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terça-feira, 2 de março de 2021

Desinformações oficiais

Desde o início da pandemia as informações sobre a situação do combate à covid-19 não mudou, seja no sistema do Ministério da Saude, seja no Consórcio de empresas de comunicação. Ambos computam os mesmos dados informados pelas Secretarias dos Estados, que coletam os dados dos municípios.

Desde os primeiros meses da pandemia acompanhei os dados divulgados pelo
Ministério da Saude (MS): 

. casos confirmados com testes ou sintomas,
. índice de incidência,
. casos em acompanhamento,
. casos recuperados,
. óbitos acumulados, 
. índice de letalidade,
. índice de mortalidade,
. novos óbitos nas últimas 24 horas e
. pacientes recuperados nas últimas 24 horas. 

Junto a esses dados somam-se, à parte, os da taxa de ocupação de leitos e de UTIs, os quais permitem análises feitas pelos técnicos de saude que orientam governadores e prefeitos, quanto à necessidade de liberação ou não das atividades comerciais, sociais, educacionais, religiosas, entretenimento, etc. 

Chamou-me atenção a nota que acompanhava o número dos óbitos registrados nas últimas 24 horas: "a maioria dos óbitos ocorreram em datas anteriores".
 
Quando houve a desavença entre MS e secretarias de saude dos estados, por causa da forma de apresentar esses dados, a nota de observação deixou de constar nos relatórios do Consórcio de empresas de comunicação que passou a emitir relatório independente do MS, com os mesmos dados das secretarias. 

E assim, um dado importantíssimo para o gerenciamento da pandemia deixou de ser considerado, qual seja: as datas efetivas em que ocorreram os óbitos. 

Do modo como hoje é informado, agrupando os óbitos nas últimas 24h e os de datas anteriores, é impossível saber se o vírus está ou não mais letal. 

A subsecretária da saude da Bahia, Tereza Paim, tem obtido das secretarias o números de mortes nas últimas 24 horas, separado das ocorridas em datas anteriores, e emite o quadro abaixo.


Temos aqui a informação de que no dia 1º de março ocorreram 15 óbitos na Bahia. Mas o que ouvimos e lemos nos meios de comunicação é de que ocorreram 114 óbitos naquele dia! A diferença é grande.

Mas são esses dados que governadores e prefeitos, apoiados pela mídia desmamada anti-bolsonaro, utilizam para justificar as medidas de contenção tipo lóquidão, toque de recolher, suspensão ou liberação de atividades comerciais, educacionais, sociais, religiosas, serviços, diversão...

Parece haver interesse que esse número seja divulgado assim mesmo, sem detalhar, para permitir contratações e compras emergenciais sem licitação, já que esse número dá a impressão de que a pandemia está em alta.

E  ainda há milhares de óbitos sendo investigados quanto a causa. Só na Bahia havia em 1º de março passado, 159.580 óbitos em investigação! Com um "estoque" desse montante fica fácil elevar os números de óbitos "diários". Ou não? Basta sabermos que, desde o início da pandemia, já foram descartados 1.033.493 óbitos, em que o resultado da investigação concluiu por causa alheia à Covid-19.
Nem todas as secretarias estaduais apresentam as informações necessárias. 
A Secretaria de Saude da Bahia (Sesab) está de parabéns! 

Sugegirmos manter um gráfico tipo histograma, plotando os óbitos ocorridos a cada dia, desde a primeira morte pela covid em 2020, atualizado diariamente, sempre que houver conclusão de investigação.
(Para acessar o boletim completo atualizado, clique em: boletim epidemiológico covid-19 saude.ba.gov.br ou acesse o Business Intelligence).

Estranhíssima foi a justificativa do governador Rui Costa do PT para não ativar o Hospital Metropolitano, novinho em folha, recém construído, com cerca de 300 leitos. Beira ao absurdo, vejam: "é para que as pessoas não relaxem e se exponham, por saberem que há leitos disponíveis para internação. Não posso ficar criando leitos para atender a demanda crescente por causa da alta de consciência das pessoa ante a pandemia". Hã!!! Como é que é? 

Felizmente, já voltou atrás e prometeu ativar, fará licitação emergencial para selecionar a empresa que possa assumir o Hospital Metropolitano de Salvador.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) disse em entrevista que como 60% dos pacientes em UTI morrem, então não se justifica investir nelas. E mais: Sim, TODO o dinheiro recebido do governo federal - 40,9 bilhões de reais - foi para a saude. É bem verdade que PARTE dele foi usado para cobrir a queda na arrecadação. Foi usado para manter os serviços do estado. (Veja o vídeo em: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/27544/a-temerosa-entrevista-do-governador-do-rs-se-60-dos-pacientes-em-utis-morrem-entao-se-justifica-nao-investir-nelas-veja-o-video

Por isso tudo, não nos causa espanto o bate-cabeça que ora ocorre entre governadores, prefeitos e o Ministério da Saude, visto que os dados que vêm sendo divulgados não mostram a realidade da pandemia. 

Mas ainda há tempo de corrigir esse lapso e começar a gerir a pandemia com dados temporais confiáveis, que revelem do modo mais real e atualizado possível, a situação da pandemia e que permita visualizar as múltiplas ondas de infecção e de óbitos que já ocorreram e as que venham ocorrer no futuro. 
Que assim seja, para um novo tempo, para uma visão real da pandemia.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

A invisibilidade do óbvio

 Aos peixes a água é o espaço em si mesmo, aos homens o ar, aos astronautas o espaço em si pleno de ondas eletromagnéticas e gravitacionais. 

Por imersos nesses contidos, o observador menos atento nem vai considerar tais elementos.

É o fenômeno da invisibilidade daquilo que é ou que nos parece óbvio, comum, normal, sistêmico, universal.

A introdução vem como um alerta sobre os tratamentos utilizados na epidemia da covid-19, doença provocada pelo coronavírus, que tem três fases principais: infestação e replicação, quando o vírus ataca as células sãs e se replica; tempestade de citocinas, quando o sistema imunológico reage de forma intensa à presença do vírus; e o resultado disso em tromboses sistêmicas, quando a reação imunológica resulta em trombos nos diversos órgãos, tais como, pulmões, cérebro, rins, fígado, intestino e sistema circulatório, sendo a principal causa das mortes.

A extrema imprensa já decidiu que não há tratamento precoce para a covid-19. 

Dr. Roberto Kalil foi tratado
com hidroxicloroquina

Por má fé, desonestidade, cegueira ideológica ou uma pouco provável estultice, confundem Tratamento Precoce, utilizado após a infeção, com Tratamento Profilático ou Preventivo, utilizado como prevenção ao vírus, antes da infeção.

O Tratamento Precoce é indicado para pacientes infectados, logo nos cinco primeiros dias em que apareceram os sintomas de febre, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor de garganta, congestão nasal, dores no corpo, diarreia, corize, tosse seca, cansaço, erupções na pele, perda de olfato e paladar. 

O tratamento é composto por - ganha uma passagem de ida e volta a Gramado no Zepelim - lógico, por antivirais, como ivermectina, nitazoxanida (Annita), hidroxicloroquina, apoiados por zinco, vitaminas C e D para reforçar a imunidade e a Azitromicina como preventivo às inflamações causadas pelo SARS-CoV-2.

Ao reduzir a carga viral reduz-se também as complicações advindas da resposta do sistema imunológico do paciente ao coronavírus.

Dr. David Uip se auto medicou
com hidroxicloroquina

Seria trivial a qualquer vivente minimamente apetrechado de conhecimento e lógica que o combate ao vírus seja feito com antivirais. Mas não é isso o que os ditadores da ciência dizem: os antivirais não servem para tratar a covid-19, pois não há comprovação cientifica de sua eficácia. 

Mesmo após inúmeros registros da eficácia do Tratamento Precoce e do Tratamento Profilático, os negacionistas não aceitam as evidências médicas.

E a quem acusam de genocida? "Acuse o adversário dos crimes que você comete", é a estratégia dos comunistas nazifascistas. Mas isso só tem resultado quando a divulgação está centralizada na mão do partido único ditatorial. E lutamos para manter os meios de comunicação livres da censura que as tricktechs tentam impor aos canais conservadores e aos seus apoiadores. 

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) emitiu diretrizes não recomendando o Tratamento Precoce. O procurador Ailton Benedito, do Ministério Público de Goiás, solicitou cópia dos documentos oficiais que sustentam a diretriz. Pediu também que a instituição informe se tem conhecimento das orientações divulgadas pelo Ministério da Saude quanto o tratamento precoce, e esclareça se os estudos científicos que embasam as orientações do governo não tem valor científico para a SBI. O procurador deu prazo de cinco dias para enviar as informações solicitadas.

É criminosa a divulgação de posts com supostos "estudos" que concluíram que a Ivermectina causa danos ao fígado! 

De notícias falseando a intensão do texto do fabricante ao informar que a Ivermectina não tem estudos de eficácia contra a covid! Claro, cara-pálida, essa evidência foi construída agora na pandemia, como muitos outros fármacos que têm efeito anti-inflamatórios e imunossupressor, usados nos casos graves da covid.

Aos opositores da Ivermectina, cabe lembrar que ela é um dos 10 medicamentos que a OMS considera imprescindível a todo sistema de saude no mundo. 

Juntamente com a vacina contra a poliomielite por Albert Salk, são os únicos fármacos que têm Premio Nobel concedidos aos seus descobridores William Campbell e Satoshi Ômura, recentemente em 2015.

Festa para a paciente idosa
curada após internação

A Ivermectina tem a capacidade de blindar as células do ataque dos vírus, ocupando os receptores da célula que o vírus usa para adentrar e se replicar. 

Uma comprovação da eficácia desse fármaco consta em um vídeo que viralisou nas redes sociais. Um brasileiro que vive nos Estados Unidos foi convocado para tomar a vacina contra o novo coronavírus. Após a vacinação, o capitão que coordenava as filas indicou uma nova fila, onde recebeu um lanche, uma lata de leite condensado Itambé, fabricado no Brasil, e com uma caixa de Ivermectina, com instruções para usar caso sentisse algum sintoma da covid nos próximos 14 dias, tempo de resposta do sistema imunológico à vacina. Touché!

Essa propriedade foi obtida com uma pequena mudança estrutural na avermectina, substância natural isolada do Streptomyces avermitilis que, diz a lenda, o curioso Campbell recolheu no campo em uma partida de golfe.

Então, ficamos assim: os negacionistas levam antipiréticos para casa e esperam os sintomas aumentarem para voltar ao atendimento, e nós outros vamos usar os fármacos que está dando certo, de acordo com a prescrição do médico que sabe do efeito benéfico dos fármacos do TP na redução da carga viral no paciente.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Agora, Inês é morta!

Para quem não sabe, este dito popular “Agora, Inês é morta”, baseia-se numa história real de amor e traição, ocorrida no século XIV, expressada por Pedro I (rei de Portugal à época), referindo-se ao assassinato brutal de sua esposa, a mando de seu pai, o rei Afonso IV, que mandou decapitá-la na ausência do filho.

Ao querer vingar-se do pai por tal infortúnio, sua mãe, Beatriz, pediu ao filho que refletisse sobre o ocorrido. Com o coração dilacerado e com a alma aniquilada, este respondeu-lhe:

“De nada adiantaria, pois, agora, Inês é morta.”

Com muito pesar, este fato ocorreu-me hoje, ao ler as matérias já publicadas sobre a OMS, querendo “desculpar-se” pelas omissões, irresponsabilidades e incompetências relacionadas à proibição do medicamento Cloroquina àqueles pacientes contaminados pelo coronavírus.

Depois, autorizou o uso para pacientes em estado grave, quando o antiviral não tem efeito.

HCQ está em uso no Brasil
há mais de 70 anos no combate
à malária, lúpus, artrose e
recentemente zika, dengue,
chikungunya e covid-19

Pois então, há algum tempo, a OMS já havia pedido desculpas pelo enorme imbróglio criado em razão de seu posicionamento controverso em relação a hidroxicloroquina no tratamento de pessoas infectadas com o coronavírus e, nos noticiários de hoje, eis a manchete:

“Após pedirem desculpas pela Hidroxicloroquina, agora a OMS conclui que pacientes assintomáticos (a grande maioria), não têm potencial de infectar outras pessoas. Milhões ficaram trancados em casa, perderam seus empregos e afetaram negativamente a Economia.”

Agora, o FACEBOOK “pede desculpas”, por ter apoiado a esquerda, agindo como “autoridade sanitária“, sem ter nenhuma autoridade para tal.

É um grave delito e quem irá responsabilizá-lo por isso?

Qual a relação entre a morte de Inês de Castro e aqueles que também sucumbiram à doença não somente no Brasil, mas em quase todo o planeta?

Ah, meus caros, certamente a ganância pelo poder!

Certamente, a empáfia da soberba. 

Certamente, a virulenta e maligna falta de caráter.

Certamente, a ausência de empatia para com o próximo.

Certamente, a purulenta avidez disfarçada em benevolência.

Desculpe-me, mas não há desculpas!

O medicamento estava disponível, com custo baixo e já testado como aquele que seria benéfico à doença, sendo utilizado com resultados eficazes por inúmeras pessoas portadoras da COVID (inclusive infectologistas), e mesmo assim não quiseram ministrá-lo!

Desculpe-me, mas não há desculpas!

Não há desculpas para os algozes daqueles que enterraram seus mortos sem direito à despedida.

Não há desculpas para os algozes daqueles que sucumbiram em hospitais, na extrema e indescritível solidão de uma UTI, a implorar por algo que amenizasse seus sintomas agonizantes.

Não há desculpas para os algozes daqueles que viram suas vidas serem ceifadas por omissão e desvarios incongruentes dos “cientistas da saúde”, oportunistas na pandemia.

Não há desculpas destes algozes que relevem a amargura de um ser humano com a morte iminente, sem qualquer sinal de esperança.

Redução de 95% de 
mortes com o uso de:
  Zinco, HCQ e AZT 



Desculpe-me, mas não há desculpas!

Não há desculpas para o STF, que arrancou de forma ditatorial o “PODER DE COMANDO” das mãos do Presidente Bolsonaro e o entregou aos prefeitos e governadores no enfrentamento ao novo COVID 19, no qual alguns destes, ao invés de cumprirem seus papéis como governantes, ludibriaram e macularam a população com atitudes execráveis referentes à pandemia.

Desculpe-me, mas não há desculpas!

Porque agora, OMS, FACEBOOK e demais adeptos da tão “inquestionável Ciência“, não somente Inês, mas aquelas milhares de pessoas que também foram tão covardemente injustiçadas quanto ela, também já estão mortas. 
E muitas outras ainda continuam sendo.

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Autora: Carla Belintani, psicóloga 
https://www.facebook.com/carla.belintani.1



domingo, 3 de janeiro de 2021

Sem meio termo

Gen. Paulo Chagas

Quando ouço alguém dizendo que não apoia Bolsonaro eu paro e pergunto: "Mas por qual motivo?" 

As respostas são sempre as mesmas. "Porque ele falou algo que não gostei. Porque ele foi ignorante com os repórteres. Porque ele não tem decoro, não sabe se comportar como alguém que exerce o cargo dele."

Uuuffa! E respiro aliviado. 

Achei que você estava deixando de apoiá-lo porque ele estava desviando dinheiro público. 

Pensei que ele estava patrocinando ditaduras de países estrangeiros, mui amigos. 

Imaginei se ele participava de algum esquema de corrupção, como o Petrolão, mensalão... 

Pensei que ele tinha sido citado em alguma delação premiada. 

Achei até, que ele estava usando jatinhos para transportar prostitutas com direito à champanhe - dos mais caro - às custas do dinheiro público. 

É um alívio saber que você está pulando do barco por pura frescura e covardia. Você não aguentaria cinco minutos se tivesse que estar no lugar dele. 

Você é dos que surta em chiliques porque sua cafeteira nova italiana deu curto. 

Você que surta porque o vestido encolheu; porque o cabeleireiro errou o tom da sua tintura; ou porque o presidente não resolveu rapidinho pra você todos os problemas do país, que você nem sabia que existiam. 

Graças a Deus, se levantou um cabra bruto, grosso, com respostas diretas, sem meio termo, cheio de defeitos, que reconhece não ser perfeito, mas luta de forma clara pelo seu povo. 

Os biografados, prudentes e sofisticados, nos levaram ao buraco, dando tapinha nas nossas costas, felizes com seus roubos, mesmo vendo nossos sonhos sendo enterrados sem dó. 

Jair Bolsonaro eleito é a resposta de um povo farto à esse sistema fétido e apodrecido.

E como se não bastasse todos esses obstáculos, criados pelos impedidos de roubar, Bolsonaro ainda tem que enfrentar "direitistas nutella", que ficam em cima do muro, municiando a esquerda e enfraquecendo o grupo conservador liberal cristão.

Eu sou conservador, sou de direita e estou fechado com Bolsonaro. Nas vitórias e nas derrotas. Porque é o único impedimento à volta das quadrilhas que saqueiam o país há décadas, hoje irados em surto pela mais longa abstinência de dinheiro público, usado nas regalias da corrupção institucionalizada em todos os escaninhos da República.. 

E sendo assim, o melhor mesmo é repetir o desabafo do presidente na saída do Alvorada: Acabou, pôrra! Acabou mensalão, mensalinho, petrolão, covidão e o escambal.

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!

🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷

Gen. Paulo Chagas

sábado, 26 de dezembro de 2020

Guedes denuncia golpe

Pronunciamento na tarde da saída
de Moro, Paulo Guedes de máscara

O leitor Robson Machado critica o artigo de Carlos Zacarias por expor ideologia política e parcialidade partidária. 

Afirma não ser de direita nem de esquerda e se diz capaz de avaliar os políticos eleitos. 

Diz que não vota mais em Bolsonaro, no torneiro mecânico nem no sociólogo. Calou-se quanto à governAnta. 

Reprovou os 8 anos do galante emprenhador feagacê, 8 anos do presidiário condenado e, em menos de dois anos, sem qualquer escândalo de corrupção, reprovou Bolsonaro, sem dizer porque.

Já o militante Zacarias continuará defendendo Luladrão sem pejo, descaradamente, pois participa de projeto de dominação política. 

Enquanto nós outros quedamos decepcionados por qualquer motivo com aqueles em quem votamos, os comunas insistem com elucubrações típicas dos sociopatas, tentando impor narrativas diversas da realidade que nós e os demais viventes constatamos. 

Assim, as ixquerdas imputam ao presidente tudo o que é de ruim que acontece ou é inventado. Como era maravilhoso antes, com propinas vertendo por todo lado! 

Depois de anunciada "oficialmente" a vitória de Joe Biden para a presidência dos Estados Unidos, os ataques voltaram ainda mais pesados e absurdos, por parte dos blogueiros paus-mandados da Gloebbels - agora, com salários reduzidos - por Rodrigo Botafogo Maia, mimistra do sitefê e a imprensa tida como "tradicional".

Como sabemos há tempos, essas mentiras afetam a avaliação das pessoas que possuem valores morais, mas que não dispõem de informações nem conhecimento do embate que ocorre no país desde que Bolsonaro se tornou o único empecilho à continuidade das vilanias próprias dos comunazi-fascistas. 

Basta ver o presidente sob ataque constante as mídias, por mimistros do sitefê e políticos, todos sofrendo de síndrome de abstinência de mensalões, mensalinhos pthulecos, verbas bilionárias, cargos bem remunerados, viagens 0800 e outros crimes contra o país, contra a população, contra o futuro de nossos filhos e netos. 

Dória sem máscara em Miami, 
a pessoa de pé usa

A denúncia do ministro Paulo Guedes do golpe engendrado pelos bandidos desmamados do erário desde 1° de janeiro de 2019 - mimistros do sitefê, Botafogo Maia, Álcoolumbre Batoré, Doriana Calcinha Apertada, Gloebbels e outros, para derrubar Bolsonaro em 60 dias, se sustenta na retrospectiva dos fatos no período. 

Não deu certo. Vai vendo.

Amigo, desconfie desses bandidos que, de repente, adquiriram a capacidade e conhecimento a ponto de querer ensinar ao presidente Bolsonaro como governar o país. Esse mesmo país que saquearam por décadas, do primeiro ao último dia.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Supremo reprovado



Conjuntos numéricos:
N, Z, Q, R, I e C. 

Sou do tempo em que foi inserida no Ensino Básico a chamada Matemática Moderna. 

Muitos tiveram dificuldade de assimilar seus conceitos, que tem muito de princípios 
filosóficos. 

Estava concluindo o 3º ano do curso colegial ou científico, depois de já ter passado 1 ano no pré-primário, 5 anos do primário e 4 do ginasial, incluindo o Teste de Admissão ao Ginasial.

A didática da nova matemática utilizava muito desenhos e gráficos esclarecedores, o que dava certa materialidade aos números, raciocínios e cálculos.

Apesar de não se dar mais ênfase a isso nos dias de hoje, gosto de ensinar com a ajuda de desenhos para estruturar raciocínios e cálculos.

Uma das figuras que muito se utilizou foi a de Conjunto, um desenho tipo ameba que açambarcava os itens de uma mesma natureza, classe, propriedades
.
Se os itens participavam de dois conjuntos, formava um novo conjunto chamado intercessão.

Se os itens participavam somente de um conjunto que tinha outros itens diversos, dizia-se que  estava contido nele ou contendo ele, quando considerado em relação inversa ao outro..

Se dois ou mais conjuntos não tinham itens em comum, dizia-se que eram excludentes.
 
Saiu o juiz de m* e entrou
o juiz Kassio N. Marques
Se a maioria dos ministros do Supremo tivessem aprendido sobre Conjuntos, não cometeriam tantas decisões infames que afrontam a lógica de qualquer simples mortal.

Ao decidirem que os governadores e prefeitos têm autonomia para ditar regras sobre a Covid-19, contra determinações do governo federal, o STF criou um estado Frankenstein. 

No popular: ficou uma zona - peço desculpas às damas da noite - onde só os 5.568 prefeitos ditam as regras. É o que se vê até hoje, um verdadeiro despautério! 

Quantas vidas perdidas por causa dessa estupidez?!

É óbvio que se o governo central não pode determinar aos estados e municípios, e se os governadores não podem ditar regras aos municípios, só aos prefeitos sobra a prerrogativa de estabelecer como combater o coronavírus e outras peculiaridades, tais como, a vacina.

Se tivessem conhecimento de Conjuntos, os supremos sinistros não ficariam se expondo ao ridículo ante o povo, ao dizerem candidamente que não tiraram a autoridade do presidente Bolsonaro sobre estados e municípios, que o presidente "também tem autonomia". Vexame!´

A maioria da população sabe que os sinistros sabem que isso não é verdade. Não deu certo!

Nem Freud explicaria essa tentativa de enganação gramsciana chancelada por autoridades ditatoriais para desautorizar o presidente, pois isso não é causada por incongruências mentais, é parte do plano para derrubar Jair Bolsonaro. Não deu certo.

Pelo contrário, suas declarações sobre como combater a pandemia vêm se confirmando uma a uma a cada dia pelo órgãos médico científicos nacionais e internacionais... Fazer o que?

 

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

A democracia por um fio

 A população brasileira vem sendo acostumada durante três décadas a acreditar que as atuais urnas eletrônicas, sem a impressão do voto virtual, são seguras.


Eis aí a questão.
Atualmente, não há como saber!

Não é possível entender porque os ministros do Supremo Tribunal Federal consideram que as urnas eletrônicas são confiáveis, considerando as justificativas apresentadas em seus votos no julgamento que rejeitou a implantação de urnas com impressão de voto. 

A justificativa mais utilizada foi de que a impressão do voto virtual - que o eleitor visualiza, aprova, é cortado e cai em urna de lona, sem qualquer manipulação -, quebra o sigilo do voto e, em sendo assim, é inconstitucional.

As razões apresentadas nos votos dos ministros, quanto a quebra do sigilo do voto, estão na área do absurdo, ininteligível, ilógico, grotesco e do risível.

É reveladora a justificativa que a ministra Cármen Lúcia utilizou para concluir pela rejeição do voto impresso: com o voto impresso aparecendo no visor transparente vai permitir que o eleitor fotografe para mostrar ao miliciano ou cabo eleitoral de cabresto, para obter vantagens ou comprovar o cumprimento da ordem dos "patrões".

O leitor já deve estar se perguntando: como é possível que uma ministra da mais alta corte do país tenha considerado que o eleitor acessará a urna eletrônica com celular ou câmera espiã, capaz de só filmar o voto impresso, mas não é capaz de filmar o tela da urna com o candidato escolhido, voto teclado e finalizado? 

Se o eleitor quiser filmar seu voto poderá fazer isso também nas urnas atuais! Será que agora vão impedir que o eleitor veja na tela de vídeo da urna eletrônica os candidatos escolhidos, antes de apertar a tecla verde Confirmar?

Vale lembrar que não é permitido ao eleitor acessar a cabine de votação com celular ou filmadora. Se o eleitor levar escondido não cabe ao mesário fazer uma revista, mas pode observar se há uma movimentação estranha na cabine e pedir ajuda do supervisor do TRE e à polícia, caso necessário.


Quanto as formas de fraudar as urna eletrônicas, é de domínio público que os programadores do software a ser instalado na urna podem manipular a apuração do voto teclado pelo eleitor. No vídeo anexado ao final é apresentado uma forma de acionar o modo fraude ao dar partida na urna, ao ligar a urna de uma forma específica. 

A urna inicia o processo de votação quando é digitado o código com cerca de oito números. Curioso que o mesmo código é usado para todas as urna do Brasil! 

Em informática é usual pedir um determinado processamento com inserção de um código. Mas já que o código é comum a todas, bastaria ligar a urna! Ou não? Sei. 

Entretanto, um programador corrupto pode inserir nas cerca de 15 mil linhas do programa normal alguma linha com o modo fraude, do tipo: SE não é candidato XX, assumir candidato XX. Esse deve ser usado na Venezuela, onde o candidato oficial chega a ter mais de 95% de votos.

Ou como no caso do vídeo anexo ao final: SE já contou três votos assumir XX. Isto é: a cada três votos, qualquer que seja o candidato, o totalizador assume o candidato favorecido pelo programador. 

Surpreendente foi o número de voluntários para compor a mesa de recepção dos votos nessas eleições pandêmicas. Muito maior do que nos pleitos anteriores. Uma das formas mais usadas para que a urna processo no "módulo fraude" é na maneira de ligar e iniciar a urna. Um mesário corrupto pode se adiantar a todos e ligar a urna de um modo específico para processar o "módulo fraude".

Os ministros da suprema corte têm demonstrado que quer intervir na política. O poder que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) detém torna-se fundamental para implementar as mudanças que acham necessárias.

Não se trata de teoria da conspiração. É a realização de um plano de dominação. Se quiser provar que não é isso, só com implantação de auditagem garantida. O voto impresso é essa garantia de recontagem nos casos de suspeita ou dúvida. 

Numa eleição passada, quando fui me dirigir à urna para iniciar os procedimentos, uma mocinha esperta já tinha ligado a urna sem a presença de outro mesário, sozinha. Na ocasião achei estranho ela ter feito isso, mas não atinei para a fraude. Se fosse hoje, desligaria a urna e religaria com o código comum a todas as urna. Fiquem atentos a isso em 2022!

Ministro Barroso faz balanço
das eleições no 2° Turno 

O ministro Barroso acredita que as urnas eletrônicas são seguras e vai além: não há chance de implantação de voto impresso no Brasil-il-il... Uáu, extrapolou!

Há pessoas que acreditam que a Terra é plana; na existência do unicórnios alados; de que o ser humano não nasce menino nem menina; no que o Lularápio diz; e os que acreditam que as urnas eletrônicas são seguras. Enfim, cada um de nós possui crendices. 

E para não ficar qualquer dúvida, devo dizer que não acredito em nenhuma das crendices acima. Muitos como eu acreditam que a melhor forma de evitar possíveis fraude nas votações com urnas eletrônicas é com a implantação do voto impresso, confirmado pelo eleitor, que cai em urna de lona, sem qualquer manuseio. 

Todas as urna já possuem impressora interna.
Nesse modelo o módulo impressor do voto é externo.

Também será  a única forma de auditar a apuração. Pois as encenações que fazem no TSE, permitindo que alguns poucos escolhidos acessem a urna durante três dias, seis horas por dia, para tentar violar o acesso, nada significam quanto a fraude preparada por pessoal "interno". 

Ah, mas todos os servidores e  programadores do TSE são íntegros, honestos, concursados, etc. etc.!!! Sim, mas não são imunes às tentações. Logo...

Se o ministro Barroso conhecesse um pouco mais de programação em informática e as vicissitudes que ocorrem na alma humana, talvez não tivesse tanta certeza. 

É até admirável a pessoa que acredita, que tem fé, que crê. Mas Barroso já foi enganado olimpicamente por duas vezes: uma, ao afirmar que o terrorista italiano Cesare Battisti era inocente, e na outra quando declarou que João de Deus tinha a capacidade espiritual de fazer aflorar o que há de melhor em nós.

Lascou-se! 

Battisti confessou os assassinatos assim que chegou na Itália. E o João do Capiroto foi desmascarado por inúmeros testemunhos de mulheres e meninas das quais abusou sexualmente, em atendimento nem um pouco caridoso. 

Enfim, Barroso não é a pessoa mais indicada para convencer o povo de que o sistema eleitoral que usa as urnas eletrônicas é seguro. Não é, mesmo.

Fico pensando em como os parlamentares do Congresso Nacional vão convencer os semideuses do Supremo da necessidade do voto impresso! 

Por que não? Com o voto impresso todas as dúvidas se dissiparão, caem por terra. Vai permitir auditar e garantir a lisura do sistema de votação por urna eletrônica. Do jeito que está é como sangrar a democracia brasileira até a morte. Não desistimos.



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