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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Interferência na Polícia Federal


Moro declarou que o presidente queria interferir na Polícia Federal (PF), mas os fatos mostram que foi ele, Moro, quem interferiu na PF durante sua gestão. Senão vejamos.

O que impediu a PF de atender à solicitação da então procuradora-geral Raquel Dodge para federalizar a investigação dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Ramos? 

Até então a investigação era conduzida pela Polícia Civil do Rio em conjunto com o Ministério Público Estadual. Nela dois agentes federais já haviam sido presos por extorsão, e um terceiro estava sendo investigado por suspeita de pertencer à mesma quadrilha. Mais motivos para a PF entrar no caso.

Mas não entrou, mesmo sabendo que quando a própria PF, a pedido do MPF, investigou e descobriu que havia testemunhas plantadas por delegado para desviar o foco das investigações. 
Uma dessas testemunhas até já informava quem era o mandante dos assassinatos! 
Tudo para desviar o eixo das investigações e preservar os mandantes interessados na morte da vereadora, visto que Anderson morreu por estar na linha dos tiros contra dela.

Não entrou, até mesmo quando ficou patente que as polícias do Rio não estavam interessadas a esclarecer os crimes e alcançar os mandantes. 

Precisou que um dos filhos do presidente desmascarasse a farsa do porteiro que teria ligado para a casa de Bolsonaro e o Seu Jair atendeu e autorizou o cúmplice entrar.
Nas gravações da portaria, naquele dia e hora, a voz não era a do porteiro que já tinha prestado dois testemunhos ao MPE. 
A ligação não foi para a casa de Bolsonaro, mas sim para a casa do cúmplice, e a autorização foi dada pelo cúmplice.

Só então a mídia desmamada descobriu que naquele dia e naquele horário Bolsonaro estava em Brasília.

Ao decidir nada fazer quanto a essa investigação, Moro permitiu que o presidente e seus familiares fossem massacrados dia e noite, durante 1 ano e 6 meses, pela TVEsgoto, como suspeitos dos assassinatos e pertencentes à milicias do crime organizado do Rio de Janeiro.

Por qual motivo Moro não atendeu a indicação da PGR? 

Agora, parece claro o que levou o então ministro não autorizar a PF entrar no caso. Mas isso, é Moro quem vai precisar responder. Pois Raquel Dodge já havia pedido à PF uma investigação da investigação realizada pelos órgãos de segurança estaduais e municipais do Rio de Janeiro, a partir da denúncia do miliciano e ex-PM Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica, acusado pela morte da vereadora pelo PM Rodrigo Jorge Ferreira, o Ferreirinha, a qual gerou relatório de 600 páginas. 

Para a PF Orlando disse que foi coagido pela Polícia Civil do Rio para assumir a morte de Marielle. Denunciou que a polícia é paga para proteger matadores de aluguel. Que policiais da Delegacia de Homicídios recebem mesadas para não elucidarem os assassinatos cometidos por esse grupo conhecido como Escritório do Crime, formado por PMs da ativa e ex-policiais.

Resumindo, havia visível interesse difuso daqueles órgãos policiais para que as investigações fossem concluídas rapidamente, de qualquer maneira. Com alguém assumindo a culpa ou atrapalhando as investigações com pistas e depoimentos falsos, até o ponto de levar ao esquecimento ou ao rol dos casos insolúveis.

O fato dos familiares dos mortos, juntos com o deputado Freixo (PSOL), pedirem para que o caso não seja federalizado, é mais uma forma de manter a suspeita de que o presidente e seus filhos não têm interesse de alcançar os mandantes dos crimes. Na realidade isso revela que há de fato interessados em não desvendar os crimes. Em juízo os réus nada disseram, irão a juri popular. Será mais um crime sem o mandante? 

Mas os mandantes ainda estão aí no Rio, em Brasília ou em qualquer outro lugar. 
E só uma investigação de fato será capaz de alcançá-los. 
Agora vai!

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Bolsonaro versus Moro


Melhor do que um dia após o outro, é ter dois dias após os pronunciamentos do então ministro Sergio Moro (foto) e do presidente Bolsonaro, complementados por notícias pertinentes e de diálogos via celular divulgados como provas.

Num primeiro momento, Moro lê os motivos destacados em amarelo que o fizeram pedir demissão do superministério de Justiça e Segurança Pública, desenhado ao seu feitio. 

No segundo momento, Bolsonaro faz pronunciamento, em grande parte de improviso, com os motivos que o levaram a pedir a Moro a demissão do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Mauricio Valeixo.

Ambos são importantíssimos personagens da nossa  história recente. Ambos perseguidos pelas organizações criminosas que desejam continuar saqueando os recursos da Nação. 
E agora, José?

O tempo disponível na pandemia permitiu rever  a fala dos dois e as provas apresentadas por Moro, durante a sexta-quente (24/4).
Foram duas principais provas, ambas em prints com diálogos em aplicativo do celular de Moro: uma com a deputada federal Carla Zambelli (PSL/SP) e outra com o presidente Bolsonaro.

O de Carla Zambelli (foto) revela o enorme empenho dela em convencer seu padrinho de casamento a aceitar a demissão de Valeixo, diretor-geral da Polícia Federal (PF), prometendo se empenhar para convencer o presidente a indica-lo para o STF em setembro, em substituição ao ministro Celso de Mello que se aposenta compulsoriamente em novembro.

A conversa com Bolsonaro aparece por duas vezes Moro dizendo que conversaria com o presidente às 9 horas do dia seguinte. Nela o presidente cola a manchete do site O Antagonista de que oito deputados bolsonaristas serão investigados pela PF por suspeita de envolvimento na organização da manifestação do domingo anterior, em que apareciam faixas pedindo intervenção militar, fechamento do Congresso, do STF e AI-5 (?!), emitido em 13.12.1968 durante os governos militares restringindo liberdades democráticas. 

O presidente escreve “mais um motivo para a troca”, se referindo a Valeixo, cuja demissão sairia no DOU no dia seguinte, e que deve ter sido o assunto tratado nessa ligação, apesar de Moro dizer que tomou conhecimento pela imprensa. 
Há controvérsias. É improvável que Valeixo não tenha falado com Moro após a ligação do presidente perguntando se a demissão poderia ser “a pedido”.

Moro responde que o inquérito em manchete no O Antagonista é conduzido pelo ministro do STF Alexandre de Moraes: diligências, quebras e buscas são por ele determinadas.
E encerra a conversa reiterando: “Conversamos em seguida às 0900.”.
E agora José?

Não sabemos se essa conversa às 9 horas de Moro com Bolsonaro ocorreu. O mais provável é que não ocorreu, pois na manhã do dia 24, sexta-feira, a imprensa já estava informada de que o ministro Moro faria pronunciamento às 11 horas. 

Os torcedores do Quanto Pior Melhor - QPM, já contavam com a saída do ministro, menos o presidente que pela manhã postou nas redes “vocês da imprensa estão todos errados”, o que nos leva a pensar que ele acreditava que o pronunciamento de Moro seria para anunciar que a saída de Valeixo tinha sido acertada com o presidente. Ledo engano.

No silêncio da noite, a análise da situação pode ter despertado o instinto de preservação e o estrategista em Moro.

Moro, Joice e Maia
Em exercício analítico, imagino que ao encerrar a ligação com o presidente na noite anterior, o então ministro Moro sopesou a situação em que se encontrava ante um presidente atacado pelos presidentes da Câmara, do Senado, do STF, por deputados, senadores e ministros do STF, pelos líderes do Centrão, por antigos aliados da primeira hora como o governador de Goias, Ronaldo Caiado (DEM/GO), deputada Federal Joice Hasselmann (PSL/SP), os governadores Witzel do Rio, Dória de São Paulo... pode ter concluído ser Bolsonaro um presidente sem sustentação política, fragilizado e vulnerável, e considerou que era hora de tomar uma atitude mais de acordo com suas aspirações de se manter ídolo dos cidadãos de bem até as eleições de 2022, quando poderia ser um candidato quase imbatível. Quase, porque Bolsonaro já se revelou bom de voto.
Pode ter percebido a necessidade de reduzir as chances de Bolsonaro. 
Vejo isso como a mais forte motivação para Moro sair atirando daquele jeito.

Em seu pronunciamento de 40 minutos, Sergio Moro deu um panorama do contexto atual, para depois entrar na denúncia de tentativas do presidente em interferir na PF, em inquéritos envolvendo parentes do presidente, que teriam sido rechaçadas pelo ministro.

As denúncias, do modo como foram relatadas por Moro, têm fortes características de vingança, pelas várias situações desconfortáveis por qual passou, e o objetivo de deslanchar um impeachment que tiraria Bolsonaro das eleições de 2020... 

Ao final, Moro disse que saía para preservar sua biografia, defender a independência da PF... E que iria escrever sua carta de demissão e procurar emprego. E sorriu.

Durante a sexta-quente (24/4) foram protocolados vários pedidos de impeachment que se somarão aos que aguardam hora oportuna por parte do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e aos de muitos outros interessados em remover Bolsonaro do panorama nacional, sendo que alguns se contentam apenas em retirar dele prerrogativas do cargo.

Logo após o pronunciamento de Moro o presidente Bolsonaro  divulgou nas redes que faria pronunciamento às 17 horas, para “restabelecer a verdade.”

No pronunciamento, feito com o ministério perfilado atrás, o presidente falou inicialmente de improviso suas queixas junto a Moro por não ter tido empenho em investigar o atentado em Juiz de Fora, os assassinatos de Marielle e Anderson e das tentativas de envolver ele e familiares no crime. 
Disse que foi preciso “implorar” para que a PF ouvisse um dos acusados do crime, preso em Mossoró-RN, o que foi feito e esclarecido que seu filho não podia ter namorado a filha dele por ela morar nos EUA.
E que foi preciso um dos filhos dele (04) ir até a portaria condomínio na Barra, copiar a gravação do dia e hora da entrada do comparsa e constatar que a voz que autorizou não era a do porteiro que declarou em três depoimentos ter a autorização do Seu Jair, que provou estar em Brasília na ocasião. A voz era de outro porteiro! 
É incrível! Durante um ano e meio, essa prova esteve disponível sem que a Polícia Civil do Rio a tivesse considerado. Em todo esse tempo, a mídia desmamada tentava incluir Bolsonaro na cena do crime contra a vereadora e seu motorista.

Por essa e outras, a procuradora-geral Raquel Dodge à época pediu a federalização das investigações, o que não foi feito até hoje por motivos pífios. Houve reações do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL/RJ) que junto com as famílias de Marielle e Anderson pediram na Justiça que isso não fosse feito. Pode o cidadão escolher órgão de investigação preferido para investigar crimes? O fato é que até hoje a PF não entrou na investigação.

Outra queixa do presidente foi quanto à ausência de relatórios de inteligência por parte da PF que em sua avaliação, com Moro perdeu em termos de dados de inteligência. É estranho o presidente não ter um relatório de inteligência da PF. Imagino a paciência do presidente em conviver com a falta de informações, recomendações preventivas e de contingenciamento.

Quanto à escolha do novo diretor-geral da PF, Bolsonaro disse que Moro só aceitava o indicado por ele. "Por que só o seu e não o meu? Propomos os nomes, façamos um sorteio." Diz que Moro não aceitou. Alegou que recebera o ministério com carta branca, que o trato não estava sendo cumprido. Bolsonaro falou que dá autonomia a todos os seus ministros, mas ele mantém o poder de veto. 
Esclareceu, com um jogo de palavras, que autonomia não significa soberania. 
Disse ter insistido muito para que Ilona Szabó, nomeada por Moro, fosse demitida, visto ela ser defensora do aborto, quando a defesa da vida foi  promessa de campanha dele. Que se Moro saiu para defender sua biografia, ele fica para defender o Brasil.

Na continuação do improviso, Bolsonaro desferiu a mas grave acusação. Disse que Moro concordou com a demissão de Valeixo, desde que fosse em novembro, após a sua indicação ao STF. Bolsonaro reagiu dizendo que não faz esse tipo de troca.
É muito forte, destrutiva. Não sei se Moro teria coragem de propor isso ao presidente. 
Essa vai ficar na conta do contra-ataque do disse-me-disse.

No Twiter Moro rebateu: "A permanência do Diretor Geral da PF, Maurício Valeixo, nunca foi utilizada como moeda de troca para minha nomeação para o STF. Aliás, se fosse esse o meu objetivo, teria concordado ontem com a substituição".
Disconcordo com essa argumentação ilógica, visto que a saída atrelada à indicação ao STF não foi aceita por Bolsonaro. Em sendo assim, mesmo que Moro concordasse com a saída não teria assegurada a indicação ao STF.

Creio que o principal motivo do descontentamento de Moro com o presidente foi que um pensava no ministério com “porteira fechada”, como antigamente, e o outro pensava obter as condições para melhor governar o país de acordo com as promessas de campanha.

Moro achando que Bolsonaro quebrou a promessa de total autonomia, e Bolsonaro achando que Moro não se empenhava em proteger o presidente e seus familiares.
Não chegaram a um acordo. 

É pena, ambos são pessoas provadas na exaustiva luta contra as organizações criminosas que estão fazendo de tudo para retornar ao poder, usando as mídias desmamadas para atingir Bolsonaro e a família, e que podem inclusive apoiar Moro como candidato em 2022.

Se as provas que Moro têm são as apresentadas na mídia, será difícil obter um processo de impeachment com alguma chance de resultar na saída do presidente, mesmo com o empenho massivo das mídias contrárias a Bolsonaro. Mídias de oposição sistemática e massiva como ocorre na Globosta e Falha de São Paulo.

O tempo esclarecerá quem tinha a melhor razão. 


* Última atualização em 27.04.20

sábado, 23 de novembro de 2019

Bem Vindo ao Brasil Real


Enquanto as palavras de ordem dasizquerdas comunistas espalham ilusões do tipo "Lularápio é o inocente mais honesto do Brasil", o país continua avançando no campo da realidade, em que nós simples mortais ousamos sobreviver, sem adotar o método avestruz dos militontos. 
Apesar dos milionários membros das organizações criminosas que saquearem os recursos do povo por mais de 30 anos estar em  campanha cerrada para desacreditar o governo Bolsonaro, o Brasil Real - BR continua avançando, crescendo e mudando para melhor. 

A população não encontrou o país que os bandidos anunciavam em suas campanhas mentirosas, mas vê as melhoras que estão sendo implementadas pelo governo Bolsonaro, para tirar o Brasil do buraco: déficit de R$ 159 bilhões, 13 milhões de desempregados, a maioria de jovens desalentados, crime, violência, rebeliões em presídios, invasão de propriedades, impunidade dos endinheirados, corrupção em todas as áreas a tirar recursos público para encher as contas correntes dos enganadores contumazes. 
E a verdade vai se impondo e libertando o livre pensar do povo, antes sujeito a acreditar só no que dizia a Globo, quando alimentada com verbas bilionárias durante os governos petistas-comunistas-bolivarianos.

Ontem (21) o jornalismo da Globo (JN) noticiou que há sete meses cresce o número de empregados com carteira assinada. Uáu, até que enfim! Após dez meses de governo a Globo vai ter de ler muitas outras boas notícias resultantes da equipe do governo Bolsonaro, mesmo com risinhos de William Bonner no Jornal Nacional ou cara de deboche do comentarista econômico Carlos Alberto Sardenberg no Jornal da Noite, anunciando avaliação do FMI que aumentou nas previsões do PIB brasileiro para 2019 e 2020. Nem o biquinho maroto da Majú Coutinho (JH 25/11) ao enfatizar a queda de 0,02% na arrecadação de out/19 em relação a set.19 e depois mencionar rapidamente de passagem o significativo aumento real (descontado a inflação) de 2% na arrecadação de impostos de 2019 em relação a 2018!
No Jornal Nacional, à noite, Bonner nem falou sobre o aumento de 2% da arrecadação, mas teve de noticiar que as construções de moradias aumentaram 23% no último trimestre.
Muitas boas noticias do governo Bolsonaro ainda serão obrigados a ler, Aliás, já estão!

Bem significativo foi a jornalista Míriam Leitão, militante das esquerdas, presa e torturada durante o governo militar (1964 a 85), permitir publicar em sua coluna recente (O GLOBO de 17.11.19), texto de Marcelo Loureiro, premiado especialista em finanças na Fipecafi-USP, intitulado "PT deveria admitir erros na economia"(*link ao final) com um teor surpreendente para quem está acostumado aos mantras petistas do "nunca dantes" na história do país faz-de-conta propagado pelos PTralhas e seus cúmplices de sempre PSOL, PCdoB, PDT, PSB, PTB, PP, PR, PSDB, MDB... 


Entre as informações apresentadas no texto, duas chamam atenção: uma por se contrapor à declaração esdrúxula de Lulaláu, que atropela a lógica, "a autocrítica do PT deve ser feita pela oposição"; a outra, por estarmos na semana da Consciência Negra, ao contradizer o discurso populista da esquerda, ao apontar que os maiores beneficiados pelos governos do PT não foram os negros, foram os brancos das elites corruptas dos avatares campeões nacionais dos governos petistas: Joesley e Wesley Batista (foto).

Vejam o texto:

"Se existe um rosto que significa o beneficiado das escolhas econômicas do PT é Joesley Batista. Ele e seus irmãos ficaram muito mais ricos. E no exterior. O BNDES comprava emissões inteiras de debêntures lançadas pelo grupo para que, com capital público no bolso, eles fossem às compras em outros países. Foi assim que eles compraram, por exemplo, a Pilgrim’s Pride, a maior processadora de frango dos Estados Unidos. Houve uma sandice pior. Eles pegaram dinheiro no banco (BNDES) para adquirir a National Beef. As autoridades antitruste vetaram, o banco deixou que o grupo ficasse com o recurso para uma compra futura, de fato feita. Tempo, como qualquer banco sabe, é dinheiro. Hoje, os Batistas têm a maior parte da sua fortuna no exterior." 


O volume de fake news contra o governo Bolsonaro, produzido pela mídia desmamada das verbas bilionárias dos governos comunistas-corruptos anteriores, não estão sendo suficientes para impedir que as boas notícias do Brasil Real chegue até a população, que já se sente mais tranquila. 

Em paralelo, assistimos: os criminosos caindo nas malhas da Justiça; os índices de assassinatos e da violência caem cerca de 30% na maioria das cidades brasileiras; após 18 meses de "investigação" dos assassinatos de Marielle e Anderson, o depoimento do porteiro do condomínio foi finalmente desmentido pelo sistema de áudio da portaria, que o filho do presidente Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, mostrou existir e estar à disposição. 

A Polícia Civil passou de 14.mar.18 a 09.out.2014, investigando e "não conseguiu" descobrir a existência desse sistema de segurança, com gravação de áudio dos diálogos entre a portaria e os condôminos. Em dois dias, o assunto foi esclarecido, com a apresentação clara e detalhada de Carlos Bolsonaro aos "repórter investigativos" da Globo e demais canais de TV. 


Há uma semana, a PF passou a participar das investigações e já obteve do porteiro o reconhecimento patente de que ele - mentira, se enganara ou esquecera - e fora pressionado para fazer a declaração mentirosa, fazendo crer que o presidente autorizara a entrada do assassino no condomínio. 
Esclarecido essa parte, os canalhas inundam as redes insinuando que Carlos Bolsonaro, vereador licenciado do Rio de Janeiro, está envolvido com o assassinato de Marielle. 

O Brasil Real avança firme contra os canalhas disfarçados de bons moços, mesmo sob fogo cerrado por parte das organizações criminosas acuadas ante o trabalho competente do ministério de Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal, Ministério Público, de magistrados íntegros como Marcelo Bretas no Rio de Janeiro e o ministro do STJ, Og Fernandes, que esta semana desbaratou uma quadrilha instalada na cúpula do Judiciário na Bahia. Isso mostra que as investigações continuam firme e forte.

O hacker Luiz Henrique Molição, que forneceu as gravações ilegais de conversas obtidas do Telegran de Dellagnol, com Sérgio Moro e outros procuradores, assinou delação premiada, e promete apresentar todos os envolvidos na trama articulada para acabar com Moro, Bolsonaro, Dellagnol e Lava Jato, soltar os bandidos presos e manter os demais impunes.

Após do advogado Zanone Manuel de Oliveira - The Flash, defensor de Adélio Bispo desde as primeiras horas após a tentativa do homicídio e o recebimento de honorários em espécie de pessoa que se nega a ser identificada - ter deixado a defesa a cargo da defensoria Pública, aumentaram as esperanças de obter-se também a delação premiada do condenado inimputável, preso em hospital psiquiátrico por ter esfaqueado o então candidato a presidência da República, Jair Bolsonaro. Além dos celulares obtidos em mandato de busca e apreensão que estão sob judice, impedidos de serem periciados pela PF, devido interferência e obstrução por parte da OAB.

Um Novo Brasil está em construção, iniciando-se com a limpeza do entulho de crimes cometidos e acobertados nas últimas décadas contra o sofrido povo brasileiro, e a punição dos responsáveis por eles.


Quem tem olhos de ver, enxerga que comércio já antecipa e se prepara para o melhor Natal dos últimos anos; prisão após condenação em segunda instância em aprovação no Congresso; mobilização para o impeachment de Gilmar Beiçola Mendes no Senado, com apoio da cidadania nas redes e nas ruas; redução do déficit de 2019 de R$ 139 bilhões para R$ 87 bilhões, graças aos leilões do Pré-Sal e o controle de fato das contas públicas, com os criticados contingenciamentos de recursos em todos os ministérios; o maior índice de ocupação de maquinário nas indústrias desde 2014; identificação e punição dos responsáveis pelo derramamento de petróleo no Nordeste, com a cobrança dos prejuízos em acordos ou em tribunais internacionais; criação do novo partido Aliança pelo Brasil em defesa dos valores cristãos, da família, da vida desde sua concepção, contra ideologia de "gênero", contra a permanente implantação pelos lulapetistas da cizânia entre os brasileiros, quanto a raça, cor, crença, sexo, região, poder econômico, sotaque, escolaridade... Cada vez mais desacreditados e sós, ficam pregando um mundo de mentiras e calúnias. Não consegue superar o mundo real que o novo governo está construindo. Ainda mais com o Mengo fazendo a festa, não tem pra ninguém!

Enfim, deixemos os sem-noção embaralhados nas próprias fake news num mundo faz-de-conta, próprio dos cleptomaníacos em síndrome de abstinência.

Sejam Bem Vindos ao Novo Brasil!

Bem Vindos ao BR, o Brasil Real!




quarta-feira, 29 de agosto de 2018

PGR caolha



No início de janeiro deste ano, Urias Fonseca Rocha, ex-candidato a vereador pelo PCdoB em Campo Grande - Mato Grosso do Sul, em áudio pelo Whatsapp dizia o seguinte aos parceiros: “Se Lula for condenado, temos que brigar até as últimas consequências. Se precisar guerrear, nós temos que guerrear, nós temos que lutar. Nós temos que ir pra rua, ir pro pau. Nós temos que lutar. Talvez, quem sabe, até guerrilha. Montar guerrilha, começar a estourar cabeça de coxinha, de juiz, né, mandar esses golpistas para o inferno (…) Se nós precisar derrubar o prédio, tem que derrubar. Se precisar lutar, tem que lutar. Se precisar pegar cada um daqueles juízes depois da condenação, tem que pegar”.

A Polícia Federal (PF) instaurou inquérito. Em depoimento, Urias Rocha confirmou a autoria e o teor da gravação, mas disse que é contra “qualquer tipo de violência”. Ele confessou que pretendia comparecer ao julgamento de Lula em Porto Alegre mas acabou desistindo da ideia quando o seu áudio começou a circular em grupos de WhatsApp. O militante, foi suspenso do partido comunista ao qual era filiado, mas não foi indiciado pela PF. Os investigadores entenderam se tratar de “crime de menor potencial ofensivo”. 
A multiplicação das ameaças terroristas ocorreu após dirigentes do PT elevarem o tom contra o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que decidiria o futuro de Lula em 24 de janeiro.

A PGR aceitou passivamente a declaração de Urias Rocha de que é contra "qualquer tipo de violência" e a conclusão da PF de que as orientações em áudio configura "crime de menor potencial ofensivo".


Cinco meses depois a procuradora-geral Raquel Dodge acusa no Supremo o deputado e candidato à presidência da República Jair Bolsonaro de incitar violência, crime de ódio e racismo, por ter declarado em palestra que os quilombolas e indígenas, sob a proteção especial do governo federal, têm pouca disposição ao trabalho, aparentam desnutrição e  usou a arroba na avaliação do peso das pessoas.


Afinal, quem cometeu "crime de o menor potencial ofensivo": o militante que incentiva estourar a cabeça de juízes e adversários políticos, montar guerrilha, promover luta armada, derrubar prédio, ir pro pau e mandar para o inferno todos os que não se rendem às suas ameaças terroristas ou o deputado-candidato expressando sua avaliação da concessão de terras a quilombolas e indígenas de forma diversa do "politicamente correto"?

Há uma enorme diferença entre uma atividade terrorista em rede e um discurso que avalia uma questão governamental.

Vale ressaltar também que, apesar dos bandidos insistirem em chamar Bolsonaro de violento, toda essa violência que vivemos hoje foi instalada pelos governos FHC, Lula e Dilma, que além de não enfrentarem a questão aliaram-se às organizações como: Foro de São Paulo, FARCS, PCC, Comando Vermelho, etc.


Em tempo: Em abril de 2018, Urias Rocha, que declarou a PF ser contra "qualquer tipo de violência", orienta a militância a sequestrar o juiz Sérgio Moro, em mais uma ameaça terrorista contra o juiz que não se amedronta no cumprimento do dever, em vídeo: 

https://www.youtube.com/watch?v=io-pE2qwfZ0


sábado, 14 de abril de 2018

Lava Jato chega aos fundos


Finalmente, a Lava Jato chegou aos rombos nos fundos de pensão.

O braço da Lava Jato no Rio de Janeiro alcançou nesta semana o esquema de corrupção do MDB e PT que causou prejuízo de R$ 20 milhões aos fundos de pensões dos Correios (Postali) e do Serviço Federal de Processamento de dados (Serpro).

Na chamada Operação Rizoma, foram presos: o economista Marcelo Sereno, ex-secretário nacional do PT e ex-assessor do ex-ministro José Dirceu; o ex-chefe de gabinete da presidência dos Correios na gestão de Wagner Pinheiro, Adeilson Telles; o lobista Milton Lyra, ligado ao MDB e o sindicalista Carlos Alberto Valadares, no cumprimento de 10 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão no Rio, São Paulo e Distrito Federal.

A PF não cumpriu o mandado contra Ricardo Siqueira Rodrigues, o Ricardo Grande, apontado como o maior operador de fundos de pensão no País. Aguarda ele se entregar.

A força-tarefa da Lava Jato avalia que os cerca de 300 fundos de pensão existentes no país sofreram prejuízos de R$ 62 bilhões nos esquemas que aplicavam grandes valores em empresas de fachada que só beneficiavam quadrilheiros, como o empresário Arthur Machado.

Tudo isso ocorria durante os governos de Lula e Dilma, nas vistas da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), da direção das estatais e dos conselhos deliberativos, onde a estatal possui maioria e poder de veto.

Com o impeachment de Dilma, Temer na presidência, investigações da Lava Jato e, para atender a legislação, a Previc determinou a cobertura imediata do rombo da pior forma. 
Jogou toda a responsabilidade financeira ao reequilíbrio técnico-atuarial dos fundos nas costas dos participantes, que nada tiveram a ver com as fraudes e atos criminosos cometidos pelos indicados do PT e MDB, nem considerou responsabilizar os dirigentes que dominaram as gestões dos fundos, a direção das patrocinadoras e nem a cúpula dos governos de Lula e Dilma, causando prejuízos bilionários aos participantes da ativa, aposentados e pensionistas.

Mudou o grupo no poder, mas permaneceu o interesse de evitar que os dirigentes que causaram os danos nas contas dos fundos fossem investigados, e tivessem seus bens interditados para um futuro ressarcimento aos fundos.

Já estão sendo descontados dos participantes dos fundos da Caixa Econômica (Funcef), Correios (Postalis) e Petrobrás (Petros), valores expressivos em seus contracheques, que alcança 27% do rendimento mensal, além da contribuição normal ao fundo. 
O pior é que a parcela de 27% do salário para ressarcimento não é considerada contribuição à previdência e, por isso, não é possível abater no Imposto de Renda.
           
Foi na Petros que ocorreu o maior rombo - R$ 27 bilhões, isso mesmo, bilhões - que já está sendo coberto pelos participantes, em significativas parcelas mensais descontadas no contracheque, que continuarão a ser cobradas, além da parcela normal da previdência privada Petros, pelo resto da vida dos aposentados ou pensionistas.

Lembramos que Wagner Pinheiro foi presidente da Petros desde 03.01.2003 até 31.12.10, isto é, durante os oito anos dos governos Lula. 
E a Operação Rizoma confirmou que PT e MDB também estão juntos nesse esquema de corrupção sistêmica e fraudes nos fundos de pensão das estatais. É a corrupção sistêmica.


sexta-feira, 6 de abril de 2018

A "convicção" de Gilmar

Desde a promulgação da CF-88, a prisão após condenação em segunda instância foi regra cumprida durante 21 anos, até os acusados do mensalão serem condenados e presos a partir de 2007. 

Em 2009, alguns ministros do STF resolveram entender que "transitado em julgado" incluiria, além dos julgamentos propriamente dito na primeira e segunda instância, incluiria também todos os recursos possíveis ao processo.

Quando a Lava Jato pegou o veio da corrupção petista na Petrobras, o ministro Gilmar Mendes fez uma declaração pungente contra o que ele chamou de cleptocracia aos regimes de governos petistas...
E votou por duas vezes em decisão em plenário de que a prisão do condenado em segunda instância não contraria o princípio da presunção de inocência.

Quando Temer entrou nas investigações do MPF e PF, Gilmar emitiu sinais de que poderia mudar seu entendimento. E mudou.
Agora, tem de livrar Lula para livrar os demais criminosos já condenados ou denunciados, investigados.

O vídeo anexo revela o porquê da atual "convicção" do ministro Gilmar.

Copiar endereço abaixo, colar em seu navegador e dar Enter:
 https://www.facebook.com/JRMALMEIDA/videos/2000613703518831/


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Lava Jato recupera bilhões roubados

A economia brasileira vem se recuperando desde que a Operação Lava Jato impediu que recursos públicos continuassem a ser desviados nos mesmos volumes ocorridos nos governos Lula e Dilma. 

Dilma, Cunha, Temer, Aécio e Lula se uniram


As melhorias poderiam ser bem maiores caso o governo Temer não gastasse R$ 53 bilhões do erário na compra de votos de deputados e senadores, mais de R$ 90 bilhões em perdões de dívidas, redução de impostos para  obter apoio de grupos econômicos com o "perdão" de dívidas bilionárias nem concedesse benefícios para barrar investigações contra ele e aprovar medidas contra os trabalhadores e a maioria da população não envolvida com os ilícitos ocorridos. 

A devolução de R$ 650 milhões à Petrobras é apenas uma pequena parte dos desvios calculados em R$ 10 bilhões. 
Mas ainda falta muito a recuperar à Petrobras e a outras entidades saqueadas nos governos Lula e Dilma. 

Nos Fundos de Pensão das Estatais o roubo soma R$ 70 bilhões!  

Só a Petros, Fundo de Pensão da Petrobras, sofreu prejuízo de R$ 27 bilhões, causados por investimentos fraudulentos acordados pelos então dirigentes do fundo, com aval da quadrilha instalada na petroleira sob a orientação de Lulaláu e cúmplices. 

Golpe semelhante ocorreu em todos os Fundos das Estatais, como o Postalis (Correios), Previ (Banco do Brasil) e Funcef (Caixa) e outros.

Os herdeiros desse esquema de corrupção já definiram através da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) que os beneficiários dos Fundos terão que cobrir os rombos!
Pouco farão para responsabilizar os bandidos que gerenciaram de modo a obter bilhões para a quadrilha, através de fraudes e conluios. 

Com Temer refém do PT, PP, PR, PSDB, DEM, etc., ameaçado de condenação em processos e na votação das reformas e que pouco farão para obter devolução dos valores através da Justiça, já decidiram, que os beneficiários dos Fundo pagarão para cobri os rombos criminosos. Os da Petros pagarão R$ 14 bilhões em parcelas mensais durante 18 anos!? Apostam que em breve os roubos serão esquecidos.

Valores desviados somam R$ 250 bilhões/ano


Voltando à recuperação dos valores desviados, vê-se que ainda há muito trabalho até se conseguir resgatar a fortuna roubada pelos investigados na Lava Jato e congêneres, hoje aplicada em bens móveis, imóveis, contas em paraíso fiscais e dinheiro vivo em salas, malas, escritórios, apartamentos, enterrado... É muito dinheiro na mão dos quadrilheiros!

Após a posse de Temer a Organização Criminosa que sequestrou a governança, continuou saqueando o Brasil... Agora, sob nova direção. 

A diferença é que os gangsteres ameaçados de serem obrigados a devolver os valores roubados, estão unidos contra a Lava Jato, independentemente de partido político e de ideologia. 
PMDB, PSDB, PT, DEM, PR, PP e PCdoB juram que são colegas desde pequenininhos!

Gilmar Mendes e o juiz Sergio Moro


Com o trabalho consistente feito pelo Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e pela Justiça sem partido, a verdade prevalecerá e muitos outros bilhões serão recuperados aos devidos donos... 

E quanto maior for o apoio da população à Lava Jato e aos seus condutores, mais operações serão realizadas e maior será o valor em dinheiro e bens recuperados dos criminosos que aí estão, tentando escapar da Justiça, a fim de desfrutarem os bilhões de reais roubados. 


domingo, 26 de novembro de 2017

Brasil na era pós-mentira

Há alguns anos, surgiu na mídia internacional o conceito de pós-verdade, para indicar que o que vale não é a descrição da realidade dos fatos e dos acontecimentos, mas sim as versões que se pode criar dos mesmos.

Todos os esforços dos antigos filósofos gregos para capturar a realidade em vocábulos sedimentados na lógica linguística e na reta hermenêutica, foram jogados no lixo por esses enganadores "especializados"!

O que interessa aos que detêm o poder não são os fatos, mas as versões que os meios de comunicação controlados por eles dão aos fatos, de acordo com seus interesses imediatos e os de médio e de longo prazo.

Atualmente, o Brasil está entrando na era da pós-mentira!

As realidades existentes nas intenções e ações dos grupos de poder econômico-político-social eram escamoteadas sob inúmeras peças publicitárias, de tal modo que a corrupção, crimes e ilícitos praticado por eles não eram percebidos pelo grande público, mais preocupado com suas dificuldades de saude, segurança, educação, transporte, emprego...

Juiz Marcelo Bretas - ministro Gilmar Mendes


Após os competentes investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, terem conseguido a quebra dessas  barreiras de enganação, todos os criminosos se unem para impor à Justiça e à população suas versões descaradas de pós-verdade.


Com apoio de alguns ministros do submisso tribunal federal - stf e de inúmeros cúmplices corruptos instalados em postos estratégicos dos três poderes da República, os do mal tentam impor suas versões alternativas, visivelmente mentirosas e contraditórias. 

Assim, gravações de áudio e vídeo são consideradas ilegais, pelos advogados bem pagos para afirmar mentiras como se verdades fossem, e desprezadas por juízos comprometidos com a defesa dos gangsteres.

Juiz Sérgio Moro e procuradores do MPF

A Organização Criminosa (ORCRIM) que domina o país, aparelha a PF, compra deputados e senadores com emendas, cargos, dinheiro vivo, promessas e o apoio de bancos, empresários dependentes do perdão de dívidas, redução de impostos, taxas, e os meios de comunicação com as milionárias verbas de publicidade, liberações e concessões de canais de rádio, TV, Internet...

Enfrentando tudo isso, estão os procuradores do MPF, juízes de primeira e segunda instâncias e os policiais federais que cumprem seus deveres, mesmo que sofram consequências negativas em suas carreiras. Eles estão fazendo a diferença.

O novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, indicado pelo ex-presidente Sarney, em entrevista logo após a sua posse no cargo, considerou que apenas uma mala de dinheiro - entregue ao então assessor do presidente Temer, Rodrigo Rocha Loures - não é suficiente para definir a investigação!!!

Segóvia está desmontando a equipe da Lava Jato que conseguiu, pela primeira vez, investigar, julgar, prender e punir com cadeia e confisco de valores roubados, criminosos de colarinho-branco, mal acostumados à impunidade institucional existente até então.
Mas o seu discurso é de que combaterá os corruptos! 
Será? Fiquemos atentos! Com o apoio da população na mídia, nas redes sociais e principalmente nas ruas aos que batalham para tornar o Brasil um país melhor, esse tipo de comentário não terá respaldo nas decisões da Justiça.

Entretanto, muitos perigos ainda ameaçam os que não estão mancomunados com a corrupção que trouxe o país à pior crise moral, ética, política, econômica e social em toda a sua história. 

É tempo dos brasileiros conscientes despertarem para esses perigos, para a realidade, para lutar pela verdade que liberta!

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge tem se mostrado atenta às armadilhas e falsidade dos criminosos.