizar o caso de Marielle Franco e Anderson Gomes (foto), no Rio de Janeiro. 
Já haviam sido presos dois delegados da PF: Lorenzo Pompilho Hora, por ter apresentado testemunha que fez acusações falsas, e Hélio Kristian, por tentar obstruir e tumultuar o processo. 
Alguma coisa estava errada na Superintendência da PF do Rio. Dois delegados presos por envolvimento em extorsão e milícias, revela que a corrupção institucionalizada no Rio tinha chegado na PF. 

Durante mais de 16 meses, a imprensa desmamada e opositores bateram forte na suspeita de que Bolsonaro tinha ligação com o assassino. O porteiro afirmara em dois testemunhos que o Sr. Jair tinha autorizado a entrada do criminoso ao condomínio no bairro da Tijuca, em que morava na época, e nada foi feito contra isso. Foi necessário que o filho 04 de Bolsonaro fosse até a portaria do condomínio, gravasse e divulgasse nas redes a voz do porteiro que ligou e a de quem autorizou a entrada do criminoso. 

Pasmem! A voz não é do porteiro que deu os falsos testemunhos, e quem atende não é Jair Bolsonaro, mas sim o cúmplice do assassinato (foto), que também mora no Condomínio. 

O mais intrigante, que parece ter passado despercebido a todos os sherloques, no dia e na hora do telefonema, Bolsonaro estava em Brasília, como prova registro de presença da Câmara e um vídeo com amigos. Elementar meu caro Witson!

Por que Moro deixou que o presidente e sua família fossem massacrados durante mais de 16 meses, com a suspeita de mandante e participação em dois assassinatos? Terrível!

Houve algum motivo legal que impedisse a PF entrar no caso Marielle? Por que não fez?

Quais foram os interesses pessoais de Moro, para que a PF não entrasse no caso e continuasse prejudicando o presidente e seus filhos?

Parece que o paladino da Justiça tinha pretensões muito maiores do que podemos imaginar... E a montanha, cadê a montanha, o Olimpo?
Por mais que a imprensa desmamada se esforce, para alimentar telejornais, revistas e redes sociais com mil releases e depoimentos contra o presidente, não vai adiantar, porque a montanha pariu um rato, que fica a cada dia mais tísico e entanguido.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

O ano de Bolsonaro

Mesmo com toda a oposição da imprensa mal acostumada, dos membros das organizações criminosas instaladas nos partidos políticos do chamado Centrão e periféricos (PTB, PP, PSOL, PRB, PSD, MDB, PR, Podemos, Pros, Avante, DEM e PSDB, PT, PCdoB, REDE), das esquerdas internacionais instaladas na ONU, dos jornais Time, Financial Times, El País, apesar de Macron, das queimadas, do STF, da Argentina, da Globo, do Jornal Nacional e dos mercenários enchendo as redes com notícias negativas ou falsas sobre a situação do País, vamos completar um ano sob o governo Bolsonaro, sãos, salvos e ainda melhor.

Foram, até hoje, 09.12, 343 dias sem os assaltos sistemáticos ao erário: nem por atacado nem no varejo.

O desemprego cai para 11%, o nível de ocupação das indústrias avança 42%, a Bolsa de Valores quebra recordes acima de 111 mil pontos, os índices de violência caem 23%, as operações da Polícia Federal e Ministério Público são quase que diárias, com desmanche de quadrilhas de todo tipo. E o governo investe na geração de empregos para jovens de 18 a 22 anos, que são os mais excluídos do mercado de trabalho, com 26% de desempregados.

Taxa Selic a 5% a.a. economiza R$ 68 bilhões no ano em não pagamento de juros da Divida Pública.

A Construção Civil aquece com crescimento de 12%...
E o comércio se prepara para as festas natalina com acréscimo de 15% nos estoques, em relação a ano passado.

Todas essas notícias positivas, reafirma e responde à principal realização do governo Bolsonaro: a confiança depositada na equipe do novo governo, enxuto desde o início, com apenas 22 ministérios e não mais os 37 da governanta estocadora de vento. 

Enquanto os da oposição fazem mutirão para desmontar as realizações do governo, os ministros e suas equipes trabalham a pleno vapor, com ideias novas, práticas e realizáveis, mesmo com grave restrição orçamentária.

O completo asfaltamento da BR-163, pela Engenharia do Exército Nacional, é um exemplo. Na rodovia liga Mato Grosso ao porto de Miritituba, ás margens do Rio Tapajós, no Pará, trafegam cerca de 2.500 carretas por dia. 
Inaugurada em 1976, passou quatro décadas na promessa de asfaltamento, viveu 43 anos no barro e nos atoleiros, na ligação da Transamazônica com o porto, encarecendo sobremodo o transporte das safras de todo o Centro-Oeste.
(veja vídeo < https://youtu.be/8_dfDSxHxDQ >)

Outro exemplo surpreendente, foi a aprovação da Nova Previdência Social, que vai gerar economia de R$ 860 bilhões nos próximos dez anos.

O leilão do Pré-Sal apurou R$ 68 bilhões, que vão reduzir o déficit de R$ 139 bilhões previsto para este ano. É menos título emitido, é menos juros desembolsado...

Apesar da oposição cerrada dos parlamentares envolvidos com o sistema de corrução dos antigos governos, as medidas de combate ao crime do ministro Sérgio Moro vão sendo aprovada de forma amenizada.
Uma das medidas, a prisão após condenação em 2ª instância, que é contemplada com projeto de lei no Senado e com uma PEC na Câmara, que parece acreditar que o povo não tem memória nem disposição para cobrar sua aprovação postergada, sistematicamente, pelo presidente Rodrigo Maia. A mobilização das ruas domingo dia 8 foram de cobrança a aprovação dessas medidas pelo Legislativo.

Neste dia 9, celebra-se o Dia de Combate à Corrupção, considerada a doença crônica que a décadas impede o crescimento do País e a melhoria do bem-estar do povo.

Destaque para o ministro Sérgio Moro, reconhecido por mais de 90% da população, em seu trabalho criterioso de combate aos criminosos de colarinho branco, instalados nas altas cúpulas das governanças.

Com ações precisas e inteligentes vem desmantelando o crime organizado no país: tráfico de drogas, de armas, de pessoas, grilagem, contrabando, lavagem de dinheiro, corrupção, evasão de divisas, etc. faz a montagem de uma central de amostra genética de criminosos condenados por estupro, crimes sexuais, de torturas e matadores.

Com a prisão de chefes de milícias e facções criminosas em prisões federais, reduziu as rebeliões nas penitenciárias.

Entretanto, vejo como sua maior realização algo que observo nas entrevistas obtidas junto aos novos agentes e servidores públicos: seu exemplo de dedicação, ética, conhecimento, sabedoria, persistência e, principalmente, coragem.

Apesar das propagandas contra, podemos afirmar que este foi positivo o primeiro ano de governo Bolsonaro. Um ano sem corrupção e crimes por atacado na gestão pública, como ocorria nas últimas décadas, já fez toda diferença. O resto é mi-mi-mi de desmamados dos ptchulecos.

Parabéns! Certamente, teremos um Ano 2020 ainda mais profícuo, enfrentando com a mesma vontade e determinação o vergonhoso 2º lugar com maior desigualdade social, - só perde para o emirado árabe do Qatar - entre os 189 países analisados.

As mudanças nos privilégios dos perdulários poderes Legislativo e Judiciário, no oligopólio do sistema bancário, nos fatores e mecanismos de distribuição de renda, deverão ocorrer apesar de toda oposição que irá enfrentar. A população nas ruas é o que fará o governo avançar nessa direção. 
A implantação de férias de 30 dias, ao invés de 60, 90 ou mais para esses privilegiados servidores, já está no projeto do ministro Paulo Guedes. 

É só o começo. Rendimentos milionários, dezenas de assessores e as tais verbas de gabinetes sem controle virão em seguida, para ajustar-se o Brasil real em que a média de rendimento salarial é de R$ 2.340,00 no terceiro trimestre de 2019, Salário Mínimo de R$ 998,00 em 2019 e que teve no ano de 2018 uma renda renda per capita de apenas R$ 1.373,00. 

Ultrapassamos a Era Pós-Verdade, na qual a versão valia mais que os fatos.
Entramos agora na Era Pós-Mentira, onde a Verdade liberta a todos nós que lutamos por um país melhor, baseado nos valores éticos e morais da cultura grego-romana-cristã.

Bem vindo a novo Brasil, o Brasil de verdade com o Ano de 2020 - o duplo vinte - cheio de realizações para o povo brasileiro.

sábado, 9 de novembro de 2019

Marielle Franco: caso de polícia



Dias após o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, considerar a federalização do processo que apura o assassinato da vereadora do Rio, Marielle Franco e do seu motorista Anderson Gomes, os familiares da vereadora divulgaram nota em sentido contrário, para que o ministro Moro não participe do processo e das investigações do crime. (Vereadora Marielle eleita c/ 46 mil votos.)

Desde o início, por aparentar ser um crime de motivação política, o presidente Temer dispôs, através do ministro da Justiça Raul Jungmann, os órgãos federais de investigação, para auxiliar no que fosse necessário. Por motivos desconhecidos não foi efetivada.

Considerando que é o desejo de todos que as investigações sejam concluídas o mais rápido possível, os argumentos citados para que a PF não participe do processo são inusitados e contraditórios. Parece haver interesse ou temor de que as investigações revelem verdades sobre o poderoso grupo de milícia e crime organizado, que domina as instituições da governança no Rio. Também é visível a estratégia que de chamar atenção ao motivo pendente no Supremo, de que o ministro não teria isenção, com pedido de suspeição de Moro no caso do triplex do Guarujá, além do julgamento de Lula quanto ao sítio de Atibaia, pronto para sentença em primeira instância. 

Em tudo, é contraditório o fato dos familiares de Marielle, com um forte direcionamento político embutido, queiram afastar os órgãos de investigação do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com áreas de reconhecida excelência policial, criminal e judicial, nos seus inúmeros aspectos. 

Como se fosse possível aos familiares e amigo, escolherem qual órgão assumirá a responsabilidade pela investigação e elucidação de um crime. São coisas que só o mundo criado por milicianos é capaz de promover: uma polícia cativa para chamar de sua. (Anderson Gomes c/ familiar e Marielle.)

A demora de 19 meses para comprovar um detalhe importante do inquérito -  quem autorizou a entrada de Queiroz no Condomínio e, ao mesmo tempo concluir pela falsidade da duas declarações e as anotações do porteiro, são os bônus pagos pela escolha preferencial - que a nota pretende seja exclusiva - da Polícia Civil do Rio de Janeiro nas investigações. (Marielle participando de manifestação.)
Salta às vistas que, além dos familiares, o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), seja também assinante da estranha nota, onde afirmam que o ministro Moro sempre demonstrou pouco interesse pelas investigações do crime. "Somente após a menção ao presidente da República no inquérito, o ministro passou a declarar-se a favor da federalização." 

Fica claro que a PF só será envolvida se houver citação de alguém do executivo federal. Caso contrário permanece no âmbito policial municipal, estadual. E aqui surge mais uma canalhice dos emitentes da nota, ao insinuar que o súbito interesse de Moro vise uma possível futura manipulação, no caso de haver algum indício de prova contra o presidente.

E a nota acrescenta: "O MPF do Rio obteve avanços importantes, e por isso somos favoráveis a que a instituição permaneça responsável pela elucidação do caso." Sei...
É mais uma demonstração do desconhecimento do ministro Sérgio Moro fará no caso da federalização do processo. O MPF vai continuar participando e os procuradores fazendo seu trabalho. A ação de Moro será através da Polícia Federal, órgãos de inteligência e de Segurança Pública, em cooperação com os diversos ministérios, tais como: o da Economia, da Defesa, da Cidadania, Relações Exteriores (assassinato de um embaixador grego, que pode ter ligação com as quadrilhas de milicianos instaladas nas governanças do Rio. (Foto da perícia balística)


É revelador que a nota deixe de mencionar o trabalho da Polícia Civil. Não é feita qualquer referência nem elogios à Polícia Civil do Rio de Janeiro, principal responsável pelas investigações e que vem tumultuando o processo, promovendo confusões, plantando testemunhos, acusações falsas, insinuações e suspeições, com o claro propósito de atrapalhar as investigações e retardar a conclusão do processo, a ponto da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, requerer a federalização do processo e abrir inquérito para investigar delegados envolvidos. (Foto da perícia no dia do crime)
No último dia no cargo de procuradora-geral, Dodge apresentou denúncia contra vários investigados no assassinato de Marielle e Anderson, os principais: foram: um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Domingos Inácio Brazão; um agente aposentado da Polícia Federal, Gilberto Ribeiro Costa; um policial militar do Rio, Rodrigo Jorge Ferreira; a advogada Camila Moreira Lima Nogueira; um delegado da Polícia Federal, Hélio Khristian Cunha de Almeida... Essa apresentação ao findar o mandato, pareceu ser uma estratégia de Dodge, para evitar maledicências no caso de ser escolhida para se manter no cargo, do tipo, "Ah, ela faz qualquer coisa para ser a escolhida!", semelhante ao feito hoje com Moro, como, "Ele prendeu Lulaláu e os chefes petistas para ganhar cargo no governo Bolsonaro."


O mais estranho nisso é que o ministro Moro, no caso de federalização, não atuaria na área judicial do MPF e sim na área policial civil, através da Polícia Federal. 
Desde o início das investigações, a oposição fez insinuações pelo fato do PM preso, Ronnie Lessa, acusado de ser chefe de milícia e principal suspeito da morte, de ser o atirador que matou Marielle, morar a 50 metros no mesmo condomínio do então candidato a presidente da República Jair Bolsonaro. 

Os contra Bolsonaro, tentaram demostrar que eles tinha um relacionamento familiar mais próximo, divulgando que o filho do Bolsonaro tinha namorado com uma filha do chefe da milícia preso. Não colou, Jair disse que seu filho namorou quase todas as meninas do condomínio. 
Nesses 19 meses do crime, a Polícia Civil do Rio de Janeiro tem dado mostras de, digamos, estranha incompetência desastrosa nas apurações. 
Para solucionar rapidamente o crime, foram criadas versões, que se revelaram inconsistentes. 
Uma dela foi depoimento de testemunha que teria ouvido que o vereador Marcello Siciliano (PHS) e o ex-PM Orlando Araújo, que está preso, tramaram a morte de Marielle. A motivação, que seria a interferência das ações comunitárias de Marielle nas áreas de interesse da milícia conhecida como "Escritório do crime", na Zona Oeste do Rio... Essa versão também não colou.

Uma outra versão, obteve recente revelação das investigações obliteradas: foi o depoimento do porteiro do Condomínio Vivendas da Barra, onde mora Bolsonaro e o principal suspeito, Ronnie Lessa (a esquerda), confirmando em dois depoimentos que ligou e falou com "Seu Jair" para autorizar a entrada do ex-sargento da PM, Élcio Queiroz (à direita), acusado de ser o motorista que dirigiu o carro para o atirador, na tarde do assassinato de Marielle. 
Foi esse depoimento do porteiro e as anotações da entrada em caderno, que levaram o MPF a consultar o presidente o STF, Dias Toffoli, visto envolver foro privilegiado na pessoa do presidente. 
Essa farsa armada durante meses pela Polícia Civil do Rio de Janeiro foi desmascarada em menos de 24 horas, após o Jornal Nacional da TV Globo editar as notícias de forma a insinuar o envolvimento do presidente Bolsonaro no assassinato de Marielle, mesmo já sabendo que o porteiro mentira nos dois depoimentos. 
Em tempo: o apresentador do Jornal Nacional da TV Globo, William Bonner (foto), concorre com disparada vantagem ao troféu "Me Engana Que Eu Gosto" concedido às mais enjambradas edições de fakes news, realizados no Brasil e no mundo.


No dia seguinte da apresentação vergonhosa do Jornal Nacional, utilizando técnicas de difamação típicas da chamada imprensa marrom, o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, apresentou o arquivo de áudio das conversas entre a portaria e as casas do condomínio, onde confirma que quem atende a chamada e autoriza a entrada de Élcio Queiroz, é Ronnie Lessa. Ele fez em um dia o que a Polícia Civil do Rio de Janeiro não conseguiu fazer em mais de ano e meio!
É surpreendente que a Polícia Civil, após 19 meses do crime, ainda insista propagar a versão do porteiro tendo, aparentemente, descartado as gravações de segurança do Condomínio que elucidaram a questão, desmentiram a versão do porteiro e comprovaram o encontro entre Lessa e Queiroz, horas antes do crime. 


Indignado, o presidente Bolsonaro acusou o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel do Partido Social Cristão (PSC), advogado e ex-juiz federal, de ter acesso indevido ao processo sigiloso das mortes de Marielle e Anderson, a ponto de dar posição num jantar em Brasília: 
Wilson Witzel - Ah, o processo está no Supremo. 
Jair Bolsonaro - Que processo? 
WW - O processo da Marielle. 
JB - O que eu tenho a ver com isso? 
WW - Ah, o porteiro declarou que por volta das 17 h de 14 de março do ano passado, um dos possíveis executores de Marielle se encontrou com outro suspeito no Condomínio, mas teria pedido e sido autorizado por Seu Jair, para ir até a sua casa!... 
E Bolsonaro continuou descrevendo o encontro inusitado: "Eu fiquei surpreso. Primeiro porque o governador não tinha que ter acesso ao processo. E ele não posou de bonzinho comigo, não. Ele já sabia que muita coisa estava vazando, já que é perseguição dele contra a minha família. Ele tem usado a máquina pública para me perseguir", visando as eleições à presidência em 2022. 


O governador Witzel nega fazer perseguição a Bolsonaro. Mas ao ser questionado por jornalistas se houve ou não o diálogo descrito por Bolsonaro​ ​desconversou, tergiversou e ​desafiou dramaticamente alguém provar que ele teve acesso ao processo e que faz campanha de perseguição a Bolsonaro... Sei. Entretanto, ​ele não desmentiu​ o presidente​, nem respondeu o questionamento objetivo e direto dos repórteres, se houve o diálogo relatado por Bolsonaro.


Num balanço parcial do imbróglio, temos exemplo que a Polícia Federal, os órgãos de segurança e ministérios do governo Bolsonaro, chegaram em 60 dias na identificação do navio petroleiro grego Bouboulina, como o responsável pelo derramamento de óleo cru venezuelano em águas internacionais a cerca de 700 km da costa, em latitude da fronteira de Alagoas e Sergipe. Também foi esclarecido em menos de sete dias, o mistério da foto com o tema da redação do ENEM, veiculada logo após o início das provas. Por que não usar a estrutura investigativa do governo federal? Qual o real motivo da dispensa? (Sérgio Moro, conduz o Ministério da Justiça e Segurança Pública.)
Enquanto isso, temos outro exemplo cabal de incompetência e/ou morosidade sistêmica: após 19 meses do crime, a Polícia Civil do Rio de Janeiro, ainda não havia tido acesso aos arquivos de áudio da portaria do Condomínio Vivendas da Barra, nem provas consistentes de que a entrada do suspeito (Queiroz) não foi autorizado pelo Seu Jair e sim por Lessa. 

Insistir que as investigações sejam realizadas somente pela Polícia Civil do Rio de Janeiro é, no mínimo, compartilhar da estranha e morosa incompetência, e ficar sem os resultados desejados em qualquer investigação de um crime: coletar provas, comprovar autoria, identificação dos mandantes, dos executantes e, um item fundamental do qual, até agora, não se tem qualquer pista: quais as motivações levaram ao assassinato de Marielle? (Registro de Marielle no último evento na noite do crime.)

É aí que que o atual deputado federal Marcelo Freixos (PSOL/RJ), vereador na época do crime, considerado parceiro de Marielle seu principal herdeiro eleitoral, pode ter acumulado uma cambulhada de motivações e suspeitas, que precisam ser consideradas, para que tenhamos finalmente a conclusão do processo, com as respostas a todas as perguntas e dúvidas... Sem cair no temido poço do esquecimento, destino de muitos crimes e investigações transformados em outros crimes: falsidade ideológica - conhecida também como mentira - , fraude e obstrução da Justiça. 
Dois dos principais casos puxam uma extensa lista: Quem mandou matar Celso Daniel? Quem mandou matar Jair Bolsonaro?
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Como dado histórico, há três casos em que as investigações foram federalizadas. Todas chegaram a bom termo: 

Assassinato de ex-vereador na Paraíba - PGR pediu federalização do processo sobre a morte do advogado Manoel Mattos, morto em janeiro de 2009 na praia de Acaú, em Pitimbú (PB). As investigações apontaram que o homicídio foi motivado pela atuação de Mattos, que integrava a comissão de direitos humanos da OAB-PE, contra grupos de extermínio que agiam na divisa de Paraíba e Pernambuco. O STJ reconheceu a incapacidade das autoridades locais de chegar a uma conclusão. Pedido feito em junho de 2009 e atendido em outubro de 2010. A Justiça Federal condenou acusados em 2015.
Morte de promotor de Pernambuco - PGR pediu o envio para a Justiça Federal da apuração sobre a morte do promotor estadual Thiago Faria Soares, morto em 2013. Havia indícios de que o assassinato resultou de ação de grupos de extermínio que agiam no interior do estado. A Terceira Seção do STJ considerou que a falta de entendimento entre a Polícia Civil e o Ministério Público estadual "ensejou um conjunto de falhas na investigação" e comprometeu a verificação dos mandantes. Pedido feito em maio de 2014 e atendido em outubro de 2014. A Justiça Federal condenou um homem como mandante do crime em 2016.
Grupos de extermínio em Goiás - PGR pediu federalização dos procedimentos administrativos ou judiciais de investigação, inquéritos policiais ou ações penais relacionados a violência policial e atuação de grupos de extermínio no Estado de Goiás desde 2000. O pedido foi feito em maio de 2013 e atendido em dezembro de 2014. Dez pessoas foram condenadas recentemente pela Justiça Federal, mas há diversos processos em andamento.
Fonte: 




quarta-feira, 24 de julho de 2019

Educador respeita, boçal não

Jorge Portugal, que se auto intitula "poeta, educador, democrata", cometeu em A TARDE (23/7) um texto, colado ao final, que envergonha democratas, poetas e professores. 

Em leviana presunção investe contra o presidente Bolsonaro, contra o então juiz Sérgio Moro e contra todos os que não comungam sua crença de zumbi, de que Lula foi preso porque a "elite branca do sudeste do Brasil, diplomada e corrupta por demais", não suporta ver os pobres nos aeroportos e nas universidades. 

Quem se diz democrata não aceita a alternância do poder, condição elementar própria das verdadeiras democracias. 
O desvario do autor vai às alturas ao considerar o condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, nas três instâncias do Judiciário, como Prometeus que apiedando-se do sofrimento da humanidade ante o frio dos invernos, furtou o fogo sagrado de Zeus e ensinou a eles suas inúmeras utilidade, sofrendo por isso suplício eterno... 

Mas não basta endeusar seu mestre, autointitulado o "mais honesto" dos corruptos. 

Assaca ilações, calúnias e injúrias contra o ministro Sérgio Moro "um semianalfabeto a fazer o mais imundo dos trabalhos sujos da história atual...associado com força-tarefa da Lava Jato, colocou abaixo todo um processo de emancipação mental do povo através do conhecimento"...

E contra o vencedor das eleições presidenciais que, sem citar nome, descreve-o como "um debiloide, imbecil, representante dos 10% de neofascistas que existem em qualquer país". Esse é o exemplo do "educador" sem respeito!

Ao ler aqui comentário de Achel Tinoco, Aeroporto de Conquista (24), lembrei-me que meu pai, ao descrever pessoa grosseira, estúpida e presunçosa, a chamava de boçal. 
É assim que Jorge Portugal se revela aos leitores eleitores democratas, livres das doutrinações massivas da campeã de audiência, atropelada pelas redes sociais que espalha realidade aos que têm um mínimo de senso crítico e valores ético-morais, que muitos pensavam nem mais existir.

A prisão dos hackers que invadiram celulares de Moro, Dellagnol e outras autoridades, é mais uma das múltiplas cabeças da Hidra a ser extirpada. 
Muitas outras serão.


quarta-feira, 12 de junho de 2019

Hacker ataca a Lava Jato

De acordo divulgado pelo site The Intercept Brasil, os celulares do juiz Sérgio Moro e do procurador Deltan Dellagnol foram interceptadas de 2015 a 2019, através vulnerabilidades existentes no aplicativo de mensagens Telegran, originário da Rússia.

Certamente, muitas outras autoridades também foram ou são interceptadas em suas comunicações, com claro objetivo de chantagem e interesses escusos. 

A pergunta primeira do investigador é: A quem interessa o crime de interceptação de celulares de agentes-chaves, ligados à Operação Lava Jato? 

De acordo com o site divulgador, o criminoso gravou conversas que preenchem 1.700 páginas, recebidas de uma fonte anônima, que se dizia ansiosa para divulgar as conversas. 

Pelo dito, estrai-se que o criminoso já detinha essas gravações há pelo menos três anos. 

Por que não divulgou antes? Eis a questão. 



O objetivo que transparece, era postergar a divulgação na esperança de flagrar conversas que confirmassem a tese da defesa do ex-presidente Lula, de que o juiz Moro não demonstrava imparcialidade, estava a serviço do PSDB, da CIA, das elites, e que promovia perseguição política ao réu... E com isso, pedir a anulação do julgamento. Xeque mate!?

Essa tese não se sustenta quando confrontada com os fatos reais registrados. 

Vejamos. Lula foi investigado pelos procuradores da Força Tarefa da Lava Jato, pela Polícia Federal (PF), condenado pelo então juiz Moro, condenação confirmada em segunda instância a qual ainda ampliou a pena dada por Moro. 

Após essa sentença condenatória, Moro emitiu mandado de prisão, cumprido pela PF após contumaz encenação petista. 



A parcialidade e perseguição se dissolve num toque, ante a constatação de que Moro julgou, condenou ou absolveu cerca de mil pessoas, arroladas pela Operação Lava Jato, pertencentes aos mais diversos partidos políticos, empresas privadas e estatais. 

As conversas das centenas de páginas gravadas, tem como alvo à Operação Lava Jato e como objetivo levantar suspeição de parcialidade e perseguição por parte do juiz Moro. 

Mencionam o caso do triplex no Guarujá e o comentário de Moro a Dellagnol sobre a falta de ação concreta durante mais de mês por parte do MP. 
Para o universo de fatos de corrupção, a ausência de operação causa espécie a Moro e à população de bem, que torce pelo sucesso da Lava Jato. 

Com o pedido de exoneração em 16/11, para assumir o ministério da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro, o juiz Sérgio Moro, deixou de ser o juiz de primeira instância. 
Foi substituído pela juíza Gabriela Hardt, que também teve haqueado seu celular. 

O criminoso esperou mais sete meses torcendo para que Moro dissesse alguma coisa que atestasse a parcialidade e perseguição política contra o ex-presidente Lula, preso em Curitiba-PR. 
Pelo visto, foi em vão, pois as conversas divulgada, como se fossem "provas" de parcialidade e perseguição política, são todas anteriores a 2018. 

Se tudo o que foi considerado de mais grave pelo site The Intercept Brasil se resume às conversas divulgadas, fica sem sustentação a tese básica da defesa de imputar parcialidade e perseguição ao juiz Sérgio Moro. 

Isso ficou patente na condenação - por unanimidade - no julgamento em segunda instância, que ainda aumentou a pena sentenciada pelo juiz Moro. 

Além disso, na mesma linha de raciocínio, houve rejeição de mais de uma centena de recursos impetrado pela defesa de Lula, não pelo juiz Moro, mas sim pelos tribunais superiores: Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF). 



Com a exposição clara de que o objetivo era atentar contra a Lava Jato para reforçar a tese de parcialidade e perseguição por parte de Moro, visando anular o julgamento que condenou Lula, o criminoso entrou em contato na noite de 12/6 com o procurador José Robalinho Cavalcanti, ex-presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República e candidato à lista tríplice para escolha do novo procurador-geral da República, usando celular do procurador militar Marcelo Weitzel, ex-procurador-geral da Justiça Militar e atualmente conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público. Passou áudio demonstrando espanto, pois seria divulgado à imprensa, buscando obter algum comentários contra a Lava Jato. 
Ao final, afirmou que não era Marcelo e sim o hacker invasor, declarando-se - sem que lhe fosse perguntado - não ter partido, nem ideologia e ser apenas um servidor da TI (Tecnologia da Informação)!!! Papo revelador. 

Era preciso disfarçar e convencer o público de que grampeou os agentes-chaves da Lava Jato por mera casualidade, oportunidade, quase sem querer... 
E ameaçou com novas divulgações de conversas grampeadas. 

Essas ações orquestradas contra a Lava Jato já apontam para os mandantes interessados na escutas ilícitas e na divulgação seletiva de forma bombástica. 

Desde que começou a dar resultados concretos a partir de 2014 - após o dono do posto de combustível próximo a Brasília, e também chefe da quadrilha, usar o telefone fixo sob escuta da PF porque seu celular caíra no vaso sanitário - a Operação Lava Jato já sofreu todo tipo de ataque. 

Superou a todos com lucidez e tenacidade por parte dos procuradores, agentes, delegados, juízes e ministros. 
E vai superar mais esta e muitas outras que virão no rastro das investigações aos gangsteres instalados nas altas cúpulas do poder nas últimas décadas.

Vida longa à Lava Jato, é o que todo brasileiro de bem deseja e acredita.