Cidadania Alerta

Um espaço de cidadania que visa preencher as lacunas - propositais ou não - existentes nas reportagens e artigos veiculados na grande imprensa.

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sábado, 16 de novembro de 2019

Antes da Inteligência Artificial (IA)


Os meios científicos de comunicação e capacitação tecnológica estão investindo na construção de máquinas que desenvolvam em seus próprios sistema, por interações contínuas de aprimoramento: a chamada Inteligência Artificial (IA). 

Parece ser uma fronteira que, quando transposta, vai abrir um novo horizonte ao desenvolvimento humano: a pedra filosofal, o santo graal da comunicação, o tao da tecnologia, o inimaginável Mundo Novo.

Todos os dias assistimos notícias de novos avanços, novas aplicações práticas - robôs que aprendem a responder perguntas, se movimentar sozinhos em área desconhecia, sugerir estratégias de tratamento médico, e outros procedimentos que nos parecem tão simplórias quando comparadas com a capacidade de avaliação e decisão do ser humano, mesmo que este não tenham terabytes de informações pertinentes e instantâneas, à disposição da memória cerebral.

Mesmo que as expectativas do uso da IA sejam as mais promissoras e empolgantes, ainda há muitos problemas que podem ser resolvidos com a usual análise crítica a qual nós outros simples mortais, somos possuidores. Poderíamos listar aqui outros dez problemas básicos que emperram o desenvolvimento econômico, social e tecnológico. Mas para facilitar o enlaçamento dos neurônios do leitor que chegou até aqui no texto, ficamos apenas com um, que incomoda, e muito: o acúmulo de processos judiciais nas milicentas varas da justiça civil comum e na trabalhista. 

O processos demoram tanto, que leva os interessados a pensar em um "adicional de existência" para poder alcançar a sentença ainda em vida. 
Em média, as querelas demoram oito anos. Alguns processos,  com DNA matusalênico, alcançam 20, 40 anos e até mais, sem um termo de conclusão. 

Para sanar essas aberrações inaceitáveis, várias providências vêm sendo tomadas há décadas: concursos públicos para juízes, procuradores e serventuários; juizado de pequenas causas; reformas do Código Penal e aprimoramento das leis; digitalização dos processos e documentação; trato processual informatizado; mutirões de análise e sentença judiciais; mutirão de conciliação; além das usuais propostas de aumento do número de tribunais, varas, servidores, juízes... 

Nada disso, porém, foi capaz de trazer para um prazo aceitável  - seis meses, um ano - o tempo decorrido entre o início de um processo e sua conclusão. 


Não precisamos esperar que a IA atinja sua plenitude para obtermos alguma solução nessa área, nem para perceber que as soluções simples e efetivas parecem estar longe das cabeças dos responsáveis pela no País dos Bacharéis, como já denunciava Rui Barbosa, o Águia de Haia. 

Mesmo constatando e confirmando há séculos a falta de tempo hábil para tirar o atraso crônico existente para a obtenção da sentença conclusiva, os gestores do Judiciário tem resiliência cultural que leva a manterem férias em dobro, semana de três dias, recessos disso, recesso daquilo outro, licenças para isso, aquilo e aquilo outro e muitas outras disposições legais de privilégios, que reduzem os dias de trabalho "efetivo" a pouco mais de 246 dias, em cada ano de Graça do Senhor. 
As aspas em "efetivo" podem ser consideradas por muitos doutos, acostumados ao bem-bom das cortes, como incompreensão da complexidade do assunto, por parte daqueles que não labutam no régio regaço da Justiça. 

Para comprovar, está aí licitação do Palácio da Justiça de São Paulo, em duas torres de 33 andares, seis só de garagens, com orçamento previsto em mais de um bilhão de reais, e o valor efetivamente gasto estimado em pelo menos dez vezes mais, como de praxe ocorre nesse tipo de empreendimento... Lembram do juiz Nicolaláu dos Santos Neto?

Outro sim, convém não mencionar os espetáculos midiáticos de cortesões, atropelando termos básicos da Constituição, abrindo processo de investigação de ofício, sem objetivo definido, indicação de relator sem sorteio processual, que tornam o judiciário um poder à parte, desmoralizado ante seus pares e a sociedade, ao "devolver", ou melhor enviar, ao MPF, as investigações feitas contra suspeitos não inocorrentes em foro privilegiado, enviados de pronto para arquivamento.


Outra ação inusitada em andamento, tem tudo para seguir o mesmo caminho da desmoralização da Corte, com o pedido do presidente do STF, Dias Toffoli, requisitando informações dos três últimos anos de processo abertos pelo antigo Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf) atual Unidade de Inteligência Financeira (UIF), englobando cerca 600 mil pessoas físicas e jurídicas, entre as quais estão incluídas as esposas de Gilmar e do Toffoli. conforme divulgado pelos próprios após notificação. 

Toffoli requer ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que encaminhe espontaneamente os nomes dos funcionários que tiveram acesso aos dados sigilosos para elaboração desses processos. 

Como  Aras, em documento expedido a Toffoli solicitando cancelamento do pedido inicial ao Banco Central e Receita Federal, já se posicionara contra tal solicitação feita de ofício àqueles órgãos governamentais, certamente não atenderá essa solicitação direta, pelo menos de forma espontânea como induz Toffoli, acumulando mais um desgaste na conta do todo-poderoso ministro. 


Uma avalanche de problemas cairão sobre Dias Toffoli quando ele registrar a abertura da caixa da Pandora legal contida no sistema contendo arquivos e relatórios emitidos pelos órgãos de fiscalização de crimes financeiros nos últimos três anos. 
A prudência indica não abrir. Mas, a essa altura do furdunço quem lembra disso?

Encerro aqui, antes que seja admoestado e contestado por alguma "inteligência artificial" credenciada em prolixas data vênias, juramentada em ofícios, com justificativas pouco ou nada republicanas... 
Afinal, o texto acima é apenas para fazer refletir sobre as causa do acúmulo de processos judiciais e a consequente demora na obtenção de sentença nos tribunais brasileiros.




Postado por CidadaniAlerta às 12:13 Nenhum comentário:
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Marcadores: Alexandre de Moraes, Augusto Aras, cleptocracia, Coaf, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, JR Guzzo, MPF, privilégios, Ricardo Lewandowski, STF, tirania do Judiciário

terça-feira, 10 de abril de 2018

Esquisitices nas Cortes


Há ministros do Supremo que demonstram esquisita benevolência com criminosos presos, como os relatados a seguir.

O ex-diretor do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, condenado pelo Supremo em 2013 a 12 anos e 7 meses, por seu envolvimento no esquema do mensalão do PT, fugiu para a Itália com passaporte do irmão morto havia 36 anos, após concessão de liminar pelo ministro Marco Aurélio de Mello. 

Após já ocorrida, o ministro Marco Aurélio ainda defendeu o direito à fuga com frases patéticas: como o réu tem dupla nacionalidade, escapou porque conhece a realidade do sistema penal brasileiro; o Brasil tem longas fronteiras abertas, que oferecem oportunidades a um fugitivo; "não houve leniência do estado". 
Como disfarce, assumiu Luiz XIV da França: L'État, c'est moi. 

Resultados da 


Marco Aurélio já havia liberado o banqueiro Cacciola, em 2000, acusado de peculato, que também fugiu para a Itália. 
Por ter cidadania italiana, ficou por lá durante sete anos, enquanto a justiça brasileira batalhava por sua deportação.

Em 2014, Marco Aurélio concedeu HC a Gegê do Mangue, 3º do PCC, que respondia por 11 (onze) assassinatos. Considerou a prisão preventiva alongada demais: "Hoje, o paciente, sem culpa formada, está sob custódia há sete anos, 10 meses e 21 dias (...) Nada justifica a demora no julgamento do processo-crime a envolver réu preso".

O ministro ignorou que os processos não tinham andamento visto que o parceiro, que o denunciou em três audiências, ter alterado depoimento passando a inocentar Gegê... E as demais testemunhas de acusação também mudaram seus depoimentos... 

No início de 2017, o juiz Deyvison dos Reis da 3ª Vara de Presidente Venceslau liberou Gegê do Mangue para responder os processos em liberdade. 
Solto, desapareceu, até aparecer executado em 18.02.18 no Ceará por gerente do Marcola em viagem de helicóptero.

Já o pródigo ministro Gilmar Mendes libertou o ex-médico Roger Abdelmassih condenado a 278 anos em 2010 por violentar sexualmente 52 de suas pacientes - que tiveram coragem de apresenta queixa - enquanto estavam sob efeito de sedativos.

Fez isso, apesar da ministra Ellen Grace, em maio de 2010, já ter-lhe negado HC, e do alerta dado pela Polícia Federal (PF) de que o preso tinha pedido renovação de passaporte.
Gilmar concedeu-lhe liberdade com argumento de que não havia elementos "concretos e individualizados, aptos a demonstrar a necessidade de prisão cautelar do ora paciente".

Em resposta a uma carta de Suplicy, questionando sua estranha liberação, declarou na mesma linha de Marco Aurélio: "Imagino que os militantes se disponham a cumprir alguns dias nos presídios".
Uma da vítimas comentou a decisão do ministro: "O maior estupro foi feito por Gilmar Mendes".

Roger fugiu em seguida. Ficou foragido por três anos e sete meses, até ser capturado no Paraguai, após árduo trabalho de investigação realizado pelas próprias vítimas.

Em 2017, Gilmar Mendes, aprovou no TSE rejeição do processo de cassação da chapa Dilma-Temer. Mais um caso de mudança de entendimento à sua conveniência. 

Enquanto havia a discussão de separar os recurso das duas campanhas, Gilmar pediu à PF e ao MPF que fossem feitas novas apurações, as quais resultaram em maior clareza das provas. Mantida as dúvidas quanto a separação, Gilmar mudou seus argumentos e passou a defender o arquivamento do pedido de cassação feito pelo PSDB.

No julgamento, Gilmar e mais dois ministros visivelmente teleguiado por ele, consideraram que as provas obtidas por solicitação do próprio Gilmar e apresentadas em detalhes pelo ministro-relator Herman Benjamin, não eram válidas. Uma pantomima no TSE em rede nacional. 
O PSDB preferiu não recorrer. A Lava Jato uniu investigados pela Justiça.  

Ricardo Lewandowski cometeu sua esquisitice  suprema na última sessão do julgamento do impeachment de Dilma Rousseff, no fim de agosto de 2016  quando violou a Constituição para permitir que Dilma mantivesse seus direitos políticos. 
Fez isso sozinho: acolheu proposta de Renan Calheiro aliado ao PT e a aprovou, sem sequer levar à apreciação do plenário do Senado Federal.

E essa aberração ficou por isso mesmo. 

Já passou da hora de avaliar essas esquisitices e expor os argumentos de seus autores, visando inibir decisões que beiram o deboche e em nada contribuem à aplicação da Justiça. 



Postado por CidadaniAlerta às 18:45 Nenhum comentário:
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Marcadores: Cacciola, Gegê do Mangue, Gilmar Mendes, HC, Marco Aurélio Mello, Pizzolato, Ricardo Lewandowski, Roger Abdelmassih, STF, TSE

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

TSE e o Voto Impresso

No meio da Reforma Política aprovada pelo Congresso, foram incluídas sorrateiramente itens pouco discutidos. 
Entre eles, um foi denunciado com veemência pelo deputado Jair Bolsonaro: a exclusão de dois artigos da lei que estabelece o voto impresso nos pleitos eleitorais. 

O voto impresso foi aprovado pelo Congresso há cinco anos com o objetivo de qualificar e garantir o Sistema Eleitoral Eletrônico, junto ao milhões de eleitores, ao permitir que nos casos de erros ou suspeitas de fraude, possam ser realizadas auditagem e recontagem dos votos, conferindo os números virtuais com os votos impressos. 

Apesar de a PEC ter sido aprovada no Congresso há cinco anos, até agora o voto impresso não foi implementado. 

À época, com Lewandowski na presidência do TSE, nada foi feito. Seu Substituído, Dias Toffoli, logo declarou que a implantação teria custos elevados: gastos de R$ 1,2 bilhões!? 

O atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, aparenta aversão pelo voto impresso. Também nada fez para que a lei eleitoral fosse cumprida. Autorizou um "teste piloto" em poucas urnas com sistema de impressão de voto! E só.

Atualmente, não sabemos qual o processamento que ocorre quando é solicitado o relatório da urna. O presidente da sessão digita um número que vem colado nas urnas - igual para todas - e o relatório é impresso no número de vias especificado. 
Mas, em informática, é possível que, se for digitado um número "especial" o processamento pode ser outro, com números favoráveis aos corruptos!
Parece haver um interesse específico para adiar a implantação do voto impresso.
 
É fato, que apenas cerca de doze técnicos-programadores e assessores da chefia do TSE têm acesso e interferência ao programa.

Conhecendo-se os interesses da governança e o mau caráter dos seus participantes sob investigação, seria ingenuidade indesculpável deixar nas mãos desses poucos "acima de qualquer suspeita" o futuro da Nação e a integridade da democracia ora abusada.

A sociedade, enojada com tanta sordidez e impunidade, demonstra alheamento a essa e a outras medidas necessárias à construção do Novo Brasil. 

Seria cabível que cidadãos e órgãos, afeitos à questões jurídicas, entrassem com pedido no Supremo para instar o TSE a executar a lei eleitoral, conforme estabelece a Constituição? 

Creio que sim.




Postado por CidadaniAlerta às 13:36 Nenhum comentário:
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Marcadores: Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Jair Bolsonaro, Reforma Política, Ricardo Lewandowski, TSE, voto impresso

sábado, 6 de maio de 2017

Bandidos de toga

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin tomou uma decisão corajosa ao definir que o habeas-corpus de Palocci seja votado pelo pleno do STF.

Os ministros Lewandowski, Toffoli e Gilmar Mendes, que na votação anterior concederam HC a favor de José Dirceu, Bumlai e Genu se dizem injuriados, desrespeitados.

Injuriados e desrespeitados estamos todos nós que não mancomunamos com criminosos que desgraçaram as últimas décadas do País e seu povo.


Por que tanta revolta contra um ato que tem base legal? Todos nós sabemos a resposta.

A armação para abrir a temporada de solturas não ficou tão tranquila como os três imaginavam.

O ministro Fachin pode não ter "calosidade" para o cargo, mas tem respeito por seu País, por sua população. Agiu com sabedoria e lucidez.


Joaquim Barbosa, durante o Petrolão, disse em plenário, na cara de Gilmar, que ele envergonhava a Justiça jogando o Supremo na lama. Já Lewandowski disse a Gilmar que não tinha capangas do Mato Grosso e sofreu revide do próprio Gilmar, que disse: "não fui eu quem fraudou eleições em São Bernado do Campo!"


A Lava Jato está chegando perto dos "bandidos de toga" denunciados pela então ministra Eliana Calmon. É isso que está causando toda essa reação dos ministros favoráveis a soltar os criminosos presos.


A estratégia de Palocci, ameaçando em contar todos os detalhes dos esquemas de corrupção, deu certo. Os que têm culpa no cartório tentaram um acordão para deixar livre os bandidos, que terão todas as condições para movimentar os valores roubados e muito bem escondidos.


Há tempos, esses três ministros já estão desqualificados e impedidos para o cargo. Só falta a coragem de um órgão competente para denunciar e retirá-los do Supremo! Terá todo o apoio da população.

Postado por CidadaniAlerta às 16:06 Nenhum comentário:
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Marcadores: Dias Toffoli, Edson Fachin, Eliana Calmon, Gilmar Mendes, Lava Jato, Palocci, Ricardo Lewandowski, STF

sábado, 25 de março de 2017

Sem mais disfarces

A organização criminosa instalada nos poderes da República deixaram de lado os disfarces e partem para o tudo-ou-nada contra a democracia, contra os cidadãos de bem.  

Uma das estratégias é fazer o povo crer que os brasileiros são imorais e que o Brasil parece um país de trambiqueiros.

Esses comentários nada sutis são do ministro do Supremo e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Gilmar Mendes e do ministro da Justiça Osmar Serraglio. 

O ministro Luíz Barroso, também do STF, declara que é impossível não sentir vergonha pelo que acontece no Brasil. 

Parece-me que esses e muitos outros servidores públicos do alto escalão, estão tentando deixar os brasileiros constrangidos, de modo que nos sintamos indignos de cobrar decência e honestidade dos servidores públicos e punição aos criminosos investigados pela Lava Jato. 

E já que somos todos corruptos por que condenar só alguns? 

Essa conclusão cavilosa pode estar revelando uma visão limitada apenas aos horizontes da Praça dos Três Poderes, onde a densidade de corruptos, trambiqueiros e imorais por metro quadrado é, sem dúvida, a maior do País. Incluindo os 300 ou mais picaretas da Câmara e outros tantos do Senado. 

Lembro a discussão em plenário entre o então presidente do STF Ricardo Lewandowski e o ministro Gilmar Mendes. 
O primeiro, que era presidente da Casa, fala dos capangas de Gilmar e o segundo revida dizendo que não era de São Bernardo do Campo e não fazia fraude eleitoral!!! Entenderam? 
Eles entenderam e a seção foi logo suspensa por Lewandowski.

Já o ministro Luíz Barroso cometeu em rede nacional crime de falsidade ideológica, quando omitiu as palavras “e demais votações” na leitura do Regimento Interno da Câmara Federal (RI), ao votar pela anulação do recebimento do processo de impeachment de Dilma. No popular: mentiu.

Barroso suspendeu titubeante a leitura, antes dessas últimas palavras, para sustentar seu voto contrário ao que define o RI. 
Vergonha é isso, ministro! 

O ministro Lewandowski, presidindo as seções do julgamento do impeachment no Senado, incorreu em, digamos, desvio de função, quando aprovou monocraticamente - sem levar à apreciação e votação pelo plenário - a proposta de “fatiar” a pena de cassação e perda dos direitos políticos, constante no parágrafo único e indivisível da Constituição, referente ao impeachment de presidente da República. E ficou por isso mesmo! 
Os demais ministros do STF também se omitiram na cobrança de esclarecimentos e abertura de processo por, no mínimo, incompetência. 

Com uma vitrine dessas, só os cidadãos de bem conseguem superar a tentação de fazer o mesmo que fazem as autodenominadas Vossas Excelências. 

Lembramos aos integrantes da cúpula da governança, que os cidadãos de bem no Brasil são muito mais numerosos do que tentam impingir os defensores de criminosos com foro privilegiado... 
E atento às pérfidas manobras contra a Lava Jato. 

Não passarão!

Postado por CidadaniAlerta às 19:00 Nenhum comentário:
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Marcadores: brasileiro imoral, Gilmar Mendes, Luíz Barroso, Osmar Serraglio, Ricardo Lewandowski, trambique

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Acordão dos corruptos

Depois que os membros da Organização Criminosa, que vêm saqueando os recursos públicos há décadas, perceberam que a quantidade de informações já obtidas pela força-tarefa da Operação Lava Jato é suficiente para condenar mais da metade dos políticos que ora atuam ou atuaram nos últimos 20 anos no Congresso, nos governos de estados, prefeituras, nas câmaras estaduais e nas assembleias municipais, arquitetaram um plano de salvação - chamado de Acordão - envolvendo todos os partidos políticos, instituições e empresários corruptos, para barrar as investigações e suas consequências: prisão, multa, confisco dos bens e, em alguns casos, perda dos direitos políticos.


Esse Acordão espúrio está em andamento há três meses, tomou folego e acelerou após: o impeachment da presidente Dilma Rousseff, a cassação de Eduardo Cunha, o indiciamento do ex-presidente Lula réu em três processos, as delações premiadas de participantes da OCrim em postos elevados e as gravações realizadas por Sérgio Machado, ex-Transpetro, com Sarney, Renan, Romero Jucá, que revelaram os principais quadrilheiros da cleptocracia instalada há tempos na República do Brasil. 

O objetivo do Acordão é travar a Lava Jato e manter o sistema político que tem permitido o saque sistemático ao tesouro Nacional e aos recursos da Nação, com todas as garantias de impunidade.


Várias ações e atitudes foram tomadas para barrar as investigações, prisões e condenações que a Operação Lava Jato está realizando de forma competente:


1. A Organização Criminosa contra a Lava Jato - os ministros, políticos, juízes, desembargadores e líderes de órgãos de classe, advogados, ex-presidentes, etc. iniciaram uma enxurrada de declarações e denúncias, desqualificando seus condutores e condenando a forma de conduzir seus trabalhos...


2. Ministros, juízes, desembargadores promoveram a libertação de vários presos, desafiando decisão tomada em fev/16, confirmada em 30.09.16 pelo STF, de que a prisão de condenado em 2ª instância não fere o princípio constitucional de presunção de inocência constante no artigo 5°, LVII da Constituição, determinando que: “ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva”.

Em julgamento histórico o STF manteve o cumprimento da prisão após condenação em 2ª instância por 6 votos a 5. 

Foi por pouco, mas graças a Deus, os canalhas defensores da impunidade para os criminosos endinheirados foram derrotados.


3. O governo Temer tirou de pauta o projeto de lei popular com 10 medidas contra a corrupção. Não há interesse de sua aprovação e, por isso será adiada até o esquecimento... Se a sociedade deixar


4. Discurso do governo Temer de unificação nacional e recuperação da economia é na realidade, a união será entre os corruptos investigados, citados ou ameaçados pela Lava Jato.



5. Emissão pelo governo Temer da Proposta de Emenda Constitucional n° 241 para, inacreditável, fazer cumprir as leis de responsabilidade já existentes. É a lei que já se dizia que estava faltando: uma lei para obrigar a todos cumprir as leis!!! Caso seja aprovada, a PEC manterá deficitário os orçamentos dos próximos 20 anos, se a arrecadação não crescer R$ 170 bilhões em 2017. 

Adicionar legenda
Revela ser mais um show de pirotecnia e desinformações para preencher os espaços na mídia e criar o ambiente de "esforço conjunto" dos governantes - incluindo parlamentares e as altas cortes do Judiciário.


6. A "pulverização" da Lava Jato, com desmembramento da investigação da corrupção na Petrobras, em processos individuais para cada partido político!!! Agora teremos no lugar de uma declaração dos procuradores, várias entrevistas que deixarão o assunto dormitar até o esquecimento...


Os cidadãos antenados com a realidade atual percebem muitas outras medidas e propostas visando paralisar o trabalho da força-tarefa coordenada pelo juiz Sérgio Moro (foto), e impedir a recuperação do País aos brasileiros, aos homens de bem, aos políticos de caráter e governantes conscientes de que a certeza da impunidade já não é regra institucional... Onde o Congresso, que é principal órgão de fiscalização, passará a cumprir o seu papel. 

Toda atenção ainda é pouca! 


Postado por CidadaniAlerta às 19:12 Nenhum comentário:
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Marcadores: acordão, impunidade, Lava Jato, OCRIM, PEC 241, Renan Calheiros, Ricardo Lewandowski

sábado, 10 de setembro de 2016

Constituição soberana


Plenário do Supremo, defensores da Constituição
O perspicaz Stanislaw Ponte Preta não assistiu, como muito de nós pela TV Senado, a vilania que Ricardo Lewandowski e Renan Calheiros promoveram na seção do julgamento de Dilma por crime de responsabilidade. Mas seus comentários geniais já consideravam que muita coisa que acontece nos rincões tupiniquins, se assemelha a samba enredo de afrodescendente com distúrbio mental... Com mais enredo do que samba.

Os constituintes que redigiram a determinação para que o processo de impeachment fosse conduzido pelo presidente do Supremo, visavam assegurar que o rito estaria de acordo com a Constituição, nunca poderiam imaginar que isso pudesse acontecer um dia. Ou melhor: numa noite escurecida pela desfaçatez. Não há legalidade que resista à conivência criminosa dos ocupantes de funções institucionais definidas na Constituição Federal. 
Vale observar que não parece ser apenas um, dois ou três ministros a usarem a Carta Magna à sua conveniência! 

Ministros acessando o plenário
Apesar do “fatiamento” ser qualificado como bizarro e de notória deficiência jurídica, o Supremo ainda nada fez para trazer a questão aos trilhos constitucionais. A ministra Rosa Weber também aceitou argumento de que o Senado foi soberano ao votar pelo não na segunda votação e rejeitou liminar. Parece não lembrar que a soberania ao Senado, dada pela Constituição, lhe é assegurada enquanto o mesmo se ater ao cumprimento dos termos da Carta. Agora, fica para o plenário do STF decidir, sabe lá quando!

Enquanto isso, no Senado, o pedido de impedimento do ministro Ricardo Lewandowski por ter demonstrado ser "patentemente desidioso no cumprimento dos deveres do cargo", foi rejeitado por Renan Calheiros, um dos participantes da manobra calhorda do "fatiamento" em total desacordo com o texto constitucional. 

Justiça na Praça dos Três Poderes - Brasília
Quem tem olhos de ver, já observa a escalada de inconstitucionalidade promovida pelos grupos partidários com a criminosa participação daqueles que são - ou deveriam ser - seus mais fieis defensores. 

As instituições e os cidadãos de bem precisam acordar e se posicionar com firmeza contra essas gravíssimas ocorrências, antes que seja tarde demais! 
Minhas esperanças para sairmos desse mangue de incompetência, recaem na ministra Cármen Lúcia, que assume a presidência do STF nesta semana que hoje (11.9) se inicia. Que ela mantenha lucidez patriótica na condução das votações em plenário desses recursos e de outros, que buscam manter a impunidade de criminosos tratados por Vossa Excelência.
Postado por CidadaniAlerta às 22:08 Nenhum comentário:
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Marcadores: Cármen Lúcia, fatiamento, impeachment, inconstitucional, Renan Calheiros, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Senado

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

O "colegiado" Lewandowski

  1. Drª Janaína Paschoal discursa,
    à esquerda está Lewandowski

      Sempre que vou escrever grave denúncia ou comentário mais complexo, fico sopesando a necessidade de um texto pequeno, que possa ser lido por mais gente, com um texto maior, que esclareça meandros importantes para um melhor entendimento, mas que pode ser dispensado de ler pela maioria dos cidadãos.
      Por isso, peço aos patriotas que ainda não conseguiram entender o crime de lesa-pátria cometido pelo ministro do STF, Ricardo Lewandowski, durante o julgamento do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que leiam aqui o detalhamento que fiz com base no comentário de João Carlos Schmidt Machado, postado no site-blog da Dr.ª Janaína Paschoal, a advogada que enfrentou com coragem e lucidez a Organização Criminosa que saqueou impunemente os recurso públicos da Nação, até a instalação da Operação Lava Jato. 
      Inconstitucionalidades e vícios cometidos pelo presidente do colegiado instituído no Senado Federal, ministro Ricardo Lewandowski, durante a seção de votação do impeachment da então presidente afastada Dilma Rousseff:
      Fazendo ajustes de última hora
      na manobra inconstitucional
      1. O acolhimento do "destaque" proposto pelo PT, que fatiou em duas a condenação prescrita no Parágrafo único do Art. 52 da Constituição;
      2. No encaminhamento à votação do "destaque", os senadores contra e a favor discursaram seus argumento em plenário, mas a votação para decidir pelo acolhimento ou não da proposta petista, não foi submetida por Lewandowski à votação do colegiado;
      3. Além de não submeter à votação dos senadores-juízes, Lewandowski decidiu sozinho o acolhimento do "destaque" inconstitucional do PT, usurpando a competência e responsabilidade do colegiado de senadores. Ele se fez "colegiado" de um só!!!
      4. Qual é o órgão ou instituição da República que têm competência para julgar o impeachment de Lewandowski, por essa lambança criminosa? É o Senado e os mesmos senadores, que em colegiado constitucional acolhem ou não e julgam os pedidos de impeachment contra os ministros do Supremo.
      5. É improvável que isso aconteça! Pelo menos enquanto Renan Calheiros estiver como presidente do Senado. Até agora, todos os pedidos que chegam ao protocolo são rejeitados por ele. Inclusive o contra o ministro Luiz Roberto Barroso, pegado em nov.2015 em rede nacional da TV Senado, cometendo crime de falsidade ideológica ao omitir as últimas palavras do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, que define ser secreta a votação pela continuidade do processo de impeachment, como ocorreu com o de Dilma. 
      6. O pedido feito para o impeachment de Barroso, foi recebido por funcionário do Senado e ficou vários dias sem número de protocolo! Após ser recebido oficialmente e protocolado, não foi submetido ao plenário, como manda o Regimento. Depois, foi rejeitado por Renan, sem qualquer explicação!
      Ministro do STF Ricardo Lewandowski
      7. Na tarde desta terça-feira (6/9), foi protocolado no Senado pelo estudante, candidato a vereador pelo DEM-SP e membro do Movimento Brasil Livre (MBL), Fernando Silva Bispo, um pedido de impeachment contra Lewandowski. Acusação: crime de responsabilidade, por ser "patentemente desidioso no cumprimento dos deveres do cargo". Conforme os dicionários, desidioso significa: o que tem desídia, negligente, incauto, preguiçoso, desleixado, indolente, sem cuidado no que faz.
      8. O pedido considera que o magistrado teria sido desleixado ou omisso ao permitir o fatiamento de um dispositivo constitucional (Artigo 52, Parágrafo único).
      9. Nele, é pedido também que o presidente do Senado Renan Calheiros(PMDB-AL) e o vice-presidente Jorge Viana (PT-AC), sejam considerados impedidos de receber a denúncia e de julgá-la, por serem eles os citados e terem participado, juntamente com Lewandowski, da "manobra" articulada por eles em favor de Dilma na votação do impeachment.
      Lembramos que estão pendentes no STF o recurso do PT pela anulação da votação que afastou de vez Dilma da presidência. E seis recurso para que seja anulada a votação que manteve o direito de Dilma ocupar cargos na administração pública, por vícios na condução do fatiamento solicitado que resultou em uma inconstitucionalidade.
      "PMDB é o PT profissional: Renan, Cunha,
      Jucá..." - 10 senadores votaram por Dilma
        Os gangsteres interessados em continuar impunes contam com o esquecimento desse episódio, qualificado como "bizarro" pelo ministro Gilmar Mendes e como erro em prova-dos-noves em jardim de infância do direito constitucional, pelo ministro Celso de Mello, o mais antigo do Supremo.
      Não vamos esquecer e nem aceitar que se faça no Brasil o que foi feito na Itália após a Operação Mãos Limpas, que julgou e condenou os criminosos corruptos de lá. Após o esquecimento eles voltaram como políticos, mudaram as leis, recuperaram tudo que haviam perdido nas condenações obtidas naquela operação e voltaram aos mesmos esquemas de corrupção.

                          ....................................

    1. * Comentários feitos no site-blog de Janaína Paschoal a partir da Nota de Esclarecimento da mesma colada aqui:

    2. Fonte: http://paschoal.adv.br/nota-de-esclarecimento/

    3. Pela Drª: Janaína Conceição Paschoal
      A quem interessar:
      Depois de conversar com Dr. Hélio Bicudo e com o Professor Miguel Reale Júnior, que tive a honra de ladear, durante o processo de impeachment, reitero que não recorreremos da decisão proferida pelo Senado Federal, na data de ontem. Trata-se de conquista histórica, que vem sendo nublada pelo fato de não ter a denunciada sido inabilitada. O fato de não concordarmos com a segunda parte da decisão não nos legitima a questionar o juiz natural da causa. Se, desde o princípio, digo que o Senado é soberano, não posso, agora, entendê-lo soberano somente para a parte que me agrada. O Supremo Tribunal Federal não tem competência para rever decisão de mérito do Senado Federal. Tanto a caracterização dos crimes de responsabilidade, como as penas constituem mérito. Os recursos que vêm sendo apresentados contra a maior conquista dos últimos tempos podem fragilizá-la. Não podemos controlar Partidos e Movimentos Sociais, mas devemos alertar. Não tenho medo de ser renegada por grupos que apoiam e negam o PT e Dilma Rousseff. Eu só me submeto a minha consciência.

    4. José Renato M. de Almeida                                                                                          Responder
    5. 3 de setembro de 2016 em 22:47                                                                                             





    6. O comentário anterior, de João Carlos Machado, traz uma análise precisa da lambança que Lewandowski cometeu ao submeter a segunda votação ao plenário do Senado. A estratégia da Drª Janaína de não entrar com recurso no STF quanto a esse absurdo, seria adequada até o PT entrar com recurso para anular todas as duas votações. Se apenas o PT tiver a palavra, os argumentos e a condução da defesa, suas teses serão as únicas a serem mostradas à população. O que faz muita diferença em relação à opinião pública no Brasil. O fato de imediatamente após a segunda votação e o encerramento da sessão no Senado, o PT entrar com pedido de anulação do processo e mobilizar seus grupos militantes, demonstra o quanto era esperado o fatiamento acolhido por Lewandowski. Para opor-se à mobilização da organização criminosa petista é necessário que haja um pedido de anulação da segunda votação, por inconstitucionalidade. Ou não?



  2. João Carlos Schmidt Machado
    3 de setembro de 2016 em 16:24
    Responder
    Dra Janaina, com todo o respeito e admiração por seu eficiente trabalho e, como mais um cidadão indignado, principalmente com as atitudes do Ministro Lewandowski, que como Presidente do STF deveria resguardar nossa Carta Magna, gostaria de expor alguma s considerações sobre vícios na votação de 31/08, para sua análise e ponderação:1- Afronta à Cf88: Admitindo que isso pudesse ser feito, o que me parece impossível sem alteração do Parágrafo Único do Art 52 da CF88 através de PEC, 2 – Vício na condução da votação: No caso houve uma indução por parte do referido Ministro, de forma maliciosa ou não, para conduzir a votação do destaque de forma fossem destinados os 2/3 dos votos para a manutenção do texto constitucional e, não para a sua supressão como seria o correto ( o que se deveria votar no destaque seria a alteração/supressão do texto e não a sua manutenção como foi feito), invertendo o resultado da votação.
    Observação – (precedente) Numa das votações anteriores o Ministro Lewandoviski teve o cuidado de alertar aos senadores, num caso de votação de destaque em separado, que o sentidos das perguntas seriam invertidos com relação à votação antecedente para os efeitos corretos, ou seja, o destaque somente seria suprimido se o sim atingisse os 2/3 exigidos, caso contrário seria mantida a redação original. Tal procedimento, a meu ver, deveria ter sido adotado também no presente caso, mantendo a redação original da CF 88, com seus efeitos.
    Grato pela atenção e, por favor continue utilizando seus conhecimentos para auxiliar esta sofrida nação.




    1. Zoroast
      4 de setembro de 2016 em 00:23
      Responder
      Não concordo com o que foi feito, por terem contrariado a Constituição Brasileira. Uma simples votação no Senado Federal, no meu entender enquanto cidadão, não pode ferir a nossa Constituição. Lamentável o ato. A presidente deposta, tinha que perder os direitos conforme previsto na Constituição. Me pareceu condenarem o criminoso, mas lhe devolverem a arma do crime.Z


    2. 6 de setembro de 2016 em 19:15



  3. Eduardo Botelho Barrionuevo Soares
    5 de setembro de 2016 em 17:47
    Responder
    Prezada Doutora Janaína Paschoal
    Enviei um e-mail semana passada aos Senadores e inclusive à Vossa Excelência com minha indignação pela manobra política orquestrada pelo PT, PMDB e Presidente do STF. Concordo com os pontos trazidos em sua nota e é claro que não há necessidade de sentir-se renegada por não recorrer ou por vislumbrar a impossibilidade de o fazê-lo. Porém fica aqui meu registro de que nosso país é no mínimo um palco de circo. Vosso comprometimento chega a ser perigoso quando se trata de enfrentar o PT, mas respeito a sua coragem e determinação. Parabéns.
Postado por CidadaniAlerta às 19:55 Nenhum comentário:
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Marcadores: Art. 52 da Constituição, desídia, fatiamento, impeachment, Janaína Pachoal, João Viana, Renan Calheiros, Ricardo Lewandowski, Senado
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