Somos contra o FORO DE SÃO PAULO que tem o objetivo de implantar ditadura comunista em toda a AMÉRICA LATINA.Um espaço de cidadania que visa preencher as lacunas - propositais ou não - existentes nas reportagens e artigos veiculados na grande imprensa.
Pesquisar este blog
terça-feira, 16 de março de 2021
Somos a favor do Brasil
Somos contra o FORO DE SÃO PAULO que tem o objetivo de implantar ditadura comunista em toda a AMÉRICA LATINA.segunda-feira, 2 de novembro de 2020
Vice-presidente Hamilton Mourão
Artigo do vice-presidente da República do Brasil, general da reserva Antonio Hamilton Martins Mourão (foto), publicado no jornal O Estado de São Paulo, o Estadão, em 01.11.2020, aponta com lucidez as principais questões que travam o país, após a eleição do presidente Jair Messias Bolsonaro.
...............................................
"Nenhum país do mundo vem causando tanto mal a si mesmo como o Brasil. Um estrago institucional, que agora atingiu as raias da insensatez, está levando o País ao caos. Há tempo para reverter o desastre. Basta que se respeitem os limites e as responsabilidades das autoridades constituídas.
A esta altura, está claro que a pandemia de covid-19 não é só uma questão de saúde: por seu alcance, sempre foi social; pelos seus efeitos, já se tornou econômica; e por suas consequências pode vir a ser de segurança. A crise que ela causou nunca foi, nem poderia ser, questão afeta exclusivamente a um ministério, a um Poder, a um nível de administração ou a uma classe profissional. É política na medida em que afeta toda a sociedade e esta, enquanto politicamente organizada, só pode enfrentá-la pela ação do Estado.
![]() |
| Rodrigo Botafogo Maia e David Batoré Alcolumbre, presidentes da Câmara e Senado |
Para esse mal nenhum país do mundo tem solução imediata, cada qual procura enfrentá-lo de acordo com a sua realidade. Mas nenhum vem causando tanto mal a si mesmo como o Brasil. Um estrago institucional que já vinha ocorrendo, mas agora atingiu as raias da insensatez, está levando o País ao caos e pode ser resumido em quatro pontos.
O primeiro é a polarização que tomou conta de nossa sociedade, outra praga destes dias que tem muitos lados, pois se radicaliza por tudo, a pela opinião, que no Brasil corre o risco de ser judicializada, sempre pelo mesmo viés. Tornamo-nos assim incapazes do essencial para enfrentar qualquer problema: sentar à mesa, conversar e debater.
A imprensa, a grande instituição da opinião, precisa rever seus procedimentos nesta calamidade que vivemos. Opiniões distintas, contrárias e favoráveis ao governo, tanto sobre o isolamento como a retomada da economia, enfim, sobre o enfrentamento da crise, devem ter o mesmo espaço nos principais veículos de comunicação. Sem isso teremos descrédito e reação, deteriorando-se o ambiente de convivência e tolerância que deve vigorar numa democracia.
O segundo ponto é a degradação do conhecimento político por quem deveria usá-lo de maneira responsável, governadores, magistrados e legisladores que esquecem que o Brasil não é uma confederação, mas uma federação, a forma de organização política criada pelos EUA em que o governo central não é um agente dos Estados que a constituem, é parte de um sistema federal que se estende por toda a União.
Em O Federalista – a famosa coletânea de artigos que ajudou a convencer quase todos os delegados da convenção federal a assinarem a Constituição norte-americana em 17 de setembro de 1787 –, John Jay, um de seus autores, mostrou como a “administração, os conselhos políticos e as decisões judiciais do governo nacional serão mais sensatos, sistemáticos e judiciosos do que os Estados isoladamente”, simplesmente por que esse sistema permite somar esforços e concentrar os talentos de forma a solucionar os problemas de forma mais eficaz.
![]() |
| Dos onze ministro do Supremo só dois tinham sido juízes antes |
O terceiro ponto é a usurpação das prerrogativas do Poder Executivo. A esse respeito, no mesmo Federalista outro de seus autores, James Madison, estabeleceu “como fundamentos básicos que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário devem ser separados e distintos, de tal modo que ninguém possa exercer os poderes de mais de um deles ao mesmo tempo”, uma regra estilhaçada no Brasil de hoje pela profusão de decisões de presidentes de outros Poderes, de juízes de todas as instâncias e de procuradores, que, sem deterem mandatos de autoridade executiva, intentam exercê-la.
Na obra brasileira que pode ser considerada equivalente ao Federalista, Amaro Cavalcanti (Regime Federativo e a República Brasileira, 1899), que foi ministro de Interior e ministro do Supremo Tribunal Federal, afirmou, apenas dez anos depois da Proclamação da República, que “muitos Estados da Federação, ou não compreenderam bem o seu papel neste regime político, ou, então, têm procedido sem bastante boa fé”, algo que vem custando caro ao País.
![]() |
| Governantes comunistas do Foro de São Paulo |
O quarto ponto é o prejuízo à imagem do Brasil no exterior decorrente das manifestações de personalidades que, tendo exercido funções de relevância em administrações anteriores, por se sentirem desprestigiados ou simplesmente inconformados com o governo democraticamente eleito em outubro de 2018, usam seu prestígio para fazer apressadas ilações e apontar o País “como ameaça a si mesmo e aos demais na destruição da Amazônia e no agravamento do aquecimento global”, uma acusação leviana que, neste momento crítico, prejudica ainda mais o esforço do governo para enfrentar o desafio que se coloca ao Brasil naquela imensa região, que desconhecem e pela qual jamais fizeram algo de palpável.
Esses pontos resumem uma situação grave, mas não insuperável, desde que haja um mínimo de sensibilidade das mais altas autoridades do País.
![]() |
| Consórcio Nordeste governadores independentes deu merda R$ 49 milhões no ralo da corrupção |
Enquanto os países mais importantes do mundo se organizam para enfrentar a pandemia em todas as frentes, de saúde a produção e consumo, aqui, no Brasil, continuamos entregues a estatísticas seletivas, discórdia, corrupção e oportunismo.
Há tempo para reverter o desastre. Basta que se respeitem os limites e as responsabilidades das autoridades legalmente constituídas."
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
Estado Democrático de Direito por AM
Trecho do pronunciamento lido por Alexandre
de Moraes em 21/02/2017 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, em defesa de sua indicação a ministro do Supremo
Tribunal Federal (STF), onde expõe os requisitos do Supremo Tribunal Federal que almeja, defende, acredita e se compromete manter na defesa da diversidade e da liberdade democrática.No direito brasileiro tornou-se, portanto de extrema relevância essa análise, não só quanto a sua possibilidade mas principalmente em relação aos seus limites. Não são poucos, no Brasil e no exterior, os doutrinadores que apontam o enorme perigo à democracia e à vontade popular, na utilização exagerada do ativismo judicial.
Nessa colenda Comissão de
Constituição e Justiça reafirmo que se merecer aprovação por parte do Senado Federal,
reafirmo meu juramento de persistir nos meus ideais de vida, honrando
compromisso e constante luta pelos ideais republicanos e democráticos, que devem
dirigir a nação brasileira. Reafirmando mais uma vez que minha atuação será com
imparcialidade, coragem, dedicação, seriedade e sincero amor à causa pública,
corroborando as históricas ideias de Platão, Aristóteles, Rousseau, Thomas
Jefferson e tantos outros, sobre a necessidade dos governantes respeitarem e
honrarem as leis acima de suas vontades e idiossincrasias pessoais, voltados
para um único objetivo: o bem comum.
E digo eu, desaparecendo a
liberdade, desaparecerá o debate de ideias, a participação popular nos negócios
políticos do Estado, quebrando-se o respeito ao princípio da soberania popular.
Uma nação livre só se constrói com liberdade. E a liberdade só existirá onde
houver um Estado Democrático de Direito que, por sua vez, nunca será sólido sem
a existência de um Poder Judiciário autônomo e magistrados independentes e um Supremo
Tribunal Federal imparcial, na sua grave função de guardião da Constituição e
das Leis, e garantidor da ordem na estrutura governamental republicana, com
irrestrita possibilidade de debates de ideias e respeito à diversidade. Esse é
o Supremo Tribunal Federal que acredito: defensor das liberdades. Esse é Poder
Judiciário que acredito.”1. Voto de Alexandre de Moraes no processo em que um político pedia cancelamento e remoção de comentários desairosos sobre ele.
domingo, 3 de dezembro de 2017
Intervenção constitucional
Comandante do Exército Nacional |
![]() |
Presidente do TSE e ministro do STF |
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
STF x Senado
![]() |
Renan, Cármen Lúcia e Temer no STF |
O levante do Senado contra a determinação da 1ª Turma do STF é um dos resultados do recuo da Corte quanto ao cumprimento da sentença monocrática do ministro Marco Aurélio Mello, afastando o então presidente do Senado, Renan Calheiro.
Agora, é o próprio Renan que coordena a reação contra o STF.
A cada recuo da Suprema Corte, com a justificativa falaciosa de preservar a governabilidade, os criminosos com foro privilegiado demonstram mais audácia e deboche.
A responsabilidade por esse estado de anarquia, reside na falta de coragem dos membros dos Tribunais Superiores para fazer cumprir suas determinações, agravada quando ministros passam a atuar, abertamente, como assessores e advogados de defesa dos criminosos, assim como na obstrução da Justiça, nas declarações e ações contra os grupos de investigações, como a Lava Jato e congêneres.
Ainda há tempo para o próprio STF tomar posição corajosa contra esses ministros que denigrem a Justiça, a Corte Suprema, seus membros e toda a população brasileira que ainda deposita nela suas últimas esperanças, antes que o caos se instale de todo, com o Supremo totalmente desmoralizado.
domingo, 23 de julho de 2017
Relatório da Federal
Registra que não há provas de que as palavras foram seguidas de
atos para criar dificuldades à Lava Jato e obstruir a Justiça, argumentando que
uma suposta “intenção” não configura crime.
O relatório
da PF também não considerou vários outros projetos de lei preparados sob medida,
para impedir os trabalhos da força-tarefa da Lava Jato, com a intenção clara de livrar os criminosos das
condenações e ampliar a impunidade.terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Um país ameaçado
![]() |
Presidente Temer e seu subordinado |
![]() |
Moraes e Temer em conversa informal |
![]() |
Protesto ante o Congresso Nacional |
A sociedade brasileira talvez precise se manifestar com firmeza contra essas manobras. Que Deus não permita que isso aconteça. Que o novo ministro resista às múltiplas pressões para mudar suas convicções. A sociedade brasileira precisar se manifestar com firmeza contra essas manobras.
Esperamos que o novo ministro resista às múltiplas pressões para mudar suas convicções e que Deus permita que o País continue firme no combate à impunidade.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Fechado para balanço
Só aparentemente.
Na solução, tipo acordão, Renan ganhou por 6 x 3 o direito de desafiar a mais alta corte do país e ficar impune.
Agora, qualquer um também vai querer peitar ou desrespeitar as decisões do STF.
Ou alguém, de sã consciência, acha que depois de comprovadas as denúncias feitas na delação da Odebrecht, o STF vai obter da Câmara ou do Senado autorização para julgar algum dos 200 parlamentares envolvidos, como ocorreu com o senador Delcídio do Amaral ou do deputado Eduardo Cunha?
Talvez seja preciso afixar na fachada do STF placa de "FECHADO PARA BALANÇO".
![]() |
STF ao anoitecer |
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Combate à impunidade
Os das trevas
são mais espertos que os da luz. Os da luz aprendem a combater o bom combate, sem medo nem ingenuidade.
A Organização Criminosa que se apoderou das instituições da República está fazendo de tudo para escapar da Justiça.
As armadilhas e ardis estão se multiplicando para sabotar o combate aos corruptos e corruptores, ora em andamento.
Os quadrilheiros instalados em altos escalões se revelam defensores da impunidade, sem qualquer escrúpulo.
A batalha decisiva se inicia. E todas as forças morais da sociedade deverão se engajar no combate aos criminosos que atuam no legislativo, no judiciário e no executivo.
Os bravos componentes da força-tarefa da Operação Lava Jato e similares, sentem-se desestimulados quando maioria da Câmara e o presidente do Senado insistem em
aprovar leis que oficializam a impunidade.
Desestimula também, quando ministros das altas cortes desqualificam e criticam os esforços feitos por eles – procuradores do MPF, delegados da PF, desembargadores e juízes do Judiciário - para combater a corrupção e a impunidade sistêmica.
O embate, entre os defensores de criminosos e os defensores de um Brasil sem corrupção e sem impunidade - fica cada vez mais visível.
As tentativas de ameaçar e intimidar os componentes das forças-tarefa da Operação Lava Jato e outras similares, não amedrontam os bravos do MPF, da PF e da Justiça.
Processos por abuso de autoridade, abertos por qualquer um, contra os investigadores, delegados, juízes, etc. só atrapalharão o combate aos corruptos criminosos se - e somente se - forem aceitos pelos ministros do STJ e do STF.
Apesar das idiossincrasias
personalistas de alguns, eles pensarão duas vezes antes de usarem desse
expediente para emperrar investigações, pois estarão sendo observados por seus
pares, pelos meios de comunicação, pela sociedade organizada e pelos cidadãos
esclarecidos.
Sofrer por esse tipo de perseguição, faz parte do combate aos que coabitam nas trevas.
Mas, será que isso seria motivo para arrefecer ou desistir da luta? Jamais!
Todos esses canalhas, que ora se opõem às expectativas dos brasileiro de passar o Brasil a limpo, serão punidos.
E o um novo Brasil será construído sob as diretrizes e atitudes dos homens e mulheres de bem.
Vida longa à Lava Jato!
![]() |
Destaque no Espaço do Leitor de A TARDE |
sábado, 10 de setembro de 2016
Constituição soberana
![]() |
| Plenário do Supremo, defensores da Constituição |
![]() |
| Ministros acessando o plenário |
![]() |
| Justiça na Praça dos Três Poderes - Brasília |



















à esquerda está Lewandowski
Sempre que vou escrever grave denúncia ou comentário mais complexo, fico sopesando a necessidade de um texto pequeno, que possa ser lido por mais gente, com um texto maior, que esclareça meandros importantes para um melhor entendimento, mas que pode ser dispensado de ler pela maioria dos cidadãos.
Por isso, peço aos patriotas que ainda não conseguiram entender o crime de lesa-pátria cometido pelo ministro do STF, Ricardo Lewandowski, durante o julgamento do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que leiam aqui o detalhamento que fiz com base no comentário de João Carlos Schmidt Machado, postado no site-blog da Dr.ª Janaína Paschoal, a advogada que enfrentou com coragem e lucidez a Organização Criminosa que saqueou impunemente os recurso públicos da Nação, até a instalação da Operação Lava Jato.
Inconstitucionalidades e vícios cometidos pelo presidente do colegiado instituído no Senado Federal, ministro Ricardo Lewandowski, durante a seção de votação do impeachment da então presidente afastada Dilma Rousseff:
na manobra inconstitucional
1. O acolhimento do "destaque" proposto pelo PT, que fatiou em duas a condenação prescrita no Parágrafo único do Art. 52 da Constituição;
2. No encaminhamento à votação do "destaque", os senadores contra e a favor discursaram seus argumento em plenário, mas a votação para decidir pelo acolhimento ou não da proposta petista, não foi submetida por Lewandowski à votação do colegiado;
3. Além de não submeter à votação dos senadores-juízes, Lewandowski decidiu sozinho o acolhimento do "destaque" inconstitucional do PT, usurpando a competência e responsabilidade do colegiado de senadores. Ele se fez "colegiado" de um só!!!
4. Qual é o órgão ou instituição da República que têm competência para julgar o impeachment de Lewandowski, por essa lambança criminosa? É o Senado e os mesmos senadores, que em colegiado constitucional acolhem ou não e julgam os pedidos de impeachment contra os ministros do Supremo.
5. É improvável que isso aconteça! Pelo menos enquanto Renan Calheiros estiver como presidente do Senado. Até agora, todos os pedidos que chegam ao protocolo são rejeitados por ele. Inclusive o contra o ministro Luiz Roberto Barroso, pegado em nov.2015 em rede nacional da TV Senado, cometendo crime de falsidade ideológica ao omitir as últimas palavras do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, que define ser secreta a votação pela continuidade do processo de impeachment, como ocorreu com o de Dilma.
6. O pedido feito para o impeachment de Barroso, foi recebido por funcionário do Senado e ficou vários dias sem número de protocolo! Após ser recebido oficialmente e protocolado, não foi submetido ao plenário, como manda o Regimento. Depois, foi rejeitado por Renan, sem qualquer explicação!
7. Na tarde desta terça-feira (6/9), foi protocolado no Senado pelo estudante, candidato a vereador pelo DEM-SP e membro do Movimento Brasil Livre (MBL), Fernando Silva Bispo, um pedido de impeachment contra Lewandowski. Acusação: crime de responsabilidade, por ser "patentemente desidioso no cumprimento dos deveres do cargo". Conforme os dicionários, desidioso significa: o que tem desídia, negligente, incauto, preguiçoso, desleixado, indolente, sem cuidado no que faz.
8. O pedido considera que o magistrado teria sido desleixado ou omisso ao permitir o fatiamento de um dispositivo constitucional (Artigo 52, Parágrafo único).
9. Nele, é pedido também que o presidente do Senado Renan Calheiros(PMDB-AL) e o vice-presidente Jorge Viana (PT-AC), sejam considerados impedidos de receber a denúncia e de julgá-la, por serem eles os citados e terem participado, juntamente com Lewandowski, da "manobra" articulada por eles em favor de Dilma na votação do impeachment.
Lembramos que estão pendentes no STF o recurso do PT pela anulação da votação que afastou de vez Dilma da presidência. E seis recurso para que seja anulada a votação que manteve o direito de Dilma ocupar cargos na administração pública, por vícios na condução do fatiamento solicitado que resultou em uma inconstitucionalidade.
Jucá..." - 10 senadores votaram por Dilma
Os gangsteres interessados em continuar impunes contam com o esquecimento desse episódio, qualificado como "bizarro" pelo ministro Gilmar Mendes e como erro em prova-dos-noves em jardim de infância do direito constitucional, pelo ministro Celso de Mello, o mais antigo do Supremo.
Não vamos esquecer e nem aceitar que se faça no Brasil o que foi feito na Itália após a Operação Mãos Limpas, que julgou e condenou os criminosos corruptos de lá. Após o esquecimento eles voltaram como políticos, mudaram as leis, recuperaram tudo que haviam perdido nas condenações obtidas naquela operação e voltaram aos mesmos esquemas de corrupção.
....................................