Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador PSDB. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PSDB. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de novembro de 2020

A farsa das tesouras

Assisti o documentário “O teatro das Tesouras” do Brasil Paralelo. Esse documentário mostra de uma maneira didática o que está acontecendo na política brasileira. 

Todos os candidatos à prefeitura de Porto Alegre, fora o Valter Nagelstein (PSD), são de esquerda. Todos são comunistas e/ou globalistas. Todos!? Sim, eles se dizem direita, centro, mas não são. 

As esquerdas fazem o jogo de cena do prestidigitador, já utilizado em outras eleições: qualquer um que ganhar, o comunismo e/ou o globalismo ganhou, exceto o candidato Valter Nagelstein.

O Marchezan é um ditador de esquerda transvestido de direita. O Paim é igual com uma pequena variação. Ele teve o poder de vice-prefeito e não o usou. Ele permitiu, sem mexer um dedo, que o pandemônio do vírus chinês se instalasse com quarentena por meses à fio. 

O Fortunati era e é mentalmente PT, com uma história que só o Google consegue contar. 

O Sebastião Melo é esquerda, comunista, fã do Che Guevara, em um partido de centro o MDB que em 2016 participou de coligação com 13 partidos, muitos de esquerda. Aliás, o partido tem histórico de acordos com as esquerdas, todos originados do PT.

A Manuela Cu é Lindo D'Ávila (PCdoB) é comunista caviar em partido de esquerda, que está fazendo de conta que é “coraçõezinhos “, recatada e do lar.

O Valter Nagelstein é o único que é conservador. É mais conservador do que aparenta ser. É isso. Ele é o único de direita!!! O único!!!

Em suma todos iguais, com fantasias e adereços diferentes. Até a cor vermelha foi escondida dos eleitores. A estrela e a sigla do PT foram escondidas ou reduzidas a tamanho quase imperceptível. Usam esses disfarces para o público externo. Internamente continuam com os discursos revolucionários para conquista do poder pelas vias democráticas, por enquanto. 

A fase camaleônica trocou a cor vermelha pelo azul e o verde-amarelo. Aos discurso agressivos contra a classe média e aos adversários não são mais vistos nas comunicações das esquerdas.

Uma das mais impactantes é a formatação da candidata à prefeitura de Porto Alegre - RS pelo PCdoB, despiu a camiseta com a foice-martelo e se apresenta maquiagem suave, em vestido comportado de gola alta e mangas comprida na cor azul pastel. 

Mas é difícil de ver como isso está ocorrendo. Fiquei horas olhando para entender. Não tem um monte de candidato. têm dois. 

O mesmo mecanismo usado nas eleições de FHC e Lula, Serra e Lula, Geraldo Alckmin e Lula, Aécio e Dilma, enfim PSDB e PT's, com seus vários representantes, fazem as pernas da tesoura, que têm o Fórum de São Paulo, como o ponto de apoio único a ambos. 

Cada um parecendo ser muito diferente dos demais, mas são apenas discursos dirigidos a determinados eleitores, com o objetivo secundário de levar o pleito ao segundo turno, que se Valter Nagelstein chegar lá, terá contra si toda essa cambada de comuna-nazi-fascista.

Valter Nagelstein é diferente, por sua história familiar e pessoal é de direita. Só ele!

Estratégia das tesouras é a divisão do campo político entre duas partes da mesma força, uma se apresenta moderada e outra radical. 
A ala radical promove mudanças, a moderada finge ser oposição. Assim, com discursos opostos, conseguiam a maioria dos eleitores de uma cidade, estado e país. 

Os holofotes se direcionam às duas faces da mesma força e todo resto sai de cena. Nela é criada a ilusão de oposição e escolha política, com o objetivo de ampliar a hegemonia dessa forca. 
Jair Bolsonaro rompeu esse ciclo perverso quando conseguiu arregimentar os brasileiros que perceberam que estavam sendo enganados pelos saqueadores dos recursos da Nação.

Aplicada por Lenin na União Soviética, esta estratégia chegou no Brasil e teve seu início no ano de 1989, se repetindo deste então nos pleitos seguintes até hoje. 

Os menos atentos e até nós outros razoavelmente atentos, somos enrolados há décadas nesse jogo de faz-de-conta, da farsa política institucionalizada pelas esquerdas para chegar ao poder e nele se manter perene. 

Conhecer o adversário e suas estratégias é fundamental para vencê-lo.


Para saber mais, assistam os vídeos indicados abaixo, copie o link e cole no seu navegador.

✂️✂️✂️✂️✂️✂️✂️

Série O teatro das tesouras | Assista gratuitamente. https://site.brasilparalelo.com.br/se…/teatro-das-tesouras/…&

SITE.BRASILPARALELO.COM.BR

Entre os grandes partidos não existe oposição. Apenas O Teatro das Tesouras. 

Descubra os bastidores das eleições presidenciais assistindo a: Entre os grandes partidos não existe oposição. Apenas O Teatro das Tesouras




quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Voto contra corrupção

O confronto no segundo turno eleitoral não será entre a esquerda e a direita, como se diz por aí. 

A maioria dos brasileiros votarão contra a corrupção sistêmica instalada em todos os níveis de governo pelos chefes do PT, MDB, PSDB e outros, como revelam as investigações da Operação Lava Jato e congêneres.

Também não deixarão de votar em Jair Bolsonaro porque ele seria violento, machista, homofóbico, etc. mas sim porque os corruptos-corruptores, que não serão "acomodados" no seu governo, têm dinheiro estocado para gastar em propagandas difamatórias, fake news e compra de votos. 

Com o apoio da população trabalhadora, esses canalhas perderão privilégios, propinas e a certeza da impunidade. 

E a Lava Jato terá todo o apoio necessário para continuar a investigar e punir exemplarmente os bandidos corruptos, restaurando e valorizando o cumprimento das leis, a honestidade e a ética no tratamento dos bens e recursos públicos. 

O PSDB de FHC, participante do Foro de São Paulo cujo objetivo é implantar o comunismo na América Latina, já anunciou se aliar ao PT no segundo turno. 

O PT ganhou em 2002, 2006, 2010, 2014 e só agora em 2018 diz que vai fazer o que não fez em 14 anos? Durante todo esse tempo enganou o povo com esmola e propaganda, enquanto acumulava bilhões em propina, roubos, fraudes... 


O MDB e demais partidos envolvidos nos esquemas de propinas, mensalão, petrolão, certamente apoiarão o PT, considerado organização criminosa por membros do Judiciário, é comandado de dentro da prisão, como ocorre com outras quadrilhas de bandidos.

Bolsonaro eleito presidente é uma ameaça tão concreta aos políticos criminosos e grupos econômicos beneficiados por eles, que já partiram para o assassinato!

Alguém lembra de tentativa semelhante ocorrida no país?

Pois é, nem eu! 

Vote contra bandidos de colarinho branco, atentando àqueles que não informam a sigla do partido, apenas o número do candidato para enganar o eleitor.

Vote contra a corrupção. Vote a favor do Brasil que toda pessoa de bem quer: com saude, segurança, educação, emprego, paz, ordem e progresso.  



domingo, 16 de setembro de 2018

Enfrentar corruptos

Eu não ia votar em Bolsonaro! Meu candidato era o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa. 
Quando ele desistiu do pleito fiz pesquisa para escolher um novo candidato e escolhi Bolsonaro que, depois de 17 anos na política, não foi denunciado nos inúmeros esquemas de corrupção. 

Joaquim Barbosa declarou que apenas dois parlamentares não foram citados no processo do Mensalão: Bolsonaro foi um deles. 
Não participava da troca de favores para ter seus projetos aprovados. Aprovou apenas dois, além de vários que teve de apresentar através de outros deputados. 

Joesley Batista disse que comprava os parlamentares e candidatos, menos Bolsonaro. 

Só um político capaz de resistir à corrupção sistêmica implantada no país, é capaz de enfrentar o ataque dos corruptos que apoiam candidatos que prometem no primeiro dia de governo vão anistiar Lula e todos os demais investigados e condenados pela Lava Jato... 
E os recursos da Nação voltarão a ser desviados para enriquecer os mesmos canalhas. 
É por isso que todos os bandidos estão unidos contra Jair Bolsonaro. 

Para vencer essa escória político-econômica precisa ter coragem e o apoio da população que deseja um Brasil livre dessas organizações criminosas que impedem o progresso e desenvolvimento social.

PT, PSDB, MDB e cúmplices já mostraram do que são capazes de fazer para se locupletarem nas 
governanças.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Gestação da violência

Jair Bolsonaro candidato pelo PSL
Os criminosos ameaçados ou presos pela Operação Lava Jato e congêneres estão unidos contra Jair Bolsonaro, único candidato à presidência da República que ameaça o domínio da corrupção e da impunidade no país. Como é próprio dos canalhas, investem pesado nas mídias acusando-o de violento, racista, homofóbico, nazista, intolerante...

Um olhar além das calúnias propagadas mostra quem em suas atitudes e ações implantou a violência há décadas.

Não foi Bolsonaro que produziu a grave insegurança atual. 
Essa violência é resultado das gestões omissas e lenientes com criminosos. E vem crescente desde o governo Sarney/MDB, 8 anos de FHC/PSDB e 14 anos de Lula-Dilma/PT. 

Afinal, não foi Bolsonaro que ameaçou os brasileiros com o exército de Stédile; disse que odeia a classe média; disse que a direita deve ter um bom paredão, uma boa bala e uma boa cova; que incitou pegar em armas no impeachment de Dilma; declarou que para prender Lula vai ter que matar muita gente; convocou militantes para estourar cabeças de juízes e coxinhas; permitiu a formação e expansão das facções e milícias do crime, tornando CV e PCC cabos eleitorais cativos; dividiu o povo em nós/eles, pobres/ricos, brancos/negros, homos/héteros, sulistas/nordestinos; incitou estuprar a apresentadora do jornal do SBT; contratou bandidos para torturar e matar Celso Daniel; planejou e matou Marielle e Anderson; desviou R$ 250 bilhões/ano dos serviços públicos, com fraude em licitação, contratos superfaturados e recebimento de propina; impôs às crianças cartilhas gays nas escolas; invadiu e destruiu prédios, casas, fazendas e pesquisas científicas; apoiou no Congresso a quem lhe paga mais; agrediu e quase mata opositor em frente ao Instituto Lula; que esfaqueou o candidato... 

Candidato esfaqueado no abdômen
Não é culpa de Bolsonaro a violência e a insegurança que assola o Brasil, e tornou seus cidadãos reféns dos criminosos.

O brasileiro já percebe que os graves problemas atuais são causados pela corrupção sistêmica, implantada nas governanças pelo PT, PSDB, MDB et caterva. 

Só uma reta e firme intolerância à corrupção, à impunidade e aos criminosos contumazes é capaz de realizar a mudança que todos os cidadãos de bem desejam para o nosso País.



sábado, 25 de agosto de 2018

​Voto concreto à mudança

A grande maioria do povo brasileiro quer escolher um presidente da República que esteja disposto a mudar o sistema corrupto que desvia os recursos da Nação para organizações criminosas partidárias e afiliados revelados pela Lava Jato. Dos presidenciáveis com chances de chegar ao segundo turno apenas Jair Bolsonaro demonstra disposição e coragem para enfrentar os canalhas instalados nas governanças e nos grupos beneficiados pela corrupção.
Vejo-o como a única e talvez a última esperança que o eleitor tem para mudar o que aí está e permitir que os recursos públicos sejam usados em benefício da população e de empreendedores não envolvidos nas bilionárias propinas dos "campeões nacionais" de Lula.

Em seu governo, o Orçamento da União e as Reformas da Previdência, Tributária, Fiscal e Política serão de responsabilidade do Legislativo, eliminando assim as chantagens e o toma-lá-dá-cá com a tal "base de apoio". Declara total apoio à Lava Jato e às investigações dos criminosos de colarinho-branco que saqueiam o País há décadas e impedem seu progresso e desenvolvimento econômico, político e social.   

Já sabemos o que PSDB, PT, MDB e cúmplices fizeram e continuarão fazendo: distribuir recursos públicos entre si e manter os milhares de esquemas de corrupção, que desviam cerca de R$ 250 bilhões/ano do erário!
Em 2002 votei na esperança de mudança em Lula-PT, pois já conhecia FHC-PSDB, comprador de parlamentares para aprovar a reeleição, com Sérgio Motta como o homem-mala. Eu e milhões de brasileiros fomos enganados.

Que nosso voto seja afirmação concreta pela mudança, já no primeiro turno. Pois no segundo todos os bandidos estarão unidos contra ele. Nosso apoio é fundamental. 
Bolsonaro como presidente enfrentará as quadrilhas e implantará um novo sistema presidencialista. Voto na esperança, voto em Bolsonaro!


domingo, 19 de agosto de 2018

Voto na esperança

A grande maioria do povo brasileiro quer escolher um presidente da República que esteja disposto a mudar o sistema corrupto que desvia os recursos da Nação para organizações criminosas partidárias e seus afiliados.

Já sabemos o que os candidatos do PSDB, PT e MDB fizeram e vão continuar fazendo: distribuir os recursos públicos entre seus cúmplices para manter a corrupção atual revelada pela Lava Jato e congêneres.

Alckmin disse que ninguém governa sozinho. Mas não precisava acolher o de pior da política brasileira em troca de alguns minutos de propaganda eleitoral nas rádios e TVs.

Vejo apenas dois candidato dispostos a mudar essa situação e que têm possibilidades de chegar ao segundo turno: Marina Silva e Jair Bolsonaro.

Entretanto, não vejo em Marina condições de combate e enfrentamento aos bandidos instalados nas governanças, nos grupos econômicos e nas empresas que se beneficiam dos esquemas de corrupção. 

Vejo Jair Bolsonaro como a única - e talvez a última - esperança que o eleitor tem para mudar o que aí está e permitir que os recursos públicos sejam usados em benefício da população e de empreendedores que não estão envolvidos com as bilionárias propinas dos "campeões nacionais" de Lula.

Em seu governo, o Orçamento da União e as reformas da Previdência, Fiscal e Política serão de responsabilidade do Legislativo, eliminando as chantagens e o toma-lá-dá-cá negociado com a tal "base de apoio parlamentar".

Os recursos que iriam enricar os políticos, seus cúmplices, apaniguados e partidos serão utilizados no custeio dos serviços públicos carentes e desorganizados.
Essa quantia desviada é estimada em R$ 250 bilhões/ano!

Ele já declarou que dará  total apoio à Lava Jato e às investigações dos criminosos de colarinho-branco que saqueiam o País há décadas e impedem seu progresso e desenvolvimento econômico, político e social. 

Em 2002 votei na esperança de mudança em Lula-PT, pois já conhecia FHC-PSDB, comprador de parlamentares para aprovar a reeleição, com Sérgio Motta como o homem-mala.

Eu e milhões de brasileiros fomos enganados por Lula, e hoje sabemos do quanto o PT é capaz de corromper para continuar seu projeto de poder e enriquecimento ilícito.

A eleição de Bolsonaro como presidente da República será o início da implantação de um novo sistema presidencialista. 

Voto na esperança, voto em Bolsonaro!  
  


terça-feira, 1 de maio de 2018

Le Monde - Crise no Brasil

O Le Monde – Diplomatique esmiúça a crise no Brasil”.

De fato, trata-se de uma profunda e sofisticada análise das forças que governam a política do país e que bem poderia ter por título “O poder invisível e seu exercício”. 

Lembram as tais “forças ocultas” mencionadas por Jânio Quadro, no início dos anos 60. 

Com as investigações da Lava Jato e similares esse esquema de domínio foi revelado àqueles que mantêm a mente livre de mantras ideológicos e reto interesse pelos destinos da Nação.

Eis, em 13 itens, essa precisa anatomia.

1.      O foco do poder não está na política, mas na economia. Quem comanda a sociedade e as instituições republicanas é o complexo financeiro-empresarial com dimensões globais e conformações locais específicas.

2.      Os donos do poder não são os políticos. Estes são apenas instrumento dos verdadeiros donos do poder.

3.      O verdadeiro exercício do poder é invisível. O que vemos, na verdade, é a construção planejada de uma narrativa fantasiosa com aparência de realidade, para criar a sensação de participação consciente e cidadã dos que se informam pelos meios de comunicação tradicionais.

4.      Os grandes meios de comunicação não se constituem mais em órgãos de “imprensa”, ou seja, instituições autônomas, cujo objeto é a notícia, e que podem ser independentes ou, eventualmente, grandes conglomerados econômicos que também compõem o complexo financeiro-empresarial que comanda o poder invisível. Portanto, participam do exercício invisível do poder utilizando seus recursos de formação de consciência e opinião.

5.      Os donos do poder não apoiam partidos ou políticos específicos. Sua tática é apoiar quem lhes convém e destruir quem lhes estorva. Isso muda de acordo com a conjuntura. O exercício real do poder não tem partido e sua única ideologia é a supremacia do mercado e do lucro.

6.      O complexo financeiro-empresarial global pode apostar ora em Lula, ora em um político do PSDB, ora em Temer, ora em um aventureiro qualquer da política. E pode destruir qualquer um desses de acordo com sua conveniência.

7.      Por isso, o exercício do poder no campo subjetivo, responsabilidade da mídia corporativa, em um momento demoniza Lula, em outro, Dilma, e logo depois Cunha, Temer, Aécio, etc. Tudo faz parte de um grande jogo estratégico com cuidadosas análises das condições objetivas e subjetivas da conjuntura.

8.      O complexo financeiro-empresarial não tem opção partidária, não este nenhuma camisa na política, nem defende pessoas. Sua intenção é tornar as leis e a administração do país, totalmente favoráveis às suas metas de maximização dos lucros.

9.      Assim, os donos do poder não querem um governo ou outro à toa: eles querem, na conjuntura atual, a reforma na Previdência, o fim das Leis Trabalhistas, a manutenção do congelamento do Orçamento Primário, os Cortes de Gastos Sociais para atender o serviço da Dívida Pública, as Privatizações e o alívio dos tributos e encargos para os mais ricos.

10.  Se a conjuntura indicar que Temer não é o melhor para isso, não hesitarão em rifá-lo. A única coisa que não querem é que o Povo Brasileiro decida sobre o destino de seu País.

11.  Portanto, cada notícia é um lance no jogo. Cada escândalo é um movimento tático. Analisar a conjuntura não é ler notícia. É especular sobre a estratégia que justifica cada moimento tático do complexo financeiro-empresarial – do qual a mídia faz parte – para poder reagir também de maneira estratégica.

12.  A queda de Temer pode ser uma coisa boa. Mas é um movimento tático em uma estratégia mais ampla de quem comanda o poder. O que realmente importa é o que virá depois.

13.  Lembremo-nos: eles são mais espertos!!! Por isso estão no poder. 

Fonte: Le Monde – Diplomatique



quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Hora de decisão

 Os criminosos tomam todos os cuidados para não deixar pistas. Compram cúmplices, agentes dos órgãos de fiscalização, governadores, prefeitos, parlamentares, juízes, ministros, policiais, imprensa... E quando nada disso dá resultado, ameaçam, chantageiam, corrompem e até matam para manter a organização criminosa atuando impune. Nos Estados Unidos, a máfia italiana era uma das maiores - se não a maior - Organização Criminosa. Dominou cidades e estados por décadas até que, procuradores, promotores, agentes do FBI, do Fisco, juízes e cidadãos de bem, iniciassem uma firme oposição a esse estado de coisas.


No início as investigações eram dificílimas, tudo estava dominado. Apesar dos muitos indícios havia poucas provas, nenhum rastro, muito medo, assassinatos de denunciantes, testemunhas e até de cúmplices quando descobertos cometendo algum crime, que resultasse abertura de inquérito e investigação. Lá, como aqui, o tesoureiro do grupo era fundamental, cargo de total confiança. Era protegido de todas as maneiras, para não aparecer nem ser chamado a depor. Era o alvo preferido dos investigadores.Na Itália, também foi “institucionalizado” esquema de corrupção com essas mesmas características, em todas as áreas da administração e prestação de serviços públicos.


Os 39 ministros de Dilma - 2015


Nos Estados Unidos, a luta contra a máfia italiana obteve resultados significativos após mais de cinquenta anos. Na Itália, os gangsteres assumiram a governança de forma ampla. Tomaram conta dos partidos políticos, da mídia, dos parlamentos e do Poder Judiciário. Com tudo dominado, até hoje saqueiam os recursos do país, com pouca oposição por parte da sociedade, imprensa e instituições importantes, também contaminadas pelo esquema.


Ministério Público na força-tarefa da Lava Jato

No Brasil, a força-tarefa da Operação Lava Jato, trabalha há dois anos apurando crimes de corrupção e desvios do dinheiro público, com sabedoria, conhecimento e competência, já é hoje unanimidade junto às instituições democráticas, no meio jurídico, à opinião pública nacional e internacional, como patrimônio ético, moral e processual. Até os investigados, réus e condenados elogiam o trabalho da Lava jato. Uáu! 

Apesar de parecer estar atuando há anos, a Lava Jato está apenas no início das investigações. Há um volume enorme de informações e pistas a serem processadas e, melhor ainda, há uma montanha de dinheiro a confiscar dos bandidos e devolvido aos cofres públicos, aos verdadeiros donos: o povo. 

As reações contra a Lava Jato, por parte dos envolvidos investigados, tornam-se cada vez mais contundentes, amplas, sofisticadas e muito dissimuladas pelos membros da Organização Criminosa (OCrim) que tentam enganar os cidadãos menos avisados, mentindo sistemática e descaradamente. 

As atitudes que os cidadãos de bem tomarem agora em defesa da Lava Jato, farão a diferença quanto aos previsíveis resultado futuros, anotados a seguir.

1) aprimorar o sistema de governança democrática do País

    ou 

2) retornar ao sistema criminoso institucionalizado que exaure os recursos da Nação e infelicita o povo brasileiro nas últimas décadas.


A Suprema Corte sob suspeita

No texto da aceitação da denúncia do MPF, que tornou Lula réu no Judiciário, o juiz Sérgio Moro lembra que o "reduzido" valor em questão - R$ 5 milhões, Apt.º do Guarujá, sítio em Atibaia, depósito cedido de graça - não é motivo para cancelar os trabalhos de investigação, visto que há outras conta o mesmo grupo, que apontam para valores bem mais significativos, cujas estimativas alcançam a casa dos bilhões de reais. Como lembrou o irreverente poeta musical baiano Raul Seixas: “Ei, Al Capone, vê se te orienta...”

Capone foi preso e condenado por crime "comum" contra o fisco no Imposto de Renda. Todos os demais crimes cometidos pelo grupo, bárbaros e hediondos - tortura, mutilação, morte, sequestro, prostituição, chantagem, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, compra de agentes públicos, etc. -, apesar de conhecidos e amplamente divulgados, não foram suficientes para colocá-lo atrás das grades. 


PMDB assume o governo: os mesmos

Já as primeiras prisões feitas pela Operação Lava Jato (OLJ), ocorreram a partir de março de 2014. O processo em andamento para a remoção dos criminosos, empoleirados em todas as instituições da República e nas maiores empresas da iniciativa privadas, está apenas no começo. 

Ainda não dá para cantar vitória, baixar a guarda e reduzir a mobilização para mudar o sistema político atual, construído "na medida" para enriquecer os políticos, seus partidos, seus cúmplices e apaniguados.

É hora de definir posição: defender bandidos de estimação ou defender mudanças para impedir que se reinstale criminosos nos governos. 

Você decide!

                                                    

Aqui estão só os do PT. Faltam os do PMDB, PSDB
PP, PR, PCdoB, DEM, REDE, PSB, PQP ...


......................................


Nota: 
Esse texto foi veiculado parcialmente na Coluna do Leitor do jornal A TARDE de 24.09.16, com destaque na primeira página. 


domingo, 31 de julho de 2016

Projeto do fim-do-mundo


Presidente interino Temer, do PMDB

A Organização Criminosa (OCRIM), que tomou conta dos partidos políticos do Brasil, PMDB, PT, PSDB, PR, PCdoB, PL, Rede, etc, está agindo a todo vapor para barrar as Operações Lava Jato, Zelotes, etc, e evitar que seus membros sejam investigados, presos e punidos com prisão e - a melhor das punições - pagamento de multas e confisco dos bens adquiridos com o dinheiro roubado.
Várias medidas estão em andamento, sem chamar atenção do grande público e da sociedade como um todo.

A mais visível, é o Projeto de Lei do Senador Renan Calheiros (PLS-280) que pretende punir “abuso de autoridade” dos procuradores do MP, dos juízes, delegados, policiais e todos os que cumprem suas missões de investigar, prender e julgar os criminosos do alto escalão.
Foi apresentado pelo governo Dilma em 2009, desengavetado agora por Renan e relatado pelo senador Romero Jucá, ambos do PMDB, e tramitado no Senado em Regime de Urgência, por solicitação do seu presidente Renan, investigado e acusado de desvios de recursos públicos em vários processos abertos pela Lava Jato.

Rodrigo Maia, presidente da Câmara
e Renan, presidente do Senado

Outro projeto, menos visível, será votado amanhã, segunda-feira, dia 1º de agosto, na Câmara Federal.
É o PL-257, que trata das negociações das Dívidas dos Estados com a União. Entretanto, lá no meio, escondido no Art. 14, está a permissão para os governadores exonerarem procuradores, juízes, delegados, policiais e qualquer outro servidor, se ocorrer o Estado não ter recursos suficientes para cumprir seus deveres constitucionais. 
Já é chamado de projeto do fim-do-mundo pois, considerando que a grande maioria dos Estados está no vermelho e até no roxo, sufocados por tantas dívidas, esse projeto vem  bem a calhar aos que querem se livrar dos servidores que incomodam com fiscalização, investigação, prisão e punições os membros da OCRIM.

Renan responde a processos na Justiça


Se não houver uma mobilização urgente dos cidadãos de bem os dois projetos (PLS-257 e o PL-280) serão aprovados com certeza. Se o presidente Temer não vetar, será o início do fim-do-mundo com a "legalização da impunidade".




Quem trairá o povo brasileiro?

sábado, 23 de julho de 2016

Lava Jato ameaçada

A Operação Lava Jato e todos os avanços contra a corrupção, obtidos pela força-tarefa formada pelo MPF, PF e TJF, sob a coordenação do juiz Sergio Moro, estão ameaçados de vir abaixo.

Além do acordão fechado entre partidos, políticos, deputados, senadores, ministros de Estado e o presidente interino, Michel Temer (PMDB), para frear as investigações em andamento, entrou em cena - como espada de Dâmocles - o Projeto de Lei nº 280, de autoria de Renan Calheiro (PMDB) e relatoria de Romero Jucá (PMDB), que tem como objetivo declarado definir os crimes de abuso de autoridade e dar outras providências.

Rodrigo Maia e Renan Calheiros
presidentes da Câmara e do Senado

Na realidade, o que a organização criminosa objetiva é manter impunes os corruptos que saquearam o país, e manter longe dos braços da Justiça os bilhões de reais roubados por eles.
O projeto é defendido com veemência por Renan e tocado em regime de urgência no Senado onde é presidente, para aprovação relâmpago lá e na Câmara dos Deputados, presidida por Rodrigo Maia (PMDB).
O presidente da OAB-Brasil, Cláudio Lamachia, faz coro pela aprovação, com a nobre justificativa de defender os direitos constitucionais dos cidadão investigados. Será ingenuidade?

Renan responde a nove processos na Justiça

Na realidade, o PL-280 legaliza a impunidade para os membros da organização criminosa, instalada nas instituições da República e nos partidos políticos, que vem desviando os recursos públicos há décadas. Se sem ele, várias operações e investigações foram anuladas pelo STF, por mínima suspeita de ilegalidade, imaginem agora com mais essa Lei?

O projeto prevê punição a quem causar "constrangimentos ilegais" ou quem emitir ordem de prisão "fora das hipóteses legais" ou por "abuso de autoridade".

Prisão de Mônica Moura e João Santana
marqueteiros de Dilma revelam Caixa 2
 

Bolas! Se as atitudes tomadas pelos agentes, juízes, desembargadores, procuradores, etc. são ilegais, fora da legalidade ou fora da competência da autoridade, significa que já há leis definindo esses crimes. Para que mais uma?

São coisas subjetivas a intimidar os agentes, delegados, procuradores, juízes, desembargadores, carcereiros e todos os demais envolvidos na missão constitucional de deter a organização criminosa que se apoderou do Estado.
Mesmo cumprindo estritamente e fielmente seu dever, qualquer um dos acima mencionados estará sujeito a acusação de constrangimento ou abuso de autoridade.  

Presidente interino Michel Temer
retirou de pauta projeto do MPF
com 10 medidas contra a corrupção

A retirada de pauta do Congresso do projeto do MPF - 10 medidas contra a corrupção - pelo governo de Temer (PMDB), com a justificativa que não é prioritário, mostra de onde vem o mando: lá de cima!
O engavetamento da CPI da UNE por Rodrigo Maia (PMDB), presidente da Câmara e os habeas corpus de Cachoeira e cúmplices, mostram o quanto a Lava Jato e o combate à corrupção estão ameaçados.

E o pior de tudo é que, caso não haja uma forte reação da sociedade contra o PL nº 280, o Congresso o aprovará com facilidade, visto que os partidos e a grande maioria dos senadores e deputados estão na mira das investigações da Lava Jato. 
Os votos virão dos parlamentares do PMDB, PSDB, PPS, PCdoB, PR, REDE, PT e demais FDPs. 
A OCRIM fez acordão para acabar com a Lava Jato e Moro.

Juiz Sergio Moro do TJF do Paraná

Preparem seus cartazes e faixas para o DIA 31/7 com enfoque contra os corruptos-corruptores, contra a corrupção, contra o PL nº 280 e de apoio ao trabalho da LAVA JATO e do juiz Sergio Moro.

É tempo de vigiar e denunciar as manobras impetradas contra a Lava Jato, Zelotes e demais operações que investigam a corrupção usual sistêmica implantada no país há décadas, a qual vem conseguindo fazer retornar aos cofres públicos os bilhões de reais roubados, confiscando os bens e o dinheiro depositado em contas no exterior pelos criminosos. 
E isso é tudo que os corruptos não querem que aconteça.