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domingo, 25 de março de 2018

Magistrado assassino

O fundamentalismo ideológico, ou coisa pior, fez Bruno Aziz publicar uma charge aterrorizante (24.3) de um psicopata sedento de sangue, sentenciando como magistrado em Tribunal de Justiça. 

Aproveita da credibilidade do jornal A TARDE para propagar a versão dos criminosos de que a Justiça os perseguem. 


Enquanto os homens de bem lutam para quebrar o ciclo vicioso da corrupção, os bandidos se unem para manter a impunidade sistêmica usando deturpações da realidade, desrespeito, mentiras e canalhices de todo tipo. 

O chargista bem sabe que foram os chefes das organizações criminosas - há quatro anos investigados, julgados e finalmente condenados - que, nas últimas décadas, causaram a escalada da violência, mortes e todo tipo de sofrimento à população brasileira, e que repercutirá ainda por muitos anos em nossas vidas. 

São eles e seus cúmplices que estão com as mãos sujas de sangue e precisam responder à Justiça por seus crimes.
Apesar dos males provocados à Nação, os bandidos vêm usando de todos os meios para manter operando os esquemas de ilicitudes e fraudes.

Graças a Deus, há na Justiça e nos órgãos de investigação pessoas que não se rendem à corrupção e ao crime. 

A essa boa gente patriota, toda a nossa admiração e apoio.

terça-feira, 20 de março de 2018

Comunidades reféns do crime


O Sistema de Segurança Pública do Rio é rejeitado pelos líderes das comunidades das favelas. 
Há constantes protestos dos militantes dos direitos humanos expondo indignação contra as polícias no combate aos criminosos.

As Polícias Militar e Civil são consideradas hostis à população. Adentram as favelas em missão e depois se retiram, enquanto os criminosos permanecem aterrorizando a população. 
Sem o apoio efetivo dos órgãos de segurança, as pessoas silenciam ante os crimes das facções. Não têm em quem confiar para fazerem denúncias.

Insegura e dependente a população vê-se obrigada a tomar partido dos bandidos e criminalizar as polícias, que ainda lutam contra grupos de policiais coniventes e participantes de crimes. 

Essa prática vem desde os conchavos de políticos e autoridades com os contraventores do bicho e outros ilícitos, com incentivo oficial à malandragem. Resumo da ópera: aos bandidos todos os direitos, à polícia somente deveres.  

Há décadas, cidadãos que não aceitavam essa situação foram expulsos ou mortos. 
À população restou acatar as ordens dos bandidos e os 147 mil moradores das favelas do Rio tornaram-se reféns das facções criminosas que os utilizam como escudos, nos confrontos com as forças policiais.

O PSOL tem no STF pedido de inconstitucionalidade para a Intervenção Militar iniciada há um mês. Os militantes partidários de esquerda desqualificam as polícias como defensores dos moradores das favelas.

Como esclarecer a execução de Marielle sem a participação das Polícias Civil, Militar, Federal e do Exército?

Qual investigação independente teria condições de esclarecer os crimes sem contar com esses órgãos de Estado?  

Na batalha midiática o foco está sobre a investigação dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes. 

Com isso, o combate permanente das forças de segurança contra o domínio das facções criminosas parece que deixou de ser o principal motivo e razão de tanto sofrimento e morte nas favelas da cidade do Rio de Janeiro.



sexta-feira, 9 de março de 2018

Carga sobre o STF

A cúpula das Organizações Criminosas que sequestraram as governanças do País está investindo pesado para que o STF mude a decisão de 2016, sobre a prisão do réu após condenação em segunda instância.
Todo o esquema de impunidade dos criminosos de colarinho-branco depende dessa mudança para que o processo acusatório se estenda por anos de recursos, ao esquecimento ou decurso de prazo.
É muito dinheiro obtido nos esquemas de corrupção institucionalizados em todos os níveis de governo, que dependem das autorizações dos chefes instalados em cargos estratégicos para beneficiar grupos econômico-financeiros.
Se houver um retrocesso no atual entendimento, a impunidade voltará ainda mais forte impedindo a aplicação das leis que punem os que cometem crimes contra o erário por roubo, fraude, corrupção...
Os corruptos sabem que foi a prisão após condenação em segunda instância que permitiu pôr na cadeia bandidos que tinham certeza da impunidade, pela primeira vez no país.
A presidente do STF ministra Cármen Lúcia e os demais ministros que batalham por um Brasil melhor têm nas mãos a decisão de remover das governanças os chefes de esquemas criminosos... Ou então, permitir que as Organizações Criminosas continuem a saquear os recursos públicos, empurrando a população à desesperança e ao crime.
O governo Temer rotula a intervenção militar no Rio como forma de combater o crime organizado instalado nas favelas.
A Lava Jato, que combate o crime organizado em áreas mais luxuosas, terá todo seu trabalho perdido caso o STF vote contra a prisão após condenação em segunda instância. Os bandidos hoje presos voltarão às ruas para continuar com os esquemas de saques à Nação.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Eleições sem opções

Ao se aproximarem as eleições de 2018 os meios de comunicação divulgam que ocorrerá o expurgo dos políticos condenados-investigados e "sangue novo" mudará a situação atual de desgoverno. 

Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF)
O que observo é o contrário: os mesmos grupos políticos-partidários, que mancomunados com os grupos econômico-financeiros saqueiam o País há décadas, movimentam-se freneticamente para manterem os mesmos esquemas de corrupção institucionalizada. 

Como haver mudanças se os mesmos bandidos e cúmplices são a maioria dos pré-candidatos?

O único novo que se apresenta contra a cúpula das governanças, atualmente unidas contra a Lava-Jato e similares, é o ex-ministro Joaquim Barbosa. 

Ainda não vejo opções suficientes para mudar a cleptocracia instalada na República com a conivência de ministros das Altas Cortes de Justiça. 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberou R$ 800 milhões para o Fundo Partidário que somado aos R$ 1,7 bilhões vão fazer a alegria das Organizações Criminosas disfarçadas de partidos políticos.

Nossa esperança recai nos ministros do STF que decidem contra os criminosos de colarinho branco e suas artimanhas processuais. 

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Teste nas urnas eletrônicas

O TSE emitiu relatório de conclusão dos testes realizados nas urnas eletrônicas prometendo, mais uma vez, corrigir as fragilidades encontradas.


Concluiu que nenhum ataque, feito pelos especialistas credenciados, conseguiria violar a urna durante um dia de votação.

Mas usando o método de engenharia reversa, os especialistas conseguiram conectar um teclado na urna e alterar arquivos que não possuíam assinatura eletrônica e outros senões!

O TSE relatou que implantará medidas para bloquear o uso de engenharia reversa no sistema e revisará os arquivos sem assinatura eletrônica.
Assim, o Tribunal reafirma que as urnas eletrônicas são seguras para serem utilizadas nos pleitos de 2018. 

Esses testes, que têm a pretensão de garantir a inviolabilidade das urnas eletrônicas, foca tão somente na possibilidade de invasão aos seus programas e sistemas.

Fica sem qualquer teste ou avaliação o que está contido nas cerca de dezessete mil linhas dos programas nelas instalados, que processam a votação e computam os votos!

Com a possibilidade de em poucas linhas redirecionar votos a candidatos e partidos preferenciais, os programadores poderão ser tentados a isso.
Mesmo que sejam confiáveis, íntegros e acima de qualquer suspeita, a fiscalização faz parte do processo. 

Considerando que a corrupção está disseminada nos poderes da República, seria pertinente o TSE implantar e realizar com transparência testes que eliminem a desconfiança que paira sobre toda e qualquer caixa preta, principalmente em um serviço fundamental e crítico para manutenção da credibilidade do Sistema Eleitoral e da Democracia no Brasil.

E que esses testes sejam realizados após as correções e ajustes feitos com base nos testes concluídos em 2017, conforme prometidos pelo TSE. 

Caso contrário, as urnas liberados para os pleitos de 2018 não estarão avaliada nem testada, o que confirmariam as desconfianças ora existentes.

O Voto Impresso vem acabar com essas desconfianças, ao permitir recontagem em caso de suspeita de fraude e outras demandas.





segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Lava Jato recupera bilhões roubados

A economia brasileira vem se recuperando desde que a Operação Lava Jato impediu que recursos públicos continuassem a ser desviados nos mesmos volumes ocorridos nos governos Lula e Dilma. 

Dilma, Cunha, Temer, Aécio e Lula se uniram


As melhorias poderiam ser bem maiores caso o governo Temer não gastasse R$ 53 bilhões do erário na compra de votos de deputados e senadores, mais de R$ 90 bilhões em perdões de dívidas, redução de impostos para  obter apoio de grupos econômicos com o "perdão" de dívidas bilionárias nem concedesse benefícios para barrar investigações contra ele e aprovar medidas contra os trabalhadores e a maioria da população não envolvida com os ilícitos ocorridos. 

A devolução de R$ 650 milhões à Petrobras é apenas uma pequena parte dos desvios calculados em R$ 10 bilhões. 
Mas ainda falta muito a recuperar à Petrobras e a outras entidades saqueadas nos governos Lula e Dilma. 

Nos Fundos de Pensão das Estatais o roubo soma R$ 70 bilhões!  

Só a Petros, Fundo de Pensão da Petrobras, sofreu prejuízo de R$ 27 bilhões, causados por investimentos fraudulentos acordados pelos então dirigentes do fundo, com aval da quadrilha instalada na petroleira sob a orientação de Lulaláu e cúmplices. 

Golpe semelhante ocorreu em todos os Fundos das Estatais, como o Postalis (Correios), Previ (Banco do Brasil) e Funcef (Caixa) e outros.

Os herdeiros desse esquema de corrupção já definiram através da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) que os beneficiários dos Fundos terão que cobrir os rombos!
Pouco farão para responsabilizar os bandidos que gerenciaram de modo a obter bilhões para a quadrilha, através de fraudes e conluios. 

Com Temer refém do PT, PP, PR, PSDB, DEM, etc., ameaçado de condenação em processos e na votação das reformas e que pouco farão para obter devolução dos valores através da Justiça, já decidiram, que os beneficiários dos Fundo pagarão para cobri os rombos criminosos. Os da Petros pagarão R$ 14 bilhões em parcelas mensais durante 18 anos!? Apostam que em breve os roubos serão esquecidos.

Valores desviados somam R$ 250 bilhões/ano


Voltando à recuperação dos valores desviados, vê-se que ainda há muito trabalho até se conseguir resgatar a fortuna roubada pelos investigados na Lava Jato e congêneres, hoje aplicada em bens móveis, imóveis, contas em paraíso fiscais e dinheiro vivo em salas, malas, escritórios, apartamentos, enterrado... É muito dinheiro na mão dos quadrilheiros!

Após a posse de Temer a Organização Criminosa que sequestrou a governança, continuou saqueando o Brasil... Agora, sob nova direção. 

A diferença é que os gangsteres ameaçados de serem obrigados a devolver os valores roubados, estão unidos contra a Lava Jato, independentemente de partido político e de ideologia. 
PMDB, PSDB, PT, DEM, PR, PP e PCdoB juram que são colegas desde pequenininhos!

Gilmar Mendes e o juiz Sergio Moro


Com o trabalho consistente feito pelo Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e pela Justiça sem partido, a verdade prevalecerá e muitos outros bilhões serão recuperados aos devidos donos... 

E quanto maior for o apoio da população à Lava Jato e aos seus condutores, mais operações serão realizadas e maior será o valor em dinheiro e bens recuperados dos criminosos que aí estão, tentando escapar da Justiça, a fim de desfrutarem os bilhões de reais roubados. 


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Campanha por tolerância

Percebo que se deu início há meses, quando os membros das Organizações Criminosas foram presos e condenados, uma campanha sorrateira nos principais meios de comunicação pregando tolerância.

A mais recente denúncia por intolerância foi às pessoas que protestaram abertamente ante Gilmar Mendes.

A imprensa amestrada pelo poder político-econômico sempre pautou o brasileiro ordeiro, que não se revolta mesmo quando o desrespeito e o deboche dos governantes chegam a níveis insuportáveis.

Nos últimos anos, não lembro de qualquer pedido de tolerância aos governantes, quanto às agressões perpetradas nos serviços de saude, segurança, educação, contra os brasileiros não envolvidos com a corrupção sistêmica instalada há décadas, em que os recursos públicos foram vilipendiados à exaustão, deixando ao povo na penúria com esmolas.

A Justiça, manipulada por bandidos escondidos atrás das togas, especializou-se em livrar seus cúmplices das investigações e da prisão.

É isso que vem fazendo Gilmar desde os tempos da Operação Satiagraha, quando concedeu habeas-corpus na madrugada e criminalizou os agentes públicos Juiz Fausto Di Sanctis e o delegado da PF Protógenes Queiroz, que conseguiram - a duras penas - coletar indícios significativos contra os maiorais até então impunes... E continuam impunes até hoje.

Mesmo que estejam à mostra a violência, desrespeito e sofrimento com que esses criminosos agridem a população, a campanha em pauta pede que suas decisões criminosas sejam toleradas pelos cidadãos cumpridores das leis!

E quem não for tolerante pode ser investigado, como pediu Gilmar à PF. 
E assim o brasileiro vem aceitando calado que o governo Federal aumente imposto ilegalmente, usando a desfaçatez de não atualizar as Tabelas do Imposto de Renda. 

Essa malandragem que já alcançou 86% de aumento de 1996 a 2017 e muitas outras geradas pela governança, infligem cruel sofrimento ao tolerante povo brasileiro. Mas tolerância tem limite! 

Mesmo lembrando do habeas corpus dado ao médico monstro Roger Abdelmassih, apesar do alerta de fuga dado pela PF, se tiver oportunidade de ver Gilmar em algum lugar, repetirei as mesmas palavras que o então ministro Joaquim Barbosa lhe dirigiu em sessão plenária: Vossa excelência envergonha o Judiciário!